AVAN JOGIA Now Apocalypse 1.10 "Everything Is Gone Forever"
Sweet Seals For You, Always
$LAYYYTER
todays bird
Sade Olutola

Kaledo Art

roma★

tannertan36

No title available
Stranger Things

oozey mess
noise dept.
Misplaced Lens Cap

Love Begins
Cosmic Funnies
One Nice Bug Per Day
Peter Solarz

Origami Around
Alisa U Zemlji Chuda
No title available

祝日 / Permanent Vacation
seen from Finland
seen from Peru
seen from Brazil
seen from Türkiye

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Hong Kong SAR China
seen from Oman
seen from United States

seen from South Africa

seen from South Korea
seen from Romania
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Nigeria
seen from United States
@richyrico
AVAN JOGIA Now Apocalypse 1.10 "Everything Is Gone Forever"
task 01 - Eva Luna
Apesar de estar de férias da faculdade, Rico deveria estar trabalhando - e, de certa forma, estava. No caso, “trabalhando” significava “estar sentado na frente do computador com o Slack aberto”, e não fazendo os cálculos complexos que seria esperado para sua posição. Na verdade, nem ele saberia dizer exatamente o que sua função fazia, mas esse não é o ponto.
Mateo revirou os olhos para o rapaz - aparentemente, ele os havia colocado em uma situação com tudo para dar errado. Mas Rico agora o conhecia bem o suficiente para saber que o Quintana era facilmente vencido com elogios, e foi inevitável sorrir diante do pequeno flerte dele. Havia sido um risco beijá-lo na mansão dos Borbón, mas aparentemente, o risco havia valido muito a pena. Entrou no estabelecimento junto com ele, deixando que ele conduzisse os pedidos e pagasse por eles. A sorveteria não tinha nenhum tipo de vitrine nem nada que desse qualquer pista de seu cardápio, e os funcionários vendaram os dois homens e os conduziram até o salão. Era exatamente o tipo de experiência excêntrica que gente rica gostava... mas, no fim do dia, Mateo e Rico eram dois rapazes ricos, e o Quintana se divertiu com toda a experiência.
Estava muito mais animado com a situação quando ambos sentaram à mesa, e após a contagem do Bardém, Mateo pegou uma colherada do doce e a levou à boca. Após a sensação inicial do alimento gelado, ele pôde distinguir um gosto muito peculiar... de pistache, mas não exatamente pistache. Era o tipo de gosto claramente artificial, que você esperaria de um carrinho barato na orla da praia, e Mateo fez uma careta que o outro rapaz não veria por também estar vendado. "Mas não é possível." Reclamou, embora seu tom fosse risonho. "O seu também é absolutamente horroroso ou só eu que dei azar?"
Aquele poderia ser o ponto alto do verão. Poderia ser uma experiência memorável… Mas o gosto de morango artificial afundou qualquer esperança que o moreno tinha, e ele nem precisava olhar para imaginar que a sobremesa tinha cor de rosa-chiclete. Estava disposto a apostar que ,dentro da cozinha secreta, tinham embalagens de um sorvete qualquer comprado no mercado - Não - ele grunhiu, ainda sem acreditar - O meu é péssimo. Nem péssimo, na verdade, mas completamente sem graça. O que é ainda pior.
Apesar de estar feliz de passar tempo com Quintana, já que a atração iniciada na festa da Linnet ainda podia ser muito explorada, sua revolta afogou qualquer outro sentimento. Ele ainda não entendia, não conseguia acreditar que passou duas horas no sol por uma coisa que ele podia ter comido no sofá de sua própria casa. Humilhante era o mínimo - Deixa eu experimentar o seu - não era um pedido, na verdade, julgando pela insistência com que Rico tateou com sua colher pela mesa até encontrar o sabor de Mateo. Um pistache muito artificial também - Eu não acredito que eu te arrastei na fila por duas horas pra isso. Sério, sinto muito.
