(sabrina carpenter, mulher cis, ela/dela) foi feito um novo registro nos arquivos do centro comunitário, é sobre SAYLOR GENEVIEVE RHODES! ela tem 25 anos e atualmente trabalha como MAQUIADORA NO SALÃO DE BELEZA HONEYCOMB. mora na região DO CENTRO da vila Pelicanos desde QUE NASCEU. e o que eu vou falar agora não está escrito aqui… mas ouvi dizer que ela é CARISMÁTICA e CONFIANTE, só que também é muito IMPACIENTE e AVOADA. será se é verdade?
full name: saylor genevieve rhodes
nickname: sage
age: 25
birthday: 06 de março
zodiac sign: peixes
sexual orientation: hetero (até hoje pelo menos rs)
occupation: maquiadora no salão de beleza honeycomb
inspo: galinda (wicked), serena (gossip girl), lottie la bouff (a princesa e o sapo), daphne (scooby doo), angel by harry styles, addison by addison rae
nascida e criada no centro da vila pelicanos, sage sempre foi conhecida por dois motivos: ser filha do famoso pescador da vila e da cabeleireira com mãos de fada, e ter vencido praticamente todos os concursos de beleza infantis do país. quando era pequena, todos juravam que sage sairia dali para se tornar uma estrela, mas os anos passaram e, contrariando as expectativas, ela permaneceu baixinha demais para as passarelas e concursos, e acabou ficando por ali mesmo.
hoje, ela ajuda a mãe no salão de beleza da família, o honeycomb, atendendo principalmente em épocas de festival, casamentos e aniversários. nas horas vagas, que são muitas, costuma andar de cavalo, passer de bicicleta, tomar sol e pescar com o pai, apesar de fazer isso sempre de unhas feitas e com maquiagem impecável, é claro.
apesar de parecer despreocupada e conformada à primeira vista, sage vive um conflito interno de querer viver algo maior e, ao mesmo tempo, não ter ambição alguma. ela sabe que tem talento, mas às vezes se sente presa numa rotina pequena demais para seus sonhos.
sage é uma daquelas pessoas que parecem sempre viver no próprio mundinho como uma boa pisciana: charmosa, sonhadora e um tanto distraída, passa a impressão de estar sempre pensando em alguma coisa maior do que a realidade ao redor. vaidosa, criativa e de fala doce, adora estar rodeada de gente, mas às vezes se perde nas próprias ideias ou esquece compromissos sem querer. apesar do jeito fofo e leve, a loira esconde uma impaciência difícil de controlar. quando as coisas não saem do jeito que imaginou, se frustra rápido, sem dar muito espaço para conselhos ou ajuda.
sage piscou duas vezes quando avistou alicia perto da barraca de bebidas, discreta como sempre, o que incomodava a loira de vez em quando. com um sorriso fácil, se aproximou sem cerimônia, já puxando a amiga pelo braço com delicadeza. — ali, pelo amor de deus... eu sonho com o dia que você vai deixar eu te transformar por completo! — comentou baixinho, com aquele tom brincalhão, mesmo que falasse sério. os olhos azuis passaram de leve pelo visual da morena, da camisa até o cabelo. — eu juro que um dia vou fazer justiça a esse rosto maravilhoso e esse corpo de supermodelo que deus te deu. nada contra a vibe professora-da-fazenda, mas você merece uns brilhos, blush, uma roupa que te valorize! — ajeitou o próprio cabelo enquanto soltava, agora mais mansa: — mas se você tá bem assim, então tudo certo.
o cheiro de pipoca e doce no ar já estava meio enjoativo, mas sage seguia andando devagar pela praça, a mão esquerda brincando com o colar no pescoço, apenas esperando que os musicais começassem no telão. foi no meio desse ir e vir que o olhar dela esbarrou em elio. os passos iam diminuindo até parar de andar, só observando por uns segundos. era engraçado como ele parecia igual a quando eram crianças e diferente ao mesmo tempo. sage ajeitou o cabelo antes de se aproximar, parando ao lado dele, com um sorrisinho enfeitando os lábios cheios de gloss. — oi gatinho! acho que ainda não me acostumei com você de volta na vila, sabia?
o barulho das pessoas conversando e risadas de crianças preenchiam o ar da feira enquanto sage caminhava de braço dado com angel. a cada barraca, paravam pra comentar alguma coisa; uma bijuteria mal feita, um cheiro bom de doce, ou alguém usando uma roupa que claramente não combinava. mas foi quando viu que o workshop de miçangas ia começar que saylor praticamente travou no lugar. — ai meu deus. — murmurou, puxando angel pelo braço como se tivesse encontrado ouro. os olhos azuis brilhando. — angel. miçangas. vamos fazer uma nova pulseira da amizade! — sem esperar resposta, a loira já seguia na direção da barraca, praticamente arrastando a amiga. — a gente pode fazer uma com as nossas iniciais. ou sei lá, toda loira tem sua morena? na verdade não sei se isso cabe numa pulseira... — falava enquanto já pegava uma cadeira pra sentar, esperando que angelica fizesse o mesmo.
eles nunca mudam o cardápio e o planejamento sabe ? isso é confortável e estranho ao mesmo tempo . as palavras são ditas enquanto carrega uma pequena cumbuca com doces . não pode se dizer viciada em açúcar , mas talvez devesse se definir como momentaneamente adicta — não é como se fosse sua culpa que o estresse lhe deixasse tão imersa naquela necessidade . as vezes , se afundar em doces era melhor e , provavelmente mais saudável do que lidar com a vontade de se jogar de algum lugar . oficinas , comida e cinema . será que ano que vem eles entendem que podem fazer algo diferente ? é mais uma confissão do que definitivamente uma pergunta . em alguns momentos , compreende o motivo da fuga de sua própria mãe — quiçá , se sente tentada a fugir junto . já fez sua pulseira de miçangas ? minha prima fez tipo , umas cinco para mim . acho que isso já virou um vício .
