No, no quiero volver al pasado,
ni que el venga a mi.
Tampoco deseo vivir entre recuerdos y melancolía,
de lo que alguna vez pudo ser
y no fué.
Simplemente no pienso en retroceder
Moon dark

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No, no quiero volver al pasado,
ni que el venga a mi.
Tampoco deseo vivir entre recuerdos y melancolía,
de lo que alguna vez pudo ser
y no fué.
Simplemente no pienso en retroceder
Moon dark
Hace tiempo ya,
que no persigo,
¿Por qué debería ir detrás,
cuando di abrigo,
y no fue suficiente?
La culpa no fue del tejido,
tal vez,
el destino aún aprendía a soltar.
Moon dark
Erros meus, má Fortuna, Amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a Fortuna sobejaram, Que para mim bastava Amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa (a) que a Fortuna castigasse As minhas mal fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! Que tanto pudesse que fartasse Este meu duro Gênio de vinganças!
Luís de Camões
Soy agua, soy fuego, soy fuerza e inspiración, soy trueno, soy lluvia, soy ruido y silencio, muerte y resurrección, soy esa esencia de mi alma por despertar.
N.P.
Los impacientes
Si esta avenida estuviera desierta,
vacía de personas y espejismos,
en tanto tú y yo fuéramos los mismos,
bajo la risa de la luna incierta.
Si estuviera cerrada cada puerta;
detrás de las ventanas sólo abismos,
si estuvieran rotos los mecanismos
que nos vigilan con mirada yerta.
Estaría amándote en el asfalto,
frente a los pórticos y cobertizos,
sujeto a tu sagrada desnudez.
Te amaría en el tejado más alto,
en las plazas de este prado plomizo
cual si no te hubiera amado otra vez.
Rodrigo Panteonero
The 2.8 global Livestream preview is here and the masquerade Sonetto is here.
My theory right now is that they were waiting for 2.8 to hit global and release them simultaneously, like the discovery channel collab garments, so they MIGHt give them to us this update!!! With that said...
BLUEPOCH!!!! GIVE ME THE MASQUERADE GARMENTS! AND MY LIFE IS YOURS!!!!
Soneto do Espelho Estranho
Alguém me habita e não me reconheço,
sou o inquilino, mas não sei a casa.
A voz que fala é minha e me atravessa,
mas chega a mim com um atraso que esqueço.
A psique escorre como um fio espesso
que entre os dedos se desfaz, desaba, passa.
Meu rosto é meu, porém a face é outra
no espelho opaco onde me desconheço.
Despersonalizo — e vejo o mundo frio
como uma cena em vidro separada,
gestos meus que não me pertencem mais.
Mas nesse exílio há um resto de navio,
uma âncora na voz ainda ancorada,
um quase eu que insiste e me refaz.
@on-the-edge-of-your-seat
Soneto #15 - Theatrum Mundi: Doloris Actus
Tal inexorável desventura resignada Neste palco o solilóquio apresento, A arraigada entropia que eu lamento Com o ego a exasperação altercada.
Na prosódica representação do desalento Da sina, a execrável gênese é evocada, Remete à intempestiva e lancinante alvorada Que este parvo roga ao esquecimento.
Já pensastes vós também neste tema? És fortunado ou tua jornada é um erro? Agora, já conheces tu o meu teorema.
Ecos relegados ao infindável desterro, Sem redenção, recolho-me à diastema, Ao apagar das luzes, este ato eu encerro.
Matheus O.