Acolhemos orgulhosamente TYLER AEGENWULF em nosso corpo estudantil! Ele é um LICANTROPO matriculado na Casa ZEPHYR aos 23 anos. Ele pode passar a impressão de ser DISTRAÍDO e RESERVADO, e talvez você o confunda com o padrão GAVIN LEATHERWOOD, mas garantimos que é apenas uma coincidência.
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Tyler não se lembra muito bem o exato local onde nasceu, sua família sempre viveu como nômades desde que se entende por gente e para ele, de certo modo, isso nunca fez muita diferença. Cresceu e viveu como uma criança normal, ao menos perante as outras pessoas e colegas de escola, evitando expor sua verdadeira natureza a todo custo por medo de ser classificado como aberração ou monstro. Na adolescia, no ápice da puberdade, manter em segredo sua verdadeira natureza tornou-se um desafio em tanto, foi nessa época que a lua passou a controlar definitivamente a vida do rapaz que, por muito pouco, não fez seus anos de camuflagem caírem por terra. Com todos os seus sentidos apurados, Tyler passou a evitar se envolver em muitos esportes ou conflitos, referindo locais e atividades mais tranquilas onde poderia desenvolver mais sua paixão: O desenho. Transferir para o papel personagens, cenários ou qualquer coisa que vinha em mente, até mesmo um sentimento, ajudava o garoto a conter sua ansiedade, o único problema é que aquilo tomava tanto de seu tempo que nunca desenvolveu laços ou afinidades com outras pessoas. Por mais que seus rabiscos chamassem a atenção nas aulas de artes, Tyler mantinha um limite entre aqueles que tentavam se aproximar, seja por medo de descobrirem quem era ou pelo fato de que, pouco tempo depois, estaria em outro lugar recomeçando a vida mais uma vez.
Quando atingiu a maior idade, largou a convivência com seus país e passou a viver por aí, assim como sempre foi acostumado, até encontrar um lugar onde pudesse chamar de lar. Ou que fosse confortável o suficiente para viver sem receios. Viajou por quase toda a Europa, incluindo os países nórdicos que sempre lhe cativaram por algum motivo, conhecendo culturas e paisagens que ajudaram em seu processo criativo. Em noites de lua cheia, não evitando ser quem realmente era, Tyler se escondia em florestas onde era mais fácil se amarrar ou evitar estragos contra padrões e até a si mesmo. A maldição, que por muitos poderia ser vista como algo bom, era um processo doloroso da qual nunca pediu. Herdado pelos pais, avós, tataravós e fosse lá o grau de parentesco antigo. Em uma de suas viagens, durante um café da tarde, Tyler acabou ouvindo um grupo de amigos comentarem sobre uma universidade. Um local único e especifico para seres diferentes como ele. Jamais teria usado o seu dom com relação aos sentidos apurados para ouvir ladainha alheia, no entanto, esse assunto em especifico o levou a prestar atenção em cada comentário a respeito. O grupo, que só foi reparado melhor depois da conversa, era constituído por um elfo e três padrões. Aquilo de certo modo o impressionou, afinal, cresceu ouvindo que padrões jamais aceitariam aberrações ao seu lado. Essa novidade, e o anseio em ser acolhido, levou Tyler a procurar Nevermore.
[ # — 𝖳𝖱𝖨𝖵𝖨𝖠
O que muitos não sabem – nem mesmo Tyler – é que sua alcateia descende de lobos nórdicos que vagam desde os primórdios por toda a Europa evitando serem pegos ou descobertos devido a longevidade adquirida pela raça.
Seu lobo é preto, tem os olhos vermelhos e possui 4m de altura.
Usa o desenho para expor seus sentimentos e lidar com a ansiedade.
É incapaz de enxergar algumas cores, seu grau de daltonismo se encaixa no mais comum: O tricromático. Quem sofre com esse tipo de daltonismo tem dificuldade em distinguir cores, entre elas o vermelho, verde, azul e suas variações. O vermelho visto em seu dom é o primário, o mesmo vale para o azul.
Deixou sua alcateia para conhecer melhor o mundo, se conhecer e estudar em Nevermore.
Devido a um problema no passado evita ao máximo se aproximar de padrões, os únicos com o qual se sente confortável para conversar e dividir o mesmo espaço são aqueles que estudam em Nevermore.
Em seu quarto tem um pequeno baú de madeira onde guarda sua coleção de chaveiros.
Todos os posters na parede de seu quartos são criação própria.
Sua melhor amiga é uma sereia e ironicamente não é muito fã do mar.
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Além das habilidades padrões de um licantropo como velocidade, força e regeneração, seu dom permite que seus sentidos sejam mais apurados que qualquer outro lobisomem normal, mas com um diferencial que o destacou como um excelente caçador entre seus irmãos.
Com sua visão aguçada é capaz de focar melhor em objetos, pessoas ou animais a uma boa distância, incluindo debaixo de chuva ou neblina. Sua visão, durante esse momento, é totalmente preta e branca, mas o alvo de Tyler assume o tom vermelho – tal como sangue – se destacando e deixando rastros por onde passa.
Sua boa audição permite ouvir e identificar sons em baixa ou alta frequência há quilômetros de distância.
Seu olfato e paladar lhe dão a possibilidade de sentir e identificar qualquer cheiro ou gosto, sendo muito útil como cão de caça.
Seus dons são controlados na forma humana, mas são ativos durante toda a transformação em lobo.





