Caminho; um dos finalistas ao Prêmio Miolo(s) 2016, na Categoria Fotografia.
O prêmio é organizado pela Editora Lote 42, lá de São Paulo.
<3
Lista dos finalistas aqui!

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@projetocaminho
Caminho; um dos finalistas ao Prêmio Miolo(s) 2016, na Categoria Fotografia.
O prêmio é organizado pela Editora Lote 42, lá de São Paulo.
<3
Lista dos finalistas aqui!
Encontros da Imagem 2016
Caminho, meu fotolivro, selecionado para a Photobook Market do Encontros da Imagem Photography Festival 2016, em Braga, Portugal!
:)
Workshop Experiencia Camino al Sur - Santiago do Chile.
Primeiras impressões, por Manuela Flores.
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Pintor Cicarelli Puente Alto Región Metropolitana Chile 14.05.16 11:45 a 12:37 hrs.
Gracias gracias Mariana y a todos los mich, me pareció una experiencia enriquecedora en varios sentidos, sobre todo cuando se activa un encuentro, primero entre nosotros, luego con el lugar y finalmente con un proyecto, discusiones en torno al desplazamiento reflexivo de los conceptos de territorio - espacio, sus características (carácter identitario), tiempo - contexto, que en varios de nuestros casos (y trabajos) rodean una noción de arte público.
Saludos a todos!
Manu
Workshop Camino al Sur, Santiago, Chile.
Primeiras impressões, por Henrique Jaquin.
Puente Alto, maio de 2016.
Workshop Camino al Sur, Santiago, Chile.
Primeiras impressões, por Valentina Pérez.
San Joaquín, maio de 2016.
“What is this beauty in the landscape but a certain fertility in me? I look in vain to see it realized
but in my own life. If I could wholly cease to be ashamed of myself – I think that all my days
would be fair.” (H. D. Thoreau)
no. tiempo objectivo.
no. espacio objectivo.
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Workshop Experiencia Camino al Sur, em Buenos Aires, Argentina.
Primeiras impressões por Mariana Maia.
Villa Crespo, maio de 2016.
Workshop Camino al Sur, Buenos Aires; Argentina.
Primeiras impressões, por Amanda Nascimento.
Villa Crespo, maio de 2016.
—
Workshop Experiencia Camino al Sur, em Buenos Aires; Argentina.
Palavras para busca: conexión//desconexión.
Primeiras impressões, por Amanda Nascimento.
Villa Crespo, maio de 2016.
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Workshop Experiencia Camino al Sur, no bairro Independencia em Santiago, Chile.
Maio de 2016.
Primeiras imagens por Consuelo Tupper.
Workshop Experiencia Camino al Sur; em Santiago, Chile.
Primeiras impressões, por Consuelo Tupper.
Santiago, maio de 2016.
——
CONSUELO TUPPER
21:04 (18 hours ago)
to me, Colectivo, meulen94, Juan, Paz, Manuela, Joaquin, AMALIA, Pilar, Sebastián, Eliana
Hola! Muchas gracias Mariana y MICH por todo, yo lo disfruté mucho y sigo pensando algunas cosas que pasaron durante la caminata.
Por ahora envío unas fotos que saqué de la calle Pintor Cicarelli (Independencia) y un texto que aparece en “Especies de espacios” de Georges Perec que, a pesar de que éste está situado en París (es la letra de una canción infantil francesa), se acerca a lo que sentí en esa pequeña y apacible callecita: como todos los estímulos que captaron mi atención venían de la intimidad de esas casas cerradas (ruidos de radio, conversaciones lejanas, martilleo…), todo el rato que estuvimos ahí imaginé quién/es podría/n estar ahí adentro y bajo qué circunstancias (tomando desayuno, haciendo labores hogareñas…). Me sentí intrusa y muy afuerina. En la última casa sonaba la canción “The reason” de Hoobastank y la tuve pegada todo el camino de vuelta. El límite entre lo público y lo privado era como una tela casi transparente.
Texto en “Especies de espacios” (p. 28):
En París, hay una calle; en esta calle, hay una casa; en esta casa, hay una escalera; en esta escalera, hay una habitación; en esta habitación, hay una mesa; sobre esta mesa, hay un tapete; sobre este tapete, hay una jaula; en esta jaula, hay un nido; en este nido, hay un huevo; en este huevo, hay un pájaro.
El pájaro hizo caer el huevo; el huevo hizo caer el nido; el nido hizo caer la jaula; la jaula hizo caer el tapete; el tapete hizo caer la mesa; la mesa hizo caer la habitación; la habitación hizo caer la escalera; la escalera hizo caer la casa; la casa hizo caer la calle; la calle hizo caer la ciudad de París.
Paul Eluard, Poèsie involontaire et poèsie intentionnelle
Un abrazo!
Workshop Experiencia Camino al Sur, em Santiago, Chile.
Maio de 2016.
Primeiras imagens: cruzamento das memórias de Paz Ortuzar com as de um morador do bairro Puente Alto, em Santiago.
Workshop em Buenos Aires, maio de 2016.
Palavras para a busca na cidade: conexión // desconexión.
Primeiras imagens por Nicole Oppenheimer, participante do workshop.
Estou em Valparaíso, Chile, para participar da Residencia Descarga CED - Circuito de Espacios Domesticos, em Casaplan.
Vou dar o workshop Experiencia Camino ao Sur uma vez mais; com muita vontade de caminhar por Valparaíso!
Experiencia Camino al Sur; workshop dado por mim em Santiago, Chile; com o apoio do coletivo/galeria Mich - Museo Internacional de Chile.
Maio, 2016.
Experiencia Camino al Sur; workshop dado por mim em Santiago, Chile; com o apoio do coletivo/galeria Mich - Museo Internacional de Chile.
Maio de 2016.
Fim de semana passado, dei o primeiro workshop da #experienciacaminoalsur em Buenos Aires, Argentina. Falei sobre o meu processo criativo, sobre as possibilidades de criação com fotolivros; dificuldades sobre impressões e a edição na fotografia.
Foi uma experiência muito bacana e fiquei bastante motivada com o interesse das pessoas pela minha cidade, Salvador.
Agora estou no Chile; em Santiago, onde a experiência segue junto ao Museo Internacional de Chile - MICH; coletivo de artistas e galeria que pensam bastante sobre a relação arte e cidade.
Buenos Aires; maio de 2016 - primeira semana.
Estar de volta a Buenos Aires depois de um ano e meio tem sido emocionante. Não só pelo tempo que passou, mas pelas coisas que aqui ficaram e que aqui seguiram: as amizades; os relacionamentos; a casa; as plantas; os gatos; a cidade. O mundo não pára e tudo continua acontecendo, mesmo que longe dos nossos olhos.
Voltar tem sido desafiador. Vim para apresentar o meu livro, que foi feito em Salvador, mas que a semente foi plantada aqui. Foi necessário eu estar em Buenos Aires para perceber Salvador para além da cidade que ela é; foi necessário estar fora de Salvador para entender a fragilidade do tempo; essa ficção que inventamos para nos ajudar a viver.
Sai de Buenos Aires antes do que imaginava e voltei na mesma supresa com que a deixei. Mas, a gente nunca deixa uma cidade que se imprime em nós. Buenos Aires é quase familiar e eu até posso chamá-la de segunda casa. Está marcada em mim de uma maneira quase intransponível. É como uma ponte à qual eu sempre me disponho a atravessar.
Buenos Aires é sempre uma tentativa. Uma cidade que nunca termina.