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@poeteiroderua
Entonces decidió ser como la luna, fría y distante
(via escritos-simples)
Un hombre honesto no es ni francés, ni alemán, ni español, es Ciudadano del Mundo, y su patria está en todas partes.
Cyrano De Bergerac (via sad-eyes-escribe)
Ten por seguro que no has perdido el tiempo, y que todo lo padecido no ha sido en vano si has aprendido quién no es conveniente para ti, porque, sin pretenderlo, ahora ya conoces el que sí lo es.
Naguib Mahfouz, Miramar (via librosyfrases)
se ainda não sabe o que é gerundismo, escute a pedrada ;) #NowPlaying Então Joga de Mc Don Juan
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Music video by Diam's performing La Boulette.
Saudade boa a gente canta.
Eu sinto tua falta. Mas ela não me sente, ela me espanca.
"poeta confunde delírio com instinto" #NowPlaying Confusão de Marcelo Yuka
Pequeña trata de dormir, los monstruos ya se fueron.
(via un-escritor-dice)
apenas dor carência saudade doida e doída que está por todos os lados se escondendo entre trilhos e vagões de trem e ninguém nota que é preciso sentir além e aceitar essa vontade de andar até encontrar lugares inóspitos e continuar caminhando nesse mundo cheio de e’s que acrescenta e acrescenta rejeitando a adversidade do mas por querer transbordar em todos os ângulos e vírgulas e vendo janelas imensas transformando-se em cachoeiras enquanto ando entre cadeias montanhosas formando tudo uma coisa só e infinita que ninguém além de nós pode compreender talvez nem nós talvez só eu ou só você ou ninguém porque a falta de pontuação vai contra os padrões e estão todos alienados e não conseguem enxergar cachoeiras em vitrais ou literatura sem ponto ou qualquer coisa além daquilo que é permitido aos olhos na luz do dia é por isso que gosto da noite que mostra verdades na escuridão mesmo quando não queremos mas a verdade não existe e olha eu usando o mas que tanto renego porque também me alienei e não consigo fazer nada fora dos padrões que o mundo criou e nadar contra a corrente é doído e sem a pausa para respirar fundo e buscar compreensão mas eu não quero compreensão eu quero mesmo é extravasar e falar sobre cachoeiras e janelas e montanhas e qualquer coisa que seja que ninguém ousou pensar e eu sei que ninguém entende esse monte de e’s mas por favor por favor não desista de tentar algo novo independente das regras que a cabeça da gente impõe enquanto dormimos duas horas por noite não deixe de ver a natureza implícita nas construções ou o choro das flores pela destruição do homem homenageie cada pétala perdida no concreto imaginando jardins no alto dos prédios lagos na avenida e cavernas em bueiros escrevo sem pausa e sem ponto final porque não sei lidar com adeus e o adeus daquilo que já foi escrito me dói como um filho que parte para outras terras e deixa a mãe acenando pela janela com lágrimas contidas nos cílios eu não sei viver finais eles me matam e nem notam eles me matam e eu permito como se não notasse o rasgo sob as vestes é por isso que nos fizeram eternos. ponto final (e lá se vai mais um pedaço)
uma insanidade a mais pensada no latejar do crânio - Gabriela Santarosa (via ceciliando)