˚˖𓍢ִ໋❀ nota: feito de fã para fã, apenas para entretenimento. não há nenhuma intenção de prejudicar a imagem alheia. sinta-se livre para bloquear caso não goste.
antes de tudo, podem me chamar de Hero. sou uma pessoa ocupada com trabalho e estudos, mas tenho a escrita como hobbie favorito, por isso criei essa conta (também pq é mto difícil achar autores brasileiros no tumblr e eu estou obcecado por eles, não aguento mais ler em inglês).
quero escrever sobre o endrick e o jude, mas não tem restrição de jogador (com exceção dos arrombados), pois são todos uns gostosos.
peço paciência, por favor. sou lentinho escrevendo, talvez minha forma de escrever não agrade a todos, pode ocorrer um errinho ou outro na gramática.
as regras/fandons podem ser alterados com o tempo, é interessante verificar esse post de vez em quando pra ver se não mudou.
se as aks demorarem mais do que o normal para serem respondidas, provavelmente estou muito atarefado. peço desculpas desde já!
sempre prezo por descrever os cenários da melhor maneira possível, se for possível detalhar como você deseja (ex: jude bellingham x leitora fisioterapeuta, fluff e smut, ele tem uma lesão e ela precisa ajudar ele a se recuperar, assim assim assado).
nem vou responder se tiver algo que eu não goste ou não escreva.
minha dm e os comentários sempre estão disponíveis para alguém perguntar se há chance de eu escrever sobre um assunto mais específico.
amoor, oi!!! tô apaixonada pela sua escrita aaaaaaaaaa
poderia fazer uma em que o jude chupa gostoso a namorada em casa ou no iate dele (sua preferência)?
⃝⛵✸ ִ ࣪ “Tu lengua en todo mi cuerpo.” ۫ೀ
🥂ㅤ۫ avisos: ࣪ ᚐ ִ smut, oral (fem receiving), vômito (enjôo), medical roleplay(? n eh tao serio assim), spit kink, pussy slapping, squirting, edging & overstimulation, jude dom vibes, dirty talk, slighty degradation, established relationship. ބ ࣪
👙ㅤ۫ Uma das atividades favoritas de Jude é curtir no iate dele, uma pena que você não lide tão bem com a experiência em alto-mar, todavia, ele dá um jeitinho de domar seu mau-humor..࣪ ᚐ ִ ބ ࣪
˚˖𓍢ִ໋❀ nota: hj teve gol de jude bellingham ent to postando pra todo mundo gozar. obg anon 💐 desculpe qualquer erro ta de madrugs
A água gelada resfriava as solas dos seus pés, ondas mansas empurravam-se com sons melódicos ao atingir a popa. Os últimos raios solares proporcionavam uma mistura de cores no horizonte, laranja, azul, rosa e amarelo traçados pelas mãos de um pintor renacentista, óleo sobre a tela.
Você sentia-se inquieta, apesar da visão ser única, formosa e seus últimos trinta minutos terem decorrido naquela posição. Ademais, seu homem nadava à poucos metros de distância, você atentamente acompanhava a movimentação, aguardando pelo seu retorno.
Havia feito companhia para ele mais cedo, porém, Jude agia como se fosse Percy Jackson. Se permitido, ele ficava o dia inteiro nadando sem cansar-se. Devia ser a centésima vez que o pretinho adentrava no mar, você foi apenas uma.
Chegaram pela manhã, desatracaram do porto e seguiram para quilômetros longe da beira-mar. Pouca expectativa de diversão na sua perspectiva, você andou de barco outras vezes e todas seguiam o mesmo roteiro. No início, você tomou café da manhã leve, como café com leite, pão artesanal, queijo, iogurte e frutas.
Nenhum colateral, o sol ainda "frio", mas era verão e perto das doze horas, um mormaço desgastante apossou-se dos arredores. Estar rodeada de água e ventania auxiliava e atrapalhava igual, portanto, Bellingham notando seu desconforto, chamou-lhe para entrar na água.
Contrastando com o calor satânico, estava tão refrescante que vocês permaneceram boiando, dois peixinhos conversando até os dedos enrugarem. Saíram quando a fome aumentou, almoçando frutos-do-mar caprichados: lagosta, caviar e camarões. William era um incompetente cozinhando e você não fazia questão de cozinhar num dia de lazer, as refeições estavam devidamente encaminhadas por chefes de cozinha e bastava finalizá-las para consumir.
Encheram as panças, deitaram de barriga pra cima no estofado revestido com lençóis macios. Uma ânsia conhecida surgiu em seu estômago, o balanço do barco causava vertigem e somado com a temperatura radical, sua irritabilidade escalou instantaneamente. Não suportava ter o corpo de Jude colado ao seu, era grude e você queria espaço.
O jogador mexia no celular, fuçando as redes sociais, alheio à sua impaciência. Sua cabeça encostava no peitoral definido e o braço malhado fechava sua barriga, assim que você tirou o braço de cima e sentou-se, Bellingham automaticamente estranhou, franzindo as sobrancelhas e te cutucando.
— Que foi, vida? Tá bem? — Você o olhou, ele chegou mais perto, abraçando suas costas, uma lamentação sua escapou.
— Tô enjoada com esse calor, amor. — Estava cabisbaixa, analisando o próprio biquíni, este era minúsculo, não faria diferença na atmosfera nem se ficasse pelada.
— Deita aqui comigo e vê se consegue dormir, princesa. — Beijou seu ombro, alisando suas costas com a palma subindo e descendo, ajudava a acalmar. — Daqui a pouco esfria, ou 'cê quer entrar na água?
— Ai... Não quero nada... — Fez beicinho, caindo contra o colchão de bruços, aceitando o agarro de Jude com relutância, a mão quente continuando os movimentos repetitivos.
Com paciência, você adormeceu, obteve alguns lapsos de consciência durante esse meio-tempo, contudo, acordara próximo das dezessete horas, uma cólica maligna no estômago e a garganta parecendo que tinha sido esfregada num ralador. William não estava ao seu lado e isso não era a preocupação do momento. Você saltou do estofado, procurando o banheiro para vomitar.
O alívio chegou depressa após seu momento de agonia, agachada na privada, tentando não sujar seu cabelo caríssimo com o fluído estomacal. Ergueu-se, ainda tonta, fez bochecho com água e escovou os dentes pra tirar o gosto do ácido, tossindo com a queimação na garganta.
Caminhando lentamente para fora do cômodo, seus olhos procuraram seu namorado. Pegou a saída de praia para vestir-se, sua pele cheia de manchinhas de sol e olha que você tinha usado e abusado do protetor solar. Observa Bellingham nadando na água, sentada na pontinha da popa, somente os pés inseridos dentro da água. O clima está ameno, o dia encerrando-se e você só deseja ir para casa.
Ele desapareceu debaixo d'água, em seguida, você sentiu um puxão no pé, te assustaria se não conhecesse o idiota que namorava. O pretinho emergiu na superfície, cheio de gracinha e selando seu tornozelo com os lábios.— E aí? Tá melhor, princesa?
Discordou com um breve aceno, fazendo biquinho, esticando os braços para ele vir ao seu encontro. Jude sentou ao seu lado, arrancando os óculos de natação, pegou seu rosto nas mãos pra reparar na sua carinha exaurida, tendo cuidado em ajeitar as mechas que o vento bagunçava.
— Vou levar a gente pra casa já já. — Depositou um beijinho no canto da sua boca, descontraído.— Que bafinho.
— Deixa de coisa, palhaço. — Você rolou os olhos, sorrindo. Botou sua cabeça no ombro dele, ambos admirando a paisagem. O braço forte envolveu sua cintura, selando o topo da sua cabeça. — Desculpa por não ter aproveitado o dia com você, meu preto. — Resmungou, alisando a pele dourada.
— Não esquenta. Você estar comigo tá ótimo. — Ficou de pé, te pegando no colo e levou para dentro da cobertura.
Seu corpinho enjoado pouco resistiu, relaxando na posse dele, levada para o estofado de novo. William deitou você e esgueirou-se por cima, gotas de água pingando na sua barriga e pernas. Inclinou sua estatura, colando seus lábios, a mão enorme apalpou seu seio. A boca dele tomavam seus suspiros, você envolveu o pescoço alheio com os braços.
As beijocas alheia desceram do seu queixo ao peito, beliscando com os dentes. Você luta contra a fadiga, mas fecha as pálpebras pra aproveitar os carinhos. As mãos de Bellingham desfizeram os nós do seu top. — 'Cê tá toda queimadinha, amor. — Beijou seu peito, a pele com diferença de tonalidade onde o sol havia afetado. — Diz o que 'cê tá sentindo pro Dr. Jude Bellingham. — Você franze as sobrancelhas, não aguentando a risada.
— Virou um roleplay? — O pretinho riu, abrindo suas pernas para encaixar-se entre elas, beijava o meio dos seus seios. As palmas esquentando a pele da sua cintura. — Não tô ruim, só com sensação de insolação e tonta.
— Eu sei o remédio perfeito pra sua condição. — Sorriu malicioso, sem mostrar os dentes, mirando seus olhos com a cara de diabinho. — 'Cê quer?
— Se o doutor tá indicando, então eu quero. — Passou as mãos no rosto, disfarçando o sorriso besta com a brincadeira. As mãos ousadas puxaram sua saída de praia e a parte debaixo do biquíni. — Ué... Que remédio engraçado é esse?
Vocês não continham as risadas, William apoiava a cabeça na sua coxa, se espocando com a palhaçada. Foi deixando beijos no seu tornozelo, trazendo-lhe mais para a beiradinha, a face ficando bem posicionada, suas panturrilhas apoiadas nos ombros largos.
— Eu sei o que tô fazendo, 'bê. — Ancorava suas coxas abertas com os braços, mordendo toda a parte interna delas gradativamente, carimbava a derme com beijos e a prendia nos dentes. Abriu suas pernas mais ainda, ficando arreganhadinha pra ele. Os dedos separavam os lábios maiores pra ver a intimidade molhadinha. Você rolou os quadris contra a cara dele e recebeu uma mordida. — Melhor ter paciência, bonitinha.
Você choraminga, descansando as mãos nos cachinhos úmidos. Ele usou o indicador pra juntar seu melzinho e espalhar em círculos no seu clitóris, te faz arquejar e morder os lábios. Jude pressionava de uma maneira tão gostosinha, só ele sabia fazer sua xota formigar de tesão.
O pretinho cuspiu uma quantidade generosa de saliva na sua entradinha, lubrificando pra inserir o indicador e o médio de uma vez. Você prendeu a respiração, seu buraquinho tensionava por estar sendo dilatado. A lombar arqueara enquanto repousava a cabeça no colchão, espremendo os olhinhos.
— Olha pra mim. — Afundou os dois dedos, movimentava em anzol, buscando seu ponto g. — Botei só dois dedinhos e você já tá pedindo arrego? — Em contrapartida, você lamuriou-se mais alto. Essa falta de noção irritante de Jude, os dedos longos acompanhavam a proporção do corpo másculo, tudo era grande. — Oh, piranha, tá surda? — Tirou os dedos e estalou um tapa pesado na sua bucetinha chorona, você gemeu alto, num instante, voltou a olhá-lo.
