ann-black-rp:
Ouviu o mais novo atentamente, rindo fraca quando ele terminou de falar. Não era algo difícil de fazer, então o ajudaria com muito prazer, chegava até a achar aquela situação engraçada apesar de não concordar com a forma que os amigos do garoto estava agindo. “Meu nome é Annita, mas todos me chamam de Ann.”, respondeu gentilmente, “Já estamos conversando, acho que não vou precisar fingir isso.”, recebeu seu suco, se voltando para Freddie. “Quer beber algo?”
“Você é bonito, educado, fofo também, definitivamente algo que deixa uma garota como eu interessada. E pra sua sorte, eu gosto bastante de nerdzinhos.”, de fato o outro tinha qualidades que a atraíam e sua aparência lembrava a Ann de seu maior kink, não demorou pra que se virasse para Freddie, o encarando antes de juntar seus lábios aos dele num selinho, esperando o consentimento e reação dele para aprofundar o ósculo.
“Nome legal, e diferente... Não de um jeito ruim, c-claro.” tratou logo de adicionar. Não queria que sua tentativa de elogio, ênfase na tentativa, soasse rude ou estranha. “Eu sei, mas não acho que eu conseguiria manter... A conversa rolando.” achou melhor abrir o jogo, afinal poderia até ter guardado a informação para si, mas a outra acabaria descobrindo em dois ou três minutos. “Não, não, eu tô bem. Obrigado?” sorriu envergonhado, não tinha nem processado direito qualquer outra palavra depois de ‘bonito’. Não podia se deixar de perguntar, ela estava falando sério ou só estava aproveitando o momento para tirar uma com sua cara? Por outro lado, a medida que a garota se aproximava, menos se importava com a possibilidade de virar piada. Claro que o beijo ia muito mais além do que esperava da aproximação alheia, os olhos arregalados e a falta de uma reação instantânea eram as provas vivas disso. Mas se tinha recebido aquela oportunidade, não poderia negar. Nem queria. Fechou os olhos, precisava aproveitar o máximo daquela situação, subindo uma das mãos até a nuca de Ann para apoio. Sua mente dizendo, gritando, para que tomasse iniciativa foi a gota d’água para que sua língua desenhasse o contorno do lábio inferior da mulher. Se fosse rejeitado, não, ela tinha iniciado o beijo, aquela garota linda tinha iniciado o beijo, precisava aceitar os fatos.


















