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Em português, dizemos: "Sonhei com você."
Mas, na poesia, dizemos: "Mesmo no silêncio do sono, minha mente sussurra a melodia do teu nome."
— Mari Majolo
Conhecer pessoas é entender como o mundo é complexo, e os amores também.
Com ardor, John
As pessoas ao meu redor falam dos 30 como se fosse um portal invisível que, uma vez atravessado, muda tudo sem pedir permissão. Falam com um peso estranho na voz, como quem anuncia uma perda inevitável. Dizem “depois dos 30” como se fosse um aviso, quase uma ameaça sutil: o tempo aperta, as escolhas cobram juros, o corpo responde diferente, a vida exige respostas mais definitivas. E eu escuto tudo isso tentando entender quando foi que envelhecer deixou de ser apenas continuar e passou a ser sinônimo de falhar caso você não tenha cumprido uma lista imaginária.
O que mais me incomoda não é a idade em si, mas a narrativa que a envolve. Pessoas falam dos 30 como se fosse o fim da espontaneidade, o último suspiro da juventude tolerável. Como se, ao soprar essas velas, fosse obrigatório já ter estabilidade emocional, financeira, amorosa e existencial, tudo organizado, tudo resolvido. E quando alguém não tem, o silêncio pesa mais do que qualquer crítica explícita. É um julgamento disfarçado de conselho, uma cobrança vestida de preocupação.
Escuto histórias de arrependimentos ditos em tom de brincadeira, mas carregados de verdade. “Se eu pudesse voltar atrás…”, “se eu tivesse escolhido diferente…”, “se eu tivesse aproveitado mais…”. Parece que os 30 trazem um espelho cruel, onde as pessoas se veem obrigadas a encarar quem se tornaram versus quem imaginaram que seriam. E, muitas vezes, essa comparação dói. Não porque a vida deu errado, mas porque ela não seguiu o roteiro prometido.
Há também quem fale dos 30 como um peso físico. O corpo que cansa mais rápido, a energia que precisa ser administrada, as dores que surgem sem convite. Como se o tempo começasse a cobrar presença de forma mais agressiva. E isso vem sempre acompanhado de um certo luto silencioso: o adeus à ideia de invencibilidade, à noção de que tudo pode ser deixado para depois. Depois vira uma palavra perigosa.
Mas o que ninguém fala com clareza é o medo que mora por trás dessas falas. Medo de não ser suficiente, de não ter vivido “do jeito certo”, de não ser admirável aos olhos dos outros. Medo de envelhecer sem validação. O peso dos 30, muitas vezes, não está na idade, mas na comparação constante com vidas alheias, com timelines irreais, com expectativas que não nasceram dentro de nós, mas que aprendemos a carregar.
Também existe um discurso estranho de urgência. Como se, aos 30, fosse tarde demais para errar, recomeçar, experimentar. Como se fosse a idade da seriedade obrigatória, da maturidade rígida, da vida sem margem para bagunça emocional. E isso me soa injusto. Porque amadurecer não deveria significar endurecer. Não deveria ser sinônimo de abandonar curiosidades, afetos intensos ou mudanças de rota.
Algumas pessoas falam dos 30 com um cansaço existencial que assusta. Como se estivessem apenas sobrevivendo, cumprindo protocolos, repetindo dias. E eu me pergunto quando foi que viver virou uma obrigação pesada em vez de uma experiência em movimento. Talvez o problema não seja a idade, mas a forma como fomos ensinados a medir valor pelo acúmulo de conquistas, e não pela profundidade das vivências.
Ao mesmo tempo, existem falas mais baixas, quase sussurradas, de quem descobriu algo libertador depois dos 30. Pessoas que dizem que pararam de se explicar tanto, que aprenderam a dizer não, que entenderam seus limites. Mas essas vozes são menos barulhentas. Não rendem alertas dramáticos, nem discursos de medo. Elas falam de um jeito mais quieto, mais honesto, menos performático.
