Marilyn Monroe and Jane Russell on the set of “Gentlemen Prefer Blondes” (1953).

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Meu novo site está no ar!
Nele você encontra minha trajetória profissional e conhece meus próximos projetos, incluindo Cupim & Chico e Overso — universos originais pensados para cinema, TV, streaming e inteligência artificial.
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#worldcup #cup
Nenhuma emissora de TV ou rádio é difícil de derrotar na audiência. Basta respeitar o público, seguir uma lógica de programação e manter coerência nos horários e nos produtos. Quando isso acontece, a audiência e o mercado publicitário acabam vindo naturalmente.
Se uma emissora possui os direitos de transmissão de um evento, deve simplesmente exibir tudo relacionado a esse evento no horário programado. O problema é que muitas emissoras abertas entenderam que certos eventos servem para aquecer a programação, aumentar o faturamento e impulsionar a audiência, mas isso não significa que não devam quebrar o hábito na programação.
O público de hoje não tem tempo para ser solidário com uma emissora de TV ou rádio.
Nenhuma emissora brasileira é a Apple.
O telespectador vai assistir onde se sentir respeitado. E respeito começa pela previsibilidade, pela qualidade do conteúdo e pelo compromisso com aquilo que foi prometido.
RONIN | A Obra-Gráfica que Parece um Laboratório Criativo de Frank Miller
Quando se fala em Frank Miller, a maioria das pessoas lembra imediatamente de The Dark Knight Returns ou de Sin City. Mas existe uma obra anterior que talvez revele o autor de forma ainda mais crua, experimental e ousada: Ronin.
Para mim, Ronin sempre pareceu menos uma história fechada e mais um gigantesco laboratório de ideias. É como se Frank Miller estivesse testando conceitos, linguagens visuais e formas narrativas que mais tarde seriam refinadas em trabalhos posteriores. Ao mesmo tempo, é justamente essa característica que torna a obra fascinante e imperfeita.
Durante a leitura, especialmente para quem a conheceu na adolescência, existe uma sensação constante de que a história está caminhando para algo monumental. A mistura entre o Japão feudal dos samurais, honra, vingança e espiritualidade com um futuro tecnológico decadente cria uma expectativa de que todos aqueles elementos irão convergir para uma grande revelação. Em alguns momentos, parece que estamos diante de uma obra capaz de unir séculos de tradição japonesa com uma visão futurista tão ambiciosa quanto a ficção científica mais ousada.
Mas essa promessa nem sempre se concretiza totalmente.
Ao reler Ronin décadas depois, fica a impressão de que alguns conceitos foram apresentados de maneira brilhante, porém não explorados até suas últimas consequências. O futuro para o qual o ronin é transportado, por exemplo, possui ideias visualmente extraordinárias, mas nem sempre recebe o desenvolvimento necessário para transformar aquele cenário em algo plenamente realizado. Há momentos em que a narrativa parece correr mais rápido do que o próprio universo que está construindo.
Talvez seja justamente aí que mora a dualidade da obra.
Por um lado, ela representa uma ousadia raríssima. Miller absorve influências dos mangás japoneses, rompe com convenções dos quadrinhos americanos da época e experimenta enquadramentos, ritmo e composição de página de maneira quase revolucionária. Por outro, em determinados trechos, a obra corre o risco de parecer um grande fanzine de luxo, uma coleção de ideias brilhantes ainda em estado bruto, como se estivéssemos observando anotações criativas de um artista tentando descobrir seus próprios limites.
E isso não é necessariamente uma crítica.
Muitas vezes, os trabalhos mais importantes de um autor não são os mais perfeitos, mas os mais arriscados. Ronin pertence exatamente a essa categoria. É uma obra onde vemos um Frank Miller disposto a errar para encontrar novos caminhos. Sem Ronin, talvez não existisse o Miller que revolucionaria os quadrinhos nos anos seguintes.
O impacto visual continua impressionante até hoje. Algumas páginas ainda transmitem a mesma sensação de estranhamento e fascínio que provocavam nos leitores dos anos 1980. A arte parece desafiar constantemente o leitor, recusando-se a ser convencional.
Por isso, ao reler a obra atualmente, surge um pensamento inevitável: Ronin talvez funcione ainda melhor como ponto de partida para uma adaptação cinematográfica ou uma animação de grande orçamento. Os conceitos estão lá. O universo está lá. Os conflitos estão lá. O que muitas vezes parece faltar é justamente o espaço que um filme ou uma série poderia oferecer para expandir determinadas ideias e aprofundar aquele futuro tecnológico tão intrigante.
No fim das contas, Ronin não me parece uma obra-prima perfeita. Ela é algo talvez mais interessante: um experimento criativo de alto risco. Um lugar onde Frank Miller testou possibilidades, misturou influências orientais e ocidentais e criou uma narrativa que oscila entre o brilhantismo e o caos.
E talvez seja justamente por isso que ela continua sendo lembrada mais de quarenta anos depois. Não porque respondeu todas as perguntas, mas porque deixou a sensação de que havia muito mais para explorar naquele universo. Uma raridade imperfeita, ousada e visionária, que continua parecendo uma janela para tudo aquilo que Frank Miller ainda viria a se tornar.
Uma plataforma de inteligência esportiva de alta performance que transforma estatísticas em previsões precisas para apostadores de elite.
(via (1) @cosmonautroger on Tumblr)
A Still from ‘A Matter of Life and Death’ (1946)
(via Home / X)
Fantastic score by David Newman that captures the pulp and adventure themes of the movie, and is one of the reasons this film actually holds up pretty well today as one of the better comic book films of the 1990's.
My game combines Blame! X Portal X Lorns Lure
Mik on steam.
Vast Horizons and Iron Giants
A study on scale and atmosphere in futuristic environment design.