🔮/look into my eyes :: It's where my demons hide
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@solis-lusionart
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solis-lusionart:
「 kei achava graça na animação de hayoon, não esperava que aquela simples informação - que de alguma forma parecia tão terrivelmente mundana - poderia causar uma mudança tão espetacular no ânimo de alguém, muito menos nos ânimos do mais novo. ainda assim, a mulher decidiu perturbá-lo um pouco, franzindo o cenho em uma expressão que imitava algo muito parecido com chateação.
“quem não acredita nisso sou eu!” falou em um tom exagerado para combinar com a expressão facial em seu rosto, “tantos anos vivendo juntos e você nunca se interessou pelos meus afazeres? sou somente uma… uma vizinha para você, hayoon?” assim que a última palavra escapou de sua boca, kei se permitiu rir, desfazendo completamente sua encenação. não se importava se o outro não sabia sobre seu emprego ou o que fazia fora da vila, ela também deixava muitas dessas informações escaparem de sua mente de vez em quando. e no momento, o que realmente importava era que ele estava ali para prestigiá-la e se tinha algo que kei gostava, era ter os olhos dos outros para si, especialmente se tratando daquele palco.
“deriya deve começar sua apresentação agora, em seguida será minha vez…” comentou rapidamente enquanto deixava seus olhos correrem até o grande palco no meio do salão, isso lhes dava alguns minutos antes de kei ter que correr até os bastidores do local. “vamos, vou arranjar algo da cozinha para você experimentar.” 」
Em tal momento, estava se sentindo um pouco de vergonha, porque parecia muito ruim de sua parte não saber o mínimo das pessoas que moravam consigo desde sempre. Não que ele não soubesse, mas alguns detalhes passavam despercebidos ou Hayoon esquecia facilmente, porque sua memória não era uma das melhores.
— Não é isso… — A fala parou no meio, notando a risada e deduzindo ser uma brincadeira, novamente estava caindo em brincadeiras por não conseguir diferenciar corretamente, ao menos, o fez rir também. — Mas falando sério. Eu sou desligado! — Resmungou com um bico nos lábios, assumindo uma pose de criança irritadiça, por mais que não fosse. Mas agora estava ali, iria encobrir aquele esquecimento com palmas e mais palmas com a apresentação que estava por vir, porque daquela vez, ele era apenas um espectador. Só que a saudade de treinar em um palco… Ela surgia com força em seu peito.
A seguia pelo local, maravilhado por tudo. Tudo tão animado e bonito, os olhos do Ryu nem sabiam onde focar, qual local olharia primeiro já que qualquer coisa que envolvesse arte lhe deixava feliz. — Tudo bem! Ah é, eu trouxe minha câmera, posso filmar? Quero ter um registro!
「 por alguns momentos, a mente de kei parecia estar em outro mundo, um universo de cores e cheiros inimaginavelmente atraentes e belos, essa era a experiência que phoukar dizia oferecer e, claro, que tudo aquilo começava em sua cozinha. a dançarina acenou com a cabeça para dois funcionários, que logo sorriram e voltaram a conversar entre si permitindo que as duas pedras preciosas adentrassem a cozinha do local sem dificuldade. o lugar borbulhava não somente com caldos e outras especiarias, mas também com vida, seus funcionários andavam de um lado para outro carregando bandejas e panelas.
“não só pode como deve!” kei logo exclamou entusiasmada com a ideia, virando-se para hayoon com um sorriso convidativo, “e falo não somente de minha performance… essa com certeza você deve filmar, ok? mas de toda sua experiência por aqui, acho que daria uma exposição bonita, talvez uma colagem…” começou a divagar da mesma forma que seus olhos começaram a passear pela cozinha, espiando algumas bandejas.
aproximando-se de uma das bancadas, pegou uma pequena tigela lindamente enfeitada em mosaicos vermelhos e laranja e recheada com pequenos triângulos de massa. eram como pequenos pães, porém triangulares e com um belíssimo brilho dourado em seu exterior, por dentro, kei sabia que havia recheios temperados e que pareciam derreter na boca. logo entregou a tigela para o mais novo, somente roubando um dos pães e mordendo a pontinha.