— Porra, amor! — Bateu sutilmente com o joelho na têmpora alheia, o pretinho não lhe concedeu o conforto de fechar as pernas, arreganhando-as ao nível de incomodar. — Não faz assim...
Sua choradeira foi recebida com uma risadinha, e ele devolveu o tapa com o dobro da força na sua coxa. — Reclama mais um pouquinho e eu te deixo sem gozar, marrentinha. — Você iria rebater, mas Bellingham meteu os dois dedos e seu clitóris foi sugado com força pela boca carnuda, a barbinha arranhando a derme delicada. — Tá ficando mal acostumada. — Sua visão ilustrava as estrelas do céu, seus quadris subiam e eram advertidos, William colocava-os para baixo.
As íris acastanhadas não fugiam das suas, estreitadas numa expressão divertida. Você grunhia com manha, torcendo os dedos dos pés. Os dedos abriam em tesoura e se curvavam, friccionando no lugarzinho certo que dava um prazer monstruoso. — C-caralho, ai, meu Deus!
O seu namorado exalava orgulho do trabalho feito, assistia você desmanchar dessa forma na boca dele, seu gosto natural enchia o paladar, o melzinho surgia abundante, vazando e o servindo um banquete. Era a única hora que ele se calava.
Adicionou o anelar, encaixando os três dedos, planejando fazê-los caber, cuspindo mais na sua entradinha pra eles deslizarem. Alternava com a boca, chupou e socou a língua na sua xotinha, mordiscando seus lábios menores.
Sua mão agarrou o cabelo crespo com avidez, ele grunhiu, enviando vibrações nos nervos da sua buceta. Jogou sua mão para longe, os olhos tornados em desaprovação. O maior fingimento daquele homem, Jude adorava ter o cabelo puxado, só não assumia. Suas pernas tremelicavam, exaustas de tanto tempo abertas. Bellingham não demonstrava ligar, penetrando os três dedos no fundinho.
— Jude, Jude, Jude-
Repetindo o seu nome tal qual um mantra, a mente, ao desorganizar-se, falha em pensar sobre qualquer outra coisa senão ele. Você arranhava o estofado, ofegando, prestes a gozar. Abruptamente, William encerrara a estimulação, passando a língua pelos lábios, enxugou o cavanhaque úmido da sua excitação.
Um gemido decepcionado saiu de você, erguendo-se nos cotovelos pra protestar. Relembrando do aviso dado antes, recuou. — Amor, por favor...
— Ah, sim... Agora é por favorzinho, né? — Sorria num deboche insuportável, tirando sarro da sua cara, arqueava uma sobrancelha. — Já escutou aquela frase do "não morda a mão que te alimenta?", pois é.
— Desculpa... — Você sussurrou, xoxinha, ganhando-o no dengo.
— Hmm? Acho que não escutei. — Comentou pertinho da sua xotinha dolorida, assoprando seu buraquinho que apertou ao redor do nada.
— Me desculpa, amor! — Chorou, abrindo as coxas do jeito que ele gostava, oferecendo-se desesperadamente. — Por favor.
— É só ameaçar e você para de ser mimada, putinha burra. — Os três dedos entraram em ti. Dessa vez, você estava obediente, retribuindo o olhar. Os lábios grossos no seu pontinho, causando milagres.
Seu orgasmo exasperado se constrói rápido, seu interior pede liberação. Você morde o lábio inferior, gemidos manhosos e afoitos numa euforia pra gozar. Bellingham foi bonzinho contigo, acrescentando a língua no buraquinho que os dedos penetravam. Você encurvou as costas, incapaz de alertá-lo de seu orgasmo. Sua buceta esguichou na sua boca, o pretinho gemeu surpreso em aprovação, engolindo cada gotinha.
E apenas parou quando você estava colapsando, os sons molhados e depravados de sucção, esmagando a cabeça dele em suas pernas. Bellingham ficou de pé, alongando as costas e o pescoço, sua fisionomia indiferente. O fôlego não teve oportunidade de voltar aos seus pulmões, os dedos dele invadindo a sua cavidade bucal, você provou do próprio sabor. Prontamente, substituiu os dedos pelos lábios inchadinhos, te beijando de bom grado.
Você estava atordoada, mal possuindo noção de alguma coisa, deitou-se, comprimindo os olhinhos. — Seu médico particular tá aprovado? — Seu corpo é envolto pelo dele, a pergunta ecoando baixinho no ouvido.
— Você tem é que ir se foder, Bellingham.
— Cacete. Larga de ser ingrata, sua pirralhinha. — Estapeou sua nádega, saindo do colchão para a cabine de controle numa tranquilidade. O horário apresentava a noite sem nuvens e o brilho da lua refletia na água sombria. — Vai se arrumar, vamos pra casa.
As perninhas bambas e dormentes sofreram para sentir o chão embaixo dos seus pés. Recolheu as roupas, alcançando uma toalha e rastejando-se até o banheiro enquanto murmurava o caminho inteiro.
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Você já havia deixado 𝗝𝘂𝗱𝗲 derramar as
próprias frustrações no seu ombro, então não teria
problema com elas 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝗻𝗱𝗼 na sua língua.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮.
𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 1503.
𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: boquete de consolação, cum eating,
mouth-fucking (he's a head pusher), jude um tantinho
mais cruel e introspectivo.
─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu avisei que ia entregar só dois
parágrafos de mamada e ia dormir tranquila.
“Você ‘tá mais calmo?”, a indagação soou hesitante, saiu quase num sussurro. A pergunta nem era tão retórica quanto parecia, apesar de estar visivelmente menos agitado, Jude sempre guardava muita coisa na cabeça — às vezes deixando que elas acumulassem ao ponto de explodir. “Fala comigo.”, preocupou-se mais quando tudo que ganhou como resposta foi um suspiro baixinho.
Esticou-se no abraço dele, largando um selinho morno no cantinho da boca. Estar sobre a pele quente do homem era a única coisa capaz de te fazer aguentar a madrugada gelada, as mãos correndo livres por todo e qualquer pedaço de pele que encontrava pela frente.
“É tão ruim te ver quietinho assim.”, roçou o nariz no maxilar firme, sentindo os pelinhos repuxando sua pele. O olhar, agora meio apático, nunca perdia seu toque de adoração — mesmo quando os olhos ainda estavam tão vermelhos pelo choro recente. Achou que essa mesma adoração estava se mostrando presente quando Jude acolheu a lateral do seu rosto com uma das mãos, o carinho demorado com o polegar quase confirmou a dedução, no entanto ela foi arruinada assim que sentiu-o forçar o dígito para que ele adentrasse a sua boca.
“Me faz parar de pensar.”, o timbre dele era mais rouco que o usual, a voz ainda embargava na garganta. O pedido pareceu ter sido sussurrado em vão, afinal não houve curiosidade alguma da sua parte em descobrir o que ele queria dizer com aquilo — pelo visto, quem havia parado de pensar foi você. Jude esfregou o polegar contra a sua língua, brincando com a saliva, entretendo-se com a sua falta de resistência ao aceitar ele experimentando como bem quisesse com a cavidade quentinha.
Embora parecesse, a súplica não havia sido ignorada. Estava disposta a muita coisa se isso significasse deixá-lo minimamente satisfeito consigo mesmo. Os dedos, que já não tinham pudor algum em tocá-lo, alcançaram o volume meio adormecido sem dificuldade. Correu as pontinhas das unhas por cima do tecido que cobria o local, refreando um sorriso ao notar a pulsação. Jude demonstrou perder o interesse na sua boca, o dedo repousando quieto ao que ele se concentrava em sentir o carinho safado.
Sua mão enfiou-se sem dificuldade dentro dos shorts, fazendo a ereção crescer na sua palma numa punheta delicadinha — Jude sempre brincava que você fazia como se tivesse medo de quebrar. Julgou ser esse o pensamento dele quando enfim foi deixada de boquinha vazia e se esticou outra vez na tentativa de conseguir um beijo mais quente que o anterior, porém tudo o que conseguiu foram as mãos do homem na sua nuca, detendo o movimento.
“Quero encher ela de porra.”, soou impassível, como se houvesse certeza da sua resposta. Se a vontade não fosse clara, a maneira faminta de encarar sua boca fazia a intenção dele ser muito explícita. Sentiu o estômago se apertar em excitação. Você já havia deixado Jude derramar as próprias frustrações no seu ombro, então não teria problema com elas escorrendo na sua língua.
“Eu seria uma péssima namorada se não deixasse você descontar em mim um pouquinho, não seria?”, mordeu um sorrisinho sacana, erguendo-se cheia de pressa para se colocar de quatro entre as pernas dele. “Pode usar. É só sua.”
Mostrou obediência logo no início. Deixou que Jude fizesse todo o trabalho de alcançar o próprio pau dentro dos shorts e pincelar contra a sua boca. Não houve muita cerimônia, impaciente como estava, ele forçou para dentro no primeiro sinal de que realmente podia fazer o que bem quisesse.
Você sentiu seus olhos pesando, o tesão te tornava preguiçosa, carente demais. Tornava-se faminta, prendia a cabecinha entre os lábios, sugando, esfregando a pontinha da língua... os beijinhos que deixava iam além do “apaixonada”, a língua fazia questão de recolher qualquer gotinha que escapasse. A garganta relaxou facinho, forçou o que pôde para dentro dela sem que ele te pedisse e, mesmo com dificuldade, brincava com ele inteirinho — as mãos tomando a liberdade de cuidar direitinho da parte que não cabia na sua boca. Quis sorrir satisfeita por senti-lo agarrando seu cabelo entre os dedos num aperto desesperado.
“Isso, porra. Engole meu caralho…”, ele grunhiu entre-dentes, a testa franzida em prazer. Era seu fôlego em jogo agora, preso bem embaixo das palmas dele. Jude queria controle e você faria questão de dar isso a ele — a sensação de que ele é o único capaz de decidir o rumo das coisas, de que pode dominar, exigir.
“Tá gostando, amor?”, a pergunta saiu meio grogue, já que ele forçou sua cabeça por meio segundo, te fazendo engolir além do limite. O barulhinho patético que você produziu ao se engasgar foi julgado por Jude como uma resposta: “É, putinha? Tá gostoso?”, já sorria degenerado, a cabecinha gorda pingando contra a sua língua. “Mama então, caralho. Assim…”, o aperto se tornou mais firme, agora os movimentos não eram seus: Jude fazia questão de ditar o jeitinho que sua cabeça subia e descia. Você se entregava à submissão, porém ainda era necessário lutar com a própria mente.
Era difícil lidar com a maneira com a qual sua cabeça repetia em mantra que se estivesse ganhando esse mesmo tratamento na sua bucetinha já teria gozado 'pra caralho, deixaria tudo molhadinho. Não havia discussão se tinha a certeza de que, a essa altura, já estaria burrinha, esguichando no pau do seu namorado até cair inconsciente.
