O melhor treinador do mundo #migos https://www.instagram.com/p/B0q0J09HGFISyrT9Nh829VL-Xf2Zwf3I1qV6OI0/?igshid=17hmx8w9vaeke
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Three Goblin Art

★
tumblr dot com

❣ Chile in a Photography ❣
KIROKAZE
taylor price
wallacepolsom

ellievsbear
untitled
Sweet Seals For You, Always

@theartofmadeline

⁂

oozey mess
No title available

izzy's playlists!
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
No title available
Noah Kahan

seen from France
seen from Singapore
seen from Jordan
seen from Türkiye

seen from Finland

seen from South Korea
seen from Austria
seen from Finland

seen from United States

seen from Malaysia
seen from Senegal
seen from Bangladesh

seen from Cameroon
seen from Tanzania
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from Singapore
seen from United States
@pjdealmeida
O melhor treinador do mundo #migos https://www.instagram.com/p/B0q0J09HGFISyrT9Nh829VL-Xf2Zwf3I1qV6OI0/?igshid=17hmx8w9vaeke
#treinoemcasa
Cucumbi shower #cucumbi (em Montemor-O-Novo) https://www.instagram.com/p/B0LXFUCn5-p9WUD59BcnH1DosL6kq85Q7HPnAQ0/?igshid=zvft005nvkat
Refeição pós-treino = Recuperação!
Muitas vezes, pela falta de tempo ou por desconhecimento acerca da sua importância, a refeição pós-treino é descorada. No entanto, esta apresenta uma grande relevância pela sua responsabilidade no processo de recuperação que se segue ao esforço físico e que é determinante para a melhoria do rendimento e qualidade do treino. No período pós-treino há algumas situações que merecem destaque e às quais a alimentação escolhida deve dar resposta:
reposição das reservas de glicogénio gastas durante o esforço físico do treino;
reposição dos fluídos e eletrólitos perdidos através do suor;
eliminação dos metabolitos tóxicos resultantes do stress oxidativo provocado pelo esforço físico;
reparação do tecido muscular danificado.
Se na fase pré-treino é necessário garantir que o organismo recebe energia suficiente para dar resposta à demanda do exercício físico, após o treino há também necessidade de energia mas, desta vez, para repor as reservas gastas. A refeição deve ser feita nos momentos a seguir ao treino (na próxima 1h a 1h30) e deve ser leve, de fácil assimilação e digestão, uma vez que as refeições pesadas podem prejudicar o indivíduo/atleta.
Independentemente do tipo de refeição que for fazer, quer seja um lanche ou um almoço ou jantar, deve sempre incluir:
uma fonte de hidratos de carbono (que nesta altura deve ser de fácil e rápida digestão) – pão de mistura, banana, batata-doce, arroz cozido, massa cozida, etc.;
uma fonte de proteína – carne magra, peixe, queijo fresco, queijo quark, ovo cozido, iogurte, etc.;
uma fonte de antioxidantes – frutos vermelhos, frutos cítricos e outros (varie o mais possível, pois as vitaminas C e E, juntamente, com os fitoquímicos, ajudam no combate do stress oxidativo, o que permitirá diminuir a fadiga precoce e as dores musculares).
Atendendo as estas características e de forma a promover uma boa recuperação, alguns exemplos de refeições que pode fazer depois do exercício físico são:
Batata-doce + 1 ovo mexido/omelete (sem gordura) + 1 peça de fruta (cerca de 100g)
2 fatias médias de pão de mistura + salmão fumado / presunto sem gordra + frutos vermelhos
Massa + peito de frango grelhado/cozido + cenoura cozida + tomate cru
Batido de 100g de queijo quark ou iogurte grego ligeiro + mistura de frutos vermelhos + 1 colher de sopa de mel
Em qualquer situação, com mais ou menos tempo, não se esqueça que uma boa refeição pós-treino com os componentes necessários permitir-lhe-á, se treinar frequentemente, melhorar a sua performance e, consequentemente, aumentar a intensidade e os resultados do seu treino.
Refeição pós-treino = Recuperação! was originally published on O meu treino
Comer antes do treino... o que escolher?
A refeição antes do treino deve ser um reforço das reservas energéticas já existentes no organismo, que se encontram, principalmente, nos músculos e no fígado. Os alimentos ingeridos devem ser selecionados de acordo com a sua composição, no sentido de garantir que há combustível para os primeiros momentos de esforço, promovendo níveis mais ou menos estáveis de açúcar no sangue e energia a curto-médio prazo.
A principal fonte de energia para o nosso organismo são os hidratos de carbono e por isso alimentos ricos neste macronutiente devem constar da refeição pré-treino, que deve ser feita 1h30 a 2h antes do treino, para ter a digestão terminada quando iniciar o mesmo. Esta deve ser, maioritariamente, constituída por hidratos de carbono complexos, por exemplo, cereais integrais, pão integral, batata-doce ou massa, podendo ser complementada com fontes de hidratos de carbono simples, como o mel, a marmelada ou frutas desidratadas, como passas, tâmaras e alperces. Deve ter uma quantidade moderada de proteína magra (ter em atenção fontes como o leite e derivados, pois podem não ser bem tolerados). Em relação ao teor em fibra e gordura, este deve ser moderado, de forma a não dificultar o processo digestivo. No entanto, por exemplo os frutos gordos como as nozes, amêndoas e os amendoins, possuem gorduras cuja absorção é relativamente fácil, podendo, inclusive, ser uma boa forma de controlar os níveis de glicémia.
Alguns exemplos de receitas simples que podem ser feitas rapidamente e providenciar uma refeição rápida para uma reforço antes do treino são:
1 pão de centeio (1 ou 2 fatias médias) + 1 fatia de queijo do tipo flamengo (menos de 50% de gordura) + 1 colher de sopa de marmelada;
4 a 6 colheres de sopa rasas de flocos de aveia integrais (feitos com água) + 1 maçã média ou 1 banana pequena + 2 nozes (pode polvilhar com canela);
1 fatia de pão de mistura + 1 colher de sopa de manteiga de amendoim + 1 banana pequena + canela q.b.;
Batido com 1 ou 2 iogurtes sólidos naturais + 3 alperces desidratados ou 1 colher de sopa de passas + 1 punhado de amêndoas.
