Polina's Astrological Sign: Pisces
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@polinacharis
Polina's Astrological Sign: Pisces
Polina Abgail Charis | Sixth Year | Ravenclaw
"I’ll be the one to protect you from your enemies and all your demons. I'll be the one to protect you from a will to survive and a voice of reason. I'll be the one to protect you from your enemies and your choices, son. One in the same, I must isolate you. Isolate and save you from yourself."
Basic Informarion
Photoplayer: Elle Fanning. Place of birth: Leeds, England. Date of birh: 27 de Fevereiro de 1960. Blood status: Halfblood. Race: Meio-Veela. Ability: -. Wand: Varinha rígida de 33cm feita em amieiro, cujo punho talhado em excessivos floreios femininos possui reentrâncias capazes de acomodar bem a mão dominante de Polina. Seu núcleo guarda a corda do coração de um dragão antipodo de olhos opalados, fazendo com que além de a varinha ser excelente para feitiços não verbais e destinada a pessoas generosas e amáveis, a mesma aprenda de forma mais rápida do que as demais os feitiços e encantamentos. É uma varinha extremamente fiel e capaz, mas raramente dada a temperamentos tal qual sua portadora. . Patronus: Dove. Boggart: Morrer por pegarem um fio de cabelo seu para a fabricação de uma varinha qualquer. Amortentia: Almíscar, madeira queimada, rosas, grama, poções e sangue. Student functions: Music Club.
Personality
i. amazing grace
Ela era feliz. Feliz pela bênção de ter nascido em um lar onde a educação e imaginações sempre foram estimuladas, onde sentía-se bem quista e amada, onde sabia que, independente do que escolhesse para seu futuro, seus pais a apoiariam. Polina era a personificação do encanto e da doçura, fosse pelo seu caminhar altivo e lento, fosse pela sua voz ecoando como a mais doce melodia, fosse pelo seu silêncio incômodo que a arrebata de vez em quando como forma de ponderação, percorrendo com seus grandes olhos o recôndito da alma e importunando os demais. Um galeão pelos seus pensamentos e pode ser que se arrependa disso quando a menina resolver dividir com você tudo o que se passa.
Polina era e continua sendo um ser fantasioso que, entretanto, toma o cuidado ao partilhar seus devaneios sob a advertência de ser tomada como lunática. Irrite-a ou a entristeça e conhecerás o lado literalmente horroroso que ela terá para oferecer. A garota sempre aparenta estar em outros lugares, outros mundos muito melhores do que esse em que ela vive, divindo alegrias com a única pessoa que a fizera bem durante tão pouco tempo. Essa é a forma em que havia encontrado de permanecer junto a ele mesmo quando sua requisitada presença tornou-se impossível.
ii. extravaganza (sadness waltz)
Maldito banquete e sua habilidade em transmutar bondade em puro medo e agonia. O que antes parecia tão etéreo e tão mágico em suas formas e psiquê, ainda continua lá… como um balão apagado sem o seu baloeiro para fazê-la alçar vôo novamente. A aparência altiva e delicada ainda continua ali, brigando com a seriedade e desconfiança que parece acompanhá-la para onde for. A menina parece um belo fantasma a percorrer os corredores e arredores do castelo sem o seu usual propósito fantástico. Esconde-se por trás de enormes pilhas de livros porque assim é mais fácil de evitar contatos com terceiros que não sejam seus íntimos amigos e evitar perguntas que ainda a magoam. Não chora mais, pois de tanto fazê-lo já se encontra sem lágrimas para deixar cair. Aos mais observadores, ainda vêem em Polina a criatura mais doce que já encontraram mas que por conta de tamanha tragédia, amarga dentro do coração partido o amor que já não mais se encontra aqui.
Biography
i. veela & william
Os pais de Polina se conheceram após William D. Charis, um bruxo portador de sangue impuro e ex-aluno da Ravenclaw, viajar para Bulgária a fim de dar prosseguimento com os estudos, na esperança de juntar material de pesquisa suficiente para concluir sua tese de mestrado sobre o impacto das veelas e leprechauns como mascotes recém reintegrados aos times de quadribol búlgaros. Tudo corria relativamente bem - exceto pelo furtivo esquecimento das anotações por estar demasiado embevecido ante ao charme das belas criaturas pesquisadas e as eternas promessas de um romântico prestes a cometer uma irracional loucura - quando Elizaveta Levskaya apareceu. A moça parecia brilhar tal qual todas as criaturas pelas quais William inútilmente se dizia perdidamente apaixonado, mas fora sua inteligência e compadecência que o fizeram despertar de um transe aparentemente sem fim. Elizaveta o fez perceber que por mais belas e hipnotizantes as veelas fossem, nada desperta mais o interesse de um homem de teorias, do que uma mulher compatível em seu brilhantismo. Seu natural charme e talento inato para sedução eram fácilmente ofuscados pelas infindáveis conversas, às vezes dotadas de pura e simples filosofia, às vezes mergulhadas nas mais absurdas fantasias, que o agora casal mantinha. Foram cinco anos de relacionamento, dos quais três William teve de correr atrás e batalhar muito para convencer sua amada de que não haveria alguém no mundo mais correto para tomar como marido, do que o inglês. E nos dois anos seguintes, após a união, preparavam a mudança de retorno à parte bruxa de Leeds, sem que Elizaveta permitisse William perceber estar a guardar um maravilhoso segredo que só relevaria alguns meses mais tarde quando assentados estivessem na casa de seu então marido. Ela esperava um bebê.