O que sinto é que o peso dos 30 é coletivo antes de ser individual. Ele nasce das expectativas sociais, das comparações constantes, da ideia de que a vida tem prazos fixos. E cada pessoa carrega esse peso de forma diferente: alguns com culpa, outros com pressa, outros com frustração. Poucos conseguem atravessar essa idade com leveza, não porque ela seja pesada, mas porque ninguém nos ensinou a envelhecer sem nos punir.
No fim, ouvir as pessoas falarem sobre os 30 me faz querer menos previsões e mais presença. Menos medo e mais verdade. Talvez os 30 não sejam um marco de perdas, mas de consciência, e consciência dói, porque exige responsabilidade emocional. Mas também pode libertar. E eu prefiro encarar essa década não como um fim anunciado, mas como um território ainda em construção, onde o peso só existe se eu aceitar carregar o que nunca foi meu.
As pessoas ao meu redor falam dos 30 como se fosse um portal invisível que, uma vez atravessado, muda tudo sem pedir permissão. Falam com um peso estranho na voz, como quem anuncia uma perda inevitável. Dizem “depois dos 30” como se fosse um aviso, quase uma ameaça sutil: o tempo aperta, as escolhas cobram juros, o corpo responde diferente, a vida exige respostas mais definitivas. E eu escuto tudo isso tentando entender quando foi que envelhecer deixou de ser apenas continuar e passou a ser sinônimo de falhar caso você não tenha cumprido uma lista imaginária.
O que mais me incomoda não é a idade em si, mas a narrativa que a envolve. Pessoas falam dos 30 como se fosse o fim da espontaneidade, o último suspiro da juventude tolerável. Como se, ao soprar essas velas, fosse obrigatório já ter estabilidade emocional, financeira, amorosa e existencial, tudo organizado, tudo resolvido. E quando alguém não tem, o silêncio pesa mais do que qualquer crítica explícita. É um julgamento disfarçado de conselho, uma cobrança vestida de preocupação.
Escuto histórias de arrependimentos ditos em tom de brincadeira, mas carregados de verdade. “Se eu pudesse voltar atrás…”, “se eu tivesse escolhido diferente…”, “se eu tivesse aproveitado mais…”. Parece que os 30 trazem um espelho cruel, onde as pessoas se veem obrigadas a encarar quem se tornaram versus quem imaginaram que seriam. E, muitas vezes, essa comparação dói. Não porque a vida deu errado, mas porque ela não seguiu o roteiro prometido.
Há também quem fale dos 30 como um peso físico. O corpo que cansa mais rápido, a energia que precisa ser administrada, as dores que surgem sem convite. Como se o tempo começasse a cobrar presença de forma mais agressiva. E isso vem sempre acompanhado de um certo luto silencioso: o adeus à ideia de invencibilidade, à noção de que tudo pode ser deixado para depois. Depois vira uma palavra perigosa.
Mas o que ninguém fala com clareza é o medo que mora por trás dessas falas. Medo de não ser suficiente, de não ter vivido “do jeito certo”, de não ser admirável aos olhos dos outros. Medo de envelhecer sem validação. O peso dos 30, muitas vezes, não está na idade, mas na comparação constante com vidas alheias, com timelines irreais, com expectativas que não nasceram dentro de nós, mas que aprendemos a carregar.
Também existe um discurso estranho de urgência. Como se, aos 30, fosse tarde demais para errar, recomeçar, experimentar. Como se fosse a idade da seriedade obrigatória, da maturidade rígida, da vida sem margem para bagunça emocional. E isso me soa injusto. Porque amadurecer não deveria significar endurecer. Não deveria ser sinônimo de abandonar curiosidades, afetos intensos ou mudanças de rota.