“Não, não chora. Não faz assim comigo.”, resmungou aborrecido, uma das mãos saindo da sua cabeça para recolher a lágrima que escorria pela bochecha. Sentiu-se estúpida quando tomou consciência de estar chorando, tão presa ao devaneio de receber prazer que até gemia sozinha. “Você disse que eu podia usar ela, amor. Para de chorar.”, o timbre segue impaciente, mesmo com ele claramente segurando a vontade de usar sua boca e te fazer chorar mais ainda. Você obedece, claro que obedece. Fungando baixinho, engole a própria frustração para continuar sendo o brinquedinho de foder que havia se comprometido em ser. “Bonitinha. Assim.”
Suas próprias lágrimas ainda foram generosas o suficiente para te permitir enxergar que as de Jude pareciam prestes a cair outra vez — o que era admirável, ele já havia se derramado tanto. Fosse impressão sua ou não, o rostinho contorcido numa expressão chorosa te fez arrastar as pernas contra a cama num rebolado inquieto, não conseguia achar uma posição boa o suficiente para esfregar a bucetinha no edredom e menosprezava a vontade que sentia de usar os próprios dedinhos. Não, não poderia. Mantinha as mãos ocupadas com o carinho que fazia na piroca encharcada e nas bolas cheinhas de porra, negligenciava o próprio prazer porque queria oferecê-lo completamente a Jude.
O barulho da sucção havia se tornado tão obscenamente intenso que já beirava o nojento. Enchia a sua audição, te fazia prestar atenção em como a saliva corria abundante pelo seu queixo para dar espaço para a porra de Jude dentro da sua boca. Não sentia repulsa alguma ao sabor salgado, sinceramente só não havia engolido ainda porque isso significaria abrir mão de respirar. Na verdade, a privação te causava sede, sentir o líquido morninho descer pela sua garganta talvez fosse o mais próximo que você passaria de um orgasmo no momento e te frustrava que Jude estivesse sendo malvado ao ponto de não te dar um tempinho nem para engolir.
“Mama, vai, filha da puta…”, dessa vez soou tão carente que você precisou apertar as perninhas, não suportava mais esse tesão maldito — Jude definitivamente estava tentando te matar. “Vou jogar tudo na sua boquinha gostosa, amor... Encher com a minha porra…”, você nem ao menos percebeu, porém já replicava a expressão manhosa no rosto do seu namorado, mesmo de boquinha cheia ainda imitava a maneira como as sobrancelhas do homem se apertavam no rosto — como se estivesse para chorar mais um pouquinho, de prazer dessa vez. “Fode, porra. Fode, fode…”, um sonzinho dengoso demais escapou da garganta dele quando a superestimulação passou a machucar, as mãos emaranhadas no seu cabelo puxavam para fazer questão que você soubesse o quanto doía.
Sua cabeça foi empurrada para baixo uma última vez quando o quadril dele ergueu-se da cama, socando o caralho sensível com vontade entre os seus lábios. A fala arrastada não prestou sentido a sua audição, pois talvez nem ele mesmo soubesse o que estava dizendo em meio aos gemidos que saíam sem controle. Você sentiu sua pele arder ao acompanhar o momento exato no qual os olhos dele reviraram, porém logo teve sua atenção roubada para o modo como ele pulsava na sua língua, a porra sendo cuspida bem no fundo da sua garganta.
Dessa vez, não houve discussão com o seu corpo, precisou se levantar às pressas e tossir copiosamente para compensar o tempo em que esqueceu-se de respirar. O pouco do esperma que não havia descido completamente pela sua garganta escorria no canto da boca.
A falta de ar ainda nublava os seus olhos assim que tentou olhar para o seu namorado outra vez e, mesmo desorientada, não era difícil notar que ainda tinha muita frustração para você engolir.
.✦ ݁⋆ ── notas: enquanto o spirit tá de gracinha, resolvi fazer uma coisinha pra matar a minha fome e me consolar pelo jogo tenebroso de hoje.
.✦ ݁⋆ ── avisos: smut, conteúdo adulto (+18), dirty talk, oral masc, size kink, dupla penetração oral, spit kink, diminutivos, sexo desprotegido, creampie e um pouquinho de degradação. (Jobe & Jude Bellingham x leitora)
— Calminha ai, garota, quer se sufocar de novo? — O riso nasal esbanjado por Jobe, soa quase escarnecedor perante o corpinho prostrado diante dele. Você insistia naquele joguinho inútil de “abocanhada dupla” há o quê? Dois? Três minutos? E, nada!
Aparentemente, não importava o quanto se esforçasse, não importava o quanto teimasse, os irmãos Bellingham eram dotados demais para caberem em tão pouco espaço oferecido por você. Sabia disso, mas era ridiculamente teimosa.
— Já disse, princesa, tem que engolir um de cada vez… ‘cê é pequenininha demais, porra, não entra— O mais novo agarra seus cabelos, desferindo um tapa ardidinho no centro de sua bochecha, fazendo-a acordar daquele transe.
— Sabe que isso só dá ainda mais corda pra ela, né? Deixa ela tentar, porra… sei que minha gata consegue, só tem que abrir ela com jeito — Jude, o mais velho, adverte, tocando onde foi esbofeteada pelo irmão caçula, sentindo a carne ainda quente pulsar na palma da mão. — É orgulhosa demais. Acha que pode com dois ao mesmo tempo, não é? Então, deixa ela mostrar o quê sabe fazer.
As duas glandes arroxeadas são apontadas para a sua face abobalhadinha. Mais uma vez, encontra-se na fatídica situação de escolher a quem abocanhar primeiro. Uma questão que a sua mente já tola de tanto foder naqueles dois filhos da puta, não conseguia decidir por si só. Sempre acabava por agarrar os caralhos longos e levava-los à própria boca cansada como se dessa vez, por um milagre, ambos fossem se encaixar direitinho. Colados um no outro. Burrinha demais, né?
— Nossa menina gulosa vai fazer caber? — Jobe debocha. — Olha como você é apertada, caralho… ‘sa tua insistência me irrita — Apoiou a mão grande em sua nuca e empinou o quadril para se meter de uma só vez. Lota e sobrecarrega a cavidade apertadinha, espremendo a pica babona junto a do irmão.
— O Jobe tá duvidando de você, amor. Não vai deixar barato, vai? Já provou que sua bucetinha leva os dois numa boa, mostra pra ele que sua boca também dá conta— Jude cospe na própria extensão afim de deixá-la mais escorregadia e fodesse com maior facilidade. Você se esforça, aperta os olhinhos e as picas esticam seus lábios de maneira tão ridícula e apelativa que, por um momentinho só, é o suficiente pra se foderem ali dentro. É sufocante, é humilhante. As quatro mãos pesadas movimentam a sua cabeça, usando-a de brinquedinho de alívio. Se enterram com tanta voracidade que precisa se agarrar às coxas magras dos seus homens para que seu corpinho molenga não tombasse para trás. Sente a própria babinha pingar em seus seios cobertos pelo biquíni cortininha.
— Isso, vida, se esforça… se esforça pra fazer caber, hm? — As investidas tornam-se tão frenéticas que a lembrou do dia em que lamentavelmente “trocou” o nome dos marmanjos, e levou uma surrinha bem merecida. Ah, nunca mais cogitou proferir o nome de nenhum deles em uma foda. Fazer o quê se eram tão parecidos?
Em poucos segundos um jato quentinho é liberado sobre a língua cansada. Primeiro Jobe, depois Jude que, sem querer, deixa gotejar a porra esbranquiçada por sua bochecha.
— Aqui, lindinha, aqui… — Cuidadoso, recolhe parte do líquido viscoso com o dedo, levando diretamente para sua boquinha que o engole com um desejo emaranhado no estômago. Isso você sabia diferenciar bem. Jobe tinha a porra mais docinha, grossa e espessa. Jude era salgado, quase impossível de engolir. Mas, queria sentir-se cheia, devidamente esturricada de seus Bellingham’s, então tratou de engolir tudo e sem birra.
— Gosta de ver seus homens brigando pra se meterem em você, não é? Vadiazinha imunda… tu viu? Eu disse que ela se esforçava.
Com um sorriso satisfeito nos lábios, o mais novo a recolhe do chão da lancha, toda sujinha e degradada de porra e saliva, no entanto, de barriguinha completamente cheia. Coloca-a sobre o sofá confortável e sela a sua têmpora úmida de suor.
— É sempre aduladinha demais pelo Jude, né? Mas, como se provou boa em tudo que prometeu, tá liberada pra descansar um pouquinho — Os dedos longos amassam o seio coberto por um pano ridículo de tão pequeno. — Tira um cochilinho gostoso, princesa. Quando acordar, a menina dos Bellingham’s vai trabalhar mais um pouco pra gente. Bora ver se aguenta duas bocas em você.
Oii, sei que já estamos em clima de missa de sétimo dia pela nossa seleção (rip hexa 2026), mas pode escrever um nsfw com o Martinelli?? Consolando ele pela desclassificação e tal…
⃝🩹✸ ִ ࣪ “E no final, meu sonho é igual.” ۫ೀ
🫀ㅤ۫ avisos: ࣪ ᚐ ִ fluff/smut, p in v, unprotected sex, nipple sucking, established relationship, dirty talk, sub!gabriel, soft sex, praise kink, creampie, slighty spit kink, menção a cockwarming. ބ ࣪
⚽ㅤ۫ Após a derrota do Brasil nas oitavas de final, Gabriel Martinelli, seu noivo, demonstra grande tristeza e decepção com o próprio desempenho. Era sua obrigação confortá-lo e prová-lo que ele era excelente..࣪ ᚐ ִ ބ ࣪
˚˖𓍢ִ໋❀ nota: a copa pra gente acabou, mas o tesao continua intacto!!! confesso q n gostei da escrita esse daq 😮💨
Seu coração batia acelerado na caixa torácica. Você irou-se no segundo que o quarto árbitro levantou a placa de substituição. Ancelotti tinha ficado maluco em substituir Martinelli pelo Neymar. Nada contra o camisa 10, porém, o camisa 22 auxiliava mantendo o poder de marcação em campo e aparentava ter gás o suficiente para jogar até o final do tempo.
Escolhas de técnico, não era seu lugar julgar as decisões profissionais. As arquibancadas agitaram-se com o passar dos minutos e as substituições seguintes. Por consequência, o primeiro gol veio da Noruega aos 79 minutos e o segundo aos 90 minutos, para amenizar a humilhação, um gol de pênalti para o Brasil nos acréscimos.
A única pessoa que circulava em sua mente era Gabriel. Ele não era um jogador interesseiro, era um menino com sonhos, cumprindo a ambição de jogar na seleção para a qual preparava-se há mais de cinco anos. Seu parceiro possuía a paixão pelo futebol, o dinheiro e a fama eram bônus. No pódio da vida sempre foi você, a família e o propósito do esporte.
O Brasil eliminado pela própria seleção, mesmo possuindo jogadores cheios de garra. Os brasileiros no estádio lotado perguntando-se, onde nosso futebol brilhante se perdeu? Pelas suas memórias de outras derrotas no Arsenal, supôs que Martinelli cobraria-se pelo que aconteceu, apesar da perda não ser unicamente dele.
