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@sowhot
Camille Marotte
(by Toa Heftiba)
Blondie: Debbie Harry
Estranho.. estranho.
Assim que ela apareceu foi um choque, uma energia, parecia uma sensação que eu já senti antes, mas não fez o menor sentido.. porque não tinha.
Mas cara.. que sensação certa. Eu não faço ideia da personalidade dela, mas de 2 dias pra cá eu já imaginei muita coisa. Eu gostaria muito de estar errada, muito, mas também que não.
Vou escrever só pra deixar registrado, vai que um dia eu leio de novo e anoto as conclusões.
Quinta feira, 21/06/2013.. (Porra, só notei agora que era 21.. ô data). Ela agarrou a Manu. Se voltarmos pra 2011-12 eu consigo reviver essa sensação. Eu tava em um lugar, com a glória de zeus da manu, e o próximo amor da minha vida simplesmente apareceu e we just clicked. Que ideia, Amanda. Que ideia de jirico. Mas cara, o que era aquela menina. Laís. Laid. Hahahahaha. Eu hoje consigo me sentir tão idiota, mas lembro de cada segundo que eu sofri platonicamente por aquela menina. Que menina do caralho. Hoje, eu vejo como eu amadureci, nossa. Se um dia nós tivessimos sido algo, não sei o que teria dado. Eu agradeço que não tenha. Cada tropeço que eu dei ao longo dessa minha caminhada, eu aprendi, viu, meu amigo. Meu maior aprendizado veio do maior amor e da maior dor de todas. Mas se eu parar pra pensar, quem sempre errou foi eu. Eu errei, eu errei em achar que podia, que sentia, que mentia, que doía, que amava e que devia. Acho que de todos os meus encontros e despedidas eu nunca tive nenhuma certeza. Tudo sempre voltava pra Letícia, bom, é o que eu achava. Tudo sempre meio bizarro. Mas sei que dia após dia eu fui superando esse vortex infinito, esse limbo, de um relacionamento apoteótico que eu criei dentro da minha cabeça e dentro da minha vida. Ou seja, um câncer, oh, the irony. Enfim, moving on. Quando me suguei de volta a realidade, vi que perdi muitas oportunidades. Assim comecei a notá-las. As mais gratificantes são as de quem cultivei ao meu redor, as que podei, as que colhi. Músicas que me partiam o coração, hoje me servem de lição. Com a Raquel, nossa, obrigada por cada momento. Mesmo eu não tendo sido a melhor namorada, eu posso te dizer que eu fui a melhor Amanda de todas. Eu vou conseguir melhorar esse ponto que me prejudica. Ê vênus em sagitário... Me ajuda ai, casa 4. Vai dar certo, mind over matter. 4.
Ela.
Cara, que menina linda. A energia da Laís encorporou em nela de um jeito. Um jeito que me irritou a priori, já que não sabia o que ia enfrentar, e ao mesmo tempo, eu queria. E como quis. Olhares se cruzaram. Me vi em uma festa, em cima de um fucking caminhão, de repente me dei conta. Que menina cruel. Eu não sei o por que, mas foi cruel. Ela olhou de lado. Fisgou, filha da puta. E eu acho que nem notou isso, talvez eu que tivesse pescando sozinha e quis tanto pescar algo que me joguei. De repente, o universo fez tudo que devia fazer. Na verdade, foi a primeira vez que eu fiz o que devia ter feito sempre. E que universo safado, cara. Ela me queria. Eu a queria. Mas me diz ai, o que teria dado? Laís. Tão Laís esses questionamentos. Mas agora mais adulta. Meio ébria, mas eu sabia e ela sabia o tanto quanto eu. Sua arrogância me mostrou um charme que eu queria ao mesmo tempo que dar uns beijos nela, esfregar a cara dela no asfalto. rs. Êta boca. Na fila da cerveja do posto. Ponto da noite 1. Cerveja, cara, cerveja. Depois, dançando do meu lado. Ébriedades a parte, sempre que me pegava olhando, ela tava perto. Ah fisgada filha da puta. Até que, até na desgraça daquele bar escuro e fedorento ela aparecia. To começando a achar que eu que buscava ela. Se bem.. eu lembro quando tomei consciência que isso tava acontecendo. Lá mesmo. Eu olhei, eu devolvi. E eu sei que ela viu, e que ela ouviu o “ah