"Trinta euros, Rico... Falando assim, parece até que você vai sentir falta desse dinheiro," ele comentou, achando graça da reação dramática do amigo. Até tinha a noção de que aquele era um preço um tanto incompatível para um sorvete comum, mas não era como se tivesse o costume de sair perguntando o valor das coisas antes de adquiri-las. Além disso, não era o tipo de pessoa que se irritava facilmente com situações como essa. "Não dá pra confiar em nenhum crítico. Você sabe como é fácil comprá-los..." ele próprio já havia feito algo do gênero, para ajudar um amigo da faculdade que havia lançado uma marca de roupas. "Mas, ei, sabe o que você devia fazer? Postar a sua própria crítica. Tenho certeza de que as pessoas vão ficar gratas em ouvir uma opinião sincera."
Ninguém nunca ficou rico jogando dinheiro fora - apontou, ainda revoltado - Sem contar que é um desaforo gastar dinheiro com comida ruim. É uma questão de orgulho - sabia que, para alguém com a capacidade financeira de sua família, aquela era uma reação ridícula - mas não conseguia evitar. Afinal de contas, se tinha algo de que se orgulhava era de sua capacidade de selecionar as melhores experiências gastronômicas e ser extremamente rígido quanto a isso. Ser engambelar desse jeito era basicamente humilhante - Sim. Alguns de nós são mais baratos que os outros, pelo visto - murmurou, mais para si do que para sua companhia - Eu estou pensando em fazer isso, sabia? Por alguns anos eu tive uma página de reviews gastronômicas no… Facebook? Facebook, eu acho. Mas era anônimo. Eu acho que vou reviver esse projeto só pra reclamar dessa bosta.
elena escutou atentamente a opinião de rico, com um olhar inquieto, parcialmente invejoso; a visão dele daquilo tudo parecia simples e ela só queria que isso entrasse na própria cabeça. mas depois do jantar de algumas noites atrás, ela só conseguia ficar obcecada com as possibilidades. inclusive ali, no que deveria ser um refúgio. ❝você, um anjo? vamos combinar, rico, se você é um anjo, eu sou a encarnação da paciência❞, disse com um sorriso brincalhão, claramente não comprando a ideia. ❝do jeito que você fala, parece que somos um bando de animais❞, fingiu uma expressão magoada e chocada, mas rindo logo em seguida. ❝acho que tem razão. afinal, sabemos o que aconteceu da última vez que tivemos uma festa todos juntos em mallorca❞, lembrou, se referindo, é claro, à noite da morte de linnet. ❝conveniente? não sei se diria isso... é a melhor faculdade da cidade, talvez do país. não querendo militar nem nada, mas se os filhos dos mais ricos do país não entrarem nela, quem vai?❞, perguntou, dessa vez também retirando os óculos escuros para encarar o bardem, as sobracenlhas levantadas. ❝além do mais, imagina quão entendiante seria sua vida sem nós.❞ brincou.
Assim você me magoa, Leninha. Eu sou um anjo - insistiu, apesar de não concordar nem discordar completamente. Não era lá o rapaz mais comportado do mundo, mas também conhecia gente bem pior. O máximo que ele fazia era dar conselhos financeiros ruins para pessoas - Sóbrios talvez não, mas quantos minutos você acha que levaria até alguém arrumar uma garrafa de vodka? Eu lembro muito bem daquela festa na piscina do clube de campo dois anos atrás - ele ainda ouvia reclamações sobre os resultados do evento em casa,e tinha certeza que uma certa cicatriz nas costelas não estava lá antes - Teve essa festa também, mas… Não foi nossa culpa o que aconteceu, sabe - afirmou, apesar de não acreditar nem um pouco em suas palavras. Todos eles estavam envolvidos na morte, principalmente o próprio Rico - Pois é, mas com tantas faculdades no exterior, é engraçado que todo mundo preferiu ficar por aqui mesmo. Pelo menos não estamos todos morando numa república, daí seria demais - riu, cogitando momentaneamente a ideia. Um bando de jovens mimados tentando conviver no mesmo espaço apertado? O edifício pegaria fogo uma vez por semana - Entediante, tranquila… Muitos nomes. Mas é verdade, a minha vida social não seria nem de longe tão agitada - retirou os óculos de sol, mudando de posição para conversar melhor - Preparada para a volta às aulas?