Você dirigiu-se para o apartamento alugado, as burocracias pós-jogo o prenderam na staff e ele voltaria para descansar mais adiante. Os seus sogros compartilhavam da mesma angústia, ambos escolhendo o repouso no quarto de hóspedes. Usufruiu do intervalo sozinha para banhar-se e retirar a maquiagem, vestindo uma camisola escura e uma calcinha de algodão básica. Não quis se enfeitar, zero ânimo, ansiando por um colchão macio.
Tortuosos minutos, maiores do que sua ansiedade suportava, correram para vocês se encontrarem. Conversara com Gabriel por mensagens, confortando-o, as respostas eram monossílabicas com emojis decepcionados falando sobre ele querer estar contigo nessa hora.
A porta do quarto abriu devagarinho, o moreninho cabisbaixo pousou a bolsa esportiva no chão e caminhou na sua direção. A luz baixa do ambiente lhe permitia pouca visualização de sua aparência. Você o recebeu de braços abertos, o rostinho abatido enterrando-se no vale dos seus seios. Martinelli estava cheirosinho, aroma de desodorante, seus fios estavam úmidos, pele fria e roupa casual, características de um banho tomado no vestiário.
Você optou por aguardar Gabriel falar, preparada para escutar suas reclamações. Seus dedos faziam movimentos de pente no cabelo preto, depositando selares nas têmporas e desenhando círculos imaginários na pele clara do braço malhado.
— Tô com medo de olhar meu Instagram. — Murmurou fragilizado, afligiu seu emocional vê-lo retraído dessa maneira. A face encostada no seu busto, remexendo-se de vez em quando para suspirar pesado. — Ainda não caiu a ficha de que a gente saiu da copa...
— Medo de como os torcedores estão reagindo, amor? — Ponderou, acompanhando a voz baixa. Suas mãos levantaram a cabeça alheia para selar seus lábios.
— Sim. Os jogos mal começaram... — Retribuiu o beijinho, olhando igual a um neném pros seus olhos. O pequeno curativo cobria a contusão da cotovelada levada no jogo do Japão, sua pálpebra apresentou melhora. — Poxa, será que eu tava jogando ruim pro mister ter me botado no banco, amor? Tava jogando na força do ódio, marcando os caras...
— Não é culpa sua, benzinho. Você fez o que pôde, jogou por três... As questões do Ancelotti não são suas, não é pessoal. É complicado apontar o dedo pra achar um culpado. Com certeza, a torcida também enxergou seu esforço. — Os braços masculinos apertaram sua cintura, o moreno inclinou-se para ficar pertinho de seu rosto. — As palavras de carinho devem ser a maioria.
— Não sei não, vida... Acho que comparado com o último jogo, nesse eu joguei mal. A Noruega era fraca, essa partida foi dada pra gente e ainda assim levamos dois gols. — Sacudiu a cabeça, produzindo um "tsc" baixo, suas sobrancelhas juntinhas no semblante sôfrego.
— Dois gols depois que você saiu, Gabe... — Soprou suave contra o nariz grande, o ninando em seu abraço, a nuca dele sendo arranhada de levinho. — 'Cê tá exausto, precisa descansar. Não enche a cabeça com isso.
Martinelli manteve-se calado, concordando em gesto. Ergueu o tronco, engatinhando para cima de ti, as mãos percorrendo a sua cintura, parando em cada lado do travesseiro. Suas mãos menores alisaram as costas largas, explorando a pele embaixo da camisa. A pontinha da sua língua pedindo pela boca de Martinelli, ele cedeu o controle, amolecidinho na sucção vagarosa de seus lábios.
— Infelizmente aconteceu, mas vai passar, meu bem. — Mordiscou a pele do pescoço branco, recebendo uma arfada necessitada, te encorajando. — Na próxima copa você joga de novo. Pelo menos, você é hexacampeão do meu coração.
Gabriel sorriu de ponta-a-ponta, sacudindo a cabeça. Os seus elogios tiravam-lhe dos trilhos, era assim desde a época do namoro. — Sou muito grato por te ter, gata. Faço por amor, pensando em ti. — Soltaram risadinhas, você arrepiou-se com a textura do cavanhaque no seu ombro. O peso acima afundava-lhe no colchão, jogando combustível no início de incêndio formando-se no seu ventre. Ouvindo-o conversar baixinho assim... — Você me dá coragem pra não desistir.
Escorregando as palmas pelas costas de Gabriel, a barra da camisa masculina acompanhava a subida, o moreninho ajudando a tirá-la. Ombros definidos agraciados com o toque casto da sua boca, a aliança de noivado arrastando na clavícula. O anel que você foi presenteada era encantador, um solitário de ouro branco com uma pedra enorme no centro do aro. Inclusive, você mostrou para Martinelli uma jóia idêntica a essa meses antes do pedido, ele não apenas memorizou, como comprou exatamente a que você queria.
Um homem bonito, meigo e atencioso. A cada dia, você ansiava mais passar o resto de seus anos ao lado dele. Gabriel tocou sua mão, puxando-a para beijar sua aliança, a dele cintilando no anelar. Ele pressionou sua palma no lado do coração para você sentir os batimentos cardíacos. Hematomas amarelados espalhavam-se pelo peitoral e abdômen, resultado de confrontos nos jogos e feitos por você. — Ainda tá tristinho? Quer que sua noivinha te console?
A alça da sua camisola escorregou sem pressa, Gabriel selava cada amostrinha de pele. — Tô muito triste, sem chão, precisando de um conforto... — Afastou-se para arrancar fora seu pijaminha, as mãos grandes imediatamente apalpando seus seios. — Por favor.
— Deixa eu cuidar de ti, meu bebê... — Sua frase soou semelhante à um canto de pássaro numa manhã ensolarada na percepção dele. Gentilmente puxara a bermuda para baixo, suas unhas raspando o volume duro por cima da cueca box. Martinelli fechou as pálpebras, roçando o nariz na sua pele.
A boquinha carnuda envolveu seu mamilo esquerdo, pressionando com a língua num esfrega-esfrega sutil, babando abundantemente no seu peitinho sensível. Seus gemidos lamuriosos ultrapassaram a altura permitida e o moreno enfiou o polegar na sua boca, apertando sua língua nos dentes inferiores. — Shh... Fica quietinha pra ninguém ouvir, vidinha.
Você acenou, chupando o polegar dele ao mesmo tempo que sua mão envolvia a pica molhadinha, achando graça do jeito alheio. Gabriel escondia os ganidinhos no seu seio, comprimindo os lábios. Agoniado, ele empurrou a cueca e a bermuda para a beira da cama usando as duas mãos, o pau com a cabecinha vermelhinha livre na sua palma. Você apertou o eixo e ele choramingou seu nome, a sua buceta pulsou em retorno. — Moleque carente.
Martinelli engolia seu mamilo direito, mordendo e puxando entre os dentes, desceu lambidas para sua barriga, trilhando ao umbigo, por fim, arreganhando suas pernas. O indicador traçou a calcinha manchada de excitação, empurrando para o lado.
— Como fica triste com essa buceta me esperando? — Espremeu seu clitóris entre dois dedos, amando a visão de você cobrindo a boca. Ele reprimiu o sorrisinho de canto, encaixando no meio das suas pernas e a glande friccionando suas dobras meladinhas, misturando o pré-gozo com a sua excitação. — Eu mereço, vida...?
— Merece sim, benzinho. — Seus dedos pressionaram o comprimento contra seus lábios menores. — Eu ia te dar perdendo ou ganhando, você saiu no lucro. — Murmurava calma, você enrolou os braços ao redor do pescoço alheio, encobrindo a safadeza com o ósculo. — Me mostra que você é o melhor no que faz.
O eixo grossinho penetrando seu canal vaginal, você esforçou-se para relaxar, afagando a face suada. Gabriel avançava com estocadinhas, o quadril indo para trás, logo voltando para forçar mais alguns centímetros. A ardência era suportável, seu estômago doía com a sua respiração trancada. Ele soltava lufadas de ar, equilibrando o peso corporal pra não te esmagar. — V-vai, amor. — Seus tornozelos apertavam os posteriores de coxa dele, você demandava ter cada centímetro enterrado na sua xotinha.
O moreninho resistiu, contrariando sua ordem, meteu docemente até estar todo quentinho, esperando sua entradinha relaxar. Permaneceu imóvel enquanto te beijava mais um pouquinho. — Esse é meu troféu favorito... — Gabriel controlava os quadris numa precisão invejável, acelerando na intenção de expandir sua buceta apertada, o anelar e médio rodeando seu clitóris. Seu interior formigava, você rebola no pau grande, o gostinho salgado da pele suada na sua língua.
— Gabe... Ah... Você é tão bom pra mim.
Ele estava concentradíssimo na tarefa de te dar prazer, os braços alongados contra o travesseiro. Em certo ponto, quando fodia rápido demais, a cama rangia e o coitadinho diminuía a velocidade pra não fazer barulho. A testa tensa, juntando gotículas de suor que pingavam no seu rosto.
Você via Martinelli custando para manter o ritmo da foda e não arrombar sua buceta. — Amor, vamos de ladinho, acho que faz menos barulho. — Ele concordou, vocês mudaram a posição sem tirar de dentro, um giro rápido das mãos maiores em seus quadris, suas costas contra o peitoral, uma palma indo direto apertar seu peito e a outra levantando sua perna pra perto do ombro dele, forçando sua musculatura.
Apesar do esforço continuar, a cama rangia menos e ele dava o nome, te alargando em investidas ligeiras. Não era por pouca coisa que Gabriel era considerado um jogador ágil... Ele puxou o edredom da cama pra cima de ambos, contendo o som, entretanto, seus corpos esquentaram o dobro. O caralho batendo na sua buceta, o aperto na sua perna, esticando ainda mais, te fazendo se queixar pelo estiramento. Doía e era gostoso por doer, ficando abertinha pra ele.
— Seu Gabe tá fazendo direitinho? — Rugiu na sua orelha, chupando o lóbulo da sua orelha.
— Uhum... Você é o melhor, meu bem. — Seu braço subiu pra puxar os fios morenos graciosamente, trazendo-o próximo de onde acumulava saliva na sua boca, Gabriel inclinou-se para engolir o cuspe. — Por isso que vou casar contigo, 'cê fica tão gostoso e obediente quando tá me comendo...
Ele choramingou de olhos fechados, as unhas curtas fincando na sua coxa. Os quadris começaram a cansar, afinal, Gabriel havia jogado hoje. Manteve-se devoto à você, desejando seus elogios, quase rasgando o lábio inferior com a avidez que mordia.
— Vai gozar, bê? Eu conheço essa carinha. — Gabriel nunca disfarçava quando estava perto de gozar, a respiração arquejava e as íris perdiam-se no ambiente.
— Deixa, amor?
— Como se diz?
— Por favor... — Martinelli suplicou com risinho, a atenção retornando pra você. Ele envergonhava-se fácil, desviando o olhar e o vermelho intenso tomando as maçãs.