garota..” que tinha nas entrelinhas. E não é menina não, é uma puta de uma mulherona da porra. Ah caralha, ela realmente tava me irritando antes. Mas era justamente pelo motivo de eu querer e não poder. Castigo, amanda. Eu queria. Ponto 2. Eu querer era o ponto. Mais um piscar de olhos, a minha chance de sacar o jogo dela. Entra ai porra, tu pesa 20 kg, vai em cima de mim. “não vou não, caralho”. Pra que falar palavrão, jesus. Sabe que eu não aguento. Mano, que horas isso aconteceu. Um momento eu sabia que não podia, mas queria. Ela não sabia de nada, e lá tivemos o nosso momento. Sentadinha eu saquei que ela ia me dar corda. Mas ao mesmo tempo ainda achava que era arrogante o suficiente pra eu ser só uma brincadeira. Eu tava sacando. “Qual teu signo?” “Áries.”. K.O, bitch. Meu carma, eu já saquei universo... Valeu. Vamo ver se escapa na vênus, ... mas não da pra ser leão. Merda. Queria uma desculpa. Aquário! Vai que dá certo. Ou até mesmo caprica. Vai vai vai ... “Touro.” Ah me fode. também. rs. Ok, plano b. Casar. Mas não ia me vender tão fácil de que poderia trocar tudo assim. Vai garota, me dá algo pra eu te deixar ir embora. Me prova que eu to errada. E nada, porra. Que menina irada. E linda. aaaaa. Eu sou encantada, sempre fui pela beleza magrinha, meininho, arrogante, bate de frente e só vem. Ah, o ponto 0.5: Lara fucking Croft. Sério garota, era só ter pedido pra casar comigo. Me poupava o trabalho. Ah, no posto eu fiz a minha jogada né, hehe, “deixa eu ver essa tua tatu irada ai”. Eu não lembro o que a bonitinha faz, mas se eu fosse chutar, cof cof, Biologia. Ah carma kkkk cada k uma lágrima. Outro flash, quando ela desceu do carro, não consigo definir a ordem das coisas, mas de repente um “vem”. Eu olhei ao redor. Foi o meu momento mais glorioso. Eu não podia. “Não”, Por todos os motivos que eu sei muito bem quais são. Eu não podia. Não ali. Então, eu achei que a mágica tinha acabado, que eu tinha acordado da ludibriada. It wasn’t. Acordo plena no outro dia, sabendo só seu primeiro nome, que ainda achava que era outro, a moça me seguindo no instagram. Ah então a bonita sabe quem eu sou. E lembra, rs. Foi até esse momento que eu tenho certeza que foi a magia. Até ela descobrir que eu tenho quem tenho. A Raquel. Bom, o texto todo foi pra narrar que esse foi o melhor primeiro encontro de uma paixão que rasgou o meu peito até ele bater palma. Que menina do caralho. E então nessas 48 horas de lucidez, ela ficou um pouco travada na minha cabeça. Como será que ela é, o que ela come, será que eu conseguiria espaço na cabeça dela? Cara, eu encarava ela. Queria poder ter uma chance, uma pausa no meu tempo de agora, pra poder conhecer essa menina. Eu queria saber quem ela é. Se ela chegava perto do que eu montei na minha cabeça. Incrível. Espero não ter perdido a chance. Mas eu queria, Bella, que um dia a gente se conhecesse. Eu queria muito quebrar a cara pra assim não ter que machucar ninguém. Mas eu, que não sei onde, tenho um pedaço de mim que não queria. Me surpreende.
Confesso que me senti um pouco viva de repente. Será que eu to só existindo, que tudo tem estado só ok, e to deixando de ser incrível? Isso não é hora de ter dúvidas, Amanda...Mas é cara, sei lá. Eu to precisando só viver mais um pouco. Talvez esteja sim um tanto quanto presa, e a sensação de falsa liberdade me contagiou. Mas vamo que vamo. Não nasci pra me sentir assim. Mas ser adulto é uma merda viu.
Garota, gimme that look one more time.
Gostaria de te conhecer, saber o que tem dentro desses olhos e não dar um pio. Ia ser da’ora te bagunçar. Ou bagunçar tudo. rs.
-------------------------- Atualização: Menina bosta, personalidade bosta, arrogante e surtada kkk
Ato VIII)
Seguindo nossas vidas, juntas, mas sem estarmos realmente juntas, levamos todos os corações que pudemos nesse caminho.
