childhoodbsf!hugo who always loved showing you his soccer skills — determined to see you impressed at what he could do
childhoodbsf!hugo who always made meddling comments on every little thing you did — oblivious to how irritated it got you feeling
childhoodbsf!hugo who loved watching all the movies and shows you recommended him because it meant he got to know more about you and your interests
childhoodbsf!hugo who always whined that you don’t play soccer with him — giving you pouts that ultimately made you give in to his childish demands. and of course, you’d get your shit rocked by him.
childhoodbsf!hugo who only grew up and kept growing — getting taller and bigger to the point he completely towered over you
childhoodbsf!hugo who noticed your body more and more as you two grew up
childhoodbsf!hugo who gets distracted looking down your shirt as you innocently talk to him
childhoodbsf!hugo who feels completely perverse and guilty when the thought of you makes him all tingly and warm
childhoodbsf!hugo who talks to you like you’re the only one in the universe — intense eye contact, little physical space, heavy underlying tension
childhoodbsf!hugo who just wants to know how your lips feel against his and if your lips are really as soft as they look
childhoodbsf!hugo who’s mind is slowly filling up with more and more thoughts of you — some completely obscene and depraved.
childhoodbsf!hugo who will make it his life’s mission to keep you in his life — because there must be a logical explanation about his explosive feelings for you.
⃝🌦️✸ ִ ࣪ “You're gonna be the one that saves me.” ۫ೀ
✨ㅤ۫ avisos: ࣪ ᚐ ִ fluff/smut, p in v, reconciliation, unprotected sex (se protejam), nipple sucking, slighty size kink, dirty talk, oral (m receiving), shower sex, jude tem pelos (se alguém se incomodar com isso 🤷), creampie, OOC?, happy ending. ބ ࣪
☔ㅤ۫ Seu cachorrinho desaparecido coincidentemente é encontrado por Jude, seu ex-namorado, num dia chuvoso. Não há nada de errado em retribuir a gentileza e deixá-lo entrar para fugir da chuva, né?.࣪ ᚐ ִ ބ ࣪
˚˖𓍢ִ໋❀ nota: pra hj é só esse clichezinho pq eu to sonhando com esse puto safado. desculpa qlqr errinho e o finalzinho rushado, olha o horario q eu to postando 😢... éjogador mãinhê?éjogadorlorraine!!
Suas botas esfregam-se contra o tapete, ensopando o tecido. O guarda-chuva é fechado e pendurado atrás da porta. Uma tempestade enorme está acontecendo lá fora e você acabou de chegar da faculdade, cansada e melancólica pela junção de clima e seus próprios sentimentos. Bom, seus dias são de luta.
Para começo de história, há cerca de um mês, seu namoro de um ano e meio acabou. Você namorava um jogador de futebol, Jude Bellingham, e de certa forma, nem entende o que ocasionou o fim da relação. Talvez os desentendimentos constantes devido ele estar mais ocupado com a carreira em ascensão.
O curso e o trabalho drenaram bastante seu tempo também, afinal, você não era uma escorada. É complicado de refletir com a cabeça cheia de preocupações e ciúmes. Parecia urgente saber aonde e com quem William estava a todo instante, sua insegurança gritava que jogadores de futebol eram infiéis, ainda mais quando alcançavam dinheiro e status.
Entretanto, Bellingham nunca deu motivos para imaginar tal coisa. No dia do término, ele insistiu para você ser paciente com a situação da ausência e confiar nele, apesar disso, você optou por terminar, alegando terem planos de futuro diferentes. Que cabecinha de vento a sua.
O pretinho respeitou a decisão e lhe concedeu privacidade, demonstrando tristeza com a separação. Desde então, nunca mais conversar ou se viram. Na segunda semana pós-término, você concluiu que adotar um bichinho te alegraria e espantaria as emoções depreciativas da mente. Dito e feito, pegara um lindo filhotinho de golden retriever, botou o nome de Caramelo e ele passou a ser seu leal companheiro, sua motivação nos dias sombrios.