— Leita sua mulherzinha, garotão. Mais tarde eu te dou buceta de novo.
O cansaço físico era perceptível, metendo descoordenado, você segurou o queixo do moreno pra que ele não escapasse do seu olhar. O beicinho ferido pelos dentes e você fez questão de morder outra vez, grunhidinhos descontrolados e patéticos fugiram dele. Sua entradinha contraia quando aqueles ruídos angelicais chegavam na sua orelha, Gabriel geme com o aperto, um ciclo vicioso de tesão compartilhado.
— T-te amo... — A pica socada inteira, beijando o colo do seu útero, seu ventre totalmente cheinho de porra. Embora estivesse hiperventilando, Martinelli friccionava seu clitóris, suas perninhas trêmulas procuravam se fechar e falhavam, sem ele deixar. — Minha noivinha... — Deliciou-se com o seu muxoxo no travesseiro, ver você se contorcendo, a bunda pressionada contra a pélvis masculina sem sobrar mais espaço entre os dois.
O moreno derreteu, figurativamente, na sua lateral, respirando pesado, erguendo a face pra você beijar a têmpora dele. E ali ficou, acariciando sua barriga, a fadiga óbvia nas pálpebras pesadas. Não quis mexer-se nem um centímetro pra fora, você deveria começar a suspeitar que Gabriel era um grande fã de cockwarming.
— Veste a roupa antes de dormir, Gabe. — Ele só resmungou, e como se o corpo desnorteado pesasse toneladas, puxou a cueca preguiçosamente pelos pés.
Você fez companhia ao seu noivo, já sentindo saudades de ficar cheinha de pau. Vestiu a camisola e arrumou a calcinha, iria se limpar em alguns minutos, temia que Martinelli morresse caso você se afastasse. Ambos ajeitaram-se debaixo do lençol e você diminuiu a temperatura do ar condicionado para 16°C, amenizando o calor corporal.
— Meu menino, tenho tanto orgulho de você...
Caindo no sono dos justos, o moreninho te abraçou com firmeza, na esperança de que você não fosse para mais nenhum lugar. Depositou um último selinho na sua boca antes de render-se ao sono profundo. Você seguiu o mesmo caminho, a mente pedindo por doze horas seguidas de sono para processar as emoções exageradas.
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Em noites como esta, era impossível domar
a 𝘀𝗼𝗯𝗲𝗿𝗯𝗮 sob suas unhas – nada seria capaz de apagar
o sorrisinho presunçoso. Porque 𝗝𝘂𝗱𝗲 sabia exatamente
o quanto você precisava do 𝗲𝗴𝗼 enorme dele.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮.
𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 3333.
𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: tem castigo do monstro (denial),
size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play,
dois centavos de pain kink, penetração desprotegida.
─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu entrei aqui achando que era a
disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinência sexual em atletas não tem efeito comprovado antes de competições. Você sabe disso. Jude sabe disso. Porém, saber nunca impediu as tendências antiquadas do homem que gostava do “certo pelo certo” se o assunto era a própria carreira — mesmo quando não havia base científica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar às coisas mais ilógicas possíveis por algum motivo. E te irritava que ele não tivesse largado a mão da superstição nem mesmo quando você estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado só por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sã consciência larga a própria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? Você ainda não tinha uma resposta concreta. A “tradição” nasceu logo após o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixá-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitória e, por mais que você quisesse contrariá-lo, parecia estar funcionando. Você não estaria sendo tão amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuições dele enquanto seu homem — a constância da vida sexual de vocês havia decaído drasticamente com essa história de abstinência, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incômodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois só se via livre do hábito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava “desimpedido” por pelo menos uma semana, só que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porém a ocorrência infeliz, que, segundo Jude, realmente não poderia ser adiada, ainda estava de pé: a equipe precisava sair para jantar.
“Vem aqui fazer ‘pra mim, vida.”, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, você jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. “Por favor…”, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramático de um jeito caricato, mas não agia feito um bebezão na frente de qualquer um. “Só você sabe fazer como eu gosto.”
Você tentou não fazer alarde com os próprios passos quando se apoiou no batente da porta muito à contragosto, queria ao menos pegá-lo de surpresa quando aparecesse, porém Jude já estava olhando quando você chegou.
“Você não quer mesmo que eu vá, não é?”, se referiu ao seu jeito aborrecido de encará-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
“Não.”, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar à sós com seu namorado, ele já conhecia o chão no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mãos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura — durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele já havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que você o finalizasse. O excesso de água ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que você se esforçasse para recolher o líquido usando uma toalha de mão. Estava comicamente apática, nem o corpo gostoso do seu homem ainda úmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
“Tô orgulhosa de você.”, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
“Você já disse isso.”, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mãos para fazer você abraçar o pescoço dele entre elas.
“E quero dizer de novo.”, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lábios dele e a carência logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cômodo. “Nem parece que você ‘tá com vontade de ir…”, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da língua contra a dele.
“Tô esperando você tentar me convencer a ficar.”, ele riu de canto, uma das mãos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
“De novo?”, se afastou rapidinho só para questionar numa incredulidade cínica. Ele quis rir mais, porém preferiu retornar à brincadeira gostosa das línguas de vocês dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que não estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lábios forte ao ponto de deixá-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mãos eram tão descaradas quanto, apertando cada canto só para te lembrar que o seu corpinho não era nada dentro do toque dele — era frágil, simples de quebrar.
E, porra, você tremia, rendia-se fácil. Os peitinhos já latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, já tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suíte — não iria fingir o contrário. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso não te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que você vestia, enrolando o tecido folgado como pôde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minúscula que havia escolhido só para ele, talvez fosse a última chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
“Você é linda.”, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fôlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse não seria o caso, mas não sabia como evitar: não estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade até cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema — tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude não começaria nada contigo que não tivesse tempo para terminar e vocês dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. Você soltou o ar baixinho em chateação, suas opções esgotando.
“O que é essa carinha, hm?”, indagou num selo molhado aquilo que ele já sabia bem a resposta. “É ‘pra eu falar que você ‘tá sexy, amor?”, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressão irritada no seu rostinho. “Você ‘tá sexy, bebê. Sempre ‘tá.”, pode ter soado até meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que você agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo só para conseguir um carinho mais safado. “Gostosa ‘pra caralho.”, afirmou como se fosse senso comum.
E Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
“Mas não é suficiente…”, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. “Tá toda afobada porque eu não te comi ainda, não tá?”, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que não deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: “Então tenho que falar que ‘tô louco ‘pra abrir essa xotinha inteira no meu pau.”, o sussurro fez a pele arder, é desnecessário falar que se contraiu completamente — quase gemendo só de escutar. “Que quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar ‘pra me mamar a noite toda, bem gostoso.”, instigou mais um pouco, era um tesão do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. “É ‘pra falar assim?”, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. “É, amor?”
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e você todos os dias agradecia aos céus que esse não fosse realmente o caso. Quer dizer, é mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. Não é novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si só para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tão intensa — especialmente uma na qual a participação dele foi tão brilhante.
“Porra, você é um filho da puta…”, você protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender — só não sabia lidar com o quão corroída por tesão sua mente estava. A expressão de deleite do homem não fez nada além de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossível domar a soberba sob suas unhas — nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto você precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
“Me fode…”, implorou sem inibição alguma, até a voz de putinha que saiu da sua garganta não passou por filtro algum na sua mente.
“Você é tão teimosa.”, te recriminou como se não tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, você mesma já havia dito.
“Coloca em mim só um pouquinho.”, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte até alcançar a barra da toalha, como se já soubesse que receberia um sim. “Eu gozo rapidinho.”, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro até a orelha do homem.
“Amor-”
“Eu prometo.”, reforçou, os dedinhos já se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. “Não vou te forçar a ficar. Só me come um pouquinho…”, já lhe faltavam forças para pedir, era insuportável quando necessitada desse jeito — não sossegava até conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisão provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar até o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horário.
“Vai reclamar depois?”, perguntou ameno demais para alguém que não queria ter se rendido tão fácil.
“Não vou.”, você negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alívio.
“Por quê não pede ‘pra eu te chupar, hm?”, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. “É mais fácil.”
“Porque eu quero dar ‘pra você.”, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
“Justo.”, chupou seus lábios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção não havia sido em vão, Jude não dava ponto sem nó. Selou desde o seus tornozelos até a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lábios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tão bom. Jude era frenético, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quão paciente você parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
“Já se melou ‘pra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.”, beijou seu pontinho com delicadeza uma última vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a língua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilégio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensão porque nenhum cuidado era demais. Estava tão excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho — o problema de verdade só começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
“Amor…”
“Shhhh… Eu sei…”, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho só até onde a bucetinha deixava — estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estômago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem — Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço só, a outra mão deslizando até o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sôfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensão. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errático, meio ridículo — não conseguia parar, não dava para parar. Uma delícia, não era possível nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e não sabia como retomar o controle delas.
“Tá fraca, amor?”, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mármore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. “Não fecha.”, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
“Vai machucar…”, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesão nojento.
“Vai?”, ele mordeu um sorrisinho sonso. “Eu tiro então, minha vida.”, ameaçou cumprir com o que disse e você se desesperou.
Droga, estava tão molhadinha e ainda assim não dava para aguentar? Era injusto. Não era nenhuma virgenzinha estúpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frágil, queria tanto… as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco — a única sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
“Se eu empurrar aí é que vai machucar de vez.”, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
“Faz caber então, Jude.”, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhá-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. “Porra, você ‘tá com dó parece…”, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, não havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho só para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mãos calejadas castigando sua cintura para garantir que você não se movesse um centímetro sequer.
“Cala a boca.”, o timbre desceu num murmúrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. “Não pede o que você não aguenta.”, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fácil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letárgico, mais gostoso — conseguiu até mesmo voltar a se foder devagarinho.
“Você sabe que eu aguento.”, sussurrou burrinha, claramente não dava mais atenção ao que dizia.
“Aguenta?”, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. “Me responde.”, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pálpebras.
“Jude, porra…”
“Sabe o que ‘cê vai fazer quando eu terminar, amor?”, indagou baixinho. Você, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. “Eu tô falando com você.”, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. “Sabe?”
“N-não...”
“Ah, você sabe sim, meu amor.”, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quão atencioso ele soou. “Você vai ficar aqui quietinha me esperando.”, as mãos grandes envolveram seus rosto. “Esquentando meu travesseiro.”, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. “E vai abrir essa bucetinha bem gostoso ‘pra eu meter quando voltar, tá ouvindo?”, ameaçou selar sua boca, mas só o fez quando te viu confirmar com a cabeça. “Já deixei molhadinha ‘pra ajudar, não deixei?”, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidão. Você concordou com a cabeça outra vez — estava estúpida ‘pra caralho, as perninhas tão fracas que sabia bem o que estava por vir. “Então se vira.”, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. “Goza ‘pra eu não me atrasar.”