Paqueras, festas, ironias do destino… seguimos passando o rodo pra depois nós jogarmos nesse caminho. Engraçado, que mesmo sem sermos jogadoras do nosso jogo; nós éramos o jogo (já disse mil vezes). Ela tinha um PS3 assim como eu, e escondida, ela jogava o meu jogo favorito. Uma contra a outra, uma com a outra.
…
Alguém um dia me apresentou uma menina, daquele jeitinho, me dizendo “ei tem fulana, ex de ciclana; fala aí com ela.” E assim foi, eu fui mandar uma das minhas SMS pra ela. “Tô aqui na minha aula de biologia” é isso virou um hábito. Viramos amigas de SMS que de amigas não tínhamos nenhuma intenção em ser. Combinamos um dia de todos irmos almoçar no mesmo shopping caótico que eu sempre ia. Lembro demais do seu semblante, sentada de longe, ao me ver. Era a minha forma de ir vivendo.
Me iludindo por aí de que eu precisava magoar mais pessoas, enquanto eu mais queria era usar toda essa vontade e transformar em palavras pra dizer pra todo mundo: “Vamo me ajudar a resolver nossa vida e deixar isso acontecer???”
Resultado: Namorei essa moça e posso dizer que nem ela escapou do caos que tudo foi. Que tudo se transformou. E me transformou também. Momentos bons e muitos ruins, mas sobrevivemos. E adivinha só? Meu coração começou a bater mais e mais forte. Por quem?
A moça da regata preta.
- Disclaimer: Cheguei a namorar as duas ao mesmo tempo. Uma delas sabia. Assim, não concordava, mas eu era uma covarde demais pra soltar o caos que eu tava imersa. E ela resolveu me acolher mesmo assim. Sério, que pessoa faria isso?
Ela fez. Ela me acolheu; mesmo namorando outra pessoa; e me mostrou que eu só namorava a título mesmo. Que eu pertencia somente à ela.
Ato VII)
Em nenhum segundo momento, voltamos a ser nós duas, mas onde nos viam, éramos nos. Escondidas, fugindo, sumindo, se encontrando, se vendo, se desejando, nos desejando, nos fazendo presentes. Sem querer, mas querendo toda hora: nós éramos de nós duas.
Uma festa? Eu estava? Ela também? Juntas estaríamos. Trancadas em algum banheiro, em algum quarto, encostadas em algum carro… Essa éramos nós. Poucas palavras, muitos sentimentos. Nos deixamos a conversa para o celular, e a vida para nossos corpos. E que vida…
A memória realmente é uma bagunça, mas todos os momentos estão aqui… E eu me lembro, lembro de tudo.
Lembro da nossa primeira… na casa de uma amiga. Eu lembro cada detalhe até da portaria. Da decoração do quarto.. Do detalhe da roupa… E da falta dela. Lembro da ligação de uma amiga “ei, tu quer teu sanduíche com picles?” MEU AMIGO eu tô nem aí pra isso, não me liga não, atrapalhando o negócio. Que dia, que primeira vez, que primeira vez tudo. Tantas emoções, e não digo nem por ter sido no sentido de “ah foi perfeito”, mas foi perfeito por que fomos nós. E eu lembro dessa forma. Enquanto ainda éramos namoradas em algum ato perdido.
Existe um momento também em uma festa na casa de um amigo em comum, na Ana Bilhar. Já depois de tantos atos, hiatos e boatos; nos vimos daquele nosso jeito caótico: sem palavras. E por algum motivo, decidimos usar palavras. Depois de muito álcool nós resolvemos realmente abrir a boca e falar.
“Eu queria te dizer algumas coisas” Que coisas? (Eu uma grande detentora de talentos de comunicação e organização emocional) “umas coisas que sinto” E o que é? (enquanto meu coração pulava fora da caixa, meu sistema nervoso ceberal já nem funcionava mais. Minhas mãos suavam. Meu braço tremia. Minha cara se mantinha de como eu tivesse tudo sob controle, mas estava sabendo até a ordem em que o jogo de luzes trocava de cor; Que carro passava na rua; Que música tocava… Que pensamento eu tinha naquele mesmo momento)
O pensamento era [fala pra mim, fala o que você sente que eu sei que você já sabe que eu sinto] e eu já não aguentava mais ficar 1 cm longe dela, mas aquele momento era importante. Estávamos do lado esquerdo da varanda. Eu usava uma blusa rosa da Hurley. Ela usava uma de suas regatinhas pretas. Tinha o cabelo solto, e me olhava sentada no chão. Chorava, mas não era tristeza. Talvez fosse, mas lembro de ser confusão. “Que confusão nós estivemos desde sempre não é, meu amor?” - Concordou.
