Rabastan Gerard Tearsheet Aihan Mikhail Drozdov Wöfflin
idade: 26 anos.
local de nascimento: Berna, Suíça.
grupo: Marqueses.
photoplayer: Jack Falahee
personalidade
Dotado de uma força de vontade incrivelmente irritante, Rabastan é um homem feito -- não que pareça, pelas suas ações diárias. Alguns diriam que ele foi mimado durante toda a sua vida pela mãe, mas ele prefere manter esse pequeno detalhe em segredo. Debochado, irônico e orgulhoso, sempre tem que ser o certo da discussão, e não aceita um 'não' como resposta, a menos que seja mais do que fundamentada. Como a mãe, Rabastan tem algum apreço por causas humanitárias e sempre esteve com ela durante atos de caridade, o que não quer dizer que fique pensando neles durante a maior parte do seu dia. É um exímio sniper, tal como seu pai já foi, um dia, mas se recusa a entrar na academia militar que o marquês de Berna frequentou -- pacífico demais para isso, segundo sua irmã.
história
Louis Wöfflin casou-se por amor com uma plebeia, tal como o seu pai, antes dele. O resultado daquele casamento não poderia ser diferente. Com mais de trinta anos, Whilhelmina deu a luz ao garoto saudável; descendente de turcos, alemães, portugueses e americanos, não demorou muito para que o pai o acolhesse como seu futuro herdeiro, e não era um sentimento desleixado. Por mais que Louis fosse sadicamente uma das pessoas com menos veia para se tornar um pai, sua infância com Rabastan foi produtiva. Louis o ensinou a atirar com um arco-e-flecha, com uma pistola e com uma 9mm, mesmo com a idade pouco desenvolvida, e ele se divertiu nas poucas horas que o pai dispunha para ele.
Quando completou cinco anos, descobriu que a mãe estava grávida novamente e não poderia ficar mais feliz. Teria uma irmã de quem cuidar; poderia usar todas as técnicas que o pai o ensinara para que a mantivesse longe de todo o mal -- uma criança que desejava manter a família longe de todo o perigo, mas não era muito difícil, tendo um padrinho como Stelian (um sociopata, mas, mesmo assim, o melhor amigo de seu pai) e Bridget, que largou toda a sua vida na América para acompanhar a melhor amiga naquela empreitada.
Aos onze anos, foi obrigado a ir para a escola da realeza que os tataravós fundaram -- Royals --, de onde só sairia já formado, o que não gostava nem um pouco. Rabastan era um libertino, não conseguia ser preso em apenas um lugar -- sua mãe, talvez, tivesse passado aquele gene para ele, junto ao amor pelas causas médicas. Durante o tempo em que estudou no lugar, longe de sua adorada Raphaela, Rabastan se divertiu com outras mulheres; condessas, duquesas, até mesmo princesas, mas foi Frederika, uma de suas inúmeras primas, aquela da qual ele mais se lembra, especialmente porque se encontram todos os anos durante os chás de família e comemorações em geral.
Ao terminar o ensino regular na escola, decidiu começar a faculdade de medicina e, apesar de preferir entrar em Cambridge ou Harvard, o pai o obrigou a continuar ali, cuidando da irmã -- tinha feito uma promessa, afinal, e, de toda forma, Rabastan não falhava muitas vezes em cumpri-las.