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensível que não parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligível, só sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciência enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho — brincando com o grelinho que não parava de pulsar.
“Jude…”, soluçou contra a boca dele. “Me fode gostoso… assim, porra…”, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que você pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsá-lo. Jude saía somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que não parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. “Eu quero mais, amor… Mais… Porra, isso…”, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitóris, o polegar desenhando círculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os lábios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que você caísse contra o espelho. A mão livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questão de pincelar os lábios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
Você encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. Não precisava ver para ter certeza que estava tão esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, não seria necessária a preocupação em se esticar — com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, não se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquícios do seu melzinho até alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porém ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar — mirando exatamente no canalzinho judiado.
“Eu jogo na boquinha quando voltar, ‘tá bom?”, a promessa veio entre arfares, conquistando sua atenção outra vez, já que estava absorta demais em notar pela milésima vez que nem as mãos grandes do seu namorado davam conta da piroca pesada. “Mas tem que ser boazinha.”, a condição acompanhou um estalinho molhado na sua boca. Sorriu mansinha, tão cheia de dengo que parecia até mesmo bêbada. Ganhou mais alguns antes que ele se afastasse com pressa, provavelmente atrasado.
“Jude.”, chamou antes que ele atravessasse a porta. “Só uma hora.”, nem sabe de onde tirou forças para soar tão firme. Ganhou um sorriso sacana:
hi honey!!! im really sorry but i write specifically for us brazilians bc most stories here are written in english, im very insecure about writing in another language and i feel more comfortable writing in portuguese 😿💗
Surtos de estética eram cotidianos. Uma hora você queria pintar o cabelo, outra hora queria fechar o braço de tatuagem ou fazer uma onça nas costas. O atual surto era botar piercing.
Dias antes, você bateu o pé na sala de casa, berrando ao seu namorado. — Amor, vou furar um piercing!
O coitado, tentando jogar fifa no ps5, olhou de soslaio e concordou. — Põe, vida, vai combinar.
Ele não botava fé no que você dizia porque quase nunca acontecia, você sempre voltava atrás na ideia quando era pra executá-la. Só que dessa vez estava decidido.
— É sério, Jude! Já até marquei no estúdio.
— Vai furar onde então? — Encarou, juntando as sobrancelhas num olhar investigador, procurando as provas da mentira.
— Segredinho, mas você vai amar.
Não foi o suficiente para convencê-lo, apesar de que você podia furar até na testa e Bellingham te elogiaria igual.
O dia marcado chegou e você estava morrendo de medo, será que iria doer? E se não cicatrizasse corretamente? Pensou até em desmarcar, mas você ansiava tanto por esse piercing, ficaria tão lindinho. Não custava arriscar.
Você mandou uma mensagem avisando estar no estúdio, Jude respondeu: "", "não era brincadeira?, "você não me disse qual piercing é!" . Seu sorrisinho cresceu, imaginando como seria a reação alheia.
A perfuração ocorreu sem problemas, doeu só na hora de passar a joia, rapidinho terminou. A profissional era indicação de uma amiga sua, o ambiente bem limpo e você amou o tratamento, já colocando mais ideias de furos na mente pra voltar ali. Primeira vez que você não se arrependeu de mudar algo na aparência.
E sinceramente, os piercings ficaram excelentes. Colocou dos dois lados para combinar. A sua camisa marcava o formato dos mamilos, causava um pouco de estranheza e eles estavam ultra sensíveis, o simples atrito do tecido te arrepiava, além de aparentar que toda hora você tinha os faróis acesos.
Uma excitação corria no seu ventre toda vez que pensava no momento de Jude vê-los, o que ele faria, o que ele diria. Estava roendo as unhas, ansiosa para chegar em casa.
Quando enfim pisou os pés na casa de vocês, correu para mostrar a novidade. O pretinho cuidava de si no banheiro, a toalha enrolada na cintura, cheirando a sabonete floral e colônia masculina, com a cara suja de espuma de barbear, a navalha deslizando sobre a pele dourada com cuidado.
Ah, que homem gostoso. Você nunca ia cansar de desejá-lo, nem parecia real. Demorou alguns segundos para Bellingham perceber a sua presença, distraído com o autocuidado, enxaguava o rosto na pia.
Olhou para você, desconfiado, te cumprimentou com um selinho. — Oi, gata. — franziu o cenho, analisando seu rosto e procurando algo de diferente. — Desistiu do piercing? — o olhar foi baixando para o pescoço, para o busto... E aí, ele se deu conta. — Nem fudendo! Peraí! Não foi um homem que furou, né?
— Óbvio que não, louco! Eu furei com uma mulher. — Você riu, levantando a barra da blusa até a clavícula, mordendo o lábio inferior com entusiasmo. — Gostou, meu preto? — Nossa, ele ficou hipnotizado, as pálpebras nem piscavam, as mãos dele automaticamente tomaram as curvas dos seus seios, apertando-os e seus indicadores tocaram os mamilos, você teve um leve espasmo de dor. — Ai! Cuidado, amor, tá sensível...
— Porra, vida, que delícia... Pode chupar? — Os lábios carnudos estavam inquietos, um leopardo lambendo os lábios ao ver o cervo na beira da água. Aquele homem estava salivando.
— Não. Só quando cicatrizar, se não vai machucar. — Deu de ombros, virando o corpo, entretanto, Jude segura seus quadris e passa os dedos bem devagarinho nos seus mamilos.
— Nem um beijinho? Oh, vida, como que você faz uma maldade dessa comigo? — Um beicinho do tamanho do mundo aparece na boca roxinha, os pés inquietos. — Ficaram perfeitos, seus peitos já são incríveis, assim então...
— Beijinho pode, mas com carinho.
Um sorriso diabólico surge na cara lavada, ele chega pertinho, esfrega a pontinha do nariz no seu mamilo esquerdo, adorando a sensação gelada do aço. Assoprou suave, arrancando um gemidinho seu, beijando o peito direito, alternando entre os mamilos, mordendo a curva dos seios, cheirando sua pele entre eles. — Não doeu, bebê? Meu Deus, eu quero muito mamar eles...
— Amor, eu preciso seguir as indicações da bodypiercer. — Você mordisca o próprio lábio, os toques simples atiçando o suficiente pra você pressionar suas coxas uma contra a outra. — Doeu um pouquinho, mas tá de boas.
— Vai demorar? — Os olhinhos dele ficam iguais aos de um cachorrinho, quase se ajoelhando na sua frente por misericórdia, alisava sua pele repetidamente.
— Não sei, depende. Acho que rapidinho sara.
— Caralho, imagina na espanhola... Eu vou meter tanto neles... — Pressionou um seio contra o outro, tendo a visão de como as joias raspariam no pau dele. — Você tá proibida de usar blusa aqui em casa!
— Jude! — Você dá um tapinha nas mãos dele, doida pra sentar naquela carinha de sonso com as mãos enormes no seus seios.
— Desculpa, vida, mas você quer me matar de tesão, é mais forte do que eu... — Retornou a estalar beijinhos pelos seus mamilos, encantado com a maneira que eles ficavam durinhos pelo mínimo contato. — Vou por um na cabeça do pau pra combinar com os seus, minha princesa...
miga do céu sempre que eu vejo você atualizando seu perfil minha mão soa de ansiedade pra ver muito do haaland por aqui 😭🙏🏼
Erling Haaland in...
⛓️SELF CONTROL II
Após a eliminação da Noruega, você precisa consolar seu namoradinho...
🤍 Notes: Missão dada, missão cumprida amores! Tentei misturar algumas coisinhas relacionadas a maioria das asks para não ficar repetitivo, mas também combinar com o resultado do jogo de hoje (eliminaram minha loira do tchan 🥺). Espero que gostem e muito obrigada de novo!! 🖤✨️
[⛓️AVISOS:] conteúdo adulto/+18, oral!masc, cum, dirty talk, bastante size kink, menção à anal, menção à trisal, romantismo pq é fic minha né e acho que é isso :)
Já era quase madrugada quando Haaland finalmente chegou. A frustração da derrota e o cansaço tiveram que esperar devido aos eventos de pós-jogo: entrevistas e satisfações sobre a perda para a Inglaterra, conversas com colegas do time sobre erros, acertos, pensamentos positivos e negativos… Caramba, tudo o que ele queria agora era mais um banho — quentinho, diferente da banheira de gelo que se enfiou para recuperar os músculos.
Te viu deitada, aparentemente adormecida, e preferiu nem acender as luzes para não perturbar o seu sono. A figura alta se inclinou sobre você e selou seu rostinho, arrancando as roupas do corpo às pressas.
Seus olhos se abriram.
Certo, já tinha captado como seu namoradinho estava.
Assim que ouviu o som da ducha quente sendo ligada desceu da cama, tirando o robe de seda vermelho e engatinhando até o banheiro. O vapor colidiu com seu rostinho, arrepiou sua pele, mas avançou mesmo assim.
Até os olhos azuis te acharem do outro lado do box.
Depois de horas difíceis, ele finalmente deu uma risada tranquila:
— O que você tá fazendo aí? — a mão grande afastou o vidro temperado que lhes separava. — O que você tá fazendo assim? — arrancou dele mais um riso incrédulo ao te ver nua e com a bunda empinadinha.
— Sinto muito pela Noruega ter perdido hoje, Erling — você falou, ignorando as perguntas.
Ah, mas ele negou com a cabeça e fez um bicão:
— Mentirosa, você jogou praga em mim por que eu eliminei o Brasil!
— Não joguei!
— Jogou, sim!
— Amor…
— Nem vem, ficou sem falar comigo por quase dois dias!
Bem, aquilo realmente aconteceu. Ainda se lembrava de ter sentado nele com raiva, segurando cada gemidinho manhoso e devotado que costumava dar, aguentando cada centímetro grosso dentro de você por pura birra… E ainda tirou aquele pau delicioso da sua bucetinha antes que Haaland pudesse te encher de porra como sempre.
Mas, quem tem boca vai à Roma. Seu namoradinho acabou com a sua raivinha no dia seguinte, te chupando com os lábios gordinhos até você esguichar e perdoá-lo por ter colocado seu país para fora da Copa.
— Mas eu te defendi pra minha família e para as minhas amigas, okay?! — ressaltou, pousando as mãos nas coxas definidas. — Te defendi com unhas e dentes, mesmo quando eu ainda tava puta contigo!
Haaland abriu um sorriso largo:
— Ah, é?
— Uhum… — mordeu o lábio inferior, assistindo o pau enorme guinar tão perto do seu rostinho. Foi impossível não agarrá-lo com uma das mãos, que mal se fechava na grossura. — Disse que você só tava fazendo o seu trabalho… — selou a glande vermelhinha, ouvindo o arfar pesado do loiro. — Que a Noruega nunca tinha chegado tão longe… — Espalhou mais beijinhos pela extensão cada vez mais dura. — Que a gente tem que aprender a dividir também…
— Igual eu te divido com o Bellingham, é? — debochou, tocando naquele assunto que fazia seu íntimo se contrair.