ii. polina
O parto teve de ser feito às pressas, uma vez que Elizaveta estava na rua fazendo compras para a futura criança, quando a bolsa estourou e as primeiras contrações vieram. Não havia tempo de lançarem-se a caminho de algum hospital mágico mais próximo porque essa opção não existia. Tiveram que recorrer aos trouxas para que, às 19h do dia 27 de fevereiro de 1960, a menina pudesse nascer. Os olhares dirigidos ao casal eram o de mais puro pesar. Coitada, a criança nasceu albina e passará a vida tendo que ser protegida dos raios solares mais fortes, diziam as enfermeiras. Nem sua mãe, nem seu pai importaram-se com os comentários por vezes ditos pelas costas pois cabia apenas aos dois a única e honesta verdade: a garotinha era perfeita e saudável que sem mais, nascera a cópia exata de sua mãe e que dividia com seu pai - além do sangue - os olhos absurdamente grandes e azuis.
Apesar da atitude arrogante e intempestiva creditada às veelas ou meio-veelas, Polina sempre fora um alguém muito quieto e reservado, que vive mais no mundo de lá do que no mundo de cá e só deu a entender que partilhava com a mãe características tão peculiares, quando ao chorar de fome, sua voz soava como gritos de uma pequena harpia e não choro de um bebê, seus olhos vibravam um vermelho intenso e suas pequenas mãozinhas tornavam-se um pouco mais quentes que o normal. E com relação ao dom mágico, o mesmo despertou ainda muito cedo, quando a menina tinha apenas um ano e meio de forma que as ações seguintes à manifestação demonstrassem serem demasiado trabalhosas. Polina havia sido deixada na cadeirinha alta enquanto sua mãe preparava algo para dar de comer a ela, quando sem mais, uma borboleta sobrevoava inquietante por cima de sua cabeça. Nada surpreendente se não fosse o repente da mesma multiplicar-se sem parar à cada gargalhada histérica que a menina dava, achando tudo aquilo muito engraçado. O resultado fora que todo o andar de baixo da casa dos Charis havia sido mágicamente tomado por borboletas pequenas e amarelas e uma mãe sem saber o que fazer para que sua bebê parasse de rir.
iii. letter & platform 9 3/4 @ king’s cross station & hogwarts
Por saber ser portadora de tantas peculiaridades capazes de fazer o mais são dos trouxas duvidar de suas faculdades mentais, Polina e seus pais acharam mais justo que a menina permanecesse longe de qualquer contato com o mundo em que seu pai havia nascido. Toda a educação mágica recebida anterior aos seus onze anos, fora oferecida pelo patriarca que não fazia a menor cerimônia ao contar mil causos e algumas mentirinhas para tornar-se aos olhos de sua pequena, o mais bravo e maravilhoso dos homens. Estava decidida: queria ser como ele, pertencer à mesma casa que o acolheu e fazer história. Passava noites a fio com os olhos correndo pelos interiores dos livros e quando o tão esperado dia em que sua carta chegaria, Polina estava mais uma vez, derrubada em sua cama - acolhida pelos braços de Morpheus - e rodeada de edições literárias, desde História da Magia a Trato das Criaturas Mágicas. Foi preciso um sonorus para que a despertasse de um sonho maravilhoso e a agraciasse com a notícia de que havia sido chamada para atender à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Sonho este que muito em breve e sem que ela desconfiasse, se tornaria realidade.
Já acomodada em seu vagão enquanto ainda parado o trem estava, pela janela pôde ter o vislumbre da figura que o sonho no dia em que recebera a carta, havia lhe mostrado. Não se cabia em si de felicidade e certa timidez, especialmente por constatar que o flerte puramente infantil era correspondido. Henry, era seu nome. Um rapazinho sangue-puro, que acompanhado de seu irmão mais velho, mostrava-se animado demais com Hogwarts para conseguir perceber o quão estranho se comportava ao lado da meio-veela. Não importava o quão bobo ele parecesse ou o quão indiferente ele parecia agir frente às mais insensatas e fantasiosas palavras dela, já estava apaixonada.