Nota – o ideal é experimentar várias opções de lanche/refeições e perceber qual a reação do organismo de forma a melhorar as quantidades (por exemplo, diminuir as fontes de gordura caso sinta que a digestão ficou muito retardada) e eliminar alimentos que lhe causem desconforto (para muitas pessoas, por exemplo, o leite e derivados não devem ser uma opção pré-treino).
Sofia Dinis
www.omeupeso.com
Tel: 213 880 351
Comer antes do treino… o que escolher? was originally published on O meu treino
O que nos diz o rótulo?
Já lhe aconteceu chegar ao supermercado para comprar um iogurte, um pão ou umas bolachas, e perante a diversidade de oferta não saber o que escolher? Com a grande variedade de produtos alimentares que hoje em dia temos à nossa disposição torna-se, muitas vezes, difícil fazer este tipo de escolhas. E sobretudo se não soubermos como analisar as diferenças entre os vários produtos.
Mas para nos ajudar existem os rótulos! Não só indicam os ingredientes presentes no produto, como a quantidade de macronutrientes (hidratos de carbono, proteína e gordura) e micronutrientes (vitaminas e minerais) que o mesmo fornece. Com tal, e para podermos fazer escolhas informadas, é importante saber interpretar a informação presente no rótulo, que no fundo acaba por ser o “bilhete de identidade” dos alimentos.
Existem determinada menções que têm, ao abrigo da legislação, obrigatoriedade em constar no rótulo, enquanto outras informações adicionais são opcionais. No seu conjunto, o rótulo deve fornecer informação clara e de fácil leitura, que permita o consumidor conhecer o produto e fazer uma escolha informada e consciente.
MENÇÕES OBRIGATÓRIAS
Denominação do género alimentício
Corresponde à denominação legal do produto, que deve ser apresentada de forma evidente e legível (exemplos – Salmão fumado; Leite achocolatado)
Se um alimento tiver sido submetido a um determinando processamento, deve fazer-se referência ao mesmo na denominação (exemplos – fumado, pasteurizado, congelado, …)
Lista de ingredientes
Deve enumerar todos os ingredientes do género alimentício, por ordem decrescente de quantidade.
Há alimentos nos quais não é exigida a lista de ingredientes, nomeadamente, quando são alimentos constituídos por um único ingrediente, desde que a denominação do produto seja idêntica à do ingrediente ou permita identificar inequivocamente a natureza do mesmo. Outras situações são géneros alimentícios como as frutas e produtos hortícolas frescos, as águas gaseificadas (desde que a denominação indique esta característica), queijo, manteiga, leite e nata fermentada (desde que não tenha havido adição de qualquer outro ingrediente que não seja o produto lácteo, enzimas alimentares e culturas de microorganismos necessários ao seu fabrico).
No caso de terem sido adicionadas ao alimento substâncias ou produtos que possam provocar alergias ou intolerâncias, os mesmas devem constar da lista de ingredientes. Apesar de qualquer alimento ter o potencial de provocar uma alergia, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA), definiu os ingredientes mais propícios ao desenvolvimento de reações adversas, declarando a sua obrigatoriedade em constar no rótulo e, garantindo assim, a salvaguarda da saúde dos consumidores. São eles:
Cereais que contêm glúten
Crustáceos
Ovos
Peixes
Amendoins
Soja
Leite (incluindo lactose)
Frutos de casca rija (amêndoas, avelãs, nozes, pistácios, castanhas de caju, castanhas do Brasil, nozes pécan, nozes de macadâmia)
Aipo
Mostarda
Sementes de sésamo
Dióxido de enxofre e sulfitos (concentrações superiores a 10mg/kg ou mg/l)
Tremoço
Moluscos
Nota – considera-se com potencial alergénio os produtos à base dos ingredientes referidos acima, com algumas exceções.
Quantidade líquida do género alimentício
Refere-se à quantidade do produto, devendo ser expressa em unidades de volume (litro, centilitro, mililitro), para produtos líquidos, ou em unidades de massa (grama, quilograma), para produtos sólidos.
Quando estamos perante um género alimentício sólido apresentado dentro de um líquido de conservação, deve estar indicado no rótulo o peso líquido escorrido. Por exemplo, uma lata de grão cozido com peso líquido de 420g, se tiver de peso líquido escorrido 260g, significa que o líquido de conservação pesa os restantes 160g.
Prazo de validade
Conhecidas como prazo de validade, a data de durabilidade mínima ou data limite de consumo servem de referência ao consumidor acerca do prazo de consumo dos géneros alimentícios, para garantir a segurança dos consumidores.
Data de durabilidade mínima – utilizada em alimentos com maior durabilidade, podendo ser anunciada através das seguintes expressões:
“Consumir de preferência antes de…” seguida do dia e do mês, para alimentos com duração inferior a 3 meses;
“Consumir de preferência antes do fim de …” seguida do mês e ano, para alimentos com uma duração entre 3 e 18 meses, ou seguida apenas pela indicação do ano, para alimentos com duração superior a 18 meses.
Data limite de consumo – utilizada em alimentos que se deterioram facilmente, como os iogurtes, o queijo fresco, entre outros, sendo apresentada com recurso à expressão “Consumir até …” seguida do dia e do mês.
Para alguns géneros alimentícios, como o açúcar, o vinagre ou o vinho, esta indicação é facultativa.
Alimentos congelados devem ser acompanhados da data de congelação, com a menção “Congelado a …” seguida do dia, mês e ano.