Tinha dois namoradinhos. A mídia surtaria se soubesse que aqueles “bons amigos” eram tão próximos que até dividiram a mesma boquinha, a mesma bucetinha, a mesma mulherzinha…
— Uhum, igual! — concordou, deixando mais um selinho estalado na cabecinha.
— Eu tô tão puto com ele, não sei se vou te dividir mais… — as mãos grandes já foram até o seu cabelo molhado, fazendo um rabo de cavalo desleixado. — Tava metido pra caralho no pós jogo, sabia?
— Eu vi, ele tava uma delícia… — provocou.
Haaland revirou os olhos e bufou.
Prontinho, o suficiente para tentar enfiar o pau inteirinho na sua boca.
— Te amo pra caralho, mas cala a boquinha na minha pica, cala, amor — sussurrou.
Ah, mas você ficou caladinha com gosto!
Era meio obcecada em tentar engoli-lo inteiro, mesmo que soubesse que era impossível. Sabia que ficaria rouquinha de tanto forçar a garganta contra a cabecinha inchada, mas não ligava, babava na extensão com vontade e mamava olhando para Haaland com a maior falsa inocência do mundo.
O gosto da pica dele era viciante, assim como tudo o que o envolvia — num instante estava encontrando com um carinha engraçado num evento, no outro estava fascinada por futebol e por ele, com uma aliança no dedo e gritando “Haaland” a cada gol que presenciava. Mal conseguia respirar, mas algo em você tinha certeza de que morreria mesmo era se parasse de chupá-lo.
— Ei, ei, se controla! — Erling riu, tendo que te afastar. — Você sabe que nunca vai caber.
— Vai sim!
— Sua boquinha é muito pequena, gracinha — acariciou seu lábio inferior, quase rosnando quando seus lábios inchadinhos capturaram o dedão dele, numa carência que quase o fez gozar. — Já pedi pro Jude te ajudar a engolir e nem ele você aguentou, lembra?
Injustiça! O pau do Bellingham também era enorme!
Contudo, você estava burrinha demais para debater naquele momento.
— Mas eu quero… — choramingou ao tirar o dígito branquinho da boca, com os olhinhos lacrimejando. — Eu preciso te consolar, Haaland…
Porra, você ainda o mataria chamando-o assim!
— Quer me consolar? — se abaixou, selando sua boca: — Chupa minha cabecinha igual uma putinha e me deixa esporrar nesse seu rostinho lindo, uh?
Você sorriu como se tivesse ganhado o mundo inteirinho, abocanhando-o de novo e masturbando o restante com as mãozinhas num vai-e-vem lentinho, apertando, fazendo Erling gemer seu nome como um gatinho adestrado — ah, ter aquele homem tão grande literalmente na palma das mãos…
Haaland precisou de mais autocontrole para não investir o quadril contra a sua boquinha linda. Sabia que podia te machucar, te fazer engasgar pateticamente várias e várias vezes… Ah, mas ele imaginou! Imaginou muito…
Você mal recuperou o fôlego ao ser afastada quando sentiu os jatos quentinhos e espessos de porra caíndo no seu rostinho úmido.
Continuou punhetando, com os olhinhos fechados, a bucetinha carente ardendo de vontade enquanto o sentia gozar mais e mais — Haaland gozava pra caralho quando ficava estressado, era o segredinho sujo de vocês.
— Vem aqui… — os braços fortes te ergueram de uma vez para que ele pudesse ver o estrago que havia feito de pertinho.
A língua quentinha lambeu sua bochecha meladinha, a boca cheinha do seu namoradinho ficando suja com a própria porra.
— B-Beijinho… — você pediu, já fraquinha demais por ele.
Haaland te deu o que queria, enfiando a língua grossinha na sua boca enquanto dedilhava sua bucetinha, indo mais para trás…
Algo geladinho.
Separou a boca da sua, totalmente incrédulo de que a mulherzinha dele estava com um plug.
— Era só se eu ganhasse — balbuciou, não controlando o impulso de mover mais, vendo seus olhinhos se revirando.
— Você sempre vai ser… Meu campeão — arfou baixinho, se agarrando aos ombros largos. — Eu só preciso me preparar direitinho, né?
— Uhum, direitinho… — agora era ele quem sorria como se tivesse ganhado o mundo inteirinho.
Empinou mais, amando a atenção que estava recebendo onde nunca havia sido estimulada antes. Segurou o rostinho de Haaland, olhando no fundo dos olhos dele:
⃝🌦️✸ ִ ࣪ “You're gonna be the one that saves me.” ۫ೀ
✨ㅤ۫ avisos: ࣪ ᚐ ִ fluff/smut, p in v, reconciliation, unprotected sex (se protejam), nipple sucking, slighty size kink, dirty talk, oral (m receiving), shower sex, jude tem pelos (se alguém se incomodar com isso 🤷), creampie, OOC?, happy ending. ބ ࣪
☔ㅤ۫ Seu cachorrinho desaparecido coincidentemente é encontrado por Jude, seu ex-namorado, num dia chuvoso. Não há nada de errado em retribuir a gentileza e deixá-lo entrar para fugir da chuva, né?.࣪ ᚐ ִ ބ ࣪
˚˖𓍢ִ໋❀ nota: pra hj é só esse clichezinho pq eu to sonhando com esse puto safado. desculpa qlqr errinho e o finalzinho rushado, olha o horario q eu to postando 😢... éjogador mãinhê?éjogadorlorraine!!
Suas botas esfregam-se contra o tapete, ensopando o tecido. O guarda-chuva é fechado e pendurado atrás da porta. Uma tempestade enorme está acontecendo lá fora e você acabou de chegar da faculdade, cansada e melancólica pela junção de clima e seus próprios sentimentos. Bom, seus dias são de luta.
Para começo de história, há cerca de um mês, seu namoro de um ano e meio acabou. Você namorava um jogador de futebol, Jude Bellingham, e de certa forma, nem entende o que ocasionou o fim da relação. Talvez os desentendimentos constantes devido ele estar mais ocupado com a carreira em ascensão.
O curso e o trabalho drenaram bastante seu tempo também, afinal, você não era uma escorada. É complicado de refletir com a cabeça cheia de preocupações e ciúmes. Parecia urgente saber aonde e com quem William estava a todo instante, sua insegurança gritava que jogadores de futebol eram infiéis, ainda mais quando alcançavam dinheiro e status.
Entretanto, Bellingham nunca deu motivos para imaginar tal coisa. No dia do término, ele insistiu para você ser paciente com a situação da ausência e confiar nele, apesar disso, você optou por terminar, alegando terem planos de futuro diferentes. Que cabecinha de vento a sua.
O pretinho respeitou a decisão e lhe concedeu privacidade, demonstrando tristeza com a separação. Desde então, nunca mais conversar ou se viram. Na segunda semana pós-término, você concluiu que adotar um bichinho te alegraria e espantaria as emoções depreciativas da mente. Dito e feito, pegara um lindo filhotinho de golden retriever, botou o nome de Caramelo e ele passou a ser seu leal companheiro, sua motivação nos dias sombrios.
Até Caramelo fugir na manhã passada. Aquele arteiro não perdeu a oportunidade vendo a porta da frente mantida aberta por um descuido seu. Você publicou sobre o desaparecimento em todos os lugares, colocou cartazes nos postes do seu bairro e procurou incansavelmente pelo doguinho. Sem sucesso obtido, sobrou bastante culpa por ter sido irresponsável, a nuvem escura e turbulenta chamada depressão retornou a sua cabeça.
A caminha azul largada ao lado do sofá é o suficiente para seus olhos encherem de lágrimas. Onde aquele pobrezinho estaria numa chuva dessas? Sozinho, sem comida e água, morrendo de frio... Você precisa achar ele, tadinho, é um bebê, não pode ficar sozinho.
Respirando fundo, o casaco é desabotoado e colocado na arara, empurrando as botas para longe e sentando perto da caminha, pegando um brinquedinho que o cachorrinho amava morder. Lamuriou-se, apertando o objeto contra seu peito. Logo sairia em outra busca por Caramelo, não ficaria tranquila enquanto não o achasse.
Toc, toc, toc. Estalos suaves ecoam na madeira e mesclam-se unidos com os respingos de água caindo das telhas. Sua vista vai para a direção do som, erguendo-se e indo verificar pelo olho mágico quem poderia interromper o seu momento dramático. Reconhecer a pessoa do outro lado te surpreende. Encharcada, vestida com regata cinza, boné e bermuda, a pele morena reluzindo dourado no fim de tarde.
É Jude! Seu coração dá uma arrancada semelhante a um carro de fórmula 1, uma queimação inicia nas suas bochechas e você pondera abrir ou não. O que diabos ele quer contigo após um mês?
— Oi vida, tá aí? — A carinha deformada pelo vidro aproxima-se mais da porta, seu tom é suave, inseguro. Você morde o lábio inferior ao escutar o apelido. — Acho que esse cachorrinho é seu.
A chave gira na fechadura imediatamente, você explode em euforia ao captar os olhinhos enormes de Caramelo, enrolado num moletom preto, envolvido pelos braços definidos do jogador. Os latidos fofos e movimentos agitados da bola de pelo dourada retribuem a felicidade ao te ver também.
— Ah, meu Deus! Caramelinho! Seu danado! Tô tão feliz de te ver! — O bichinho pula nos seus braços, lambendo sua cara. Você acaricia os pelos úmidos, abraça mais forte e cheira o animal, logo volta a atenção ao homem que lhe fitava com as íris castanhas dez vezes maiores e mais suplicantes. — ...Oi, Bellingham. Como você tá?
O típico sorriso expert em te deixar fraca surge na boca carnuda, arroxeada e trêmula pela temperatura. — Tô bem. E você? — As palmas dele alisaram os próprios braços, sinalizando frio.
— Eu estive tão angustiada, não tem noção do alívio que tô sentindo agora! — Ajeitou Caramelo no colo, afastando o rosto pra parar de ser alvo dos seus beijos incessantes. — Aonde você o encontrou?
— Foi voltando de um treino de corrida. Começou esse temporal e eu o vi tentando se esconder debaixo de umas caixas de papelão, coitado. — Dá de ombros, tocando a cabeça do animal e afagando. — Sua postagem sobre o sumiço apareceu pra mim, aí reconheci a coleirinha. Te conheço o suficiente pra saber que você estaria arrancando os cabelos. Esse bonitinho é uma graça.
Você solta um arzinho pelo nariz e sorri desajeitada. A tempestade transformou-se em um sereno, Jude poderia ir embora sem intercorrências, mas você não quer que ele vá e não quer ser mau-educada, o pretinho salvou sua consciência de ficar pesada pro resto da vida.
— Que bom que o achou. Muito obrigada, sério! Ele é uma gracinha mesmo, só é encapetado... Err... Você quer entrar pra esperar a chuva passar? Se não vai ficar resfriado. — A cartada da gripe é só uma desculpa para que William entre. Ele aparenta notar na mesma hora, acenando que sim.
— Eu adoraria, tô morrendo de frio com essa roupa. — O mal de Victor é ser expressivo demais, sem esconder a satisfação de receber o convite.
Dando espaço para o dito cujo passar, ele tira os tênis e os põe perto das suas botas, jogando o moletom na arara. A porta foi devidamente trancada para evitar outra fuga do filhote de Taz-mania, este abanando-se para descer e correndo até a caminha, mordendo o brinquedinho como se só tivesse ido a um passeio casual. Sua pelagem parecia sujinha, a próxima atividade seria um banho e uma ida ao veterinário.
Com foco no cachorro maior, poupando contato visual porque Jude perambula pela casa, assim você consegue admirá-lo. A regatinha grudada nas costas largas com os músculos em plena exibição, a bermuda coladinha naquele rabão, abraçando as pernas grossas. Nossa, como você jogou um bife desse aos lobos? Distante da tensão psicológica parece uma ideia super estúpida, você envergonha-se em olhar nos olhos castanhos.
Na prática, sequer há lugar para vergonha. Bellingham olha por cima do ombro para você e arranca a regata molhada, colocando-a no ombro. — Pode me dar uma toalha, vida? — Ele vira o rosto para o lado oposto, com certeza estava mostrando aquele sorrisinho de puto. Você quer assassiná-lo, porém, só depois de matá-lo na sentada primeiro.
— Humpf... Não age como se não tivéssemos terminado, Bellingham. — Fecha a cara por alguns segundos, seguindo até o armário do seu quarto para catar a toalha branca limpa. Você estende a mão para Victor alcançar.
A mão grande chega pertinho, pegando seu pulso ao invés da toalha e te trazendo pra ele, encostando sua palma no peitoral sarado, percebendo os batimentos cardíacos. — Volta pra mim, amor. Tô com muita saudade. — Sua boca curva em um beicinho, as sombrancelhas rentes, o semblante entristecido nasce. — Não parei de pensar em ti.
Seus olhos abaixam para o chão, soltando um suspiro. — Não sei, Bellingham, me sinto muito confusa sobre nós e-
— Você ainda me ama, não ama? — O indicador alheio enrola uma mecha do seu cabelo, deslizando pela linha da sua mandíbula, parando no seu queixo, levantando pra que você o veja.
— Jude-
— Me responde, por favor. Se a resposta for não, não te perturbo mais. — O rosto negro pende rente ao seu, as palavras sendo sussurradas.
— Amo. — Vocês estão se encarando, seu corpo pega fogo com o toque do pretinho. — Que droga, não consigo te esquecer. Eu não sou boa o suficiente... Você merece alguém compreensivo...
— Esse tempo que nos afastamos, você continua pensando daquela maneira? Não mudou nada? — William umedece os lábios, mantendo contato.
Para evitar uma discussão, você se afasta, girando a cara. — É melhor você ir tomar banho, Bellingham.
O jogador era britânico, entretanto, possuía espírito de brasileiro, não desistindo. Ele franze o cenho. Você nota quando a malícia se apossa daquele homem. — Não quer vir junto, vida?
— Não me chama assim. — Se fazer de difícil o deixa mais atiçado, talvez também te deixe. — E pelo que eu sei, ex-namorados não tomam banho juntos.
— Existem as exceções...
Revirando os olhos, atuando indecisão, você concorda. — Tá, mas é só um banho!
— Não é não. — O beicinho franze e Jude torce o nariz, desacreditado das suas intenções.
— Cala a boca e anda antes que eu te chute pra rua!
Toda sem jeito, você deu empurrões no moreno e o maldito saiu rindo no caminho conhecido do banheiro. Não houve mudanças drásticas na casa além do enriquecimento ambiental para o cachorro, que inclusive, desapareceu de vista, possivelmente mastigando alguma sandália sua em cima do sofá.
Após Jude adentrar primeiro no banheiro pequeno, já afrouxando os cordões da bermuda, empurrando-a pro chão e sua cueca acompanhando. Não namorar a bunda enorme dele era missão impossível, aliás, o pretinho adorava ficar pelado toda hora.
Mais uma olhadinha por cima do ombro, peças sendo arremessadas na pia. Em seguida, virando pra ti. — Quer ajuda pra tirar a roupa?
— Tsc. — Você resmungou baixinho, nervosa e tentando não olhar descaradamente pro meio das pernas. —...Quero.
— Deixa eu te ajudar. — Como um grande desgraçado, Victor aproximou-se, as mãos puxaram sua blusa pra cima, revelando seu sutiã simples. Aos poucos, desceu os dedos até o fecho do sutiã, ágil em abrir e libertar seus seios. — Tão do jeitinho que eu deixei, amor. — Sussurrou, inclinando-se, sobrepondo sua altura menor. Os polegares rodearam seus mamilos e esfregaram a pele de forma carinhosa.
— Eu ainda tô com raiva da sua cara. — A conversa era baixa, o pretinho mostrando o risinho discreto de canto.
— É?
Os lábios alheios tocaram os seus sem pressa, as mãos dele desceram a sua cintura e costas, pressionando os corpos. Você sentiu o volume contra a sua barriga, ele solta um lamento suave, comum durante os beijos de vocês. A língua dele passeia na sua, a lembrança de estar em casa. A sua mão pequena envolveu o pau endurecido, masturbando delicadamente e o fazendo dar uma choradinha.
— Puto descarado. — Ao morder o lábio inferior dele, William sorri. Os dedos da cintura descendo para desabotoar seus jeans, você fez o resto do trabalho pra se livrar das roupas restantes.
— Mas é esse putão que tu ama, hm? — Te levanta pelas coxas, botando no colo e suas pernas envolvem o quadril dele. Entraram no box, a água sendo ligada no nível baixo. Demorou alguns segundos pra esquentar, seu chuveiro velho dando tudo de si na função.
— Eu amo mais seu pau.
— Mama ele, então.
Você ajoelhou, nem aí pro chão gelado. A palma rodeando aquela pica grande e grossa, com veias espalhadas, a cabeça bem roxinha e babona. Sua boca transbordou de saliva só de pensar em chupar o caralho dele. Foi lambendo a pontinha, Bellingham encostou a cabeça na cerâmica, a testa enrugando. Você amava a sensibilidade alheia, não tinha esforço pra deixá-lo morrendo de tesão.
Chupou a ponta, língua pressionando a fenda à medida que suas mãos alisavam o resto do comprimento e os testículos. Os dedos longos agarraram seu cabelo molhado, os outros descansando na virilha. Sua boquinha acolheu mais. Ele é enorme, mas não é dois. Se tem uma coisa que você consegue com excelência é engolir tudo.
O pretinho ficava inquieto contigo mamando lento, mordiscando a boca, jogando os quadris pra ti, grunhindo. — Ah, amor... Essa sua boca me deixa louco. — As íris castanhas reviraram quando você botou inteiro na boca, a ponta do nariz toca a pélvis dele, alguns pelinhos finos e enrolados fazem cócegas. Victor empurrou em sua boca, tomando as rédeas pra fodê-la, você deixa que ele siga, apoiando as mãos no abdômen trincado, as unhas fincando na carne. — Você tá mamando com tanta vontade, princesa, tem certeza que não quer voltar a ter essa piroca só pra ti?
O som era molhado, depravado, um ploc, ploc ritmado da glande batendo no fundo da garganta e a saliva escorrendo pelo queixo. Jude gemia com gosto, as mãos afagando suas têmporas. Você fitou o semblante imoral, engasgando rápido, consequentemente, ele puxa sua cabeça pra trás, deixando respirar, fios de saliva conectados ao eixo. — Porra, não fala isso, sabe que eu vou voltar contigo. Filho da puta.
Seus joelhos cansaram com a posição, Bellingham não queria gozar naquele momento, auxiliando para você ficar de pé e ele te carregar de novo, a colocando na parede, arrepiando seu corpo com o contraste do box. O ambiente abafado igual uma sauna. — Eu sou só seu. Meu pau é só seu. Minha boca é só sua. — A glande roçou sua buceta melada, escorrendo e implorando por caralho. — Pede pra eu meter, bebê.
Apenas com aquele contato, um choque espalhou-se pelo seu estômago. Você chupa o lábio dele, o hálito quente assoprando no meio da conversa. — Me come, vai, amor. Só você sabe me comer... — Um elogiozinho pra inflar o ego dele. O pau escorregou pra dentro facinho como um velho amigo, sua buceta apertando ao redor, ambos gemendo com a penetração.
Suas nádegas estavam espalmadas, batendo agressivamente nas coxas torneadas. Jude soca sem dó algum, alargando a sua bucetinha gulosa que quer tomar ele todinho. O pau dele estimula cada pontinho da sua xota, esfregando contra as paredes vaginais, a base roçando no seu clitóris.
— Gostosa do caralho, não tem buceta melhor que a sua... — Deu um tapão estalado na sua bunda, impulsiona você mais pra cima, tendo mais sustentação no agarro. Espancando seu buraquinho com carinha de quem realiza o maior sonho da vida. — Vou acabar com você de tanta pirocada só pela raiva que você me fez passar.
— Ai, amoor... — Você choraminga, pernas tremelicando de prazer, a boca dele desce para seu pescoço, morde a curva do seu peito, lambendo seu mamilo direito, chupando intensamente, beliscando com os dentes. — Me desculpa, eu tava doida de querer terminar!
— Agora assume, né, piranha? Se eu soubesse que era só te foder, tinha te dado esse chá antes. — Começa a enterrar bem no fundo, priorizando a força ao invés da velocidade, as costas dele viram seu arranhador pra descontar o tesão. — Hoje tu vai dormir mansinha.
— Eu vou passar a noite fodendo contigo pra me redimir, meu preto. — Beijou a testa suada, depois um beijinho de esquimó. Você apertava mais as pernas, a queimação subindo da xereca pro ventre. — Juude!
Contraindo em volta dele, ele acelera, o próprio orgasmo se construindo. — Goza no meu pau, vida. Vou te deixar cheinha de porra pra você não esquecer mais quem é que te come.
Você deitou a cabeça no azulejo, a boca alongando, seu orgasmo te lava por dentro. Completada com chave de ouro pelas cordas grossas de esperma no seu útero, as estocadas parando quando suas pernas já estavam bambas e suas unhas arrancavam. sangue das costas malhadas. Bellingham gemia no seu ouvido, chamando seu nome.
Alguns segundos de recuperação, reunindo forças, você apoiou os pés no chão, sendo segurada pelo pretinho, a porra escorre do seu buraquinho, assiste a cara soberba de Jude, os dentes à amostra. Selinhos castos dados nos seus lábios, bochechas e queixo, as mãos firmadas em seus quadris pra garantir equilíbrio.
— Vida, nós vamos voltar de verdade? Você não falou da boca pra fora? — A personalidade normal e contida tomou lugar, observando as suas reações.
— Eu quero tentar de novo sim, vamos conversar melhor, tá?
Bellingham a envolveu num abraço terno, o mesmo sorriso gentil que fez você se apaixonar por ele, que seu coração acelerava e de fato, nada mudou. Você pegou a esponja pra começarem a tomar um verdadeiro banho, os dedos engelhados pela umidade.