once a king or queen of narnia, always a king or queen of narnia. may your wisdom grace us until the stars rain down from the heavens.
Not today Justin

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once a king or queen of narnia, always a king or queen of narnia. may your wisdom grace us until the stars rain down from the heavens.
Art by ji wei
Wow I love this
“Às vezes, quando ficamos sobrecarregados, esquecemos o quão grande Deus é.”
— A. W. Tozer
"Esqueça qualquer possibilidade nesta terra de cumprir o propósito de Deus sem ofender pessoas. Você precisa abrir mão da necessidade de ser entendido".
Teófilo Hayashi
“O Espírito Santo é um amigo tão leal, que Ele te confronta e mostra o teu pecado, e logo em seguida, te faz enxergar que a graça do perdão está à uma oração de arrependimento.”
— Bruna Miguel.
For this is the will of God, your sanctification: that you abstain from sexual immorality; that each one of you know how to control his own body in holiness and honor, not in passion of list like the Gentiles who do not know God; that no one transgress and wrong his brother in this matter, because the Lord is an avenger in all these things, as we told you beforehand and solemnly warned you. For God has not called us for impurity, but in holiness. Therefore whoever disregards this, disregards not man but God, who gives his Holy Spirit to you.
1 Thessalonians 4:3-8 (ESV)
Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de jogar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.
Eclesiastes 3:1-8 (via arcaicas)
Rest in peace, Stan Lee (December 28, 1922 – November 12, 2018)
Stan Lee + MCU cameos (2008–2018)
+ bonus
+ extra bonus
Chaol: Yrene and I got married. So there is that. Does anyone have any questions?
Dorian:
Book characters aesthetic → [10/?] - Feyre Archeron
“I was not a pet, not a doll, not an animal. I was a survivor, and I was strong. I would not be weak, or helpless again I would not, could not be broken. Tamed.”
“Faz um ano que eu me perdi. 365 dias inteiros desde que olhei para o meu interior e me vi em meio ao limbo. 8760 horas que parei de esbarrar comigo mesmo pelos cantos do quarto e não me vejo mais no reflexo do espelho. Eu mudei. Não foi de um momento para o outro, nem por conta de uma única decepção, ou sentimento de amor, não. Eu apenas sumi, simples assim. A mudança veio como uma onda, primeiro atingindo meus pés e molhando-me aos poucos, sem que eu percebesse. Subindo por meu corpo, arrepiando-me com a água gélida da mudança, gerando medo, vontade, prazer, agonia. Fazendo-me perguntar se deveria dar um jeito de me salvar, ou simplesmente afundar. Quando na verdade, não havia mais o que fazer, eu não tinha mais escolhas. A onda de mudanças já tinha me carregado. E é estranho conversar com pessoas que você admirava, e não conseguir mais digerir suas palavras da mesma maneira. Procurar significados há tempos perdidos, e desistir quando não os encontrar novamente. Não rir quando repetirem sua piada favorita. Esquecer de cantar a música que você sempre considerou sua, ou enjoar de assistir o filme que antes marcava sua vida. Eu me perdi e honestamente, não sei se quero me encontrar. Já foi, já fui. Talvez eu seja apenas uma sombra do que eu era. Ou talvez, o que já fui fora apenas uma sombra de mim. Quem sabe um dia eu acabe esbarrando comigo mesmo em uma rua qualquer, apenas para me perder uma última vez.”
— Eduardo Cilto.
“Porque eu me recuso a machucar as pessoas como eu fui machucado.”
— Fique onde está e então corra.
