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@prettyrusster
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— É, te destaca. Gostei. — Sorriu, observando o filme enquanto pegava mais algumas pipocas dele. Após alguns segundos de horizonte, uma jovem melancólica chorava por seu namorado fantasma. — Sendo mais animada que ela está ótimo! — Apontou para a tela. Percebeu o gesto de Bristoll, encostou as costas na poltrona e o encarou, sem sequer se dar ao trabalho de esconder o interesse. — Belos olhos.
Ele sorriu, aproximando-se vagarosamente de Katrina, sorrateiro que nem um gato. —- Seu nome também. Acho que posso contar nos dedos quem tem um igual.
No fim ele estava com o corpo voltado para a morena, fitando-a minuciosamente, numa distância bem pequena. —- Você também tem belos olhos. Nessa distância dá pra perceber melhor.
Sem desviar o olhar, deixou com que o outro se aproximasse, cada segundo mais perto do bote. -- Espero ser a mais marcante delas, ou vou ficar muito chateada. -- Se deu o luxo de piscar de forma rápida e o mais sexy que conseguia, estava enxergando a si mesma nos olhos de Bristoll. -- Eles ficam mais bonitos fechados, enquanto suas mãos observam. -- Colocou a outra mão do homem em sua cintura, acabando com a distância.
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— Eu deveria ter adivinhado isso, não é? — Sussurrou em dúvida. Passou a tentar prestar mais atenção na imagem do filme, porém apenas na imagem, seus ouvidos estavam diretamente ligados à conversa. — Não posso evitar, é um dom. — Sorriu.
— Obrigada, espero que não esteja falando isso por também ser o nome de um furacão. — Devolveu o olhar, observando atenciosamente cada movimento dos olhos claros do outro. — Só não digo "belos olhos" porque muitas pessoas já devem te dizer isso.
Ele sorriu novamente, maneando a cabeça em negativa. —- Na verdade não. Não é um nome usual aqui, mas também é usado.
—- Claro que não. Mas você é bem animada. — Bristoll passou o braço pela cadeira da garota e arqueou as sobrancelhas. —- Eu não me importo de ouvir isso novamente.
-- É, te destaca. Gostei. -- Sorriu, observando o filme enquanto pegava mais algumas pipocas dele. Após alguns segundos de horizonte, uma jovem melancólica chorava por seu namorado fantasma. -- Sendo mais animada que ela está ótimo! -- Apontou para a tela. Percebeu o gesto de Bristoll, encostou as costas na poltrona e o encarou, sem sequer se dar ao trabalho de esconder o interesse. -- Belos olhos.
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Aqueles momentos de calma após tormentos que só existiam aparentemente em sua memória lhe torturavam. Não gostava da calma. A calma sempre trazia mais e mais memórias para vivenciar novamente, mais e mais marcas e todas as coisas que, indescritivelmente, a garota tentava apagar. — Tomara, de que adianta ser tão lindo se só vive calmo? Assim perde a graça.
"Talvez esteja certa. Porém sou medrosa e odeio tempestades." Fitou a garota e sorriu. "Acho que o agito é bom na medida certa. Tipo uma garrafa de um bom uísque enquanto leio algo novo." Cruzou os braços, sentindo a brisa do mar tocando seu rosto. Amava aquele cheiro e por mais que estivesse lá há dois meses, aquela praia a cada dia surpreendia mais a jovem Weiss.
-- Você não tem cara de medrosa. -- Riu -- Ninguém que realmente é, tem, isso é sempre uma surpresa. -- Franziu as sobrancelhas, brincando. -- Ah, não, você se parece muito com alguém que eu conheço. Eu prefiro festas. A calma só é boa para outras pessoas. -- E lá estava ela, totalmente atraída por um lugar até então, calmo. Não seria calmo para sempre, assim como a garota, precisava passar por tempestades para recobrar o brilho do sol. -- Como se chama?
— Obrigada. — Pegou pipoca da pessoa ao lado. — Uau, que filme incrível! Eu não estou entendendo nada.