Condições de conservação ou utilização
Quando os produtos alimentares necessitam de condições especiais de conservação estas devem ser referenciadas no rótulo, uma vez que a sua omissão poderá não permitir uma correta conservação dos mesmos. Um exemplo são os iogurtes, nos quais vem referido: “Conservar entre 0o e 6oC”.
O mesmo acontece para a sua utilização, ou seja, em situações em que a omissão das condições de utilização do género alimentício puser em causa a utilização adequada do mesmo, é obrigatório que esta conste do rótulo.
Lote
Um lote presenta um conjunto de unidades de venda de um produto alimentar que foi produzido, fabricado ou acondicionado em circunstâncias muito idênticas, sendo, normalmente, designado pela letra “L”, seguido de algarismos. Na presença de data limite de consumo (indicação de dia e mês), a presença do lote no rótulo pode ser dispensada.
País de origem
A menção do país ou local de proveniência do género alimentício é obrigatória quando a ausência desta informação seja suceptível de induzir em erro o consumidor quanto à origem do produto.
Título alcoolmétrico
É obrigatória a indicação do teor em álcool para bebidas cujo volume alcoolmétrico seja superior a 1,2%.
Declaração nutricional
A informação nutricional é apenas obrigatória quando o produto apresenta uma alegação nutricional, isto é, quando se atribui ao produto uma propriedade nutritiva específica (exemplos – “fonte de fibra”, “alto teor em vitamina e minerais”, “light”, etc.).
Esta declaração nutricional deve incluir os seguintes elementos: valor energético, lípidos, ácidos gordos saturados, hidratos de carbono, açúcares, proteínas e sal (se for caso disso, junto à declaração nutricional pode existir uma nota com a indicação de que o teor de sal se deve exclusivamente ao sódio naturalmente presente no alimento.).
O conteúdo da declaração nutritional pode ser complementado pela quantificação de outros elementos como fibra, amido, ácidos gordos poli e monoinsaturados, vitaminas, minerais e polióis.
Como interpretar a informação nutricional?
Valor energético – provém do teor nos vários componentes do produto (proteína, hidratos de carbono, lípidos, fibra, ácidos orgânicos, polióis e álcool) e pode ser expresso em unidades de kJ ou kcal, por 100g do produto e, em alguns casos, por dose/porção do produto. Habitualmente, presta-se mais atenção às kcal, comumente chamadas de calorias.
Proteínas – desempenham diversas funções no organismo, a nível celular, hormonal, do sistema imunitário, entre outras, pelo que o seu consumo em quantidades adequadas não deve ser descurado. 1g de proteína tem 4kcal.
Hidratos de carbono – constituem a principal fonte de energia para o organismo, podendo ser classificados em simples, nos quais se incluem os açúcares, e compelxos. 1g de hidratos de carbono tem 4kcal.
Lípidos/gorduras – provenientes de fontes animais e vegetais, representam grande parte das reservas energéticas do nosso organismo e protegem os órgãos de agressões externas. Podem ser divididos em gorduras saturadas e insaturadas (mono e poliinsaturadas). 1g de lípidos tem 9kcal.
Gordura saturada – está presente sobretudo em alimentos de origem animal e o seu consumo em excesso aumenta a concentração de colesterol sanguíneo e, consequentemente, aumenta o risco de aparecimento de doenças cardiovasculares.
Fibra – encontra-se em alimentos de origem vegetal, sendo muitas vezes adicionada a produtos alimentares devido aos benefícios associados ao seu consumo, como a prevenção de doenças crónicas como a obesidade, as doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro. 1g de fribra tem 2 kcal.
Sódio – uma vez que está naturalmente presente em diversos alimentos, a adição de sal nestes genéros alimentícios deve ser limitada, de forma a prevenir situações de hitertenção arterial e cancro do estômago.
Em alguns produtos, é apresentada a percentagem dos diversos elementos da informação nutricional (protína, hidratos de carbono, lípidos, etc.), em função do Valor Diário de Referência (VDR), que corresponde a 2000kcal, para um adulto, mas pode ser variável em função do sexo, idade, nível de atividade física, entre outros fatores.
Daqui para a frente olhe para o rótulo e compreenda o que está la escrito. Sempre que tenha dúvidas em relação a que produto selecionar compare os produtos que tem disponíveis e tenha em conta as seguintes considerações:
Limitar a quantidade de kcal por porção, evitando produtos excessivamente calóricos. O ideal é ter noção das suas necessidades energéticas diárias para saber se o alimento que está a escolher se enquadra ou não nas suas necessidades, de forma a fazer uma boa manutenção do peso (é importante não esquecer que um alimento magro não é necessariamente um alimento com baixo teor calórico);
Limitar a quantidade de gordura total, gordura saturada, açúcares e sódio;
Maior teor em fibra, vitaminas e minerais.
Faça escolhas informadas!
Documento elaborado com base no Regulamento (UE) Nº 1129/2011 e Food and Drugs Administration – “A Key to Choose Healthful Foods”
O que nos diz o rótulo? was originally published on O meu treino
Nutrição na Amamentação
Tal como durante a gravidez, no período de lactação a mãe deve ter alguns cuidados, nomeadamente, a nível nutricional, de forma a garantir que é possível uma alimentação adequada para o bebé através da amamentação (que pode ser exclusiva até aos 6 meses de idade). Este processo é importante, pois o leite materno tem a composição ideal para a alimentação do bebé, em termos de proteínas, hidratos de carbono, gordura, vitaminas, minerais e água, garantindo que as necessidade de desenvolvimento e crescimento do bebé são satifeitas.
Para além da elevada adequação nutricional do leite materno para o bebé, o aleitamento materno apresenta diversas vantagens…
… para o bebé
fornece o alimento ideal, mais barato e seguro, que pode ser exclusivo até aos 6 meses;
previne o aparecimento de infeções gastrointestinais (diarreias), respiratórias (pneumonias e bronquialites) e urinárias;
protege de algumas alergias;
fornece maior proteção contra vírus e bactérias;
melhor adaptação do bebé ao apetite e sede;
previne o aparecimento futuro, na criança, de diabetes, linfomas, obesidade, doença de Chron, colite ulcerosa e doença celíaca;
permite um melhor desenvolvimento da visão;
menor propensão para cárie dentária, melhor desenvolvimento das mandíbulas, dos dentes e da fala;
facilita a digestão e o funcionamento do intestino.