A expressão que Mateo fez ao saber que não poderia nem ao menos escolher o sabor do sorvete foi ultrajada, os lábios entreabertos e a testa franzida. "'Cê tá brincando, né? Eu não vou nem poder escolher o sabor?" Perguntou, seu humor piorando consideravelmente, embora a expressão fosse logo substituída por outro sorriso. "Já vou avisando que é você quem vai pagar o meu. Não vou gastar meu rico dinheirinho com algo que eu posso odiar." Duvidava muito que fosse de fato odiar a experiência, mas o Quintana não era nada sem uma dose generosa de drama. A vez dos dois logo estava chegando - a fila realmente havia andado rápido, ou ele é quem não tinha percebido o tempo passar diante da boa companhia de Rico. "Ah, agora você está falando a minha língua. Não há nada que fale mais alto ao meu coração do que um homem bonito me pagando um jantar." Embora seu tom fosse brincalhão, havia uma tonelada de verdade naquela frase. A vez dos dois de serem atendidos enfim chegou, e ele observou o balcão simples antes de se voltar ao amigo. "Vamos lá, então, para essa nova aventura culinária. Confesso que tô curioso."
Não - Rico confirmou, sorrindo. Em circunstâncias normais ele odiaria a ideia de não saber o que está colocando na boca com todas as forças, mas dessa vez vale a pena. O lugar prometia uma experiência magnífica e inovadora, e até o sabor de sorvete mais deprimente valeria a pena - Claro, pago sim. A sua estimada companhia vale o preço - E ainda diziam que Rico não era um cavalheiro. Apesar de ser bastante… Particular com seu cartão de crédito, ele gostava de mimar as pessoas de quem gostava - É mesmo? Eu devia ter pensado nisso antes, então - desde a noite na mansão dos Borbón, o tom das interações entre os dois rapazes tinha passado para o flerte. Para Rico, se tratava da diversão do momento, como preferia - Certo, vamos lá. Duas caixas, por favor - pediu, olhando em volta. À primeira vista, a loja não tinha nada demais - era bastante simples, na verdade, fora a porta preta nos fundos do cômodo. Um aspecto interessante é que não tinha nenhum balcão refrigerado com vidro expondo os sabores. Pelo contrário, as duas caixas cinza chegaram através de uma janelinha após Rico passar seu cartão. Seguindo as instruções do atendente, eles passaram por ela em direção ao ambiente atrás - sendo constantemente lembrados que o uso de celulares era proibido no ambiente. Não que fosse possível, já que ambos receberam vendas para colocar e foram conduzidos até a sua mesa por um assistente no salão - Então é isso que eles querem dizer por “focar nos sentidos” - riu, mais animado do que nunca. Ele conseguia ouvir murmúrios ao seu redor e um leve aroma que ele não identificava, mas que estava sendo espirrado no salão em intervalos regulares (julgando pelo som). Como a visão estava impedida, estava pronto para utilizar os outros sentidos - Pronto? Três, dois… - no um, ele pegou uma colherada do doce e colocou na boca. Ele sentiu a textura da colher de metal bater nos dentes, o gelado… E um sabor artificial de morango. Na verdade, era o mesmo sabor de morango que um sorvete muito comum (e barato) tinha - Eu… não entendi.
starter fechado com @richyrico sorveteria, à tarde. bardem disse: this feels a bit fucking stupid now to be honest.
Após terem passado todo aquele tempo esperando na fila da sorveteria, finalmente conseguiram fazer os seus pedidos e então se sentaram para experimentar a sobremesa. Não demorou muito para que Gabriel percebesse que, apesar de não ser ruim, aquele sorvete tinha um gosto bastante... normal. Preferiu não falar nada, mas quando Rico finalmente quebrou o silêncio, dando a entender que ele pensava o mesmo, Saavedra deu uma risada sincera. "Às vezes, a gente precisa ser feito de idiota para aprender nossa lição," balançou a cabeça. "Mas, na dúvida, sempre desconfie de lugares com filas muito grandes. Eles nunca fazem jus ao hype," falou, mesmo enquanto levava o sorvete novamente em direção à boca. "Aposto que eles nem demoram tanto tempo assim pra fazer, deve ser só preguiça de abrir todos os dias. Aliás, como você ficou sabendo sobre esse lugar?"