sage estava sentada no banco de uma das barracas, distraída, mexendo nas próprias pulseiras quando ouviu a voz de mabel, e levou um segundo até processar o comentário inteiro. um meio sorriso surgiu em seu rosto. — é sempre igual mesmo, né? mas sei lá... acho que eu gosto. — murmurou, dando de ombros. — o que você acha que poderia ter de diferente? — perguntou com curiosidade genuína. estava tão acostumada com as tradições da vila que nem saberia sugerir alguma mudança para os eventos que se repetiam ao longo dos anos. — o que 'cê tá comendo aí, hein? — ergueu o rosto, como se tentasse olhar o que tinha dentro da cumbuca, depois baixou o olhar para as pulseiras coloridas no pulso. — ah, eu fiz só uma nova, mas vim com outras duas que fiz em edições anteriores. acho que sua prima tá viciada em fazer pulseirinhas, é uma fase difícil, mas vai passar. — comentou com uma risadinha curta, os pés balançando no ar. — e você, bel? fez alguma?
durante a feira de filme e cultura, no início da tarde.
gweneth chegou à vila pelicanos tem poucos meses, porém o suficiente para perceber que o clima do local era bem diferente do que estava acostumada sendo uma cria de nova iorque. a filipina ficava empolgada sempre que ouvia sobre um novo evento ou programação, tornando sua diversão pessoal ir em todos mesmo se não tivesse interesse algum neles. mas dessa vez até que parecia de fato uma boa atividade e algo que combinava consigo.
❛ cara, isso aqui é mais difícil do que parece. ❜ comentou com certa irritação, mesmo que seu tom fosse descontraído ❛ eu não sei quantas vezes eu já deixei cair as bolinhas, estou sem coragem de voltar na barraquinha pra comprar mais pela milésima vez. ❜ fez uma careta, mostrando as miçangas que estavam em seu colo, segurando o fio de elástico e tentando montar algumas pulseiras e colares, sem muito sucesso. ❛ já tentou fazer isso? estão ensinando ali no workshop, e até que ensinam muito bem. acho que eu que nunca fui boa aluna mesmo. ❜ começou a rir, mantendo sua atenção em muse, com quem puxou assunto aleatoriamente de forma casual, ❛ você veio pelos filmes? curte musicais? ❜
os olhos de sage seguiram as miçangas caindo do colo de gwen e um sorriso divertido escapou sem muito esforço, como se fosse um reflexo automático. — não! — exclamou, se abaixando pra catar algumas das bolinhas que tinham rolado pra perto dos seus pés. — não desiste, sério! é uma lembrancinha tão fofa do festival, olha, eu sempre venho com algumas que fiz nas edições passadas. — levantou o braço, mostrando as três pulseiras coloridas alinhadas no pulso e apontou para a que tinha feito um pouco antes de encontrar a filipina. — essa eu fiz hoje! eu tenho um monte dessas! — comentou com um sorriso animado. — se quiser, podemos fazer isso numa mesa depois! tenho varias miçangas coloridas. — sage e gwen eram completamente diferentes, mas isso não impedia a loira de tentar arranjar algo que pudessem fazer juntas, adorava conhecer gente nova e fazer amizade. — agora sobre musical... grease é meu filme conforto desde criança. vai ser simplesmente impossível ouvir a sandy cantar “hopelessly devoted to you” porque eu vou estar cantando mais alto que as caixas de som! e você? algum musical favorito? você não parece muito o tipo que gosta de musical, sinceramente. mas, sei lá... tô errada?
" que que 'cê 'tá rindo , hein ? " quem conhece sabe o quão rabugento taylan é por natureza ; quase sempre com uma expressão zangada que camufla parte da fadiga do dia a dia . porém , quando se trata de figuras pequeninas , leia-se crianças adoráveis com tinta guache , o turco esbanja um quê de rejúbilo e certa graça desmedida . " 'cê não está pensando em fugir , né ? olha só a carinha dela ! prefere que ela desenhe em ti ou ou quer que eu faça uma borboleta em @você ? " não é taylan quem ostenta de olhos brilhantes e carismáticos , porém , o sorriso que expõe tem um quê de felicidade e certa audácia . " se liga só no desenho no meu rosto ... " ele sequer havia reparado em qual a arte as crianças haviam feito . " aceita logo , vai . eu te pago , sei lá , uma pipoca ? " cochichou para muse quando observa os pulinhos de empolgação da criança .
os olhos de sage encontraram os dele, franzindo o nariz numa expressão fingida de desdém. — sei lá, acho que não tô acostumada com a sua cara pintada... — respondeu risonha. a loira achava a situação cômica, mas de forma fofa. taylan parecia outra pessoa sem a costumeira carranca, ficava até mais bonito em sua opinião. ela cruzou os braços, fingindo estar pensativa, e então olhou para a criança que esperava de pincel na mão, pulando de ansiedade. — com uma condição! a minha tem que ficar muuuito mais bonita que a dele, ok? — piscou, puxando uma mecha loira para trás da orelha, já dando meio passo pra frente, mesmo antes de terminar a frase. — pipoca doce. sem economia no caramelo. — sussurrou no ouvido do moreno antes de se sentar no pequeno banquinho, ficando na altura da criança. — arrasa, hein?