I’ve become a person who cries in the bathroom at work
macklin celebrini has autism
Xuebing Du
Noah Kahan
Lint Roller? I Barely Know Her
No title available
Fai_Ryy
Color Me Curious

@theartofmadeline
Mike Driver
Game of Thrones Daily
todays bird

blake kathryn
No title available
Not today Justin
No title available
ojovivo
Monterey Bay Aquarium
taylor price
The Stonewall Inn
Sade Olutola
seen from Brazil
seen from Venezuela
seen from Armenia
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Colombia
seen from Venezuela

seen from United States

seen from Ukraine
seen from United States
seen from Ecuador
seen from United States
seen from United States

seen from Germany

seen from Malaysia
seen from Kazakhstan
seen from United States
seen from Singapore

seen from Tunisia
@pesquisa-andromeda
I’ve become a person who cries in the bathroom at work
AS CORES DO LABIRINTO
Bruna Rossato
“Vi crescer um monstro de sangue-lava magmática vermelha criatura, dividiu-me. Fez-me imensa. Sob a sombra vulcânica, eu não era nada ou era só metade de mim.”
“Eu já não cabia dentro de mim.”
“Depois da erupção lava cinzas sangue lágrimas e abaixo de tudo isso: abismo e nada. Não existe infinito em carregar a morte dentro de si.”
Centenas de pessoas desabrigadas passaram a viver em um cemitério no Camboja.
Centenas de pessoas desabrigadas passaram a viver em um cemitério no Camboja.
TRUE ROUGE
Tunga, True Rouge, 1998. 110 - Revista Poiésis, n 27, p.105-120
O poema acompanhou o volume True Rouge da Caixa Tunga3 , um audacioso projeto editorial da Cosac Naify. A proposição do poema de Lane e da instalação de Tunga foi de que a página ou o espaço brancos deveriam tornar-se vermelhos. O vermelho e suas associações orgânicas com o sangue latejam na obra. Instável – como a própria vida – porque suspensa e em transformação, a instalação foi duplamente gerada pelo poema e pela instauração na qual performers manipulavam gelatina vermelha e os materiais que compõem a estrutura sobre os seus corpos nus, proporcionando o transbordamento dos líquidos contidos em garrafas. Mas foi o peso dos materiais e dos objetos e a sua concentração que determinaram a forma final do trabalho, embora este permaneça em transformação.
True Rouge inaugurou as obras içadas do artista, nas quais ganchos, cabos e hastes foram incorporados mais do que como elementos estruturantes, como presença. Na versão londrina da obra, de 19984 , o poema era lido, ao mesmo tempo em que dentro do espaço expositivo cortava-se e cozinhava-se ingredientes vermelhos e roxos: tomate, alho roxo, beterraba, repolho roxo. Uma sopa vermelha era cozida e servida em conjunto com vinho tinto aos convidados por performers vestidos de vermelho. Havia, ainda, morangos e ameixas disponíveis.
TRUE ROUGE
True Rouge é uma poesia algébrica de Simon Lane de 1997. O poema fala sobre a ocupação do espaço pelo vermelho.
true rouge
ou
para uma tentativa de compreensão de uma poesia/álgebra de true rouge, dada uma representação monocromática / representações monocromáticas em que tr = true rouge, e = espaço, r = vermelho/rouge & er = vermelho/rouge espaço:
tr + e + (r x 2) = r + er tr + (r x 2) = r + er - e tr = r + er - e / (r x 2) tr = e - e tr = 0 = zero = true rouge
Um chamado "neutro" ou página em branco / espaço preto deve ser / se tornar true rouge por padrão;
ao mesmo tempo, tudo ao redor da página / espaço deve ser / se tornar true rouge como resultado de tudo o que é logicamente (in) visível:
e + (r x 2) = r + er e = r + er / (r x 2) e = e = 0 zero = true rouge
simultaneamente, tudo o que é / se tornou true rouge deve permanecer true rouge dadas as circunstâncias da transformação da página / do espaço / ao redor do espaço;
Resultado: a transformação definitiva de toda a matéria em true rouge com espaços não inclusivos ao redor da página / do espaço que permite a leitura da poesia / álgebra mesmo em condições desfavoráveis (fadiga, amnésia, privação de sobriedade)
tente-o usando a seguinte linha:
"true rouge é a cor que meu bebê usava"
TRUE ROUGE, 1997
Palmares, Pernambuco, 1952; Rio de Janeiro, RJ, 2016. True Rouge, 1997 Desde meados dos anos 1970,