—- De nada? —- Disse, sem se lembrar quando havia lhe oferecido, porém não ligou muito. —- Eu admito que também não entendi. Ela é tipo, um alien?
-- Devem ter jogado cocaína no ar condicionado deles. -- Riu, sem se importar com as pessoas que assistiam seriamente ao redor. -- Ou a Gretchem.
prettyrusster:
— Eu preparei uma decida suave para você, devia me agradecer, já que fui eu quem abriu passagem. — Empinou o nariz e comprimiu os lábios. — Só acha nojento porque você é encalhada. Eu preciso fazer isso, tenho uma dignidade a manter. — Se queixos pudessem cair, a garota tinha total certeza que já estaria no chão. Subindo as sobrancelhas, soltou uma boa risada e bateu palmas. Adorava tirar Kemely do sério. — Agora sim eu queria ter uma câmera na mão. Não é sempre que você solta isso tudo aí, não, me sinto orgulhosa, pequena Nika. Bem melhor agora, né? Tratamento de choque. — Piscou, deixando sua expressão ser tomada aos poucos pela confusão. — Eu não tinha levado você a nenhuma festa, eu acho… Eu não lembro, na verdade não lembro de porra nenhuma! Quer saber? Chuta tudo que quando a gente encontrar quem fez isso, eu mesma chuto a cara dele.
—- Não confunda uma pessoa conservadora com uma pessoa encalhada. A culpa não é minha se você adotou a política do “libera geral”. Ah, a reputação de heartbreaker? Desculpa, seguidora da Marina Diamandis.—- Respondeu, dando seu melhor sorriso sarcástico. Revirou os olhos enquanto a irmã dava risada e decidiu que era o momento perfeito para contar até dez em russo, ou acabaria cometendo um crime. O que, obviamente, era apenas parte do relacionamento complicado das gêmeas Kanelikch, no fundo só não sabiam mais como demonstrar o amor, ainda que continuasse o mesmo desde sempre. —- Pensa comigo: por que diabos eu iria a uma festa que você frequenta? Isso não tem a mínima lógica. Ou você me arrastou ou eu estava com sérios problemas psicológicos. Quer saber? Chega disso. Alguma arma enfiada por baixo das roupas? Não sei se vamos precisar ou não, mas é bom prevenir. —- Escondido no cano da bota havia uma adaga, o que apesar de ser aliviante, era uma merda. Só havia levado isso. —- Nakonets. —- Sorriu, aquilo realmente a deixava de bom humor. Correu para a próxima porta, possivelmente aquele grande corredor era o que separava os banheiros da pista de dança. A porta era grande e estava acorrentada, porém assim que analisou o material, notou que as correntes eram pura faxada. —- Isso é tão fácil que chega a ser ridículo. —- Falou, utilizando um dos vários golpes que aprendera nos vários anos de experiência em artes marciais. Bastou um para que a porta caísse e a corrente fosse igualmente ao chão, o material era extremamente fraco. Olhou para irmã e seguiu até o salão, onde encontrou dois garotos, com aparência de adolescentes comuns, porém ambos estavam a encarando com expressões nada amigáveis. —- Nitha? Seu amiguinho de cabelo colorido está vindo pra cá. E eu não diria que ele está com cara de quem vai te encher de beijos.
