lower your eyelids to die with the sun.
abaixo, informações detalhadas sobre oden osakwe, o jovem ceifador.
Nome: Oden Osakwe.
Idade: 25 anos.
Altura: 196cm.
Traços físicos marcantes: olhos, ombros e sorriso.
Afetividade: bissexual e birromântico.
Cargo: co-líder da patrulha.
Tempo na ilha: 5 meses.
Pais: Tânatos, deus da morte e Odara Osakwe, filha de Afrodite.
Chalé: Eleusis, antigo chalé 24.
Informações extras: Foi criado no submundo por Tânatos e essa é sua primeira vez longe das terras de Hades, trabalhava como ajudante do pai, mas fazia diversos favores aos deuses do submundo, chamado por eles de jovem ceifador. É um fiel devoto dos deuses Ctonicos, e neutro em relação aos demais. Seus gostos incluem agricultura e nado. Seu hobby é esculpir ossos e pedras. Já teve contato com outros semideuses, mas somente os que já estiveram no Mundo Inferior.
Biografia.
Que Oden foi amado, todo o Mundo Inferior sabe. Fruto do relacionamento de Tânatos com uma filha de Afrodite, amor e morte moldaram sua vida desde o primeiro suspiro. Desejado por Odara mais do que qualquer coisa, talvez ela mesma já soubesse quando começou a sentir as contrações do parto: não aguentaria. E, quando pela segunda vez, viu a figura do deus da morte, havia algo agridoce do encontro: ele estava vendo seu próprio filho nascer, mas também viera buscá-la. No leito de morte, com o pequeno menino nos braços, implorou a ele que deixasse Oden em segurança no acampamento, mas foi surpreendida ao vê-lo tomar a criança nos próprios braços, enquanto atravessavam os três pela porta da morte. Odara foi para o Elísio, lar dos heróis, e Oden, para uma casa escura próxima ao Rio Estige, lugar que viria a se tornar sua casa, do único mundo que conheceu por vinte e cinco anos de sua existência.
Bem cedo Tânatos o contou tudo: o que era, onde estava sua mãe e que precisava de um ajudante, alguém que pudesse o auxiliar com as almas. Não contou a Oden que fez isso porque se sentia cada vez mais fraco, claro, e apesar de ser o principal motivo, desenvolveu um laço verdadeiro com o filho muito rápido: ele era amoroso, brando e curioso com tudo ao seu redor, exatamente como a mãe. Sua natureza mórbida parecia ser adornada pelos traços calorosos da personalidade de Odara e, por isso, Tânatos se tornou especialmente afetuoso. Perambulando por todo o Mundo Inferior, ensinou a Oden onde podia ou não ir, com quem deveria ou não falar e o deixou dialogar com almas e espíritos sob sua vigilância, até que ele fosse velho o suficiente para fazer isso sozinho, e criasse seus próprios laços com as ilustres figuras do Mundo Inferior: outros semideuses ou heróis esquecidos. Oden conseguiu fazer amigos, e, por não conhecer, nunca sentiu falta do Mundo Mortal, apesar de carregar uma certa curiosidade pelo lugar de onde sua mãe vinha. Tornou-se um faz-tudo. Combatia monstros que escapavam, conversava e abrandava almas em rebelião, relatava a boa ou má condição do Inferno diretamente ao palácio de Hades e quaisquer outras pequenas atividades que ajudassem a manter seu lar em paz.
Com os anos, entretanto, começou a desejar ajudar mais. Observava o pai com o discernimento de que ele parecia diferente, não o questionou, mas estava pronto para dizer que poderia assumir a responsabilidade de ceifar almas se ele desejasse. E para ele seria uma honra. Mas então, antes que tivesse a oportunidade, teve aquele maldito sonho. Quando acordou na ilha, existia mais de um fator lhe confundindo. Nunca havia pisado fora do Mundo Inferior desde o nascimento, sabia sobre um acampamento para semideuses, claro, mas não tanto quanto outros semideuses sabiam e se adaptar a tudo que mudou em sua vida com a distância de um sonho levou semanas, meses. Hoje em dia, parece um pouco mais conformado, embora ainda seja possível ver como tenta se ajustar à sua nova realidade: fraco e repleto de pessoas que conhece há pouco mais de cinco meses. Vive uma batalha entre a resiliência e a saudade.
