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Eliseu Visconti (Italian-Brazilian, 1866-1944)
Moça no trigal
"Eu, e outras poesias" e a obra imatura, Augusto dos Anjos. 1902.
Rua Uruguaiana – RJ, Virgílio Dias. 1993. Óleo sobre tela, 60 X 80 cm. (x)
- Viagem de um Vencido. Eu, e outras poesias. Augusto dos Anjos.
- Eu, e outras poesias. Augusto dos Anjos.
Frans Jansz Post (Dutch,1612-1680)
Landscape in Brazil, 1652
Oil on canvas
Direto do coração dos irmãos do Norte, um patrimônio cultural de Belém.
"The Kiss", a 12,000-year-old rock painting at Pedra Furada in Brazil
Um dos sons mais lindos que já ouvi, este Lundu. Segura esse batuque COM CRAVO. Seloco, Brasil é bom demaissss.
Um álbum sem música ruim, com um Grammy merecidíssimo.
Praia de Torres (Porto Alegre), Francis Pelichek. 1927.
Aquarela sobre papel, 32 x 41 cm.
"Os Deuses, se são justos na sua injustiça, nos conservem os sonhos ainda quando sejam impossíveis, e nos deem bons sonhos, ainda que sejam baixos. Mudem-me os deuses os sonhos, mas não o dom de sonhar."
Livro do Desassossego, Fernando Pessoa (Bernardo Soares).
- Luís de Camões, Sonetos.
- Luís de Camões, Sonetos.
"Acabou chorare, ficou tudo lindo, de manhã cedinho."
"Um dia ele [João Gilberto] contou uma história que nós ficamos apaixonados. E foi assim que surgiu o nome acabou chorare. Ele contou que ele estava com a filha no México, com a Bebel Gilberto, e ela tinha 4 anos. Ela subiu nesses bancos altos que ficam perto dos balcões, e dali, quando o pessoal viu, ela caiu. E ai ele correu né, porque ela ia começar a chorar, ia dar um problema. Quando ele chegou ela disse: "Acabou chorare, mi padre, acabou chorare." E isso marcou a gente, (...) se tornou uma palavra profética: não vai ter choro."
- Baby do Brasil (x)
O Livro do Desassossego, Bernardo Soares (Fernando Pessoa).
"Abro na treva os olhos quase cegos.
Que mão sinistra e desgraçada encheu
Os olhos tristes que meu Pai me deu
De alfinetes, de agulhas e de pregos?!"
Mistérios de um Fósforo. Eu, e outras poesias. Augusto dos Anjos.