-- Vira freira então, não lamento nada em informar que está na merda de profissão errada. Eu não adotei política alguma. É só eu e minha consciência mantendo o que sobrou da minha honra. Você também deveria tentar. Na verdade, você já deveria saber, faz o que, dois anos? -- Deixou-se levar e mostrou a língua de volta. -- Você só conhece essa música dela! Aposto que vou encontrar ópera no seu celular. -- Riu cada vez mais alto enquanto a irmã contava no que reconheceu ser russo, seu idioma natal e impossível de esquecer. Não tinha tão boas lembranças, mas com certeza as da infância eram as melhores. Uma vida de criança que não conhecia o mal e que só era estragada pela falta de carinho que os pais nem notavam existir. -- Odinnadtsat'. -- Completou com o "onze", apenas para ter mais motivos para rir. Rir é o melhor remédio para momentos tensos como esses, é como a garota consegue levá-los. -- Não sei, vai ver você quer parar de fingir ser um anjinho e mostrar ao mundo que suas asas são de mentira. Meu voto vai para seus problemas psicológicos. -- Após a pergunta da irmã, se levantou e ergueu a blusa, deixando em vista um pequeno canivete suíço modificado, um soco inglês farpado preso no bolso da calça e retirou uma bombinha de ácido do sutiã. -- Nekotoryye. -- Sorriu, passando o soco inglês para a irmã. -- Eu até te daria a bombinha, mas acho que você não iria gostar de pegar indiretamente no meu peito. -- Seguiu a irmã, como sempre, os mais inteligentes na frente. -- Conforme meu grande conhecimento sobre o assunto, deveriam ter casais quase se comendo aqui. Lembra? Quando é difícil você luta, quando é fácil você corre. -- Seguiu até o salão, retirando o canivete da cintura e abrindo a lâmina, atrás do corpo. -- Ele não é mais meu amiguinho. -- Jogou a bombinha de ácido no chão perto dele, que soltou uma fumaça corroedora e o fez gritar. -- Corre pra porta!
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@prettyrusster
Cordelia preferiu ficar parada olhando as ondas quebrarem do que entrar em sua casa de verão e voltar a se enterrar nos livros ou ver qualquer seriado na TV. Se virou ao sentir um cheio diferente trazido pela brisa, virou-se para o estranho. "O mar está muito mais agitado hoje. Será que é uma tempestade vindo?"
Aqueles momentos de calma após tormentos que só existiam aparentemente em sua memória lhe torturavam. Não gostava da calma. A calma sempre trazia mais e mais memórias para vivenciar novamente, mais e mais marcas e todas as coisas que, indescritivelmente, a garota tentava apagar. -- Tomara, de que adianta ser tão lindo se só vive calmo? Assim perde a graça.
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— Aham… — Deveria saber, já que observava a irmã assistindo os filmes chatões que ela gosta prestar atenção. Por isso assiste Scooby-doo, é fácil e intrigante, não chato. Soltou uma risada, abaixando o tom dela para não receber pedras das pessoas ao lado. — Seu nome é Bristoll? Hm, diferente. O mundo precisa de mais nomes diferentes. — Pegou mais algumas pipocas do homem. — Tem razão em tudo. A pipoca está uma delícia hoje e eu estou flertando com você.
—- Britânico. — Explicou-se. Os olhos claros ainda estavam fitando com toda atenção a tela à sua frente. Zaara não era muito de falar com pessoas não conhecidas. Muito menos garotas não conhecidas. Porém, abriu um sorriso ao ouvir as últimas palavras da morena. —- Admiro a sinceridade.
Enfim virou-se para Katrina, olhos fitando os dela. —- Seu nome também é diferente. Combina com você.
-- Eu deveria ter adivinhado isso, não é? -- Sussurrou em dúvida. Passou a tentar prestar mais atenção na imagem do filme, porém apenas na imagem, seus ouvidos estavam diretamente ligados à conversa. -- Não posso evitar, é um dom. -- Sorriu.
-- Obrigada, espero que não esteja falando isso por também ser o nome de um furacão. -- Devolveu o olhar, observando atenciosamente cada movimento dos olhos claros do outro. -- Só não digo "belos olhos" porque muitas pessoas já devem te dizer isso.
prettyrusster:
Ursinhos Carinhosos n
{inclusive, precisamos ver A Hora do Pesadelo! esse COM CERTEZA vai me deixar tipo, apavorada <3
sinto que não é muito legal planejar nosso cineminha no tumblr, fica estranho
}
OMFG TEMOS E DUHFUDHYSTUYHTUTREGDFGDH Só não fique agarrada com as Annas, ou eu esqueço que somos irmãs e viro assassina de bonecas, você se lembra muito bem daquela que eu destruí nnn
... fica memo ok paremos
prettyrusster:
Verdade, foi ó, uma merda
{da próxima vez a gente escolhe um da Barbie que é melhor}
Ursinhos Carinhosos n
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Relaxou o corpo na poltrona, mastigando a pipoca demoradamente. — Que bosta, eu vim aqui para me divertir e agora tenho que prestar atenção? Valeu a dica, vou tentar seguir. — Diferentemente do que disse, virou-se para o homem. — Aliás, meu nome é Katrina e aposto que você é ótimo para escolher coisas gostosas. — Piscou e apontou discretamente para a pipoca.