Personalidade.
Sereno e de sorrisos fáceis, Oden incorporou a postura de Tânatos a sua. Não é tão afetado por coisas “mundanas” de semideuses que cresceram no mundo mortal, como morte, doenças, relacionamentos etc, embora carregue um grande apreço pela vida, que considera uma etapa importante da jornada das almas como um todo. Responsável por acalmar os recém-chegados que estão com medo, confusos ou resistentes, sua percepção do mundo foi construída através dos fragmentos das memórias dos mortos, logo, é ao mesmo tempo insensível e empático, por ignorância: tem muito conhecimento da vida e da morte, apesar de poucas experiências serem aplicadas a ele, ao menos não da forma convencional. Extremamente paciente, mas depende de palavras de incentivo e afeto, ou então começa a duvidar de seu valor. Realiza qualquer trabalho com frieza e precisão. Para ele, tirar uma vida não é um problema, porque, eventualmente, estava se preparando para pegar esse papel (tinha ensaiado o pedido ao pai). Deseja ser o orgulho dos deuses, em especial os ctonicos, já que ama o Mundo Inferior e quer ser o soldado perfeito para Hades, um ajudante de todos que procurarem por seu auxílio, a referência de competência seja para o pai, para Nêmesis, Melinoe ou qualquer outra divindade. É bastante curioso também, em especial por nunca ter passeado entre os mortais, portanto, tende a perguntar coisas que talvez não devesse, para conseguir se encaixar dentro das normas da ilha. Faz isso com tudo. Como consequência, é consideravelmente manipulável por aqueles que entendem como é importante para ele que seja visto com relevância. Talvez o que mais precise mudar é entender seu lugar no mundo, uma vez que dele foi tirada a chance de experienciar seu lado mortal, mas também não é um deus.
Poder e arma.
FURTO ESPIRITUAL — Consegue “recuperar” habilidades dos mortos através do contato com objetos de um defunto ou sua própria carne/ossos. Por exemplo: caso se conecte com os resquícios de energia ou espírito um poderoso guerreiro através de sua espada, rouba as habilidades deste para si durante uma hora, se tornando altamente hábil com essa arma, caso se conecte com os ossos de um semideus, obtém uma versão mais branda de seus poderes. Só pode fazer isso uma vez com cada corpo, e um total de 3 vezes a cada 48 horas.
Normalmente, objetos o conectam a habilidades mais rasas e comuns, como uma condição física melhorada e maestria com objetos, enquanto que ossos ou carne conseguem lhe oferecer habilidades mais poderosas e únicas. Antes da ilha, a habilidade lhe concedia mais horas e mais usos para um único corpo, e o tempo para a recarga era de 24 horas. Habilidade ativa.
OLHOS DE TÂNATOS — Seus olhos conseguem enxergar “rastros” espirituais. Lugares infestados de morte tem uma energia vermelha que o leva direto ao lugar onde alguém morreu, linhas brancas o levam a lugares de grande perigo e onde a morte está “observando” e linhas brilhantes indicam caminhos e rotas livres do perigo de fatalidades em potencial. Normalmente utilizado para emboscadas ou missões especiais. Habilidade passiva.
PSYCHOFÁGOS (ψυχοφάγος) – A come-almas, como era apelidada, é uma foice feita inteiramente de ferro estígio, com cerca de 190 cm e 6,5 kg e pequenas frases cravadas magicamente ao longo de toda a sua extensão, os últimos pensamentos antes da morte das almas ceifadas. Ganhou de Tânatos, para ajudá-lo a manter a ordem no submundo em sua ausência, uma vez que a lâmina consegue ferir fantasmas e almas também. Antes da ilha, sua habilidade era a de “pastorar” ditas almas. Ao comando da psychofágos, almas são guiadas aos seus devidos lugares no mundo inferior. Também possuía uma influência aos vivos, uma vez que poderia levá-los a aceitar a morte mais rápido quando fosse a hora.