Algumas pessoas falam dos 30 com um cansaço existencial que assusta. Como se estivessem apenas sobrevivendo, cumprindo protocolos, repetindo dias. E eu me pergunto quando foi que viver virou uma obrigação pesada em vez de uma experiência em movimento. Talvez o problema não seja a idade, mas a forma como fomos ensinados a medir valor pelo acúmulo de conquistas, e não pela profundidade das vivências.
Ao mesmo tempo, existem falas mais baixas, quase sussurradas, de quem descobriu algo libertador depois dos 30. Pessoas que dizem que pararam de se explicar tanto, que aprenderam a dizer não, que entenderam seus limites. Mas essas vozes são menos barulhentas. Não rendem alertas dramáticos, nem discursos de medo. Elas falam de um jeito mais quieto, mais honesto, menos performático.
O que sinto é que o peso dos 30 é coletivo antes de ser individual. Ele nasce das expectativas sociais, das comparações constantes, da ideia de que a vida tem prazos fixos. E cada pessoa carrega esse peso de forma diferente: alguns com culpa, outros com pressa, outros com frustração. Poucos conseguem atravessar essa idade com leveza, não porque ela seja pesada, mas porque ninguém nos ensinou a envelhecer sem nos punir.
No fim, ouvir as pessoas falarem sobre os 30 me faz querer menos previsões e mais presença. Menos medo e mais verdade. Talvez os 30 não sejam um marco de perdas, mas de consciência, e consciência dói, porque exige responsabilidade emocional. Mas também pode libertar. E eu prefiro encarar essa década não como um fim anunciado, mas como um território ainda em construção, onde o peso só existe se eu aceitar carregar o que nunca foi meu.
“Será que o céu só continua existindo porque os humanos não conseguem tocá-lo?”
— Canadá, 1996.
A gente passou tempo demais aprendendo a se defender e quase nenhum aprendendo a ficar. Ficamos bons em aguentar, em seguir, em funcionar, mas ruins em permitir que algo encoste sem virar ameaça. E no fundo, o que mais pesa não é a dor em si, é ter sido ensinado que sentir precisava ser evitado. O trabalho agora não é ser forte, é ser honesto o bastante pra ficar inteiro outra vez, mesmo com o desconforto. Isso não é bonito, não é rápido, mas é verdadeiro.
- Pretérito Punk.
Engraçado eu tá aqui largado na cama, olhando pro teto, e saber que tem uma porrada de gente agora fazendo a mesma coisa em outro canto do mundo. Cada um tentando decifrar a própria solidão, cada um brigando com a cabeça no escuro. E no fim é isso, né? Todo mundo conectado pela mesma falta de resposta, mesmo que ninguém fale nada.
- Pretérito Punk.
ninguém entenderia,
então calei.
sorri, respondi, continuei —
como se o chão não tivesse sumido.
mas eu sabia:
já não restava nada inteiro em mim.
— SH.
Mas você, vê quem eu sou de verdade? Enxerga o que existe além de mim? Consegue encontrar o meu pequeno eu que se perde, escondido nos labirintos da minha mente, presa entre as janelas da minha alma, com a cabeça entre as mãos, temendo o trovão do meu coração?
— metaforantes
E VOCÊ? CONSEGUE VER QUEM EU SOU DE VERDADE?
Hoje me perguntaram de você
e minha voz sumiu no ar
feito poeira que não encontra vento.
Fiquei em silêncio
como quem tropeça na própria memória
e cai dentro de um eco antigo.
Por um instante saí de mim
observei meu corpo parado
enquanto minha mente vasculhava corredores apagados
tentando entender
em que curva da história
eu te perdi
ou se foi você
que se perdeu do que era
até não caber mais no caminho que dividíamos.
E ali, nesse vazio que ficou,
eu só respirei
como quem aceita
que algumas respostas não voltam.
Nossa... 🥺
🥺😔
Você é um labirinto difícil de percorrer, talvez seja por isso que me mantive inerte por todo esse tempo.
Com ardor, John
Tumblr, não é?!