Decepcionante era uma palavra muito fraca para descrever o que Rico estava sentindo. Sua vontade sincera era de ir até o balcão e exigir o dinheiro de volta, e depois mandar uma mensagem bem educada para todo mundo no seu feed do Instagram que louvou as benesses daquele lugares. Não era ruim, mas era normal. Normal como um sorvete que ele poderia ter comprado no conforto de seu lar - Fale por você, cara. Eu já sou esperto o suficiente, não preciso aprender mais uma lição. Principalmente uma lição que custou quase trinta euros - Havia poucas experiências na vida do que gastar dinheiro com comida sem graça, na opinião de Rico - Sei lá, vários críticos que eu confiava falaram muito bem daqui. Por isso que tá cheio, na real - apontou, comendo mais uma colherada. O sorvete de pistache mais doloroso de sua vida - Eu encontrei no Instagram. Muita gente legal que eu sigo e que eu conheço pessoalmente estavam falando horrores sobre esse lugar, então eu fiquei curioso. Traíras, todos eles.
elena quase cuspiu um pouco do aperol que tomava diante da brincadeira sobre o signo. ainda assim, o que rico disse a deixou pensativa, sobre o comportamento de linnet. ❝pois é, ela estava bem esquisita naquela noite, todas aquelas brigas e querendo arranjar barraco de propósito... fico pensando só o que estava acontecendo de verdade...❞, e fez uma nota mental sobre isso, tentando não se alongar no assunto, diante da manifestação do bardem de não querer falar sobre aquilo. afinal, estava no refugio e deixar a de borbón roubar mais aquilo era lhe dar muito poder. lena bufou e riu diante da ideia de ter ricardo sentado na mesa de natal. ❝não se ache, estamos em armistício, mas nunca se sabe quando você vai ser completamente irritante e me fazer declarar guerra de novo, melhor deixar os soldados de sobreaviso❞, brincou. ainda assim, sabia que aquilo podia acontecer, o "relacionamento" entre os dois era conturbado desde crianças, com provocações e embates desde então. a de bellefort olhou para o copo, franzindo o cenho: ❝não sei o que colocaram, só sei que quero mais um. e que continuem mandando❞, concluiu, voltando a encarar a piscina na frente deles. ❝sabe, acho que a gente devia trazer o grupo todo pra cá, relaxar. eu tava precisando fugir dos estresses e acho que o clima tá bem carregado. e claro, não pode ser de todo mal fechar uns poros e outros dos amigos❞.
Rico retirou os óculos de sol que estava usando, já que uma nuvem decidiu cobrir o sol escaldante que banhava os dois. De qualquer jeito, era mais fácil olhar e conversar com as pessoas sem o acessório - Eu também não sei, e sinceramente não quero saber. Digo, mesmo que tivesse alguma coisa errada, não foi a primeira vez que ela agiu desse jeito - apontou, recostando-se novamente na espreguiçadeira. Tinha uma opinião bastante ruim de Linnet, e não escondia esse fato de ninguém - Eu? Eu sou um anjo, nem vem - corrigiu, sorrindo com a própria hipocrisia. Sabia que era propositalmente irritante, mas Elena também não ficava para trás - Eu gosto da ideia, mas tenho certeza que nós seríamos todos expulsos em menos de uma hora. No momento que alguém começasse uma guerra de água, estaríamos perdidos. Sem contar que não dá pra relaxar com tanta gente assim, é quase o semestre da faculdade de novo - deu de ombros, tomando mais um gole do frágil copo de vidro - Não é interessante que todos nós acabamos na mesma faculdade? Um pouco conveniente, até.
