E lĂĄ estava ele, entrando pela sua janela enquanto vocĂȘ estĂĄ ajoelhada ao lado da cama fazendo suas oraçÔes como uma boa garota devota a Deus. NĂŁo demora muito para vocĂȘ estar com o pau dele na boca, engasgando-se com o quĂŁo fundo ele estĂĄ, tentando nĂŁo fazer barulho, jĂĄ que seu pai nĂŁo poderia em hipĂłtese alguma escutar os sons sujos vindo do quarto.
De volta para o seu quarto, vocĂȘ caminha direto para a janela jĂĄ aberta e, do outro lado, estĂĄ Riki esperando que vocĂȘ finalmente o deixe entrar. âMeu pai saiu, mas minha mĂŁe estĂĄ no quarto dormindo, entĂŁoââ
âĂ mesmo?â ele pergunta, levantando uma sobrancelha, e uma das mĂŁos em seu quadril sobe para a sua mandĂbula, o dedĂŁo acariciando sua maçã do rosto. âSeu pai vai achar suspeito se eu estiver lĂĄ todo santo domingo, amor. Vou estar lĂĄ prĂłxima semana, ok? Eu prometo.â
Ele estĂĄ certo â seu pai provavelmente acharia estranho se o vizinho que estĂĄ sempre fumando na calçada e que nem mesmo leva uma BĂblia para os cultos de repente passasse a frequentar a igreja toda semana devotamente.
VocĂȘ acena com a cabeça antes de agarrar a mĂŁo dele que estĂĄ em sua mandĂbula, entrelaçando seus dedos aos dele e entĂŁo o puxando em direção Ă cama. Riki solta uma risadinha porque mal consegue acreditar que a garota que antes gaguejava ao falar com ele agora era corajosa o suficiente para puxĂĄ-lo para a cama dela.
VocĂȘ o beija de volta, tentando acompanhar o ritmo dele, mesmo que seja difĂcil, jĂĄ que agora a mĂŁo dele estĂĄ deslizando para dentro da sua blusa â palma quente apertando sua cintura, fazendo seu corpo inteiro arrepiar.
A falta de ar faz ele se afastar mais cedo do que gostaria, um fio fino de saliva conecta seus lĂĄbios antes de se quebrar, caindo no seu queixo, e Riki rapidamente o limpa com o dedĂŁo. âNĂŁo esqueça que sua mĂŁe estĂĄ dormindo, entĂŁo precisamos fazer silĂȘncio. VocĂȘ consegue fazer isso pra mim, anjo?â
Os lĂĄbios dele colidem contra os seus novamente em um beijo faminto que engole seus choramingos, que vĂȘm sempre que ele belisca o mamilo sensĂvel. Devagar, Riki te guia para trĂĄs, te deitando nos lençóis macios, a boca descendo para seu maxilar, pescoço e clavĂcula, deixando beijos leves na pele macia, jĂĄ que nĂŁo podia deixar marcas.
Beliscando o mamilo uma Ășltima vez sĂł para te ver arfar, ele se afasta, pairando sobre vocĂȘ, analisando seu estado â respiração pesada, bochechas coradas, lĂĄbios inchados â e ele mal havia começado o que estava planejando fazer com vocĂȘ.
âRiki, a porta⊠eu esqueci de trancar.â VocĂȘ tenta se levantar, se impulsionando para a frente, mas ele nĂŁo te deixa e te deita novamente no colchĂŁo.
âJesus.â VocĂȘ suspira, mordendo o lĂĄbio inferior para abafar o que vocĂȘ nĂŁo consegue segurar.
âNome errado, amor.â Ele sussurra, dando um tapa de leve contra sua buceta, o sorriso se alargando ao te ver arquear as costas para fora da cama. âTente de novo.â
âPor favor.â VocĂȘ implora baixinho, envergonhada, e em resposta ele desliza sua calcinha para baixo, a jogando perto da saia no chĂŁo.
Por instinto vocĂȘ tenta fechar as pernas, mas ele nĂŁo te deixa. Separa suas coxas e pressiona a mĂŁo na carne macia da parte interna, te mantendo bem aberta para ele. âO gato comeu sua lĂngua?â ele provoca, empurrando a ponta de dois dedos no seu buraco guloso.
Escutar vocĂȘ implorando com aqueles olhos pidĂ”es faz o pau dele, jĂĄ duro, se contrair dentro da calça de moletom. Sem mais provocaçÔes, ele enfia o que falta dos dedos para dentro e começa a bombeĂĄ-los, os curvando contra sua parede frontal para roçar seu ponto g.
VocĂȘ quase deixa um gemido escapar, mas logo cobre a boca com a mĂŁo â isso ajuda, mas nĂŁo completamente â gemidos abafados ainda podem ser ouvidos junto dos sons molhados da sua buceta sendo dedilhada.
Riki leva uma mĂŁo Ă sua boca, a cobrindo para evitar outro deslize, enquanto a outra esfrega o clitĂłris hipersensĂvel. Ele te fode de verdade agora, entrando e saindo com força, fazendo a cabeça do pĂȘnis cutucar seu colo do Ăștero toda vez que vai bem fundo.