Tunga cria obras de um imaginário exuberante em desenho, escultura, instalação, filme, vídeo e performance. Seu impulso multimídia está associado a uma compreensão da arte como campo multidisciplinar, em que filosofia, ciências naturais e literatura andam ao lado das artes visuais; trata-se de compreender as ações físicas de uma obra como parte do pensamento sobre ela, evitando-se a dissociação entre teoria e prática de um mesmo fenômeno. Não raro, para o artista é importante também ultrapassar os limites entre ciência e fantasia, realidade e ficção, resultando na criação de uma mitologia própria. Em vários de seus trabalhos, o artista contrata performers para realizar algo parecido a rituais performáticos, inaugurando a obra. Para denominar estas obras, prefere o termo instauração a performance ou instalação, que definiria de maneira mais satisfatória algo que, a partir daquele ato, começa a existir. True Rouge pertence a este grupo de trabalhos. Na instalação, atores nus interagiram com os objetos pendentes: recipientes que contêm um líquido viscoso, vermelho, que derramam sobre si e os vidros, remetendo aos ciclo vitais. O trabalho surge do poema que lhe dá título, escrito por Simon Lane e que descreve uma ocupação do espaço pelo vermelho, valendo-se de trocadilhos entre a língua inglesa e francesa. Os objetos que pendem do teto, unidos por estruturas interdependentes, aludem a um grande teatro de marionetes: uma escultura de manipulação, que, se valendo da gravidade, não chega, contanto, a tocar o chão.
Quando o trabalho foi inaugurado, o Inhotim ainda não era aberto ao público, mas houve uma cerimônia para um pequeno grupo de convidados onde uma das típicas performances de Tunga marcou a abertura da primeira galeria do Inhotim. Nesse dia, atores nus interagiram com os recipientes que contêm um líquido viscoso, vermelho, e os derramaram sobre si e sobre os vidros, remetendo aos ciclos vitais. Este acontecimento já insinuava, em 2002, o que viria a ser uma das principais singularidades do Inhotim, a integração entre arte, arquitetura e natureza.
DESVIO PARA O VERMELHO:
Impregnação, Entorno, Desvio, 1967 - 1984
Rio de Janeiro, 1948; reside e trabalha no Rio de Janeiro
Desvio para o vermelho: Impregnação, Entorno, Desvio 1967 - 1984 técnica mista
Desde o fim da década de 1960, Cildo Meireles tem se afirmado como voz única na arte contemporânea, construindo uma obra impregnada pela linguagem internacional da arte conceitual, mas que dialoga de maneira pessoal com o legado poético do neconcretismo brasileiro de Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Seu trabalho pioneiro no campo da arte da instalação prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social. Neste sentido, Desvio para o Vermelho é um de seus trabalhos mais complexos e ambiciosos concebido em 1967, montado em diferentes versões desde 1984 e exibido em Inhotim em caráter permanente desde 2006. Formado por três ambientes articulados entre si, no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos de maneira plausível mas improvável por alguma idiossincrasia doméstica. Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
Esse é um tipo de quebra cabeça que não possui lugar fixo para as peças nem ordem certa de encaixe. Você escolhe como encaixar e assim monta uma figura.
FICHA TÉCNICA
Direção: Stephânia Lengruber Orientação: Alexandra Dias ou Maria Falkembach ou Josiane Franken Dramaturgia: Stephânia Lengruber Coreografia: Stephânia Lengruber, Júlia Garcia e Tainá Madruga Intérpretes-criadores: Jane Rodrigues, Tainá Madruga, Alice Braz, Lorena Fontes, Isadora Gil, Júlia Garcia, Bianca Ascari, Alex Cavalheiro, Alêxander Christopher, Nayane Lima e Jéssica Nadyne. Ensaiador: Jane Rodrigues Figurinista: Stephânia Lengruber Confecções de figurino: Larissa Martins/Ateliê de figurinos UFPel e Maria das Graças Lengruber Cenografia: Stephânia Lengruber Cenotécnico: sem definições Contra regragem: sem definições Elementos cênicos: sem definições Iluminadora: Stephânia Lengruber Operação de luz e som: Renan Brião Seleção de trilha sonora: Stephânia Lengruber Produção: Carolina Portela Assistente de produção: Renan Brião Preparador Corporal: Stephânia Lengruber Maquiagem: Stephânia Lengruber Divulgação e material gráfico: Stephânia Lengruber.