“cuidado que ainda estão quentes, mas tenho certeza que você vai adorar.” comentou entre pequenos sopros que dava na abertura de seu próprio pãozinho, o vapor subia junto com o aroma apetitoso do recheio vegetal. rapidamente seus olhos recaíram sobre o relógio que ficava no centro do local, logo teria que se preparar no backstage para sua apresentação, então necessitava achar uma boa mesa para que hayoon pudesse curtir o show.
“me diga, gostaria de fazer parte da fila do gargarejo ou prefere algo meio camarote?” 」
tal qual uma criança, o garoto observava tudo com muita atenção, porque era assim que ele era, sempre curioso e atento a tudo. sabia que ia precisar olhar o local mais de uma vez para apreciar tantos detalhes, mas era assim que gostava, porque quanto mais detalhes, mais vezes poderia retornar ali.
— ou talvez, um vídeo! — comentou sorridente, puxando o aparelho de sua bolsa. — vou gravar com ela e tirar fotos com o telefone, assim posso fazer colagens... devia ter trazido aquela instantânea. — a última parte foi mais para si, era raro desgrudar de sua "polaroid", mas naquele dia, nem lembrou de a pegar. mas o celular iria substituir bem, porque depois podia personalizar as fotos e com esse pensamento, não demorou em tirar uma foto de uma das decorações da parede.
pegou o que foi estendido com pressa, claro que após deixar a câmera novamente na bolsa, tendo apenas o celular na outra mão. tirar uma foto da comida foi indispensável, até já sabia o que colocaria ao redor, era sempre assim, sua mente começava a rodar em todas as formas de decoração ou qualquer meio artístico, as vezes, achava que seu chip tinha mexido com aquilo também. era como se seu dom artístico tivesse aflorado ainda mais.
— o que seria fila do gargarejo? — questionou enquanto assoprava um dos triângulos, não tinha nem mordido direito já que estava realmente quente. — jogam água ou coisa assim?
❛ 1, 2, 3 & 𝗹𝘂𝗺𝗶𝗻𝗼𝘂𝘀 𝘁𝗿𝗶𝗰𝗸 !! loading open starter ,🔮 ❟
Depois de uma semana quase isolado, Hayoon estava finalmente livre e ele estava de bom humor - o que poderia ser considerado estranho, visto que vivia com um humor instável -, todos os exames acabaram lhe esgotando ao máximo, então seu corpo aceitou um descanso "forçado", até as olheiras não existiam mais. Era um novo homem! Mas por quanto tempo iria durar? Nem ele mesmo sabia.
— Então, me conta as novidades, o que você andou fazendo?
* ◞ marcellus deu um pequeno sorriso , simpático . apesar da aparência descansada , sabia que , por razões muito óbvias , o outro havia passado por poucas e boas . ‘ nada demais , na verdade ’ confessou , porém , gostaria de que algo interessante tivesse acontecido . de vez em quando , ele se deparava com algumas situações interessantes aterrorizantes , como quando da vez em que um homem o perseguiu , por cinco quadras , após o trabalho apenas para descobrir o nome de uma das músicas que tocara no set . mas agora , encarando hayoon , até sentiu saudades das loucuras . ‘ e você? o que andou fazendo? ’ uma pergunta retórica , oras . . . com um pouquinho de sarcasmo também , talvez . ‘ quer dizer , como você está? ’
ainda era estranho estar tão bem, algo realmente novo para o garoto que sempre tinha sono, desejava tanto viver mais dias como aquele, mas obviamente que logo tudo voltaria ao normal. — fazendo nada, fizeram maldades comigo, acredita? aqueles exames e treinamentos... deviam ser proibidos! — reclamou. daquela forma, estava de braços cruzados e um bico, assemelhando-se a criança chorona, mas apenas não queria relembrar da semana que passou dentro do laboratório e das áreas de treino. claro que estava sendo um tanto dramático, porque aquela era sua essência, o drama. — mas estou bem, não vou mentir. dormi tão bem, mas tão bem que parece até um sonho! mas e você, como está?