… para a mãe
prático, sem necessidade de preparação, aquecimento e desinfeção;
promove a recuperação mais rápida do corpo pós-parto;
associa-se a uma menor probabilidade de desenvolvimento de cancro da mama, cancro do ovário, osteoporose, doenças cardíacas, diabetes e artrite reumatóide;
aumenta a confiança da mãe e a sensação de bem-estar;
cria uma maior ligação emocional com o bebé, o que garante uma maior estabilidade da criança.
ALIMENTAÇÃO DA MÃE
O periodo de lactação é bastante exigente para a mãe, a diversos níveis, incluindo do ponto de vista nutricional, no qual esta deve garantir que faz uma alimentação variada, completa e equilibrada. Ao longo do dia a mãe deve fazer cerca de 6 a 7 refeições, garantindo que não fica mais de 3h a 3h30 sem comer e que, quando come, o faz calmamente.
NECESSIDADE ENERGÉTICAS
Durante a lactação, as necessidades energéticas da mulher estão aumentadas, considerando-se que, em relação às 2000kcal diárias recomendadas (valor que pode variar consideravelmente), deve haver um aumento de 330kcal nos primeiros 6 meses e de 400kcal nos 6 meses de lactação seguintes. Mulheres com excesso de peso ou obesidade podem não necessitar deste aumento de energia, uma vez que as reservas de gorduras acumuladas na gravidez podem fornecer cerca de 100 a 150 kcal, nos primeiros meses de lactação. Posteriormente, se a mãe pretender a amamentação exclusiva, deve aumentar o aporto calórico da sua alimentação.
As mulheres saudáveis que estão a amamentar, por norma perdem cerca de 0,45kg/semana, em simultâneo com a produção de leite suficiente para o bebé. De forma a garantir que nem a produção e/ou qualidade do leite nem a saúde da mãe fica comprometida, é aconselhável que durante este período o consumo energético diário nao seja inferior a 1800kcal, não fazendo restrições energéticas drásticas para alcançarem o peso desejado rapidamente.
MACRONUTRIENTES
Hidratos de Carbono
As necessidades deste macronutriente, que representa a nossa maior fonte de energia alimentar, estão aumentadas durante a lactação. Recomenda-se uma ingestão diária de cerca de 210g de hidratos de carbono (necessidades maiores do que na gravidez), sobretudo de hidratos de carbono complexos como os cereais integrais (aveia, centeio, trigo, milho, arroz, …) e seus derivados (pão escuro, massa integral, …), os tubérculos (batata-doce, batata, inhame, mandioca, …), as leguminosas frescas e secas (ervilhas, favas, lentilhas, feijão, grão, soja, …).
Proteínas
De forma semelhante ao que acontece na gravidez, as necessidades diárias de proteínas são preenchidas pelo consumo de cerga de 71g deste macronutriente, dividindo este valor pela ingestão de proteínas de origem animal (como o peixe, carne, ovo e produtos lácteos) e proteínas vegetais, nomeadamente, através das leguminosas.
Gorduras
A quantidade e o tipo de gordura ingerida pela mãe reflete-se diretamente na composição do leite materno. Como tal, apesar das recomendações variarem de acordo com as necessidades energéticas da mãe, esta deve garantir um aporte suficiente em ácidos gordos essenciais como o ácido linoleíco (cerca de 13g/dia), que se encontra sobretudo nos óleos vegetais, como óleo de girassol, nos frutos secos e sementes, e o ácido linolénico (cerca de 1,3g/dia), que é um precursor de ácidos gordos ómega-3, e está sobretudo presente em vegetais de folha escura, como os espinafres e os brócolos. Ambos têm extrema importância no desenvolvimento do bebé.
MICRONUTRIENTES
O conteúdo em cálcio e vitamina D no leite materno está dependente do consumo da mãe nestes nutrientes. Se não houver défice dos mesmos (as necessidades nas lactantes são iguais às da mulher grávida e não grávida), não haverá necessidade de suplementação.
Em relação ao iodo, a sua proporção varia no leite de acordo com a ingestão que a mãe faz e, uma vez que as necessidades durante este período (290µg/dia) são ainda mais elevadas do que durante a gestação, recomenda-se uma ingestão de peixe suficiente para ajudar a alcançar os valores adequados.
O zinco é um micronutriente que desempenha diversas funções em processos biológicos, como a síntese de proteínas, o metabolismo energético e do ADN, sendo ainda necessário para o processo de divisão e diferenciação celular e para o bom funcionamento do sistema imunitário. O consumo de alimentos que são boas fontes deste nutriente, como carne, peixe, leguminosas, produtos lácteos e cereais, deve ser tido em consideração.
HIDRATAÇÃO
A hidratação é fundamental em qualquer fase da vida, sendo que no período de amamentação a demanda por água torna-se maior. A ingestão de água deve corresponder a pelo menos dois litros, garantindo que há formação de leite numa concentração adequada e prevenindo a desidrataçãoda mãe.
ALIMENTOS A EVITAR
Há alguns alimentos que a mãe, durante a amamentação deve evitar, nomeadamente alimentos açucarados, salgados ou com muita gordura, pois são prejudiciais para a saúde e interferem na produção do leite. Para além disso, não deve haver ingestão de bebidas com álcool nem bebidas com cafeína. Os alimentos que causem alergias ao pai ou à mãe devem também ser evitados, pois podem provocar alergia no bebé. Alguns exemplo de alimentos que mais frequentemente causam alergias são o leite e os derivados, o trigo, certos frutos, como morango, kiwi, laranja, tangerina, o milho, os frutos gordos (nozes, avelãs, amendoins, amêndoas) e os mariscos.