Um lugar estranho, misterioso, vulgar ao mesmo tempo familiar. Um lugar onde seus sentimentos e pensamentos e corpo começam a sussurrar. Aqui é seu quarto, o seu lar em qual você não vê a hora de chegar em casa pra chorar. Por que lá, sabe que poucos vão lhe julgar.
Eu sei, que você também tentou lagar essa rede, mas toda vez que entra, tem mais sede...
Está tudo bem, ainda mais quando é difícil lidar com a semana ou uma sexta, sábado e domingo daqueles... Mas já se perguntou porque voltamos aqui?! Parece que queremos nos destruir ao invés nos reconstruir.
Ah, já sei… Porque, de um jeito silencioso e íntimo, este lugar ainda parece casa. Aqui, a gente se sente vivo, retraído e escondido ao mesmo tempo. Sei também, que é único lugar onde nunca foi preciso fingir que está tudo bem, sem que seus familiares saibam o que passa na cabeça da gente.
Onde só você entende a bagunça que está na sua mente, se é que entende.
Tumblr é o quarto escuro, aquele canto bagunçado que ninguém visita, mas as vezes recebe cada ask, esquisita.
Esse lugar não é só nostalgia. É refúgio, misturado com o inferno Uma DarkWeb da vida, Esse negocio de curtida, reblogs, seguidores é só ilusão para achar que você é importante no seu dia a dia. (grande porcaria.)
Aqui, alguns tiram suas máscaras. Outros as usam com ainda mais força.
Mas todos têm um propósito, seja boas ou más é apenas sobreviver mais um dia, com suas:
Fantasias, Sentimentos, Pensamentos, Poesias, Ana´s Mias
Todos procurando um plano de fuga... Que não castiga. Escondendo algo, Um pedaço de dor, Que arde...
Em algum lugar aqui: Há quem chore antes de dormir. Há quem se perca em pensamentos que não tem fim Há quem passa noites sem dormir, querendo não existir. Há quem se lembre de alguém que já foi embora, de quem mais precisava agora. Há quem tenha medo de se entregar de novo, como aconteceu com outros. Há que se arrepende, que hoje se culpa amargamente. Há quem reflete e questiona sobre sua existência, procurando a própria essências. Há quem quer conversar, mais não sabe com quem falar. Há que se entregou, ao que é vulgar porque não conseguiu ou já tentou mudar. Há quem só que te usar e tédio alimentar. Há os que procuram implora por Deus, mais não consegue se ajudar. Há os que encaram uma lamina, para ver se a dor derrama. Há os que enfrentam vazios profundos, produto para dar um pulo... Há quem perdeu amor próprio, e vê que sua única saída é a morte. Há que está esperando alguém partir, para desistir... Há quem confia em Deus, mais não acredita em sí.
E há os que apenas esperam que a dor passar e sua esperança recuperar...
A Dor não se esconde de verdade, não e só uma fase. Estamos vulneráveis, mesmo que tudo vaze: Pelas palavras, pelos olhos, pelos silêncios, por tudo o que postamos aqui e o que lemos uns dos outros. Desculpa!
Mas somos uma geração fraca, que muitas vezes precisamos da aprovação, aceitação ou alguém na nossa vida para continuar ou trilhar nosso caminho. Assistimos, ao invés de agirmos. Quando você precisa lutar e viver por sí.
Mas no fim, todos aqui procurando algo real sem saber viver por nós. Buscando um lugar onde possamos existir, a sós:
onde o amor não machuque, mas que se cultive. onde a solidão não assuste, mais que te escute. onde ser vulnerável não seja fraqueza, mas seja a leveza. onde o afeto não precise ser escondido, mas preenchido. onde família não seja peso, mas seja um contra peso. onde a sociedade não dite quem você deve ser, mas acredite em você.