Havia sentido falta de sentir aquele tipo de relaxamento. O mundo real poderia estar desmoronando, mas em Mallorca, seu maior problema era estar debaixo de sol em uma fila enorme enquanto esperava para tomar um sorvete que Rico prometia ser "revolucionário". "Se o convite não tivesse vindo de alguém com gostos requintados como você, eu teria ido embora no momento em que vi a fila." Retorquiu em tom brincalhão, embora a frase fosse de fato verdadeira. Se compartilhavam do gosto por bebidas, talvez as preferências culinárias não fossem tão distantes também. O comentário insinuante dele o fez rir, e Mateo enfiou as mãos nos bolsos da bermuda, analisando rapidamente a rua na qual se encontravam. "Tá certo, eu acredito em você. E não vou ser injusto, a fila até que está andando rápido." Acrescentou, já que poucos minutos depois, estavam caminhando mais um pouco, mais próximos da loja. "Já pode começar a me falar quais são os melhores sabores para eu chegar preparado. E mesmo que eu acabe gostando, fiquei curioso para saber quais alternativas passaram pela sua cabeça. Satisfação nunca é demais." Concluiu, direcionando a ele um olhar e sorriso travessos que certamente eram um reflexo dos dele.
A maior vantagem de estar em Mallorca é que ninguém realmente se importava com eles ali. Poderiam estar usando as roupas mais caras da cidade mas, para qualquer transeunte, eles eram só dois rapazes numa fila ridícula para a sorveteria. Uma atividade completamente comum naquela época do ano - Eu sei, minha reputação me precede - riu, balançando a cabeça como costumava fazer - Acredite em mim: se não valesse a pena, de jeito nenhum que eu estaria de pé numa fila assim - de fato, tamanho esforço só era desprendido se a recompensa valesse a pena - Ah, você não sabia? A gente não escolhe o sabor. O chefe sorveteiro olha nossa cara e escolhe por nós. E nós não ficamos sabendo, temos que adivinhar - explicou, sabendo que uma coisa assim tinha todo o potencial para o fracasso. Mas tinha visto fotos no Instagram - mais de um blogueiro tinha recebido sabores inacreditáveis dentro da caixinha onde a sobremesa vinha - Não se preocupe, não vai acontecer. Agora, se você foi maluco e não gostar… Quando nós voltarmos pra Barcelona eu te levo no meu restaurante favorito, que tal? Com tudo pago. Ou nós pedimos a comida no meu apartamento, se você preferir.
( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:50h ) só você pra me fazer rir nessa situação deplorável ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:50h ) foi o que a lena disse, vou tentar relaxar ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:51h ) ai não fala assim, fico zoando, mas foi bem assustador ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:51h ) teve uma hora que realmente achei que fosse morrer, não desejo isso pra ninguém ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:51h ) *quase ninguém
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:53] eu acredito
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:53] ainda bem que não aconteceu nada sério 📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:54] mas o que importa é que você tá bem
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:55] e não teremos nenhum outro jantar brega ano que vem 📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:55] eu vou deixar você descansar agora
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:56] se cuida, tudo bem?
Quando Rico deu a sugestão de visitarem uma sorveteria extremamente exclusiva no centro de Mallorca, Mateo não pensou duas vezes em aceitar a oferta. Gostava de tudo que envolvia ambientes restritos e especiais, e a bem da verdade, após o que havia ocorrido entre os dois na mansão dos de Borbón, ele estava animado com a possibilidade de vê-lo novamente. Porém, o que ele não esperava era a fila colossal que teriam que enfrentar para entrar no ambiente, e não havia nada que o Quintana odiasse mais do que esperar; ainda mais em filas posicionadas debaixo do sol. Estava com roupas frescas e óculos escuros, mas tinha certeza absoluta de que iria ganhar uma nada atraente marca de bronzeado no formato de sua camisa. "É assim que você me retribui por ter te levado ao bar secreto dos Borbón?" Retorquiu em tom bem humorado. Apesar de tudo, a companhia fazia valer a pena. "Do jeito que você vendeu esse lugar, e pelo tempo que estamos esperando, é melhor esse sorvete me dar um orgasmo de tão bom."
Apesar da “sorveteria” ser quase um pop-up store, o calor intenso do verão espanhol garantiu que a fila para entrar no estabelecimento estivesse imensa. Apesar disso, Rico tinha certeza que a espera valeria a pena - só torcia para que Mateo também pensasse assim - Tá brincando? Eu estou prestes a mudar a sua vida aqui - sorriu, mais sinceramente do que de costume. Ficou feliz quando o rapaz aceitou o seu convite, porque não se importaria de passar um pouco mais de tempo com ele após os acontecidos no jantar. Não que o fato de estarem em público ajudasse muito, pensou, enquanto davam mais um passo - Olha, se você quer um orgasmo, deve ter algum lugar por aqui que te propicie isso - apontou, já que não estavam na área mais bem conceituada da cidade - Mas eu garanto que esse vai ser o melhor sorvete da sua vida. Se você não ficar completamente satisfeito, nós encontramos uma alternativa.
