Her only escape from discomfort was to sleep, which she began to do the way a cat does - which is to say, more or less constantly.
Arthur Golden, Memoirs of a Geisha (via booksqouted)
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
ojovivo
KIROKAZE
Xuebing Du

roma★

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Cosmic Funnies
Not today Justin
Monterey Bay Aquarium
Mike Driver

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Stranger Things

Discoholic 🪩
Sade Olutola

Origami Around
almost home

Kiana Khansmith
Game of Thrones Daily
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@sfsc-suke
Her only escape from discomfort was to sleep, which she began to do the way a cat does - which is to say, more or less constantly.
Arthur Golden, Memoirs of a Geisha (via booksqouted)
I don’t know when we’ll see each other again or what the world will be like when we do. We may both have seen many horrible things. But I will think of you every time I need to be reminded that there is beauty and goodness in the world.
Arthur Golden, Memoirs of a Geisha (via quoted-books)
Bored, bored, bored
・*:.。..。.:*・゚
・*:.。..。.:*・゚
Tiene más conocimiento que cualquier otra persona viva, pero eso no le ha traído la felicidad. Tampoco a mí me ha traído mucha. He conocido a muchas personas durante muchas vidas, y los ignorantes parecen más contentos.
The retribution of Mara Dyer (via foreverisovernow)
No encuentres la paz. Encuentra la pasión. Encuentra algo por lo que quieres morir más que algo por lo que quieres vivir.
The Retribution of Mara Dyer (via onlyfools-fallinlove)
RED
music, books n’ some tea — minho&suke
monday, september 12. 19:23p.m. cafeteria. public.
@sfsc-minho
Mais uma semana se iniciava, e com ela, vinha a intensa monotonia a qual todos os alunos do colégio estavam submetidos; não era fácil passar pelas longas horas que a segunda-feira reservava sem sentir pelo menos uma pequena parcela de preguiça, ou sem querer que a semana passasse rápido o suficiente para que a sexta-feira chegasse novamente; aquilo era o que a coreana pensava, afinal. Mesmo que sua tarde fosse maravilhosamente preenchida pelos treinos de vôlei, taekwondo e pelas horas gratificantes passadas no clube de botânica, era difícil ignorar todo o resto. Eram poucas as pessoas que realmente aproveitavam um dia inteiro; Suke tentava ao máximo forçar-se a acreditar que tal situação mudaria algum dia para ela, mesmo que já estivesse em seu quarto ano. A garota não odiava estudar, porém, sabia que as aulas eram a pior parte de todas aquelas 24 horas.
Apesar de tantos pontos negativos, havia algo que realmente agradava a coreana; todas as segundas, era possível encontrá-la após finalizadas as atividades extracurriculares sentada em uma mesa afastada no refeitório, próxima as gigantescas janelas dali, observando a paisagem enquanto dividia sua atenção no livro que trazia em mãos, no chá que bebia e ainda na música que ouvia em seus fones de ouvido. Da mesma forma que muitos possuíam hábitos, aquele era um dos seus mais frequentes; ela sentia que o dia não era ao todo uma grande decepção ao encontrar sua paz, mesmo que por pouco tempo, sozinha com seus pensamentos, sorrindo para o nada e mergulhando em mais uma das histórias de seus livros curiosos.
Após cumprir todas as suas tarefas do dia, Suke seguiu seu caminho em direção ao refeitório, localizando sua mesa preferida sem muitas dificuldades, a xícara de chá tilintando em cima do livro grosso que a mesma trazia, e a cabeça movendo-se suavemente ao som da música que tocava em seus fones de ouvido plugados ao celular. O suspiro pesado que escapara dos lábios da coreana refletia muito bem sua situação; as últimas horas haviam sido exaustivas, e nem seu banho havia sido capaz de fazê-la relaxar. Mas ela sabia bem que aqueles poucos minutos isolada com suas maiores paixões aliviariam sua mente de todas as preocupações; ou pelo menos, era o que a garota pensava.
Não foram necessários mais que 20 minutos para que Sukeun se encontrasse deitada sob o tampo da mesa, a respiração calma e os lábios entreabertos fazendo-se presentes, os braços servindo de apoio para que seu pescoço não sofresse as consequências de dormir em um lugar tão inusitado; ela realmente não percebera que estava tão cansada. Mas nada mais importava; o sono pesado contribuía para que os ruídos dos alunos no refeitório não lhe incomodassem, e estar desacordada não a fez notar o exato momento em que seu livro fora roubado de si, além dos fones de ouvido e do chá. Após despertar em um sobressalto, os olhos negros estreitaram-se ao tentar distinguir quem era o corajoso que resolvera apossar-se de suas coisas; a sonolência lhe fazia distinguir mãos masculinas, e um sorriso divertido.
— Pelo visto você está se divertindo muito com as minhas coisas... — a garota suspirou, a voz saindo de forma rouca por conta do sono, a expressão ferina de sempre espreitando o garoto por olhos semicerrados, enquanto um sorriso tão divertido quanto o dele fazia-se presente em sua face.