Vai Grifinória!
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祝日 / Permanent Vacation
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Vai Grifinória!
There’s a loneliness that only exists in one’s mind. The loneliest moment in someone’s life is when they are watching their whole world fall apart, and all they can do is stare blankly.
You want me to burn.
Ooooooi?
Típico. Então prefere ação?
Prefiro. Prefiro sim. E eu tenho que ir, professor. Foi um prazer.
Em Busca dos Sonhos (Parte 3) - Sam
A última vez que vira Nate fora a quase uma semana. E desde então não se passava um segundo no qual não pensasse no rapaz. Seus lábios quentes, suas mãos ternas, seus braços firmes... Tudo aquilo a fazia sentir voltas e mais voltas no estômago. Mas era a primeira vez que vomitava por aquilo.
Tremia dos pés as cabeças, os olhos fechados ao apoiar-se no chão frio do banheiro de seu dormitório. O que diabos aquelas malditas mentiras a haviam feito? Mal. Muito mal. Pensou nelas. Em cada uma delas. Seu coração apertava cada vez mais ao chegar ainda mais perto da pior delas, porém mais bem contada. E era aí que vomitava outra vez.
- Infernos. - suspirou passando a mão fria e trêmula pela testa suada
Por que estaria tão mal? Um aperto em sua barriga a retirou dos devaneios. Apertou os braços contra o corpo, sentindo uma dor excruciante. Nunca havia passado tão mal na vida. E então outra pontada de dor. Seus olhos arregalaram-se. Não. Aquilo não seria possível.
Saiu do banheiro aos tropeços e foi até o seu quarto, tirando uma grande caixa azul de debaixo da cama. Abriu a tampa com um toque da varinha, e começou a procurar o que queria lá dentro. Jogou quase todo o conteúdo para fora: camisinhas, garrafas de vodca, drogas, flores de lótus. Tudo. Até que encontrou o que queria, voltando para o banheiro correndo.
Ao chegar lá, fez o que a caixa do produto mandava e esperou. Seu coração batia acelerado, e a maior mentira de sua vida martelava sua cabeça como se quisesse sair e ser gritada para todo o mundo ouvir. Pronto. O tempo havia acabado. Pegou o pequeno palito, empalidecendo.
- Isso não pode ser possível. Não pode. - disse tremendo de raiva. Onde estava o medo quando precisava dele?
Começou a chorar. As lágrimas inundando uma blusa branca que havia roubado de Nate, fazendo caminhos livres em seu rosto.
- Não pode. Não pode. - murmurava sem parar por um único segundo.
Mas quando aquilo? Naquela noite. Naquele baile.
- Não!
E voltava a chorar. O palito estava em sua mão, sendo espremido contra seus dedos magros. Não agora que estava tão perto de conseguir realizar seus sonhos. Não agora que faltava apenas um treinamento para ser aceita como Amazonas. Não agora, depois de ter desistido de contar a verdade a Nate. Não agora. Simplesmente não.
- Eu não posso estar grávida.
FIM DA PARTE 3
Ooooooi?
História da Magia. E você é de que ano?
Chato. Sou do quinto.
Ooooooi?
Prazer, Sam. Sou Michael, seu professor… Certo?
Professor de?...
Ooooooi?
Qual é o seu nome?
Sam. Sam Fllower.
Ooooooi?
Olá.
ashleymadethis: