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@richard-towsend
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Ah, é? E quais foram? – Perguntou com um sorriso. – Ótimo espÃrito eu tinha de ter para não jogarmos coisas um no outro dentro de casa. – Brincou, rindo baixo, continuando com um sorriso no rosto ao sentir o beijo do rapaz. – Gosta, é? Já que acha isso, vou lembrar de falar bonito mais vezes… E não ser interesseira me trouxe muitas vantagens então. – Disse divertida.
Não jogaria, isso você não puxou do lado ruim da sua famÃlia. Seu estilo é mais olhar feio para mim e chorar. O que é estranhamente efetivo. - Ele maneou a cabeça com um sorriso e beijou o rosto da esposa. - Ser teimosa você quer dizer, nunca vi uma mulher demorar tanto para aceitar um presente.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Ah é? Quer dizer que não gosta de absolutamente nada em mim? - Questionou, fazendo bico. - Fui enganada esse tempo todo? - Fingiu-se de triste. - Porque eu gosto dos seus olhos. - Segurou levemente o rosto do garoto, fazendo-o fitá-la nos olhos. - Gosto do seu cabelo. - Subiu a mão do seu rosto até seu cabelo, o acariciando levemente. - E de todo o resto. - Tentou conter um sorriso, fazendo leves carÃcias com os dedos pelo rosto do rapaz, descendo delicadamente até sua nuca.Â
Bem, eu tive que encontrar algum motivo para gostar de você. E encontrei dois grandes...- Lançou um olhar sugestivo a ela. - Seu coração e seu ótimo espÃrito, minha adorada esposa. - Sorriu maroto, semicerrando os olhos conforme sentia o toque dela. - Você também é muito boa com as palavras, isso eu também gosto. - Inclinou-se por sobre o banco, tocando o rosto da garota. Beijou de leve a linha da mandÃbula. - É por isso e porque posso ficar pobre, que nunca pedirei o divórcio.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Talvez desse, mas provavelmente nunca vamos saber porque tenho certeza de que a criança vai ser mesmo loira… - Parou de discutir, franzindo a testa em preocupação com o que o marido disse em seguida. - Mesmo? Você não gosta das minhas covinhas?Â
Absolutamente. - Parou o carro na garagem de casa, virando-se para encarar a loira, forçando um ar sério. - São horrÃveis, assim como seus olhos, seu cabelo e o resto todo. Casei com você por piedade.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Melhor ser escolhido por dinheiro que por beleza? Estou me sentindo fútil agora… - Ironizou, rindo junto. - Loira não tenho dúvidas de que vai ser, ou um parente seu ou meu, muito distante, teria que ser moreno para justificar. Defeito? Que defeito?Â
Não acho que desse para ser morena mesmo que tivéssemos um parente distante, mas cadê o inútil do Duncan quando preciso dele para perguntar? É, seu defeito. - Estendeu a mão direita, para tocar o rosto da esposa. - Esses buracos que tem ai na bochecha.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Por que acha que escolhi um marido bonito? Já foi com segundas intenções. - Brincou. - Preferia que não fossem expulsos por terem um bom comportamento, vamos continuar torcendo que puxem o meu lado, sim? - Pediu, com um ar divertido. - Detalhe que estamos planejando já a genética da criança e ela ainda nem foi concebida.Â
Eu pensei que tivesse me escolhido por ser rico, agora estou meio desapontado...Mas bem, eu tive o mesmo critério de seleção então perdoo. - Brincou, rindo baixo. - Mas não é o normal? Já sei até como a criança seria, porque de qualquer jeito vai nascer loira e ter uns pés enormes, só estou na duvida sobre a cor dos olhos e se vai herdar esse seu defeito de famÃlia.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Ela irá adorar! - Riu. - Ah é? E muitos outros não compreendiam também, de certo. E eu estava dizendo versões menores de você com relação a aparência, eles poderiam puxar a mim com relação a comportamento. Pelo menos ficarÃamos tranquilos em não sermos chamados na escola. - Brincou, divertida.
