Alto, quem vem lá? oh, é ALESSIO STEFANO SAVOIA, o PRÍNCIPE HERDEIRO de ITÁLIA de VINTE E CINCO anos, como é bom recebê-lo! está gostando da frança? tenho certeza que será muitíssimo bem tratado por nós aqui, sendo tão PACIENTE E ESFORÇADO. só não deixe transparecer ser ORGULHOSO E METICULOSO que sua estadia será excelente. por favor, por aqui, estão todos lhe esperando!
Cidade Natal: Milão, Itália.
Data de Nascimento: 25/04/1998.
Signo: Touro.
Orientação Sexual: Heterossexual.
Estado Civil: Casado.
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ABOUT:
A casa de Savoia, também conhecida como a última monarquia do Reino de Itália, antes da era moderna obviamente foi a escolhida para assumir o país no momento em que a monarquia voltou ao poder da Itália. Alessio foi criado no Palazzo Reale di Milano, onde a monarquia se instalou no momento em que voltou ao poder, apesar do parlamento ainda estar em Roma. Sendo o primeiro filho do atual Rei, cresceu sabendo que um dia assumiria o cargo do pai mesmo tendo outros irmãos. Apesar de todas as aulas e regras que ele tinha que cumprir, seus pais tentaram manter a infância do príncipe o mais normal possível, sem a pressão de que um dia ele assumiria o comando do país.
Apesar disso, na adolescência por mais que ainda não houvesse pressão, o próprio Alessio começou a se auto-pressionar vendo a forma como a população admirava o Rei Alessandro, ele sentia que precisava ser o melhor para que também tivesse a admiração e o amor do seu povo. Foi por isso que ele se aproximou da população, participando de vários eventos de caridade por todo o país, demonstrando que ele tinha planos de manter o governo da mesma forma que seu pai e que ele estava disposto a ver além dos muros altos do castelo. Até mesmo dentro do palácio, ele é sempre extremamente educado com os criados e também muito amado, já que sempre manteve conversas informais com eles longe dos olhos de seus pais. Não que eles repudiassem a atitude do rapaz, mas os pais preferiam que ele mantivesse a relação com os criados um pouco mais formal.
A notícia de seu noivado não lhe pegou de surpresa, afinal já era um acordo entre ele e seus pais que ele só assumiria o trono após se casar, mas não significa que lhe agradou a escolha de sua noiva. Itália e Suíça sempre mantiveram ótimas relações, ele havia sido criado com a princesa Adelheid,o problema é que a relação de ambos nunca foi amigável como era entre suas famílias. Alessio sabia que de certa forma ele era culpado por isso, afinal foi por atitudes infantis dele que eles acabaram se odiando, onde ele só queria provar aos seus irmãos de que ela nunca se apaixonaria por ele. Mal sabia naquela época que agora ele precisaria que ele se apaixonasse por ele para que o casamento funcionasse, por isso ele acredita que tudo isso foi karma.
Mesmo não sendo a melhor relação do mundo, Alessio se esforçava para que o casamento funcionasse, afinal seria um grande escândalo caso fosse anulado e muitos poderiam pensar que a imagem pública do príncipe era apenas uma fachada. O problema é que Leonie não estava afim de cooperar com isso, eles viviam brigando e ele já chegou a perder a conta de quantas vezes ele teve que desviar de vasos flores sendo jogados em sua direção ou até mesmo quantas vezes um criado veio avisar que a princesa havia ordenado que eles arrumassem suas malas porque ela estava indo embora. Paciência era realmente uma virtude, uma que Alessio cada vez mais provava que tinha de sobra.
O Rei Alessandro claramente já não aguentava mais todas as brigas e os murmúrios dentro do castelo sobre como aquele casamento ia de mal a pior, foi então que ele viu o evento francês como uma forma de se livrar de ambos por alguns meses, afinal ele tinha coisas mais importantes para se preocupar. Alessio apesar de não ser muito fã da Seleção, acreditando que era só uma maneira errônea de tentar agradar a população, aceitou a sugestão de seu pai. Ele bem que precisava de umas férias e também de usar aquela oportunidade para manter as relações entre Itália e França, além de outros países presentes no evento. E talvez fosse também a solução para o seu casamento, já que eles teriam que passar boa parte do tempo na frente das câmeras.
MONARQUIA E SOCIEDADE ITALIANA:
Com as mudanças acontecendo em todo o mundo e principalmente nos países vizinhos, a Itália se viu obrigada a também aderir a monarquia como forma de manter a economia do país estável. Mesmo com a volta da monarquia, o país manteve seu parlamento e apesar das maiorias das decisões serem tomadas pelo Rei Alessandro, são passadas para o Primeiro Ministro, escolhido pelo Rei, e só então passada para votação no parlamento. Obviamente o parlamento é composto apenas por nobres e pessoas influentes para a economia do país.
A população recebeu a notícia de maneira positiva, exceto pela máfia italiana que se sentiu ameaçada. A monarquia e o parlamento acabaram entrando em um acordo com a máfia, para evitar que um grupo rebelde perigoso se espalhasse pelo país. Poucos realmente acreditam que esse acordo vai durar por muito tempo, mesmo que sejam o grupo menos controlado da população italiana.
Apesar do controle da monarquia à população, não é nada comparada com o controle atual da França ou de outros países da Europa. Por questão de tradição, uma grande parte da população italiana nunca usou a internet, algo que claramente foi herdado de seus antepassados, principalmente o setor agrícola que se mantém atualizado apenas pela televisão e rádio por escolha pessoal. O acesso a internet é livre, já que no atual momento a economia do país segue estável e não há preocupações com grupos rebeldes. Todos os anos acontece um evento onde a população pode opinar sobre as decisões tomadas pelo parlamento, como uma pesquisa de opinião. Rei Alessandro acredita que a única maneira de manter o povo satisfeito é dar essa sensação de que de certa forma a população ainda tem liberdade de expressão e “controle”.
A educação é livre e obrigatória para a população, pelo menos até o ensino médio. Itália é conhecida por ter a Universidade mais antiga em seu território e também o primeiro país onde uma mulher recebeu o título de PHD, sendo assim a monarquia ainda incentiva a população ao conhecimento, principalmente da história do país, afinal a educação é uma forma de poder e também incentivo para que cresçam e aumentem cada vez mais o mercado interno, para manter a exportação ativa.
