Até Caramelo fugir na manhã passada. Aquele arteiro não perdeu a oportunidade vendo a porta da frente mantida aberta por um descuido seu. Você publicou sobre o desaparecimento em todos os lugares, colocou cartazes nos postes do seu bairro e procurou incansavelmente pelo doguinho. Sem sucesso obtido, sobrou bastante culpa por ter sido irresponsável, a nuvem escura e turbulenta chamada depressão retornou a sua cabeça.
A caminha azul largada ao lado do sofá é o suficiente para seus olhos encherem de lágrimas. Onde aquele pobrezinho estaria numa chuva dessas? Sozinho, sem comida e água, morrendo de frio... Você precisa achar ele, tadinho, é um bebê, não pode ficar sozinho.
Respirando fundo, o casaco é desabotoado e colocado na arara, empurrando as botas para longe e sentando perto da caminha, pegando um brinquedinho que o cachorrinho amava morder. Lamuriou-se, apertando o objeto contra seu peito. Logo sairia em outra busca por Caramelo, não ficaria tranquila enquanto não o achasse.
Toc, toc, toc. Estalos suaves ecoam na madeira e mesclam-se unidos com os respingos de água caindo das telhas. Sua vista vai para a direção do som, erguendo-se e indo verificar pelo olho mágico quem poderia interromper o seu momento dramático. Reconhecer a pessoa do outro lado te surpreende. Encharcada, vestida com regata cinza, boné e bermuda, a pele morena reluzindo dourado no fim de tarde.
É Jude! Seu coração dá uma arrancada semelhante a um carro de fórmula 1, uma queimação inicia nas suas bochechas e você pondera abrir ou não. O que diabos ele quer contigo após um mês?
— Oi vida, tá aí? — A carinha deformada pelo vidro aproxima-se mais da porta, seu tom é suave, inseguro. Você morde o lábio inferior ao escutar o apelido. — Acho que esse cachorrinho é seu.
A chave gira na fechadura imediatamente, você explode em euforia ao captar os olhinhos enormes de Caramelo, enrolado num moletom preto, envolvido pelos braços definidos do jogador. Os latidos fofos e movimentos agitados da bola de pelo dourada retribuem a felicidade ao te ver também.
— Ah, meu Deus! Caramelinho! Seu danado! Tô tão feliz de te ver! — O bichinho pula nos seus braços, lambendo sua cara. Você acaricia os pelos úmidos, abraça mais forte e cheira o animal, logo volta a atenção ao homem que lhe fitava com as íris castanhas dez vezes maiores e mais suplicantes. — ...Oi, Bellingham. Como você tá?
O típico sorriso expert em te deixar fraca surge na boca carnuda, arroxeada e trêmula pela temperatura. — Tô bem. E você? — As palmas dele alisaram os próprios braços, sinalizando frio.
— Eu estive tão angustiada, não tem noção do alívio que tô sentindo agora! — Ajeitou Caramelo no colo, afastando o rosto pra parar de ser alvo dos seus beijos incessantes. — Aonde você o encontrou?
— Foi voltando de um treino de corrida. Começou esse temporal e eu o vi tentando se esconder debaixo de umas caixas de papelão, coitado. — Dá de ombros, tocando a cabeça do animal e afagando. — Sua postagem sobre o sumiço apareceu pra mim, aí reconheci a coleirinha. Te conheço o suficiente pra saber que você estaria arrancando os cabelos. Esse bonitinho é uma graça.
Você solta um arzinho pelo nariz e sorri desajeitada. A tempestade transformou-se em um sereno, Jude poderia ir embora sem intercorrências, mas você não quer que ele vá e não quer ser mau-educada, o pretinho salvou sua consciência de ficar pesada pro resto da vida.
— Que bom que o achou. Muito obrigada, sério! Ele é uma gracinha mesmo, só é encapetado... Err... Você quer entrar pra esperar a chuva passar? Se não vai ficar resfriado. — A cartada da gripe é só uma desculpa para que William entre. Ele aparenta notar na mesma hora, acenando que sim.
— Eu adoraria, tô morrendo de frio com essa roupa. — O mal de Victor é ser expressivo demais, sem esconder a satisfação de receber o convite.
Dando espaço para o dito cujo passar, ele tira os tênis e os põe perto das suas botas, jogando o moletom na arara. A porta foi devidamente trancada para evitar outra fuga do filhote de Taz-mania, este abanando-se para descer e correndo até a caminha, mordendo o brinquedinho como se só tivesse ido a um passeio casual. Sua pelagem parecia sujinha, a próxima atividade seria um banho e uma ida ao veterinário.
Com foco no cachorro maior, poupando contato visual porque Jude perambula pela casa, assim você consegue admirá-lo. A regatinha grudada nas costas largas com os músculos em plena exibição, a bermuda coladinha naquele rabão, abraçando as pernas grossas. Nossa, como você jogou um bife desse aos lobos? Distante da tensão psicológica parece uma ideia super estúpida, você envergonha-se em olhar nos olhos castanhos.
Na prática, sequer há lugar para vergonha. Bellingham olha por cima do ombro para você e arranca a regata molhada, colocando-a no ombro. — Pode me dar uma toalha, vida? — Ele vira o rosto para o lado oposto, com certeza estava mostrando aquele sorrisinho de puto. Você quer assassiná-lo, porém, só depois de matá-lo na sentada primeiro.
— Humpf... Não age como se não tivéssemos terminado, Bellingham. — Fecha a cara por alguns segundos, seguindo até o armário do seu quarto para catar a toalha branca limpa. Você estende a mão para Victor alcançar.
A mão grande chega pertinho, pegando seu pulso ao invés da toalha e te trazendo pra ele, encostando sua palma no peitoral sarado, percebendo os batimentos cardíacos. — Volta pra mim, amor. Tô com muita saudade. — Sua boca curva em um beicinho, as sombrancelhas rentes, o semblante entristecido nasce. — Não parei de pensar em ti.
Seus olhos abaixam para o chão, soltando um suspiro. — Não sei, Bellingham, me sinto muito confusa sobre nós e-
— Você ainda me ama, não ama? — O indicador alheio enrola uma mecha do seu cabelo, deslizando pela linha da sua mandíbula, parando no seu queixo, levantando pra que você o veja.
— Jude-
— Me responde, por favor. Se a resposta for não, não te perturbo mais. — O rosto negro pende rente ao seu, as palavras sendo sussurradas.
— Amo. — Vocês estão se encarando, seu corpo pega fogo com o toque do pretinho. — Que droga, não consigo te esquecer. Eu não sou boa o suficiente... Você merece alguém compreensivo...
— Esse tempo que nos afastamos, você continua pensando daquela maneira? Não mudou nada? — William umedece os lábios, mantendo contato.
Para evitar uma discussão, você se afasta, girando a cara. — É melhor você ir tomar banho, Bellingham.
O jogador era britânico, entretanto, possuía espírito de brasileiro, não desistindo. Ele franze o cenho. Você nota quando a malícia se apossa daquele homem. — Não quer vir junto, vida?
— Não me chama assim. — Se fazer de difícil o deixa mais atiçado, talvez também te deixe. — E pelo que eu sei, ex-namorados não tomam banho juntos.
— Existem as exceções...
Revirando os olhos, atuando indecisão, você concorda. — Tá, mas é só um banho!
— Não é não. — O beicinho franze e Jude torce o nariz, desacreditado das suas intenções.
— Cala a boca e anda antes que eu te chute pra rua!
Toda sem jeito, você deu empurrões no moreno e o maldito saiu rindo no caminho conhecido do banheiro. Não houve mudanças drásticas na casa além do enriquecimento ambiental para o cachorro, que inclusive, desapareceu de vista, possivelmente mastigando alguma sandália sua em cima do sofá.
Após Jude adentrar primeiro no banheiro pequeno, já afrouxando os cordões da bermuda, empurrando-a pro chão e sua cueca acompanhando. Não namorar a bunda enorme dele era missão impossível, aliás, o pretinho adorava ficar pelado toda hora.
Mais uma olhadinha por cima do ombro, peças sendo arremessadas na pia. Em seguida, virando pra ti. — Quer ajuda pra tirar a roupa?
— Tsc. — Você resmungou baixinho, nervosa e tentando não olhar descaradamente pro meio das pernas. —...Quero.
— Deixa eu te ajudar. — Como um grande desgraçado, Victor aproximou-se, as mãos puxaram sua blusa pra cima, revelando seu sutiã simples. Aos poucos, desceu os dedos até o fecho do sutiã, ágil em abrir e libertar seus seios. — Tão do jeitinho que eu deixei, amor. — Sussurrou, inclinando-se, sobrepondo sua altura menor. Os polegares rodearam seus mamilos e esfregaram a pele de forma carinhosa.
— Eu ainda tô com raiva da sua cara. — A conversa era baixa, o pretinho mostrando o risinho discreto de canto.
— É?
Os lábios alheios tocaram os seus sem pressa, as mãos dele desceram a sua cintura e costas, pressionando os corpos. Você sentiu o volume contra a sua barriga, ele solta um lamento suave, comum durante os beijos de vocês. A língua dele passeia na sua, a lembrança de estar em casa. A sua mão pequena envolveu o pau endurecido, masturbando delicadamente e o fazendo dar uma choradinha.
— Puto descarado. — Ao morder o lábio inferior dele, William sorri. Os dedos da cintura descendo para desabotoar seus jeans, você fez o resto do trabalho pra se livrar das roupas restantes.
— Mas é esse putão que tu ama, hm? — Te levanta pelas coxas, botando no colo e suas pernas envolvem o quadril dele. Entraram no box, a água sendo ligada no nível baixo. Demorou alguns segundos pra esquentar, seu chuveiro velho dando tudo de si na função.
— Eu amo mais seu pau.
— Mama ele, então.
Você ajoelhou, nem aí pro chão gelado. A palma rodeando aquela pica grande e grossa, com veias espalhadas, a cabeça bem roxinha e babona. Sua boca transbordou de saliva só de pensar em chupar o caralho dele. Foi lambendo a pontinha, Bellingham encostou a cabeça na cerâmica, a testa enrugando. Você amava a sensibilidade alheia, não tinha esforço pra deixá-lo morrendo de tesão.
Chupou a ponta, língua pressionando a fenda à medida que suas mãos alisavam o resto do comprimento e os testículos. Os dedos longos agarraram seu cabelo molhado, os outros descansando na virilha. Sua boquinha acolheu mais. Ele é enorme, mas não é dois. Se tem uma coisa que você consegue com excelência é engolir tudo.
O pretinho ficava inquieto contigo mamando lento, mordiscando a boca, jogando os quadris pra ti, grunhindo. — Ah, amor... Essa sua boca me deixa louco. — As íris castanhas reviraram quando você botou inteiro na boca, a ponta do nariz toca a pélvis dele, alguns pelinhos finos e enrolados fazem cócegas. Victor empurrou em sua boca, tomando as rédeas pra fodê-la, você deixa que ele siga, apoiando as mãos no abdômen trincado, as unhas fincando na carne. — Você tá mamando com tanta vontade, princesa, tem certeza que não quer voltar a ter essa piroca só pra ti?
O som era molhado, depravado, um ploc, ploc ritmado da glande batendo no fundo da garganta e a saliva escorrendo pelo queixo. Jude gemia com gosto, as mãos afagando suas têmporas. Você fitou o semblante imoral, engasgando rápido, consequentemente, ele puxa sua cabeça pra trás, deixando respirar, fios de saliva conectados ao eixo. — Porra, não fala isso, sabe que eu vou voltar contigo. Filho da puta.
Seus joelhos cansaram com a posição, Bellingham não queria gozar naquele momento, auxiliando para você ficar de pé e ele te carregar de novo, a colocando na parede, arrepiando seu corpo com o contraste do box. O ambiente abafado igual uma sauna. — Eu sou só seu. Meu pau é só seu. Minha boca é só sua. — A glande roçou sua buceta melada, escorrendo e implorando por caralho. — Pede pra eu meter, bebê.
Apenas com aquele contato, um choque espalhou-se pelo seu estômago. Você chupa o lábio dele, o hálito quente assoprando no meio da conversa. — Me come, vai, amor. Só você sabe me comer... — Um elogiozinho pra inflar o ego dele. O pau escorregou pra dentro facinho como um velho amigo, sua buceta apertando ao redor, ambos gemendo com a penetração.
Suas nádegas estavam espalmadas, batendo agressivamente nas coxas torneadas. Jude soca sem dó algum, alargando a sua bucetinha gulosa que quer tomar ele todinho. O pau dele estimula cada pontinho da sua xota, esfregando contra as paredes vaginais, a base roçando no seu clitóris.
— Gostosa do caralho, não tem buceta melhor que a sua... — Deu um tapão estalado na sua bunda, impulsiona você mais pra cima, tendo mais sustentação no agarro. Espancando seu buraquinho com carinha de quem realiza o maior sonho da vida. — Vou acabar com você de tanta pirocada só pela raiva que você me fez passar.
— Ai, amoor... — Você choraminga, pernas tremelicando de prazer, a boca dele desce para seu pescoço, morde a curva do seu peito, lambendo seu mamilo direito, chupando intensamente, beliscando com os dentes. — Me desculpa, eu tava doida de querer terminar!
— Agora assume, né, piranha? Se eu soubesse que era só te foder, tinha te dado esse chá antes. — Começa a enterrar bem no fundo, priorizando a força ao invés da velocidade, as costas dele viram seu arranhador pra descontar o tesão. — Hoje tu vai dormir mansinha.
— Eu vou passar a noite fodendo contigo pra me redimir, meu preto. — Beijou a testa suada, depois um beijinho de esquimó. Você apertava mais as pernas, a queimação subindo da xereca pro ventre. — Juude!
Contraindo em volta dele, ele acelera, o próprio orgasmo se construindo. — Goza no meu pau, vida. Vou te deixar cheinha de porra pra você não esquecer mais quem é que te come.
Você deitou a cabeça no azulejo, a boca alongando, seu orgasmo te lava por dentro. Completada com chave de ouro pelas cordas grossas de esperma no seu útero, as estocadas parando quando suas pernas já estavam bambas e suas unhas arrancavam. sangue das costas malhadas. Bellingham gemia no seu ouvido, chamando seu nome.
Alguns segundos de recuperação, reunindo forças, você apoiou os pés no chão, sendo segurada pelo pretinho, a porra escorre do seu buraquinho, assiste a cara soberba de Jude, os dentes à amostra. Selinhos castos dados nos seus lábios, bochechas e queixo, as mãos firmadas em seus quadris pra garantir equilíbrio.
— Vida, nós vamos voltar de verdade? Você não falou da boca pra fora? — A personalidade normal e contida tomou lugar, observando as suas reações.
— Eu quero tentar de novo sim, vamos conversar melhor, tá?
Bellingham a envolveu num abraço terno, o mesmo sorriso gentil que fez você se apaixonar por ele, que seu coração acelerava e de fato, nada mudou. Você pegou a esponja pra começarem a tomar um verdadeiro banho, os dedos engelhados pela umidade.
i need a new gen 11 with a personality as loud as shidou’s or bachira’s. i love the nonchalance of the current ones but the lack of diverse personalities is getting to me.