Sim, é por isso que você está aqui. É por isso que eu também estou. Se precisar conversar, converse. Se precisar de ajuda, peça ajuda. Se precisar de você, se encontre... Não se arrependa de viver. O mundo não tem nada para te oferecer, você pode escolher a vida que deseja viver. Não sei qual é sua idade, mas lembre-se isso só é vaidade. Eu acredito que você também tem suas qualidades e pode ajudar alguém mesmo na amizade. É melhor fazer alguma coisa, antes que seja tarde. Seja paciente com você, mais olhe pra frente.
Sabe o que precisamos? De um bom ´´Bom dia, como foi o seu dia?´´ Seja lá o que está passando na sua vida, eu acredito que dará a volta por cima. No final, tudo o que precisamos é viver o que é real e sair desse mundo digital.
- Raphael B. ☕︎
Que texto.. 🥹🥹👏👏
Quando eu não estiver mais aqui... Quando minha voz for apenas um eco preso entre as paredes do que fomos, promete que vai se lembrar de mim por aquilo que tentei ser, e não por cada falha que me caiu sobre os ombros como pedras?
Eu errei, eu sei. Fui áspera quando só queria ser ouvida. Afastei quem eu mais amava tentando protegê-los do que havia dentro de mim, e por mais que eu gritasse em silêncio, ninguém ouvia. Ou talvez ouvissem, mas já fosse tarde demais para entender.
Eu vivi com medo de ser um peso e, ao mesmo tempo, sonhava em ser necessária. Queria fazer o bem, queria deixar algo bonito nesse mundo confuso, mas a dor... ah, a dor me confundia. Me fazia tropeçar nos próprios passos, me fazia ser alguém que eu odiava no espelho.
Por isso, se algum dia lembrar de mim, não lembre dos meus gritos, das portas que bati ou dos dias que me tranquei no escuro. Lembre que eu tentei...
Tentei ser melhor. Tentei amar, mesmo quebrada. Tentei ser luz, mesmo apagando por dentro.
Se meus olhos se fecharem antes do esperado, só peço que, no espaço entre as lágrimas, você encontre alguma lembrança doce. Um sorriso verdadeiro, um abraço apertado, uma frase sincera. Porque mesmo com todos os meus defeitos, eu amei você. Amei tudo com uma intensidade desajeitada, mas real.
E quando a poeira baixar e só restar o silêncio, que o que fique de mim… não seja a dor que causei, mas o amor que, apesar de tudo, tentei deixar.
(Texto autoral).
É engraçado, né? Esse vazio. Todo mundo fala dele como se fosse sinônimo de tristeza, de luto, de algo ruim. E, sim, é. Mas, para mim, ele se manifesta de uma forma diferente. É quando algo muito bom acontece. Uma conquista no trabalho, um pôr do sol que me deixa sem fôlego, uma piada que me faz rir até doer a barriga. A primeira coisa que eu quero fazer é pegar o celular e te ligar. Te mandar uma foto. Te contar cada detalhe, cada sensação.
E aí eu lembro. Que você não está mais lá. A mão que se estende para pegar o telefone para. Porque a pessoa do outro lado da linha… não existe mais. E o vazio não é a ausência de algo ruim, mas a ausência de algo bom. O vácuo que fica quando a alegria explode, mas não tem para onde ir. É como um eco sem parede para rebater.
Eu sinto falta do seu "parabéns", da sua risada, do seu "eu sabia que você ia conseguir". Sinto falta de te ligar para te dizer: "Você não vai acreditar no que aconteceu hoje". O mundo continua, as coisas boas acontecem, e eu estou aqui. Vendo, vivendo, sentindo. Mas o momento que eu mais quero compartilhar… é o momento em que eu sinto mais falta de você.
E é aí que eu percebo que a sua partida não me roubou só a sua presença, mas também a minha capacidade de sentir a alegria por completo. Porque a maior parte da alegria era o ato de dividi-la com você. E agora… ela me visita, mas não tem onde ficar. Ela se perde, se dissolve no ar. E o vazio, ele é só o eco de todas as alegrias que eu não posso mais te contar.
🌹✨
Bom dia 🩷