o questionamento de rico era válido. ❝eu sou escorpiana, não sei esquecer nada❞, justificou, soltando uma risada logo em seguida. a verdade era que vinha pensando obsessivamente sobre a noite da morte de linnet, tentando se lembrar de detalhes que pudessem ajudá-la a tentar entender o que poderia ter causado a quase-morte da sua irmã. não era do seu feitio deixar as coisas passarem batida, mas a lembrança comunicada em voz alta não tinha o intuito de provocar o bardem, mas sim apenas um pensamento em voz alta. ❝você tem razão. mas sabe o que é, desde... bom, desde o jantar fúnebre dela que eu não consigo parar de pensar naquela noite. e de vez em quando me vem uns flashes, esse foi um deles. mas ela usou essa provocação para me tirar do sério... e acabamos brigando feio❞, disse simplesmente. tinha mais história, claro, mas rico estava certo: será que queria deixar linnet estragar aquele momento de relaxamento? tinha ido até o refugio justamente para tentar tirar aquelas ideias obsessivas da cabeça. ❝e pra constar, eu não tenho nada contra você ter algo com a minha irmã, eu acho. ia ficar brava pra cacete com ela, pelo menos achava isso naquela época, por isso eu tive um chilique. agora, sei lá, muita coisa mudou❞, refletiu. ❝mas acho que você tem razão. e, olha só, já falei isso duas vezes hoje, mais do que na vida toda. é o fim dos tempos mesmo❞, adicionou a piada, para deixar a situação mais leve.
E eu sou… É… Boi? Touro? - tentou lembrar, mas realmente não se importava com esse negócio de signos. Só tem utilidade para saber qual Cavaleiro do Zodíaco você é - Por isso eu prefiro aproveitar o meu dia de sol sem pensar em certas pessoas - apontou, tomando um gole da água gelada com limão e gengibre que um garçom colocou na mesa entre eles - Eu sei como é, Lena, infelizmente - infelizmente, o moreno também não lidava tão bem assim com a situação - Eu acho que todo mundo arrumou treta com ela naquela noite, impressionante. Eu só lembro dela fazendo aquele barraco todo, que vergonha - na verdade se lembrava de um pouco mais do que isso, mas preferia não pensar no assunto - Quer dizer que hoje eu sou o cunhado dos seus sonhos? - piscou, sorrindo. Estava tentando se comportar, mas não conseguiu resistir à agulhada - Fique tranquila, você não vai me ver no Natal tão cedo - parou para observar um grupo de idosas atravessando a piscina preguiçosamente na frente deles - Olha só, que milagre. O que será que eles colocaram nessas bebidas? De qualquer jeito, a nossa discussão pra mim está morta e enterrada, que nem o resto daquela noite.