Quer crianças bonitas então? Não posso culpá-la, se tivermos uma menina com pés enormes como os seus ela que receberá crÃticas construtivas. - Lançou um olhar a mulher com um sorriso zombeteiro. - É só darmos contribuições boas a escola e nunca serão expulsos.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Certo, então vamos avisá-la todas as vezes que fizermos para mostrar a ela que estamos sempre tentando. - Disse irônica, dando uma risadinha. - Mas isso não é ruim, é bom, na verdade. Sinal de que ela se importa mais com crianças saltitando pela casa que com futuros adultos cuidando dos negócios da famÃlia. - Ponderou. - E talvez esteja realmente na hora de termos uma versão pequena de você correndo por aÃ, não acha? - Deu um sorriso bobo, olhando para o marido.
Vou lembrar de mandar uma mensagem a ela da próxima vez! - Piscou de forma brincalhona, dando a partida no carro e o manobrando. Fitou-a de lado, um sorriso divertido se formando em seu rosto. - Sério? Eu pensei que você estivesse rezando para nossos filhos puxarem a você e assim não destruÃrem a casa ou praticarem bullying nas crianças da escola. Não que eu fizesse isso, claro, eu só fazia crÃticas construtivas que você não compreendia.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
Mas não precisava anunciar assim, seu indiscreto! - Deu-lhe um olhar repreensivo junto da sogra. - Nisso tenho de concordar, está tarde e não queremos incomodar a senhora por tanto tempo. Apesar do seu filho sem tato, foi uma ótima visita. - Sorriu divertida, cumprimentando a sogra. Despediram-se e entraram no carro. - Já pensou que sua mãe não gostaria de ouvir a respeito do que temos feito para ter um bebê? - Disse, tentando conter um riso.
Eu não dei detalhes, mas acredito que ela ficaria muito mais preocupada se achasse que não temos feito nada. - Argumentou, entrando no carro. Virou-se para observar a esposa. - Mas você não deveria ligar para o que ela diz, ninguém devia ficar se metendo nos nossos assuntos. Todo esse interesse é porque ela quer netos loiros, essa desculpa de herdeiro é fuleira.
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
- Estava praticamente assistindo uma partida de tênis, vendo Richie e sua mãe discutirem sobre terem um filho. Ao ouvir a pergunta da sogra, hesitou um instante a responder. - Claro, adoro crianças! E bem… Não posso negar que realmente me animo no assunto. - Disse num tom mais baixo, antes de dar uma leve cotovelada em Richie. - Já tentou ser um pouco mais discreto?Â
Ei! - Protestou ao ser acertado simultaneamente pelo cotovelo da loira e pelo olhar repreensivo da mãe. - Ela quer crianças, para isso temos que fazê-las, oras! Só apontei o óbvio. - Ele voltou a dar de ombros, e terei levado uma nova repreendida se não tivesse se apressado em pegar Terry pela mão, preparando-se para partir. - Mas está tarde e nós devÃamos ir logo antes que eu desista de ser o motorista sóbrio da noite. -Sorriu, beijando a mãe no rosto e se despedindo.Â
Eu não sei porque tanta pressa, temos muito tempo.
- Ele argumentou, dando de ombros desconsiderando os comentários da mãe sobre como ela já esperava netos. Judith bufou, irritada, e decidiu recorrer a nora. - Theresa, você gosta de crianças, não? Aposto que etá ansiosa para ter uma sua também. - Richie revirou os olhos, fitando a esposa de lado. - Não é como se nós não nos esforçássemos em praticar. - Resmungou.
Por que você tinha que escolher um lugar perto de água?
Ah é? Mas eu acho que também posso ser persuasiva quando quero. - Sorriu ao ver a forma como ele a olhava. - Mas se eu não usar biquÃni, não vou ficar com um bom bronzeado para você ver depois. Só faço isso se você fizer o mesmo, espertinho. - Retirou a blusa do rapaz rapidamente, antes de levar as mãos até seu abdômen e subi-las vagarosamente até sua nuca, sentindo um arrepio com os beijos. - Sabe que ultimamente estou adorando todas as suas propostas? - Disse, lhe dando um beijo intenso em seguida, separando-se apenas quando faltou-lhe ar, agora levantando-se e puxando o rapaz por uma das mãos até a banheira. - Acho que não vou demorar a me acostumar com essa ideia de ser uma Towsend.
