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祝日 / Permanent Vacation
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@theartofmadeline
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

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Game of Thrones Daily

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Kiana Khansmith
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RMH
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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@quimerar
Com amor, Van Gogh, 2017.
Mundo cão
Este é o mundo dos bêbados e dos depressivos. O mundo que me criou.
Viciados em tóxicos Em sexo Em surras Em álcool Qualquer coisa que faça sentir Dentro do vão que há no interior.
O meu mundo. Mundo cão. Chuta os cachorros já mortos Pisa nos homens caídos Amarra os braços e pernas De quem não tem força pra se levantar.
Foi o mundo que me criou. Nem a violência máxima da fome do estupro da indiferença me surpreende.
Eu fumo os cigarros da morte Esperando que ela chegue, me fazendo uma surpresa. Que me dê um choque.
O mundo que me criou. Eu tentei. Com chás e academia Ver a vida, o que melhor me cabia Nada me fez melhor Até o calor das minhas palavras Esfriou.
Este é o mundo dos bêbados e dos depressivos Viciados em remédios de tarja preta e nos quem vêm líquidos incolores e em litros.
Foi o mundo que me criou Morta. Embora viva. Gelada como um cadáver Atônita como qualquer coisa que não entende o que está acontecendo.
Não fui eu. Eu tentei me curar. Eu tentei… Mas tem hora que a única possiblidade é a de rendição.
Bandeira branca, Eu não luto mais.
Júlia
Dio come ti amo
Não sei mais mexer aqui no tumblr.
“- Você prefere vermelho vinho ou vermelho sangue?
- Para quê?
- A cor de batom…
- Sangue.
- Vou passar o vinho.”
Desligou o telefone. Qualquer cor ficaria boa naquela boca, ela só queria conversar comigo antes de nos encontrarmos, ouvir minha voz e assegurar-se de que tudo estava indo bem. Chego perto da praça de alimentação e vejo-a parada em frente à livraria, esperando por mim. Quando me vê pisca um olho rapidamente e eu sorrio, pois ela está com a boca pintada de vermelho sangue, nunca tive tanta vontade de beijar alguém quanto neste instante, mas ela está há uns 20 passos longe de mim, então espero. Vem para perto e me cumprimenta com um abraço: “Quer fazer o que hoje?”.
Compro um cigarro e saímos do shopping. Caminhamos de mãos dadas em silêncio pelo pátio até um banco na sombra, ela sorri e tira fotos (de mim, do céu, da rua, dos pássaros, das pessoas na rua…), sentados no banco ela me olha e diz que o dia está lindo demais para eu enchê-lo com minha fumaça, dou mais um trago e ela bate uma foto, aproximo meu rosto do dela e sua boca se abre para deixar a fumaça entrar… Minha neblina agora é dela. Seu olhar é profundo e eu beijo seus lábios. Quentes. Ela está sorrindo e encosta a testa na minha, beija meu pescoço e agarra meus cabelos “Sempre quis fazer isso”, não há mais sorrisos e minha mão trilha suas pernas enquanto a outra desfaz cachos do cabelo, ela marca meu pescoço com seus lábios vermelhos sentindo minhas mãos apertarem os seios. Estou excitado demais, ela percebe e diz que devemos ir embora dali.
Estamos a sós entre as paredes do meu quarto e seu corpo agora pertence a mim, tanto para beijar quanto para morder. Os seios redondos e a pele morena arrepiada, a língua correndo todo o corpo trêmulo e sedento de prazer, um corpo sob o meu clamando pelo meu sangue, não só de beijos e carícia, mas tapas e mordidas, pela dor do primeiro prazer e eu lhe dou tudo, extasiado pelo momento. No vai e vem de nossos corpos a respiração dela é ofegante e os gemidos inaudíveis, mas ela sussurra – ela sabe o que quero ouvir da sua voz e diz tudo direito. Sinto suas unhas rasgarem a pele das minhas costas e ela geme uma última vez no ápice de nossa transa, deixo meu corpo esgotado cair sobre o seu, ela me abraça e sorri dizendo “La petite mort.”.
Saio para buscar água e ao entrar no quarto a encontro nua, apenas com os óculos no rosto, deitada na cama lendo o manuscrito do meu livro – queria ser um artista para poder pintá-la no exato instante que ela mordeu os lábios. Não sorri e na boca há apenas rastros quase apagados do batom “Preciso ir embora. Quando você viaja?” Sinto que não há mais porquê ir embora, não tenho mais vontade de fugir, mas respondo “Amanhã à tarde. Eu te levo de volta”. Ela se ergue na ponta dos pés, me beija uma última vez e vai embora. Entrando no meu quarto, mais uma vez sozinho, dispo-me das roupas e ao entrar no banho apago as manchas de sangue que ela deixou em meu corpo. Minha mala já pronta espera nos pés da cama e durmo com o cheiro dela nos lençois. Amanhã viajo e dessa vez é sem retorno.
Leticia
Goodbye love you flew right by love
Only fools fall for you, only fools Only fools do what I do, only fools fall Only fools fall for you, only fools Only fools do what I do, only fools fall
Amo o instrumental dessa música.
gavettario
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Loop #56
Fabien testing his new umbrella’s function
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