a paleta de cores dependerá do banheiro onde acontecerá; texturas lisas e frias de azulejos, espelhos, pisos e pias; a atmosfera é meio úmida, fria também, mas de solidez e privacidade, de esconderijo; os objetos que podem aparecer são espelhos, pentes, papel higienico, maquiagem, sabonete, etc, além do já é característico do lugar;
O vermelho, encarnado ou escarlate, corresponde a uma série de cores semelhantes, evocadas pela luz constituída essencialmente pelos maiores comprimentos de onda visíveis pelo olho humano, aproximadamente na gama de 630 a 740 nm. Comprimentos de onda mais longos do que isso são chamados de infravermelhos ou abaixo do vermelho, e não podem ser vistos a olho nu por pessoas.
Seu nome se origina da palavra para pequeno verme na língua latina, derivando primariamente do grego. Na natureza, descreve um planeta e as estrelas gigantes, além de estar ligado a reações físicas e intimidação. Colore ainda minerais, vegetais, pele, escamas, pelos e penas dos animais. Historicamente, seu datado primeiro uso é marcado na Pré-História, quando representava as caçadas; com o passar dos anos, conquistou significados positivos e negativos, que iam desde fertilidade e boa sorte à cor do deus Set.
A palavra vermelho tem sua origem no latim vermillus, que significa "pequeno verme", remetendo-se à cochonilha, inseto do qual é extraído o corante carmim utilizado em tintas, cosméticos e como aditivo alimentar. Seu prefixo grego é eritro-. Trata-se de uma cor-luz primária e secundária (CMYK) e cor-pigmento primária. O vermelho é associado com a cor do sangue, algumas flores (especialmente rosas) e frutas maduras (como maçãs, morangos e cerejas). O fogo também está altamente ligado à cor, assim como o sol e o céu ao pôr-do-sol. Após a ascensão do socialismo na segunda metade do século XIX, o vermelho passou a ser utilizado também para descrever movimentos revolucionários.
De acordo com definição em dicionário de língua portuguesa, vermelho é um substantivo masculino que significa cor muito viva, correspondente "a um dos limites visíveis do espetro solar", que nomeia de ruivos a animais.
Esta cor, junto ao azul e ao amarelo, é considerada pigmento-primária, ou seja, é independente e não se decompõe, já que não deriva de nenhuma outra cor. Ao que o vermelho é misturado com as outras duas primárias, gera o preto - conhecido como ausência total de cor; ao que se mistura com apenas uma outra, o resultado é uma cor secundária; ao que se mistura com uma cor secundária, o resultado é uma terciária. Há ainda a possibilidade de se gerar as cores intermediárias, que são obtidas durante a transição de primária para secundária.
É necessário que se compreenda a natureza física e gnosiológica da cor, bem como as espécies, as propriedades, a psicodinâmica, a harmonia, o ritmo e as alianças entre uma arte e outras artes. Para se entender o que é uma cor fisicamente, é necessário que se tenha em mente o conceito de luz e o comprimento de onda. O vermelho, por exemplo, quando raios luminosos penetram em um prisma, desvia-se em ângulo menor, bem próximo ao azul, verde, amarelo e laranja. Por ser uma cor cuja sensibilidade (em aspecto físico) é maior aos olhos, o vermelho é percebido por daltônicos e sua maior luminosidade atiça cães e touros, que não percebem cores, mas sim luz. Uma criança, que até os dois anos reage primeiro à luminosidade, prefere o vermelho para vestir e ter em seus brinquedos.
Os vermelhos que se distinguem por seus nomes de carmim, granza, alizarina, carmesim, cochinilha, solferino etc., têm, em geral, a mesma base cromática, ainda que a sua origem seja distinta. O vermelho mais espectral é o carmim. O escarlate é um vermelho intenso, com um leve matiz violácio. O vermelhão e o cádmio vermelho são vermelhos alaranjados. Todas as variedades de vermelhos azulados ou laranjas, tais como o vermelho de Veneza ou Sevilha, Siena tostada, cereja, caoba, etc. são vermelhos.