No seguinte esquema estão apresentados alguns alimentos cuja ingestão por parte da mãeo pode causar determinadas reacções nos bebés
Alimentos
Reações
Brócolos, couves, couve-flor, couve de bruxelas, repolho, pimentos, pepino, nabo
Podem alterar o sabor do leite e causar formação de gases e irritação do bebé
Cebola, alho-francês, alho seco
Podem alterar o sabor do leite; os bebés podem não gostar do sabor que dão ao leite (estar atento às suas reações)
Leite e derviados (iogurtes, queijo, requeijão, manteiga)
Podem causar reações alérgicas no bebé, sobretudo se houver história familiar de alergia a estes alimentos; sintomas – diarreia, irriações da pele, desconforto, gases, tosse
Chocolate
Pode causar alergia, irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebé
Citrinos (laranja, toranja, limão, tangerina), morangos, kiwi
Pode causar reações alérgicas sobretudo se houver história familiar de alergia a algum destes aliementos; sintomas – diarreia, iritações da pele, desconforto, gases, tosse
Leguminosas (favas, grão, ervilhas, feijões, …)
Pode causar alergia, irritabilidade e aumentar os gases intestinais no bebé
Documento elaborado com base nas recomendações da Associação Portuguesa de Nutricionistas
Sofia Dinis
Nutricionista
O meu Peso
Tel: 213 880 351
Nutrição na Amamentação was originally published on O meu treino
Nutrição na Gravidez
Ao longo da gestação, as necessidades nutricionais da mulher vão variando, pelo que uma alimentação adequada durante este período é essencial não só para garantir o normal crescimento do bebé mas também a manutenção do bem-estar da mãe. O estado nutricional da mãe, antes e durante a gestação, é determinante para a saúde da mesma e do feto, pelo que as necessidades nutricionais podem variar bastante de mulher para mulher, devido às próprias diferenças individuais, como a composição corporal, a atividade física, a idade, gestações múltiplas, tudo isto associado às alterações fisiológicas características da gravidez. Apesar das necessidades variarem, a alimentação durante a gravidez não deixa de ser semelhante ao que se considera uma alimentação saudável para a população em geral.
NECESSIDADES ENERGÉTICAS
As necessidades energéticas aumentam de forma variável de acordo com o trimestre de gravidez. No 1º trimestre de gestação não há aumento das necessidades energéticas, mantendo-se as cerca de 2000kcal diárias recomendadas (valor que pode variar consideravelmente entre mulheres). No 2º trimestre há um aumento de cerca de 340kcal às necessidades base e no 3º trimestre este aumento ronda as 450kcal, em relação às 2000kcal diárias.
De forma a monitorizar a adequação das necessidade energéticas, pode recorrer-se ao aumento ponderal durante a gravidez, tendo por base o Índice de Massa Corporal (IMC), antes da conceção, como está visível na tabela que se segue.
Estado ponderal
IMC (kg/m2)
Aumento de peso recomendado (kg)
Aumento de peso no 2º e 3º trimestres (média kg/semana)
Baixo peso
< 18,5
12,5 – 18,0
0,5
Normal
18,5-24,9
11,5 – 16,0
0,4
Excesso de peso
25-29,9
7,0 – 11,5
0,3
Obesidade
>30
5,0 – 9,0
0,2
Quando se fala em gestações múltiplas as necessidades energéticas são maiores, recomendando-se, numa mulher normoponderal, um aumento de peso que pode variar entre 15,9kg e 20,4kg, correspondendo a um aumento médio de cerca de 0,7kg por semana, durante o 2º e 3º trimestres.
MACRONUTRIENTES
Hidratos de Carbono
Os hidratos de carbono constituem a principal fonte de energia para o organismo pelo que a mulher grávida deve incluir, na sua alimentação, alimentos que sejam uma boa fonte deste macronutriente. Alguns exemplos destes alimentos são os cereais integrais (aveia, centeio, trigo, milho, arroz, …) e seus derivados (pão escuro, massa integral, …), os tubérculos (batata-doce, batata, inhame, mandioca, …), as leguminosas frescas e secas (ervilhas, favas, lentilhas, feijão, grão, soja, …), frutos e produtos hortícolas. Este macronutriente deve representar cerca de 55-75% das necessidades energéticas diárias, tendo em atenção que o consumo de hidratos de carbono simples (como farinhas refinadas) e açúcar deve ser inferior a 10% dessas necessidades.
Proteína
O consumo de proteínas deve ser, também, suficiente para dar resposta à formação da placenta, crescimento dos tecidos uterinos e desenvolvimento do bebé. Por norma, as mulheres portuguesas ingerem quantidades acima das recomendadas, que devem constituir 10-15% das necessidades energéticas totais, pelo que nesta fase as quantidades tendem a manter-se. Deve destacar-se o consumo de proteínas de alto valor biológico, que provêm sobretudo de alimentos de origem animal (peixe, carnes magras, ovos, laticínios) , pois são mais bem aproveitadas pelo organismo, mas também de proteínas de origem vegetal, através de consumo de leguminosas secas e frescas. A maioria destes alimentos ricos em proteína é também uma boa fonte de ferro, fósforo, iodo e vitaminas do complexo B.
Gordura
Em relação à gordura, a ingestão deve rondar os 15-30% do valor energético total da dieta, sendo que desse valor no máximo 10% da gordura deve ser saturada (gordura proveniente, sobretudo, de alimentos de origem animal). Em todas as fases da vida mas mais ainda durante este período, deve haver um bom aporte de ácidos gordos DHA e EPA (da família ómega-3), cujas principais fontes são os peixes gordos (salmão, atum, sardinha, cavala, …), de forma a garantir um correto desenvolvimento cerebral, sistema nervoso e retina do feto.
MICRONUTRIENTES
Algumas vitaminas e minerais, pela sua importância na manutenção de uma gestação adequada, merecem destaque, sendo essencial garantir que uma alimentação variada garante o aporte destes micronutrientes em quantidades suficientes.