Como o desejado, Polina estava na Ravenclaw e seu amado, acolhido pela casa dos bravos e corajosos. Tudo lhe parecia correr muito bem, sentia-se plenamente feliz, realizada e contente por saber que ao seu lado estaria Henry, um agora já formado rapaz que a tomara como namorada sua alguns anos antes, exceto - talvez - por uma aula de poções. A matéria? Amortência. Sua mente analítica e racional entrava em constante conflito ao se deparar com uma infeliz improbabilidade: não sentia qualquer referência ao cheiro do rapaz que amava sendo expelido pela fumaça da poção. Apenas Rhys Fortescue, um de seus melhores amigos, sabe o quanto a garota se empenhou no estudo da mesma para sempre chegar às mesmas conclusões: a poção não está sendo feita direito, o professor Slughorn errou, tem algum ingrediente não fresco sendo usado, não é o caldeirão certo para ela. E ele era bondoso - ou inteligente - o suficiente para não despertar a conhecida ira das harpias ao evitar contrariá-la. Jamais cogitou a hipótese mais óbvia de que Henry, apesar de fazê-la muito feliz - nunca seria o homem certo para si. E o banquete oferecido por uma família amiga de seus pais um pouco antes do início de seu sexto ano a obrigaria por mal a ter certeza disso.
iv. o banquete sangrento
Ainda se encontravam no trem que partia de Leeds em direção a Bristol, quando Henry surgiu em seu vagão, despertando-a de um de seus costumeiros devaneios com um beijo tímido nos lábios. Imaginava com certa nostalgia a certeza de que morreria em saudades do Castelo onde fizera as melhores das amizades e onde conhecera ao “amor de sua vida”. Toda aquela fantástica realidade, daqui uns meses cederia lugar a uma não tão maravilhosa assim, onde teria de correr atrás de uma vida adulta que sábiamente não se sentia preparada para assumir. E é justamente por isso que sua mãe sempre a lembra: é quando nos acreditamos não prontos para uma realidade, que estamos de fato, prontos para elas.
Sorria comedida e agradecida, enquanto que em seu colo, Henry depositava uma caixinha excessivamente felpuda e tingida de um azul brilhante incomum. Em seu interior, estava um anel simples, prateado que - como dito por ele - brilharia seu nome caso sentisse muito sua falta. Conteve-se na dúvida se choraria de felicidade ou se partiria em abraços e mil beijos para cima do rapaz. Resolveu optar pela última opção assim que o trem parou e foram levados para os interiores da propriedade no que seria o último banquete dos dois, sem compartilhar com ele a estranha sensação que a perseguiu por todo o tempo, escolhendo acreditar se tratar apenas da saudade já sentida dele.
“Polina! Se esconda debaixo da mesa!" - A criatura podia ver de sua cadeira o rapaz correndo em sua direção, entre vidros espatifados a voarem nas mais variadas direções, enquanto tratava de proteger a si e obedecer às palavras que seu namorado lhe digirira aos berros (esse foi o seu erro). Engatinhava com cautela, por vezes tendo de se fingir de morta para não ser atingida, forçando-se a permanecer firme - entre o susto de ver os corpos dos anfitriões caindo e o choro que não se continha - enquanto tentava alcançar os pais na busca de algum "conforto". Tremia de nervoso, sabendo da sua impotência e ainda assim, sem conseguir fazer algo a respeito. E quando virava o rosto para observar seu namorado que já deveria tê-la alcançado, vê com os próprios olhos o rapaz ser atingido no pescoço por uma maldição imperdoável. O impulso era o de juntar-se imediatamente a ele, mas algo lhe tolhia os movimentos. Nada pôde fazer senão vê-lo cambalear já sem forças em sua direção e por último, cair em sua frente, sem vida.
v. final de setembro
Ainda conserva em si a natureza fantástica e cheia de quimeras, com a exceção de que depois do trauma, a menina pareceu perder um pouco do brilho e da fé. Chorou todas as lágrimas que tinha para chorar, restando apenas lembranças do que ela já teve e acreditava levar adiante como seus pais fizeram. Agradece sinceramente por Rhys Fortescue - também ravenclaw - ser seu amigo, porque se não pudesse contar com ele, enlouqueceria. Quanto ao seu lado na guerra, bom, é o lado mais óbvio. O neutro. E mesmo com um forte motivo para desejar caçar e matar pessoalmente cada um dos assassinos de seu namorado, não pretende descer a um patamar tão deplorável e torto quanto os deles. Espera sinceramente não precisar. Está aprendendo aos poucos a levar a vida novamente. É o que ela pensa necessário… é o que seu falecido amado gostaria.
"I'll be the one to protect you from your enemies and all your demons. I'll be the one to protect you from a will to survive and a voice of reason. I'll be the one to protect you from your enemies and your choices, son. One in the same, I must isolate you. Isolate and save you from yourself."