quem: lola de la vega & @gngstarters
quando: 28 de julho de 2024, cerca de 20:30
onde: la taberna del mar
lola sabia que qualquer um que olhasse em sua direção provavelmente estava achando a cena um tanto quanto... inusitada. afinal, quem diabos levava um caderno de desenho para um bar? aparentemente, lola de la vega fazia isso. com seus olhos ainda fixos na página, a loira pegou seu cosmopolitan com a mão livre e tomou um pequeno gole enquanto trabalhava no sombreado dos cabelos que estava desenhando. ao detectar movimento a sua frente, o olhar da jovem se levantou de imediato e ela arqueou uma das sobrancelhas ao notar que não estava mais sozinha. ❝ ah, é claro que você pode se sentar, muito obrigada por perguntar! ❞ lola disse em um tom sarcástico, utilizando o lápis em sua mão para gesticular na direção do assento agora ocupado. discretamente, a loira virou a página para uma em branco e repousou o lápis em cima da capa. não era como se ela tivesse vergonha de compartilhar sua arte, mas quando ainda estava em seu processo criativo, ela preferia manter suas obras longe de olhares alheios já que não gostava da opinião de ninguém além da sua própria. ❝ aceito desculpas pela interrupção na forma de outro drink... ❞ os lábios avermelhados da de la vega se curvaram em um sorriso maroto, ❝ ou pode modelar para mim. ❞ completou, já um pouco mais animada com a ideia. ❝ o que acha? ❞
Sendo um grande apreciador dos prazeres da vida, Rico costumava se cercar de pessoas igualmente dedicadas à arte do bien vivre. Um desses contatos era o chef responsável pela cozinha do La Taberna del Mar, que conheceu em um evento de família. Foi à seu convite que o moreno compareceu ao bar naquela noite quente de julho, pronto para provar as novidades do menu de verão da casa - Você está na minha mesa, fofinha - Rico piscou, sentando-se na frente de Lola. Ela parecia estar ocupada demais para perceber a placa de “reservado” na frente dela, e aparentemente o estabelecimento estava cheio demais para algum dos garçons reparar também. Estranho, o serviço costumava ser melhor - Mas estou me sentindo generoso essa noite, então você pode continuar com o seu… Desenho? - o moreno esticou o pescoço, tentando enxergar o conteúdo do caderno utilizado pela loira - Eu não sei se aqui é o melhor lugar pra isso, mas cada doido com suas manias - deu de ombros, abrindo o cardápio que acabou de receber. Ele fez um sinal de mão para o garçom quando recebeu o cardápio, indicando que a companhia podia continuar onde estava sem problemas - Você está consorte, porque além de eu estar disposto a te pagar mais um drinque eu sou um ótimo modelo, sabia? Fui eleito o bebê do ano da Pampers e tudo mais.
quando: 26 de julho, à tarde
onde: refugio del mar
quem: elena & @richyrico
em mais uma de suas empreitadas para se sentir melhor e colocar a cabeça no lugar, elena fez o caminho até os refúgios montanhosos da ilha após reservar um horário no refugio del mar. era o lugar perfeito para sumir do caos, ficar longe dos lugares badalados e, bom, como dizia o nome, se refugiar. encontrar rico por ali não foi planejado, mas depois de uma esfoliação que receberam um ao lado do outro e um papo até que civilizado para o padrão deles, a de bellefort se deixou levar. naquele exato momento, os dois pegavam um sol na beira da piscina e ela, com a cabeça naquele fatídico 22 de julho de 2023 (como vinha acontecendo de forma recorrente nos últimos dias), se lembrou de algo que linnet disse e foi até tópico de briga entre ela e angelina. em um impulso, a loira soltou: ❝você lembra da noite que... enfim, daquela noite no ano passado?❞ , perguntou, enfatizando o daquela, porque não queria mencionar o nome da de borbón e nem a palavra morte. vai que atraia a coisa! ❝é claro que eu já tava mais pra lá do que pra cá e também não sou nenhuma santa...❞, admitiu, lembrando do momento que propositalmente armou para que linnet pensasse que ela e vicente tinham sumido da festa juntos, contendo um certo sorriso. ❝mas a falecida chegou a insinuar que você e a angelina tinham algo. e tipo, insinuou mesmo, como se fosse conotação sexual, com aquela cara de demônia dela, que ele a tenha. e se você lembra, as coisas entre nós não estavam das melhores aquela noite. se é que já estiveram boas em algum momento!❞, soltou uma pequena risada. ainda parecia esquisito aquele momento. os dois ali, tranquilos, sem xingamentos e nem alfinetadas. por enquanto. ❝sei lá, me peguei lembrando disso. aquela noite ainda parece tão confusa e fragmentada pra mim❞, admitiu. não sabia se bardem era a pessoa indicada para discutir aquele tópico, mas já que estavam ali, por que não?
