não é surpresa contar com a presença de BANA MAHARAJ no Instituto de Rosis esse ano! todos sabem que ele é um DUQUE, vindo da ÍNDIA, porque aqui as fofocas correm rápido. ouvi dizer que apesar de seus VINTE E TRÊS anos, ele pode ser bastante COVARDE quando está de mau humor, mas seu CARISMA compensa. além disso, se parece muito com uma celebridade do Antigo Mundo chamada ANIRUDH PISHARODY. você não acha?
RESUMO & HEADCANONS
sua relação com a irmã não é boa - e começou sendo só de um lado, mas, naturalmente, desenvolveu à reciprocidade. afinal, por que continuar tentando por alguém que sente não gostar de si? tenta equilibrar o peso das responsabilidades sozinho, então. é difícil assumir seus medos e até preguiça com alguém.
netflix, prime, globo, todo mundo perdendo o ator que esse querido é. o cu na mão, trancado, mas você nunca vai saber; sequer suspeitar. bana tem uma coisa sob controle: sua imagem. por dentro? quer gritar até pela ideia de ter que arranjar um verneficu para chamar de próprio! mesmo que isso venha com o artefato que, teoricamente, mantém um feiticeiro na linha. quer gritar até com o futuro que está longe, mas que é o mesmo pois nunca teve escolhas: comandar uma nação. porra, qualquer um que já teve que liderar ou administrar um mero trabalho em equipe sabe o quão complicado e trabalhoso é. . . que dirá um povo inteiro? pânico ansiedade pânico crise !
. . . mas por fora? só o sorriso mais bonito que tu vai ver na vida. aceita que o crush surgiu de leve nesse sorriso, ok?
duelo oral? argumentativos? aquele texto de mil linhas e milhões de palavras que tivemos 1 minuto para decorar? pode contar com ele. duelo físico? nem fodendo. maneja um tiro e outro, se vira com uns primeiros socorros básicos e é craque em bafo ou meter uns petelecos dolorosos. mais que isso. . . será que pode ter um feiticeiro próprio para isso também?
BACKGROUND
se bana soubesse o que o esperava, teria tardado o nascimento. porra, como estava enganado. . . nasceu aos sete meses, um bebê bastante saudável - característica que, se apagassem a rinite alérgica e sinusite, parece gritar em todo sorriso seu - e que não fazia ideia do peso de ter a coroa desde o primeiro choro.
e que sorriso; muito bem treinado durante toda a adolescência na frente de espelho, uma vez que aprendeu não ter muito o que simpatia não consiga comprar. nem que seja tempo. infelizmente, poderia listar ao menos duas coisas que seu sorriso e todo seu carisma não conseguiu conquistar: vencer a ansiedade e todas as questões que vinham com seu destino já traçado. e estava sozinho, visto que com sua irmã para nada poderia contar - se pergunta, constantemente, se ela continuaria a ter sede pela coroa se pudesse realmente poder tê-la.
para toda regalia ganha, uma responsabilidade. o primeiro nada mais era que consequência de seus deveres futuros. era pequeno demais quando a coroa foi postar sobre sua cabeça, naturalmente e simbolicamente. poucos foram os momentos de pura recreação. bana é um daqueles futuros reis que não são lá muito contentes com o título, mas não o leve a mal: não é que queira deixar tudo para trás, não é que feche os olhos para o poder de um rei, mas é realista o suficiente para reconhecer o quão irresponsável gostaria de poder ser junto de tantas outras coisas que simplesmente nunca lhe foi ou seria opção. como poderia ele, quem odiava liderar grupos escolares, terminar liderando uma nação? mas mais que isso: o quão injusto era o fato de nascer para uma única função? nem mesmo amor, por mais clichê, estava incluído nas coisas que poderia arriscar experimentar na vida!
se pudesse, teria mesmo tardado em seu nascimento. teria, talvez e até mesmo, escolhido um outro mundo ou mesmo outro corpo. resta-lhe, contudo, engolir apulso seu futuro fiado por outros. . . e a responsabilidade de carregar o artefato que amarra uma das criaturas que mais perturba seu sono: os feiticeiros. bana gostaria de comprar uma saída sobre sua coroação com seu sorriso, como também gostaria de poder comprar lealdade cega de um veneficu, pois assim, quem sabe, tivesse menos medo de tal espécie.













