
shark vs the universe
$LAYYYTER
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

Game Changer & Make Some Noise

titsay
noise dept.
occasionally subtle
art blog(derogatory)
Noah Kahan
d e v o n
Not today Justin
Today's Document

Discoholic 🪩
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
macklin celebrini has autism
🩵 avery cochrane 🩵
RMH

pixel skylines
taylor price
Claire Keane
seen from Bangladesh
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Italy
seen from Malaysia
seen from Ukraine
seen from United States

seen from Colombia

seen from India

seen from United States
seen from Ecuador

seen from United States
seen from Syria
seen from Bangladesh
seen from Poland
seen from United States
seen from United States
seen from Indonesia
@riopelorio-blog
Uma das coisas que mais me surpreende é como podemos ser turistas na nossa própria cidade, o que é sempre bom, porque podemos nos surpreender sempre aqui por perto. Alguns lugares com uma bela vista e gratuitos dentro do Rio de Janeiro é o Parque das Ruínas, que eu sempre achei devido ao movimento fosse bem conhecido. Mas, depois de tentar pegar três táxis sem ninguém saber onde era exatamente e ter falado sobre o lugar com alguém recebendo como resposta a pergunta: - Vou chegar lá e encontrar um monte de pedras? (Acho que ele deve ter imaginado Stonehenge).
Eu realmente mudei o meu pensamento.
Então vamos lá!
Parque das Ruínas
O Parque fica no bairro de Santa Teresa, um dos meus favoritos na cidade. Antes do acidente em 2011, eu costumava pegar o bondinho e descer no Largo do Curvelo porque é bem perto dali (mesmo assim é fácil chegar lá). O passeio possui íngremes ladeiras já que o bairro nasceu nos arredores de um convento no Morro do Desterro, no século 18. Mas isso não faz diferença, porque você nem sente.Santa Teresa parece ter parado no tempo, mantendo há dezenas de anos aspectos preservados do Rio Antigo e guardando uma história em cada esquina.
Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo, que fazia da sua mansão, em Santa Teresa, um centro de encontros da intelectualidade carioca, além de ser referência de elegância para as mulheres do Rio de Janeiro da Belle époque. E que era de propriedade também de Joaquim Murtinho, ministro da Fazenda do governo Campos Salles e médico de grandes figuras da República. Em sua época a casa foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca, sediando grandes saraus, atraindo os mais importantes artistas do país e personalidades internacionais.
Um pequeno registro da chuva do dia 6, com imagens captadas durante um almoço de fim de tarde no Braseiro.
Heavy rain in Rio de Janeiro on March 6th. What was just another typical saturday afternoon lunch, became a little adventure.
(imagens, produção, edição: Rafael Mellin)
chuva, rio de janeiro,
Pesquisa
Vai que dá certo, dá errado.
O filme conta a história de quatro amigos de adolescência quebrados que resolvem se meter em um assalto, o que claro, não tendo experiência nenhuma dá errado. Fábio Porchat e Gregório Duvivier são irmãos donos de uma lan house falida, Felipe Abib como professor de inglês para adolescentes e Dalton Mello recém expulso de casa, pianista fracassado de bar. Sem muitas alternativas, Dalton topa entrar em um assalto proposto pelo primo (Lúcio Mauro Filho) e convida os outros três.
Ao final do trailler de “Tudo vai dar certo” nós lemos “Uma comédia de Maurício Faria”. Bom, eu fiquei me perguntando se eu e o tal do Maurício tínhamos a mesma concepção de comédia, porque sendo eu taxada de chata pelos meus amigos, faria muito mais sentido estar errada. Talvez, de fato seja implicância minha pelo sotaque paulista.
Fábio Porchat deixa a arma cair, fala no celular, é parado pela polícia e entra em crise por não saber onde Natália Lage dança na noite. Ou seja, tudo errado. Gregório Duvivier passa metade do filme falando sobre videogame e super heróis, em um daqueles diálogos nada inovadores que podemos assistir em The Big Bang Theory. Dalton e Felipe eu nem me lembro. Seria injustiça dizer que o filme é de total ruim, porque eu ri algumas vezes, mas é uma daquelas sensações do tipo: - “Bom, pelo menos valeu o ingresso”.
De qualquer maneira o RioShow diz é a melhor abertura de um filme nacional em 2013 (como se tivessem muitos). Eu posso não ter gostado, mas em cinco dias de exibição o filme já ultrapassou a marca de meio milhão de espectadores.
O quinto filme da franquia Duro de matar conta com seu ator hollywoodiano Bruce Willis em mais um papel como John MacClane, ou deveria dizer o pior progenitor do cinema?
Em "Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer", mais um descendente desgostoso de MacClane aparece. John procura informações sobre seu filho que está na Rússia sendo acusado de assassinato. Jack é agente da CIA e protege Komorov, um preso político que diz ter em mãos um dossiê que pode incriminar um candidato à presidência russa de ser responsável pelo acidente nuclear de Chernoyl.
Ao longo do filme o clichê de longas do gêneros ação e principalmente elementos inerentes a “Duro de matar” aparecem. Explosões, situações irreais e extraordinárias acontecem enquanto John e seu filho tentam resolver seus problemas de família.
Contudo, algumas coisas mudaram, McClane parece cansado e em meio a todos os carros detonados diz sem parar: - Estou de férias!
Espero que ele continue assim, mas que desista de qualquer confusão, que vá cuidar dos filhos, que ele seja um pai melhor.
Foi como ver Dwayne Johnson em “Escorpião Rei” se transformar em “O fada do dente”."
A Mondé Produções – Publicações é uma produtora multicultural fundada no Rio de Janeiro no ano de 2009, e tem como enfoque principal trabalhos com música, cinema e design.
Utilizando esses três pilares inseridos num contexto atual as produções variam de clipes a longas metragens, de singles a trilhas sonoras, de telas a identidades visuais, sempre com uma postura profissional, e tendo como diferencial o conhecimento e perícia na área de branding. Caminho natural da Mondé, já que seus membros têm raízes fincadas na área de criação em comunicação e marketing.
“NOSSA CULTURA. NOSSO ESPAÇO.” É a assinatura que direciona os trabalhos autorais da produtora, a máxima nada mais é do que a necessidade que cada membro da Mondé sente de recuperar alguns valores culturais que se perderam nas grandes metrópoles, mas que fazem parte do cotidiano brasileiro. E principalmente integrar tais valores na ótica urbana.
Essa verve é presente tanto no nome do coletivo (Mondé é uma família de línguas e etnias indígenas) como na logo (desenvolvida através de uma simbologia africana).
Fonte: http://www.facebook.com/mondeproducoespublicacoes?fref=ts