O rapaz franziu o cenho e abriu o que parecia ser um sorriso. —- É… Hã… É o que geralmente nós fazemos. — Sussurrou de volta. —- Bristoll.
Voltou o olhar para a tela do cinema, pegou duas pipocas e as levou à boca. —- Se a pipoca não estivesse tão exuberantemente saborosa hoje, acharia que você estava flertando comigo.
-- Aham... -- Deveria saber, já que observava a irmã assistindo os filmes chatões que ela gosta prestar atenção. Por isso assiste Scooby-doo, é fácil e intrigante, não chato. Soltou uma risada, abaixando o tom dela para não receber pedras das pessoas ao lado. -- Seu nome é Bristoll? Hm, diferente. O mundo precisa de mais nomes diferentes. -- Pegou mais algumas pipocas do homem. -- Tem razão em tudo. A pipoca está uma delícia hoje e eu estou flertando com você.
— Não é legal essa ideia de fazer caboom e nós não vamos fazer caboom. Aí, cadê a Kemely quando a gente precisa? Tem pessoas lá em cima, a gente precisa desligar esse troço.
"Quem?" Perguntou e imediatamente percebeu que aquela não era hora para perguntas inúteis. "Esqueça… Eu sei disso! Talvez nós devíamos apenas tentar evacuar o prédio, aquilo de ativar o alarme de incêndio só funciona em filmes, não é?" Questionou, mordendo o lábio inferior em nervosismo. Já havia desativado explosivos antes, ou pelo menos quase desativado, mas aquele era bem diferente do que ela estava acostumada. "Sabe, qualquer plano que não seja esperar e morrer é bem-vindo."
-- Minha irmã, ela é um pouco doida mas eu até admito que tem inteligencia naquela cabeça dura. -- Escondeu o orgulho repentino com um gesto com a mão que indicava algo como "bem pouca". -- É um prédio grande mas talvez desse tempo! Só não sabemos se o filho da puta que colocou a bomba aqui sabotou o alarme. -- Arqueou as sobrancelhas com seu surto de esperteza não normal. -- Não sei decifrar essa porcaria, quanto tempo temos?
— Obrigada. — Pegou pipoca da pessoa ao lado. — Uau, que filme incrível! Eu não estou entendendo nada.
— Ah! Graças! Eu achei que fosse o único aqui que não estava entendendo nada.
-- Qual foi a parte mais bizarra para você? -- Pegou mais pipoca dele. -- Pra mim foi o velhinho atirando no amante bonitão da velhinha e o livro de auto-ajuda ter segurado a bala. Ah, caralho, que tipo de cara pega uma velha com tanta pressa que nem tira a jaqueta? E por que ele tinha um livro de auto-ajuda no bolso? Quem em sã consciência tem livro de auto-ajuda?
— Obrigada. — Pegou pipoca da pessoa ao lado. — Uau, que filme incrível! Eu não estou entendendo nada.
—- De… Nada… — Bristoll arqueou as sobrancelhas. —- Então eu aconselho você a prestar atenção no filme… Sem querer ser rude, mas é necessária uma atenção real pra entender esse longa, mesmo.
Relaxou o corpo na poltrona, mastigando a pipoca demoradamente. -- Que bosta, eu vim aqui para me divertir e agora tenho que prestar atenção? Valeu a dica, vou tentar seguir. -- Diferentemente do que disse, virou-se para o homem. -- Aliás, meu nome é Katrina e aposto que você é ótimo para escolher coisas gostosas. -- Piscou e apontou discretamente para a pipoca.
-- Obrigada. -- Pegou pipoca da pessoa ao lado. -- Uau, que filme incrível! Eu não estou entendendo nada.