“No primeiro colegial, com treze ou quatorze anos, eu gostava de um garoto chamado Márcio. Ele era branquinho e tinha os cabelos castanhos cacheados. Ele namorava a Priscila, uma menina bonita e riquinha e bailarina e de cabelos lisinhos e amiga de todas as outras meninas iguais a ela. Mas a Priscila e suas amigas não faziam sexo. E todo mundo era louco pra fazer sexo com elas. Eu era o que se podia chamar de beleza indefinida. Não era de todo mal, mas também não era a óbvia lindinha. Cabelo nem pro liso e nem pro cacheado e nem pra nada que pudesse ser um estilo ou moda ou até mesmo um cabelo. Roupas do mesmo jeito. Nem feias, nem bonitas. Corpo do mesmo jeito. Nem magra atlética, nem gordinha desleixada. Um meio do caminho que piorava muito quando era dia de uniforme. Não chegava a andar com as meninas feias mas nunca fui amiga da Priscila e das amigas dela. Eu era média. Foi daí que eu tive a ideia. Eu tinha algo que aquelas meninas não tinham: eu fazia sexo. E calmamente caminhei até o Márcio, na hora do recreio, e falei: quatro horas na minha casa, eu vou fazer sexo com você, tudo bem? Ele respondeu sério, sem rir, sem parar pra pensar: me passa seu endereço que eu peço pra minha mãe me levar. Sai pisando firme, com os olhos apertados e com as unhas enfincadas nas palmas das minhas mãos. Minha vontade era sair correndo e só voltar pra escola na outra encarnação. O que tinha me dado? Pois bem, às três da tarde, sem conseguir conter o coração e o intestino, tento expulsar minha empregada de casa. Mas o que você vai aprontar? Sua mãe sabe que vem um garoto estudar aqui? Maria, cadê aquela minha calcinha de renda branca? Convenço Maria a ir embora às quinze pras quatro. Prometo a ela que, se ela não contar nada pra minha mãe, a deixo ir embora todo dia mais cedo e também não conto nada. Quatro em ponto, vejo da janela do meu quarto um Escort vermelho parando em frente ao meu prédio. Márcio desce cheio de livros. Sua mãe o acompanha até a portaria. Ele entra.Meu coração vai parar na língua. Eu vou fazer sexo. Eu consigo fazer. Ele vai enfiar o pinto dentro de mim. Eu vou ficar bem quietinha até parar de doer. É isso. E amanhã, na hora do recreio, ele vai?. Ele vai o quê? Continuar namorando a Priscila, que é bailarina e tem o cabelo lisinho e é amiga das meninas mais bonitas da escola. E eu? Eu vou ter gêmeos, que ele não vai assumir, e eu terei que ir à escola e fazer as provas apesar da barriga. E serei motivo de fofoca pra sempre. E ele não vai falar comigo porque não sou exatamente linda e nem exatamente muito normal e ele nem é da minha turma. Seu pai vai ligar pro meu “precisa de alguma coisa?”. Meu pai não vai querer falar com ele, porque quem resolve as coisas mais difíceis é a minha mãe. E minha mãe não vai querer falar com ele, porque vai estar internada pelo susto. A campainha toca.Do olho mágico, vejo ele puxando de dentro de um livro e guardando no bolso uma fileira animada de camisinhas. Me sinto ofendida: esse menino tá achando mesmo que vou transar com ele? Eu era virgem aos quatorze e assim fiquei até os vinte e um anos de idade. Mas o Márcio, o garoto mais popular e bonito e charmoso e gente boa da escola, estava na minha casa. Abro a porta. Vejo que ele trouxe os livros de química, física e gramática. Tentando parecer descolada mas tremendo muito, pergunto qual matéria ele quer estudar primeiro. Qual? Ele ri, ensaiado: anatomia. E me empurra pro sofá. E vai direto pros meus peitos, sem nem me beijar na boca. Ah, então acho que é assim, né? Que se trata uma puta ou alguém de quem não se gosta. Aquilo tudo me faz mal demais. Se eu fosse uma princesa, teria um namorado pra ir ao shopping. Mas como sou a garota estranha, ele tenta ver meus peitos. E como eu sempre tive curiosidade em saber como era estar com um garoto realmente lindo e desejado, eu deixo. Mas se eu fosse uma princesa, ele estaria agora nervoso pra pegar na minha mão. Triste, triste, vou ficando tão triste. Por que não sou uma princesa? De repente. Puft. Scatapuft. Trililililim. Não sou mais a garota de treze ou quatorze anos, estranha, com o peito direito pra fora e um garoto inexperiente e afobado em cima deles. Estou ao lado da cena, escrevendo esse texto. Márcio é um ótimo personagem para uma historinha. A garota de calcinha de renda branca que mandou a empregada embora é uma ótima personagem também. Não sinto que ele tenta abrir a minha calça, mas leio “ele tenta abrir a calça dela”. Não sinto que ele começa a querer enfiar sua mão dentro da minha calça, mas leio “e ele começa a enfiar a mão dentro da calça dela”. E fico feliz quando, no parágrafo seguinte, descubro que a garota levanta e grita “chega, desculpa, mas eu não consigo, vai embora, por favor, eu não sei o que me deu de deixar você vir aqui”. Márcio, frustrado e muito tímido, veste sua roupa, devagar, como que tentando ainda pensar em algo que salvasse sua tarde de sexo selvagem. Muito provavelmente a primeira. Ela fica deitada, com a camiseta e a alma amassadas. Márcio vai embora. Ela sente uma dor profunda e se promete duas coisas: um dia vou ser uma escritora e um dia vou ser uma princesa.”
— Tati Bernardi.