Como uma das sete cores do arco-íris, o vermelho representa uma das sete notas musicais, um dos sete céus, um dos sete planetas, um dos sete dias da semana e assim por diante.
Na política, o vermelho é constantemente associado à revolução. Primeiramente empregado em 1871, na Comuna de Paris - com intuito revolucionário - acabou por tornar-se a cor representante dos movimentos de esquerda. Simbolizando a luta, o povo, a ação e a transformação. O vermelho foi adotado como cor da revolução, em oposição ao branco, cor da monarquia, tanto na Revolução Francesa quanto na Revolução Russa; foi a favorita de Karl Marx e Émile Zola. Representou a extinta União Soviética e o Exército Vermelho; fez ainda parte do nome "botão vermelho", temido durante a Guerra Fria, já que representaria a extinção da humanidade através de explosões nucleares. Hoje colore as bandeiras de muitos partidos políticos, principalmente dos representantes do espectro político de centro-esquerda, esquerda e extrema-esquerda.
Reconhecidamente uma cor de alerta na natureza, representando perigo para muitos animais, o vermelho também é empregado como cor em veículos de emergência - polícia, corpo de bombeiros e ambulâncias. Todos envolvendo a tentativa de salvamento e proteção da vida. Em situações de urgência, perigo e que requerem ações rápidas, o vermelho é a cor ideal para estes contextos, já que estes seus significados são, além de naturais, antigos. Inclusive, conta a história de que deixava-se uma pessoa vestida de vermelho em frente à casa de um devedor para alertá-lo e apressá-lo de seu compromisso.
A cor vermelha, de modo geral, representa o guerreiro ou mártir, indica coragem e força.
Existem diferentes significados para o vermelho, inclusive no que respeita às tonalidades: vermelho claro brilhante e vermelho escuro.
Essas diferenças o tornam a cor mais ambígua. Isso porque são representativas, por um lado do amor e da sorte (vermelho claro) e, por outro lado, da guerra e do perigo (vermelho escuro).
Tal como o princípio do feminino e do masculino, da prata e do ouro, o vermelho escuro representa o noturno e o feminino. O vermelho claro, por sua vez, representa o diurno e o masculino.
O vermelho é o fogo, o sangue, o calor, o romance, a paixão, a juventude, a beleza e a emoção.
Usar uma peça vermelha na festa de Reveillon indica o desejo de desfrutar de muita paixão ao longo do ano que se inicia.
Na cromoterapia, terapia através das cores, o vermelho é uma cor poderosa e usada para ativar a circulação e estimular o sistema nervoso.
Seu uso excessivo deve ser evitado, pois pode provocar nervosismo e ansiedade. Isso nos remete a uma pessoa com a face vermelha, que é alguém com raiva ou envergonhado.
Na Ásia, o vermelho é a cor da sorte e da alegria. Os budistas o consideram a cor da criatividade, enquanto no Japão somente mulheres e crianças se vestem de vermelho.
O vermelho está presente no cotidiano. O semáforo, botões de emergência, sinais de advertência ou de perigo também são sinalizados de vermelho.
A cor vermelha significa paixão, energia e excitação. É uma cor quente. Está associada ao poder, à guerra, ao perigo e à violência. O vermelho é a cor do elemento fogo, do sangue e do coração humano. Simboliza a chama que mantém vivo o desejo, a excitação sexual e representa os sentimentos de amor e paixão.
No contexto religioso, o vermelho é a cor da carne, do pecado, do diabo, da tentação; é a cor que provoca a paixão carnal e o desejo.
Na política, a cor vermelha está associada ao espírito revolucionário. É a cor do Comunismo e da ideologia política de esquerda.
A cor vermelha estimula o sistema nervoso, a circulação sanguínea, dá energia ao corpo e eleva a autoestima.
Um ambiente pintado de vermelho se torna vibrante, com glamour, requinte e estimula a sexualidade. Em excesso, pode provocar inquietação, nervosismo e confusões. Na sala e cozinha, o vermelho estimula o apetite e deixa o ambiente mais convidativo.
“Fantasmas são essas lembranças fortes demais para serem esquecidas, ecoando ao longo dos anos e se recusando a serem apagadas pelo tempo.” p. 23 Apesar do título, este post não tem a pretensão de...
GUIA DE REFERÊRENCIAS NO LIVRO A MENINA SUBMERSA