Eu te adoro quase albina assim, parece mais adequado a seu tÃtulo de Rainha Arco-iris e tudo. - Deu de ombros. - E claro que gosta, eu também sou muito bom negociador. - Sorriu divertido antes de receber o beijo. A beijou com mais ânsia do que gentileza daquela vez, gemendo baixo quando ela se afastou. Levantou-se, para a acompanhar. Chegando lá ligou a água e fitou a esposa. - E precisa? Já é uma da cabeça aos pés. Agora me deixe ver isso tudo para comprovar. - Sorriu de lado, fechando a porta.
Por que você tinha que escolher um lugar perto de água?
Até parece que você iria querer que me ver usando um maiô ao invés de um biquÃni. - Riu, também com o que ele disse em seguida. - Ah, eu estava gostando de comandar, Towsend. - Disse não muito convicta, já que na mesma hora cedeu ao beijo do rapaz, sentindo o corpo relaxar, aprofundando o contato enquanto suas mãos subiam até seus ombros e os acariciavam numa espécie de massagem. - Hm… Não gosto de obediência, mas é realmente uma proposta tentadora. - Fez uma cara pensativa, mas sorriu ao sentir a mordida. - Às vezes eu não só acho, como tenho certeza de que você é mesmo muito bom sendo persuasivo. - Deu um selinho demorado nele, antes de se afastar e tirar de vez a blusa, a jogando num canto do quarto, agora ficando no colo do marido. - Sua vez. - Disse sugestiva, colocando a mão por debaixo de sua blusa e subindo os dedos por suas costas.
É um talento inato, mas quem sabe um dia eu te ensine um pouco disso. - Parou para fitá-la com um olhar apreciativo. - Isso tudo é um belo motivo para apreciação, por isso que prefiro que outros caras não te vejam de biquÃni. Eu não vou protestar se quiser desfilar assim só dentro de casa. Na verdade seria uma ótima ideia! - Fez menção de inclinar-se para beijá-la, mas ela começara a tarefa de despi-lo e ele ajudou-a apressado. Livrou-se da camiseta, jogando-a no chão. Voltou a apoiar as mãos nas ancas da loira, puxou-a para mais perto, depositando beijos na linha da clavÃcula dela. - O que acha de começarmos aquela exploração da banheira agora?
Por que você tinha que escolher um lugar perto de água?
Da minha boa vontade? Então você deve estar confiante. - Disse ainda com um sorriso, agora acariciando levemente sua nuca com a ponta dos dedos. Arrepiou-se com o toque dele em seguida. - Boa escolha. - Antes de dizer qualquer outra coisa, foi puxada por ele para mais perto, e riu baixo do que disse em seguida. - Mas não precisa ser difÃcil. - Continuou acariciando a nuca de Richie, antes de depositar um beijo ali. - Certas coisas na vida nós podemos muito bem facilitar. - Sorriu.
Da sua boa vontade de usar maiôs decentes ao invés de biquÃnis. - Emendou em tom debochado, erguendo uma das mãos para ajeitar o cabelo da garota atrás da orelha. - Essa vista facilita minha vida muito já. - Brincou com um sorriso divertido, que só se alargou conforme sentia os lábios dela em sua nuca. - Okay, chega de deixar você mandar no jogo. - Se afastou um pouco para poder fitá-la novamente, e a beijou de leve inicialmente, antes de aprofundar o contato, sua mãos descendo até a base das costas dela, por debaixo da blusa. Cortando o beijo, começou a trilhar um caminho até o pescoço dela. - Seria uma boa hora para dizer que vai cooperar, sabe? Começar a ser uma esposa obediente. - Mordeu de leve o pescoço dela, e puxou sua blusa para cima com o intuito de tirá-la.