Já dizia o poeta: o sonho de todo profissional é abandonar sua profissão. Apesar de Rico não querer mudar de emprego, considerando todas as vantagens e benefícios que a posição atual trazia, ele sempre estava buscando uma oportunidade de não trabalhar. Por exemplo, ele tirava religiosamente uma folga a cada duas semanas para focar em sua saúde mental em um spa ou hotel. Alguém que lidava com tanta pressão diariamente precisa se cuidar, de fato. Após uma sessão de massagem e duas horas de banho de jacuzzi, ele estava recebendo uma esfoliação corporal quando percebeu que Elena de Bellefort estava ao seu lado. Já tinha visto Elena entrando no prédio quando se encaminhava para a sala da banheira, mas naquele momento preferiu focar seus pensamentos no relaxamento do dia. Apesar de não ser nem de longe sua companhia preferida, conseguiu manter uma conversa civilizada com a loira, coisa que não acontecia a muito tempo. As interações continuaram enquanto tomavam sol à beira da piscina, em sua maioria sobre amenidades. Não havia razão para não serem educados, já que eram basicamente parte do mesmo círculo social, e Rico não tinha nada pessoal contra Elena. Pelo contrário — tinha várias coisas que admirava nela (não só fisicamente, como alguns podem pensar), e qualquer coisa que tenha acontecido entre eles foi somente negócios. Nada pessoal - Porque você precisa ficar trazendo esse tipo de assunto, Elenita? - nem esperou sua companhia terminar antes de cortá-la, irritado que tais acontecimentos estavam estragando sua tranquilidade. Apesar de tudo, ela continuou a pergunta, e Rico se sentiu no dever de responder naquelas circunstâncias. Pouca gente lembrava, mas o rapaz tem três irmãos mais velhos e, apesar da diferença de idade, também ama e se preocupa com eles - Não leve a sério o que aquela rata disse, Lena - tranquilizou, sem o tom cômico e irreverente de sempre - Ela só falou isso pra te afetar, você sabe como ela era - suspirou, evitando pensar nessa noite em particular - Eu nunca tive nada com a sua irmã, juro. Somos só bons amigos. Podia ser o sol, ou a atmosfera relaxante do spa, ou o fato de estarem basicamente sozinhos na beira da piscina, mas parecia que eles finalmente conseguiriam conversar como seres civilizados desde o incidente - Eu prefiro não pensar nisso. Se eu pudesse nunca mais pensar nisso, seria melhor - respirou fundo, alcançando um copo de chá gelado na mesinha entre eles - Era só o que me faltava: a Linnet atazanou tanto a nossa vida quando viva, e agora vai atazanar mais ainda depois de morta. Eu já perdi noites de sono demais por causa disso tudo.
open starter - rico and @gngstarters onde: uma portinha em uma rua minúscula de Mallorca Eu sei que a fila está enorme, mas acredite em mim, vale a pena - Rico comentou com sua companhia, também para garantir que não seria deixado sozinho - Esse aqui é o melhor sorvete de Mallorca, e eles só abrem uma vez por semana porque demora dias pra fazer. Não me pergunte como eles ganham dinheiro - deu de ombros, andando mais um passo. Quando ficou sabendo que a loja abriria exatamente naquela semana, se apressou para jogar o convite no group chat que por alguma razão existia, e pelo menos alguém sabia aproveitar uma chance como aquela - E não, eles não fazem entregas. Tem uma experiência toda envolvida, e a experiência tem que ser aqui - ressaltou, já que era um dos diferenciais do lugar - Estamos perto, só faltam umas… Vinte pessoas?
( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:24h ) sim, after!!! graças a deus e os profetas maiores eu estou viva precisamos comemorar bastante ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:25h ) é que eu fico pensando se isso não foi retaliação pelo o que fizemos aquele dia, pode ser maluquice da minha parte enfim, não quero falar disso por aqui ( ୨୧ ࣪ 📱 mensagem para rico riquinho, 23 de julho de 2024, 02:25h ) do jeito de bellefort de ser, muito grito e choro, mas agora estão bem achei que meu pai fosse se esvair em lágrimas e depois destruir a vida da equipe da cozinha a ponto deles estarem condenados a miséria por cinco gerações palavras dele
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:45] desculpa a demora pra responder, acabei de tirar uns muffins aqui do forno e queimei a boca porque não quis esperar esfriar pra comer
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:45] enfim 📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:46] talvez tenha sido realmente descuido de alguém e estamos fazendo tempestade em copo d’água 📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:46] eu espero 📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:47] taí uma coisa que eu queria ver haha
📲 [sms para: angie parceirinha - 23 de Julho de 2024 - 02:47] eu esqueci que os seus pais também gostam de um draminha