Ácido fólico
Também denominado folato, o ácido fólico deve ser suplementado, ainda antes da conceção (desde 3 meses antes até à 6ª semana de gravidez), para prevenir malformações do tubo neural do feto. A dose diária recomendada é de 600μg, recomendando-se, para além da suplementação adjuvante, o aumento do consumo de alimentos ricos no mesmo, tais como vegetais de folha verde escura (agrião cru, salsa, beterraba, espargos, couve de bruxelas, brócolos, espinafres, …), leguminosas, gema de ovo e cereais integrais.
Ferro
É um mineral de extrema importância durante a gestação, pois está envolvido no crescimento e metabolismo energético do bebé, pelo que a anemia por défice de ferro, que ocorre em cerca de 30% das mulheres grávidas, pode resultar em situações baixo peso à nascença, nascimento pré-termo, mortalidade perinatal ou prejudicar a interação entre a mãe e o bebé. Como as suas necessidades estão aumentadas (passam de 18mg/dia para 27mg/dia), para além de se recomendar a ingestão de alimentos ricos em ferro (como carne, peixe, leguminosas e vegetais de folha verde-escura), é necessária a sua suplementação.
Cálcio e Vitamina D
As recomendações para a ingestão de cálcio são as mesmas que se fazem para as mulheres não grávidas, nomeadamente, 1300mg (<18 anos) e 1000mg (19-50 anos), uma vez que a eficácia da absorção de cálcio está aumentada durante este período. Apesar de uma ingestão acima das recomendações não garantir as perdas ósseas características do período da lactação e, possivelmente, da gravidez, recomenda-se a ingestão de alimentos ricos neste mineral, destacando-se o leite e os produtos lácteos (deve optar-se pelos que têm menor teor de gordura, pois fornecem mais cálcio do que as variedades com mais gordura), as leguminosas, os frutos secos e os vegetais de folha verde-escura. A vitamina D é essencial para a fixação do cálcio nos ossos, pelo que, simultaneamente, deve ter em atenção o aporte da mesma. Pode potenciar o mesmo através do consumo de peixes gordos, como o salmão, e de ovo. Também através da exposição solar há produção desta vitamina, devendo sempre utilizar chapéu e proteção solar,evitando a exposição entre as 11h30 e as 16h00.
Iodo
Uma ingestão insuficiente em iodo está associada a alterações cerebrais e do sistema imunológico do feto, sendo muitas vezes necessária suplementação (150-200μg/dia, sob a forma de iodeto de potássio, desde o período preconcecional, durante toda a gravidez e durante o aleitamento materno exclusivo) para garantir o aporte dos 225μg diários recomendados. Em simultâneo, o consumo de peixe, que é uma boa fonte deste mineral, pode ajudar a alcançar as recomendações.
HIDRATAÇÃO
A hidratação é fundamental em qualquer fase da vida, acrescendo a sua importância durante a gravidez e no período de amamentação. A ingestão de água diária deve rondar os 2 litros (cerca de 10 copos), para além da água ingerida através dos alimentos, de forma a garantir um adequado crescimento e desenvolvimento da placenta e líquido amniótico do feto e ajudar a regular o intestino da mãe.
CAFEÍNA
Ainda há dúvidas em relação aos efeitos da cafeína para o bebé durante a gestação. No entanto, recomenda-se que a quantidade de cafeína ingerida, quer seja através do café, chá, cacau ou refrigerantes com cafeína na sua composição, não ultrapasse os 200mg por dia.
ALIMENTOS A EVITAR
A segurança alimentar é um pilar importante a ser considerado durante a gravidez pois, quando mal manipulados, os alimentos podem ser um veículo de microorganismos responsáveis por diversas doenças com consequências graves, especialmente durante esta fase. De forma a minimizar o risco, devem ser seguidos rigorosamente os cuidados na higienização dos produtos alimentares e evitar/limitar o consumo de alguns alimentos como carne, peixe e ovos mal cozidos, espadarte, tamboril e tintureira, leite e laticínios não pasteurizados, queijos mal curados, queijo fresco e requeijão, enchidos e fumados, vegetais e frutas crus incorretamente higienizados e patês de qualquer tipo.
Durante a gravidez as necessidades nutricionais da mulher estão aumentadas mas é importante destacar que não é necessário “comer por dois”. Deve fazer-se pelo menos 5 a 6 refeições diárias, não deixando passar mais de 3h a 3h30 entre refeições. É essencial recorrer a uma alimentação variada, procurando incluir alimentos dos diversos grupos, e tendo sempre em consideração que as quantidades variam com as características de cada mulher e com a sua atividade física. A não ser que haja alguma contraindicação, a prática de atividade física moderada não deve ser descurada (cerca de 30 minutos por dia), de forma a prevenir o aumento excessivo do peso e a promover o bem-estar psicológico da mãe.
Documento elaborado com base nas recomendações da Associação Portuguesa de Nutricionistas
Nutrição na Gravidez was originally published on O meu treino
Obesidade infantil
A prevalência de obesidade infantil tem vindo a aumentar, tendo sido mesmo classificada, pela Organização Mundial de Saúde, como uma tendência a nível global. A grande preocupação reside no facto das crianças com excesso de peso ou obesidade experienciarem um maior risco de desenvolvimento de problemas não só na sua saúde física (como alterações do funcionamento gastro-intestinal, asma, problemas cardiovasculares e endócrinos, que tendem a agravar-se na adolescência e idade adulta, entre outros) mas também a nível psicológico, pela descriminação proveniente dos pares, que, frequentemente, resulta em isolamento social.
Apesar da obesidade ter na sua origem uma forte componente genética, fatores ambientais, como a dieta, a prática de atividade física e o estado metabólico, merecem destaque no processo do seu desenvolvimento, no qual a acumulação excessiva de gordura corporal é consequência de um desequilíbrio , a longo prazo, entre o consumo de energia e o gasto da mesma.