❛ illusions turn to dust or to gold ,🔮 ⸻ POV I : o treinamento ❟
As vezes, desconfiar de tudo e todos não parecia ruim, ainda mais naquele momento. O jantar em família já pareceu estranho pelo convite, foi repentino e quando deu de cara com aqueles homens, era óbvio que não teria nada de familiar ou amigável. E a certeza veio logo, as falas já estavam o fazendo perder o apetite e quando seu nome foi chamado, tudo piorou, era como ter um bolo em sua garganta.
Sua vontade era de empurrar tudo em sua frente, mas ia parecer muito desordeiro e estava com sono demais para tal coisa, então optou por seguir em silêncio, sendo acompanhado de sua mãe. Não é como se lembrasse de muitos momentos, visto que desde a última missão, que foi uma tremenda falha - não tinha problemas em admitir, tanto que parecia um rebelde durante a refeição -, seus problemas de insônia só pioraram. Talvez fosse a sensação de falha, ou talvez, um medo de algo ocorrer, mas toda vez que fechava os olhos era como se algo fosse te jogar na fenda.
A semana foi puxada, não negaria, teve que fazer testes mentais, onde era estranho ver como uma réplica de seu cérebro em uma tela e de brinde, aqueles homens falando como se fosse um programa de televisão. Estava tudo ali, mas o Ryu não compreendia já que em sua visão, eram apenas linhas, palavras e números soltos, sem importância. Tinha uma natureza de reclamações extremamente forte, só que naqueles momentos, não fazia nada além de deitar na maca e deixar que colocassem os adesivos em sua testa ou tirassem seu sangue.
Possivelmente o problema veio após os treinamentos, eles pareciam ainda mais intensivos e com o intuito de o deixar exausto, quase quebrando os limites de seu corpo já debilitado. Teve até que usar óculos escuros quando o tempo estava nublado, a sensação era ruim, todos lhe encarando como se fosse um estranho, mas também não ia ser bom que seus olhos fossem vistos... As olheiras estavam mais fundas, as orbes avermelhadas, sem contar a cabeça doendo pela luz que emitia; as vezes, desejava apenas controlar a ilusão e não a luz, porque somada a sua dor por não ter dormido, parecia que sua cabeça explodiria com facilidade.
"Não vou dançar por um bom tempo". Foi sua fala para uma das enfermeiras, recorda-se que a mulher riu e depois disso... Tudo é como um borrão. Segundo sua mãe, Hayoon vivia desmaiando de exaustão pela falta de sono, até quando fazia algum treinamento era como se estivesse em uma grande ilusão já que parecia fora de si, não é uma ideia descartável e ele tem plena noção disto. Anotando tudo que se lembra em um caderninho, o coreano chegou a conclusão que deve ter entrado em algum tipo de transe, porque de uma semana, ele lembra de 65% de tudo, nem os treinamentos são frescos e só sabe que deram resultados por ter sido avisado em sua liberação, só que tem algumas coisas que tirou de toda a experiência, sendo elas:
nunca abusar de seu poder, porque as dores são fortes demais.
não dançar por um tempo, pois sente que seu corpo vai pedir arrego.
doces são sempre mais gostosos após uma semana sem os ter.
nada nunca vai ser perfeito.
que precisa tomar cuidado, porque ficar sem dormir pode lhe colocar em um estado de ilusão muito ruim.
e que tudo trouxe algo de ouro, ou seja, um sono tão bom que suas olheiras até clarearem. sem contar seu humor agradável!
— Mãe! Acho que estou pronto para fechar aquele portão, dessa vez, não vou falhar!
Já utilizou seu poder por algum motivo egoísta, ou até bobo?
Isso lá é coisa para se perguntar, Inpyo?
Uma exposição dessas... Mas não lembro, longe de mim ter feito isso. Talvez uma vez, porque eu queria fugir de uma aula, mas nada demais.
Já se machucou ou machucou alguém ao usar seus poderes?
