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@ryuri-san
somos só um amontoado de átomos, poemas e fracassos
saudade da nossa pele perfumada de cachaça na noite bucólica em risadas lunares até perder o prume
Somos feitos de carne e lembranças. Restos cósmicos e saudade. Dizem que quem ama um poeta se torna eterno, não por ser amado, mas por se tornar verso e versos não morrem fácil. Quem você carrega na sua eternidade?
M.
(prefiro existir nas memórias do que nos versos.)
quando a gente morre, acho que o amor não morre com a gente — ele segue, silencioso, noutro corpo, noutro tempo.
eu amaria sim, em todas as vidas, quem eu amo hoje. pela eternidade (minha alma está ligada a várias outras)
se seu nome fosse um verbo, te conjugaria todos os dias.
e a boca que fere é a mesma que faz gozar
tudo tem som de despedida
te pergunto dos dias que nos silenciam e você se mantém calado como quem já se acostumou a ter concreto no lugar do cárdio
você se recusa a ver que estou bem na sua frente.
antes, toda essa libido e boêmia virariam poesia, hoje são pedidos de ajuda.
se eu pudesse catalogar as coisas que sinto, metade delas seriam sobre como sua existência aquece e atravessa minha alma
eu te pedi presença e verdade você me deu flores e metáforas
suas meias palavras são covardia, e não poemas
eu te romantizei e tropeçei no meu próprio poema
eu também senti medo também senti o desamparo e desespero também me adaptei pra caber em você e você me teve na ponta do dedo embora nunca soubesse o que fazer só me ter te bastava e eu sempre quis algo que me dilacerasse também me embriaguei pra suportar fardos que talvez você desconheça e desobedeci minha cabeça pra deixar meu peito feliz mas sim entendo que em toda essa merda fui eu a responsável pela tragédia (sim, eu sei o que fiz sinto muito)
até a próxima primavera
gosto da tua alma colorida se enroscando na minha
e quando você chorou como se o mundo tivesse acabado... eu só quis segurar o que ainda restava: você
tateia devagar minha tristeza e me guarda na sua corrente sanguínea.