O aumento do consumo de alimentos altamente refinados, onde o açúcar aparece como um dos ingredientes mais abundantes, e de alimentos com elevado teor em gorduras, tem uma forte relação com o crescente número de crianças com excesso de peso e obesidade. Em simultâneo, a prática de atividade física tem vindo a diminuir nas crianças e adolescentes, o que contribui para um maior desequilibro energético corporal, nomeadamente por diminuição do gasto da energia consumida.
Segundo estudos recentes, como o EPACI Portugal 2012 e o Geração 21, as crianças portuguesas consomem doces desde muito cedo, com pouco mais de 1 ano de vida. E aos 4 anos, mais de 50% das crianças bebe refrigerantes ou come doces diariamente. Não é por falta de informação, porque há já largos anos se sabe o efeito nefasto destes alimentos, e a falta de tempo não pode ser assumida como responsável.
É importante olhar para o rótulo e saber interpretar o que nele está escrito. Produtos alimentares que possuem uma lista infindável de ingredientes são, normalmente, a evitar. Muitas vezes o açúcar aparece “mascarado” por outras denominações como sacarose, glucose, frutose, mel, dextrose, açúcar invertido, xarope de … , pelo que estes não devem ser uma opção tanto para os adultos como, e sobretudo, para as crianças. O ideal é optar por alimentos com rótulos simples, cujos ingredientes são apenas os necessários, sem corantes, nem conservantes. Por isso, promover nas crianças a ingestão dos alimentos sem lista de ingredientes, que vêm da terra, do mar ou do rio, é uma boa estratégia para diminuir o consumo de açúcares e gorduras, em excesso, prevenindo/combatendo a dependência por alimentos com elevada densidade energética mas sem equivalente valor nutricional.
A prevenção é sempre o melhor remédio. Por isso, adote um estilo de vida saudável para si e para a sua família. As bases de uma alimentação equilibrada, desde bem cedo, e uma vida ativa são dois pilares essenciais que devem ser promovidos desde o início da vida. Mas lembre-se, está sempre a tempo de mudar e de melhorar as suas escolhas!
Obesidade infantil was originally published on O meu treino
Maratona Barcelona 2016
O desporto une as pessoas, a corrida uniu-nos e trouxe-nos até à Maratona de Barcelona, terminar o primeiro dia e ver esta fotografia do @paustorch faz-nos ficar com saudades mesmo quando ainda não aconteceu nada.
#somostodoscocó hoje, amanhã e sempre
Maratona Barcelona 2016 was originally published on O meu treino
Estágio triatlo 23 e 24 de Abril Golegã
O Mini estágio de triatlo organizado pela Trizai terá a colaboração dos treinadores Paulo Antunes, Duarte Marques e Pedro Almeida. O estágio é dirigido a triatletas que pretendam em conjunto connosco superar-se no treino dos segmentos da modalidade.
O estágio vai realizar-se na zona da Golegã num centro de estágios onde teremos todas as condições para analisar, treinar e conseguir criar novos desafios.
Inscreva-se já e exceda os seus limites.
Programa do estágio:
Dia 23 de Abril (sábado)
09:00 – Receção aos atletas 09:30 – Treino de Natação e filmagens Natação 13:00 – Almoço 14:30 – 90 km ciclismo 18:30 – Corrida – Pista de atletismo 20:30 – Jantar 22:00 – Conferência – “A importância do trabalho de Força no triatleta de longa distância”
Dia 24 de Abril (domingo)
08:00 – Pequeno almoço 10:00 – 35 km ciclismo + treino de àguas abertas “Aldeia do Mato” + 35 km ciclismo 13:30 – Almoço 14:30 – Conferência – “ Análise das imagens recolhidas na natação” 16:00 – Treino longo de atletismo 18:00 – Fim das actividades
Opções:
A – Entrada na 6a Feira
150 € – Inscrição até 15 de Março 2016 180 € – Inscrição após 15 de Março 2016
B – Entrada no Sábado
120 € – Inscrição até 15 de Março 2016 150 € – Inscrição após 15 de Março 2016
Inscrições:
Envie-nos um email a demonstrar interesse em participar no estágio para [email protected] com a seguinte informação:
Nome completo Morada Nº Contribuinte Contacto telefónico Data de nascimento Altura Peso actual Breve descrição sobre si Experiências (provas principais em que participou e resultados) Qual o objectivo (principal ou principais provas que vai participar esta época) Qual a sua bicicleta
Nota: Após análise do seu perfil nós enviaremos um email a informar se foi ou não aceite no estágio para que possa realizar o respectivo pagamento.
Incluído no preço:
Alojamento Sábado – pequeno-almoço (opção A), almoço e jantar Domingo – pequeno-almoço e almoço Análise técnica com relatório final de cada participante Treino acompanhado
Treinadores:
Paulo Antunes Ironman, Hawai 2015
Duarte Marques Atleta Olímpico, Pequim
Pedro Almeida Especialista em treino de força para triatletas
Pedidos de informação:
Paulo Antunes – 913202061 Pedro Almeida – 962041494
Estágio triatlo 23 e 24 de Abril Golegã was originally published on O meu treino
Exercício para todas as idades - Revista Sábado
Tinha de ser no ano que estava a entrar. Raquel Brinca sempre se questionara porque é que o marido Vasco saía de casa tão cedo para correr. Finalmente, naquela passagem de ano, a fotógrafa fez uma resolução e cumpriu-a: “Vou começar a correr a ver se percebo essa tua maluquice.” Em pouco tempo, a maluquice dele era também a dela. E passaram uns dois anos até conseguir completar a maratona de Nova Iorque em menos de 4 horas.
Este é um pequeno excerto do artigo escrito por Sara Capelo na Revista Sábado que podes ler o pdf em baixo.