Ambos. Não é bem machucar, mas já atrapalhei a visão de algum com um ponto de luz... Ok, estou errado, acho que já machuquei sim, porque no momento que a luz atingiu a visão da pessoa, ela acabou tropeçando e caindo em cima do braço. Comigo é o de sempre, me deixar cair na ilusão se não dormi muito bem...
Existe alguma diferença entre você e a pedra preciosa? Por exemplo, algum traço de personalidade que surge do nada.
Todos?
Pode não parecer, mas o Lusionart é maior do que aparenta. Talvez ele seja mais solto, um pouco mais egoísta e narcisista do que devia, mas sendo sincero, não é algo que minha palavra possa comprovar, só é óbvio que existe uma linha bem grossa entre nós.
❛ 1, 2, 3 & 𝗹𝘂𝗺𝗶𝗻𝗼𝘂𝘀 𝘁𝗿𝗶𝗰𝗸 !! loading open starter ,🔮 ❟
Depois de uma semana quase isolado, Hayoon estava finalmente livre e ele estava de bom humor - o que poderia ser considerado estranho, visto que vivia com um humor instável -, todos os exames acabaram lhe esgotando ao máximo, então seu corpo aceitou um descanso "forçado", até as olheiras não existiam mais. Era um novo homem! Mas por quanto tempo iria durar? Nem ele mesmo sabia.
— Então, me conta as novidades, o que você andou fazendo?
Sua habilidade já saiu de controle? Se sim, que tipo de resultado teve?
Sim, e não foi só uma vez. O resultado não foi tão wow, mas assim, foi complicado tirar todo mundo da teia ilusória antes de se machucarem... Uma pessoa quase caiu em um buraco, sem contar que eu também estava fora de controle, caí na minha própria ilusão e estava cegando as pessoas com raios de luz, foi uma confusão. Lembro bem pouco do que rolou realmente, quando eu notei, estava em um lugar bonito e em um piscar de olhos, estava deitado na ala médica em observação.
Já teve alguma missão que sentiu que não iria conseguir? Ou que teve medo de falhar.
todas!
não devia falar com tanta animação, mas não tem uma missão que me deixe totalmente confiante. minha mente funciona por etapas, antes de tudo vou dividir que tenho 50% de chances de dar certo e 50% de dar errado, só que o medo de falhar sempre existe e aumenta a porcentagem negativa.
we don’t talk about… open friday !!
&.gifchat with anyone/everyone
imagina a cena… como de praxe, toda sexta-feira bruno ia até o cozinheiros do refeitório do laboratório e se juntava a eles. se era um tipo de trabalho comunitário o qual ele era obrigado a fazer, ninguém sabia, mas já faziam anos que ele tinha aquela rotina. para essa sexta um doce especial era preparado, essa guloseima fez até mesmo seu olhar brilhar de vontade de comer todas e não deixar pra ninguém.
— pega um! o picolé de pitaya é vegano e glúten free, juro que você vai adorar. — ele incentivava.
Quando ficava sem doces, Hayoon não era a pessoa mais agradável possível, pelo contrário, chegava a mostrar um humor terrível que poderia assustar. Só melhorava quando tinha um doce ao redor, mas as "jóias" de seu quarto estavam em falta por conta da madrugada em claro, estava aceitando qualquer coisa. Pela preguiça consumindo seu corpo cansado, estava se movimentando como um zumbi por todo o Centro até parar no refeitório, ali devia ter algo, sentia aquilo, ainda mais por saber que Bruno estaria ali. Não iria admitir, mas ele ia ser sua salvação.
— Interessante... Mas, por favor, me diz que tem uma quantidade aceitável de açúcar. — Suplicou choroso, encarando o outro. — Se não, vou querer um picolé e um pote cheio de açúcar.
2023's — the artkid
“ Compartilha sua safe zone, onde fica confortável ! ”
meu quarto, óbvio! como não ficar confortável no lugar que eu tenho tudo? e quando eu digo tudo, é tudo mesmo, nem sei como aquele lugar ainda não explodiu de tanta coisa... também tem a cozinha, mas isso é outra história.