Artigo Revista Sábado
Exercício para todas as idades – Revista Sábado was originally published on O meu treino
10 formas de começar o ano a correr - RTP
Pedro Almeida, um apaixonado pelo desporto, é, atualmente, um triatleta amador e treinador pessoal. O licenciado em ciências do desporto (e especializado em programas de perda de peso) é o criador de marcas como TreinoEmCasa, TreinoVirtual e FitZai e autor do livro “Correr para Emagrecer”.
Se segue o lema “Ano Novo, Vida Nova”, atente nas dicas deixadas por Pedro Almeida:
1. Antes de iniciar um programa de treino de corrida faça uma avaliação clinica e uma avaliação física; 2. Traçar um objetivo concreto e mensurável (por exemplo: em 3 meses correr 10 km em menos de 60 minutos); 3. Escolher o calçado ideal para o seu tipo de passada e distância; 4. Estabelecer uma rotina (horário) de treino para não ter desculpas; 5. Fazer uma boa alimentação e hidratação (antes, durante e depois da corrida); 6. Procure ajuda caso tenha dúvidas (profissionais do exercícios físico); 7. Juntar-se a um grupo de corrida ou a um amigo; 8. Registar a sua evolução (através de um relógio gps ou um smartphone); 9. Envolver a família e amigos neste processo; 10. Correr por prazer e não por obrigação.
Fonte: RTP
Video em baixo
http://media.rtp.pt/blogs/agoranos/artigos/10-formas-de-comecar-o-ano-a-correr_6917
10 formas de começar o ano a correr – RTP was originally published on O meu treino
Entrar nos 35 a festejar os 34😄😄😄Obrigado pela obra de arte amigos @xanacachita @hugfotograficas @vbrinca @oarrumadinho @zecarl0ss @sofiaamaciass @coconafralda @ricardobranco1973 @paustorch @car0lina @bemarchante @rmarchante @filipa_amatos
Triatlo Sagres 2015 - Marta Andrade
Resumo da prova da estreia de Marta Andrade no triatlo de distância olímpica (1500m natação + 40km ciclismo + 10km corrida) realizada em Sagres.
Sábado rumei a Sagres para participar no meu terceiro triatlo. Depois de ter feito um super sprint e um sprint, seria a minha estreia na distância olímpica (1500m natação + 40km ciclismo + 10km corrida).
Alinhei na partida extremamente nervosa; o mar tinha uma ondulação enorme e o segmento de natação implicava fazer 2 voltas de 750m, com retorno na areia, ou seja, tinha que entrar e sair naquele mar 2 vezes. Soou o tiro de partida e eu fui(como sempre) a última a entrar na água.
Foi muito difícil passar a rebentação, fartei-me de engolir água. Ao meu lado via gente em dificuldade semelhante à minha, ao menos não estava só. Tentei nadar crawl por várias vezes mas só conseguia era beber água. Acabei por desistir e mudar para costas. Não dava jeito, mas ao menos avançava e ganhava distância para os que ainda esbracejavam em crawl. Sair da água foi outra luta, via o Daniel a olhar para todo o lado à minha procura. Contornei as bóias na areia em ritmo de caminhada sofrida e recebi umas palavras de encorajamento.
Com muita coragem lá voltei a entrar. A 2ª volta foi mais do mesmo, entrei, arrastei-me e saí. Estava absolutamente exausta.
Para chegar ao parque de transição era preciso subir a falésia. Tão bom!!
Não tive dificuldade nenhuma em encontrar a minha bicicleta, parece que já quase toda a gente se tinha ido embora…
Iniciei o segmento de ciclismo a sentir-me completamente exausta, com a respiração muito pesada. Este segmento consistia em 4 voltas de 10 km, com retorno pouco antes do Cabo de São Vicente. Enquanto quase toda a gente pedalava em grupo, eu ia sozinha. Foi muito duro, era sempre sobe e desce, apesar de ter pouca altimetria, moía bastante. Estava imenso vento, de vez em quando sopravam umas rajadas laterais que me deixavam completamente aos “esses”. A cada 10 km tinha o Daniel a sorrir na rotunda, e isso dava-me forças para arrancar para mais uma volta. Com muita calma e concentração consegui concluir o ciclismo sem incidentes. Tinha apontado como objetivo fazer 2 horas na soma dos 2 primeiros segmentos; fiz cerca de 2h30.
Restava somente o segmento de corrida. O cansaço já era bastante e a minha preocupação foi apenas em gerir um ritmo que achasse que conseguirira aguentar ao longo dos 10km. O percurso da corrida era simpático, consistia em 2 voltas dentro da Fortaleza e o resto dos kms cá fora, mas o piso era de um empedrado todo torto, o que fez com que quasetodos os atletas optassem por correr nos passeios.
Consegui ultrapassar alguns atletas e, para minha surpresa, ultrapassei uma atleta do meu escalão. Mais à frente avistei outra mulher, mas já estava muito perto da meta e não a cheguei a passar. Cortei a meta ao fim de 3h13m15s, muito contente por ter concluído este enorme desafio, e com o Daniel à minha espera com um sorriso. Para tornar a vitória ainda mais saborosa, consegui um lugar no pódio, um 3º lugar no escalão V1, a apenas 9 segundos da 2ª classificada.
No final havia uma after race party com música e comida: cataplana de marisco e porco no espeto. A organização da prova foi excelente (Algarvetriathlons), não tenho nada a apontar. Foi uma experiência sem dúvida fantástica, mas muito dura. O certo é que o triatlo entrou na minha vida e veio para ficar.
Artigo escrito por Marta Andrade
Triatlo Sagres 2015 – Marta Andrade was originally published on O meu treino
Já tive atitudes que não devia, isso faz de mim irresponsável, não um anormal. O BIPP é uma associação que trabalha para a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. Façam o vosso contributo em www.bipp.pt Desafio a @xanacachita e a @martaw a participarem nesta campanha. #bipp #naoeinsulto
Este é o início de um longo caminho até #roth @vbrinca #eduardoanes @pj.coaching