“ compartilha o seu senso de estilo, se tiver um ! ”
não acho que tenho um senso, mas gosto de moletom e roupas de couro, as vezes, um tipo de sobretudo por ser chique. mas no final, prefiro usar qualquer roupa que me deixe confortável e com os movimentos livres, porque detesto estar com algo que limite minha movimentação.
❛ 𝗹𝘂𝗺𝗶𝗻𝗼𝘂𝘀 𝘁𝗿𝗶𝗰𝗸 loading starter with @solis-kei ,🔮 ❟
A animação do garoto era nítida por diversos motivos e poderia ser considerado até um milagre, visto que Hayoon animado era raro, era mais fácil o encontrar de cara fechada. Só que não naquele dia, porque se tinha arte envolvida, ele estaria lá!
Crianças quando ansiosas por algo que querem, não conseguem dormir devido a euforia e bem, não era um problema para si. Tudo isso era culpa de Kei, a mais velha tinha “prometido” o levar ao restaurante que se apresentava e agora, estavam ambos ali.
— Eu quero muito ver, to ansioso! — Comentou sorridente, os pés não conseguiam parar quietos enquanto esperavam para entrar. — Ainda não acredito que nunca me toquei do seu serviço, Kei, sério…
「 kei achava graça na animação de hayoon, não esperava que aquela simples informação - que de alguma forma parecia tão terrivelmente mundana - poderia causar uma mudança tão espetacular no ânimo de alguém, muito menos nos ânimos do mais novo. ainda assim, a mulher decidiu perturbá-lo um pouco, franzindo o cenho em uma expressão que imitava algo muito parecido com chateação.
“quem não acredita nisso sou eu!” falou em um tom exagerado para combinar com a expressão facial em seu rosto, “tantos anos vivendo juntos e você nunca se interessou pelos meus afazeres? sou somente uma… uma vizinha para você, hayoon?” assim que a última palavra escapou de sua boca, kei se permitiu rir, desfazendo completamente sua encenação. não se importava se o outro não sabia sobre seu emprego ou o que fazia fora da vila, ela também deixava muitas dessas informações escaparem de sua mente de vez em quando. e no momento, o que realmente importava era que ele estava ali para prestigiá-la e se tinha algo que kei gostava, era ter os olhos dos outros para si, especialmente se tratando daquele palco.
“deriya deve começar sua apresentação agora, em seguida será minha vez…” comentou rapidamente enquanto deixava seus olhos correrem até o grande palco no meio do salão, isso lhes dava alguns minutos antes de kei ter que correr até os bastidores do local. “vamos, vou arranjar algo da cozinha para você experimentar.” 」
Em tal momento, estava se sentindo um pouco de vergonha, porque parecia muito ruim de sua parte não saber o mínimo das pessoas que moravam consigo desde sempre. Não que ele não soubesse, mas alguns detalhes passavam despercebidos ou Hayoon esquecia facilmente, porque sua memória não era uma das melhores.
— Não é isso... — A fala parou no meio, notando a risada e deduzindo ser uma brincadeira, novamente estava caindo em brincadeiras por não conseguir diferenciar corretamente, ao menos, o fez rir também. — Mas falando sério. Eu sou desligado! — Resmungou com um bico nos lábios, assumindo uma pose de criança irritadiça, por mais que não fosse. Mas agora estava ali, iria encobrir aquele esquecimento com palmas e mais palmas com a apresentação que estava por vir, porque daquela vez, ele era apenas um espectador. Só que a saudade de treinar em um palco... Ela surgia com força em seu peito.
A seguia pelo local, maravilhado por tudo. Tudo tão animado e bonito, os olhos do Ryu nem sabiam onde focar, qual local olharia primeiro já que qualquer coisa que envolvesse arte lhe deixava feliz. — Tudo bem! Ah é, eu trouxe minha câmera, posso filmar? Quero ter um registro!
“ Você teve algum problema com seu parceiro durante a missão ? ”
acredita que eu não lembro? eu sou despreocupado com parcerias, então não sei definir se já tive algum problema.
“ tem alergia a alguma coisa ? ”
não faço ideia! já achei ter algo com poeira, mas era uma gripe fraca.