Então ela disse:
- “Eu…*respirou* eu te amo, cara.”
Se eu pudesse recriar esse momento, seria exatamente o mesmo, mas com Lana tocando ao fundo. Eu fui fraca de palavras, mas fui muito forte de sentimento. Ninguém ensina uma criança de 17 anos a falar, mas aquela menina de 15-16 tinha o que era preciso pra fazer acontecer. Porra, que menina… foda vai tomar no cu.
Foi o beijo mais eterno e mais cheio de sentimento que eu tivera dado. O que eu sentia naquele momento não era mensurado em palavras. Não tinha “eu te amo” que pudesse eternizar o que ela tinha acabado de fazer. Eu dizer isso ou até mesmo um “eu também” não tava no roteiro. O momento era dela, foi a hora dela de me puxar o tapete, foi a hora dela dizer o que pensa; de fazer acontecer e me pegar pra ela. Pra sempre.
Ato VI)
A memória já me falha, mas é impossível não lembrar, mesmo que picotado. Desde então, sem estarmos namorando, nossa vida seguiu. Mas seguiu pra onde? Só deus sabe.
Primeira namorada não se esquece; mas como essa era pior ainda. “Tive” que seguir a vida (como toda adolescente de 16 anos no ápice da sua idade fértil) e ir viver por aí. Encontrar bocas pra beijar. Meninas pra me destruir.
Me lembro de duas especificamente. A primeira, foi uma coisa tão sem sentido; mas considero ser realmente minha primeira traição. Eu me apeguei a uma menina com o mesmo nome que eu, mais velha 5 anos (thoughts??). Tinha uma viagem com meus pais marcada, um hotel 5 estrelas com all inclusive. Eu bati o pé e disse que não ia, pois queria ir a um evento de anime (que eu nem gostava, era só pelo motivo de vê-lá lá). Assim foi feito. Segui gostando pouco menos de 1 mês dessa criatura.
Um dia, ela sumiu. Assim, viraram dias. Uma mensagem depois: “Vi a amanda com a ex dela. Parece que voltaram tem um tempo”. Aquele famoso “a conta não fecha”. Sabe o que eu fiz?
“Nunca mais eu beijo ninguém”
Durou 2 meses tá? Ainda durou muito.
Completamente frustrada, no cio e inconsolada eu decidi buscar ajuda. E por ajuda, digo: uma boca pra beijar. De alguma forma, o universo me mandou a pessoa 2.
Essa criatura, bom, essa pessoa, única como só ela; apareceu na minha vida. Primeira vez que a vi foi em um rodízio de pizza. Depois, em um evento com pessoas aleatórias. E aí, veio aquele bom e velho cinema. Depois do meu hiato físico, eu estava doida pra beijar por hooooras intermináveis. Eventualmente, me apeguei.
Trocávamos (agora com um plano de celular melhor) muitas mensagens, várias no facebook, memes antes mesmo deles existirem.. E muitas saídas pro shopping. Era no Game Station que nos … víamos … rs. Ela também tinha o grande poder de ligação, e 1 ou duas vezes por semana passávamos a noite conversando.
Uma noite, ela me disse que ia viajar para o interior e ia conversar com a ex dela (?????? mas quem era eu né). Sem problemas, pode ir oxe. 15 dias depois ela voltou e continuamos de onde paramos. Acho que já estávamos saindo há uns 2 meses. Até quem um dia, a moça dos atos anteriores ressurge de alguma forma que realmente não lembro.
“meu deus não tô nem acreditando”
Naquele momento eu estava com:
- uma boca 100% certa de beijar toda hora
- o amor da minha vida que tinha sido roubado de mim
O que uma pessoa sã faria? Isso mesmo, tentar se dividir entre as duas.
Mas já tinha se passado um tempo desde o caos do nosso término e eu já não sabia mais o que sentia e por quem sentia. Afinal, o que era sentir…
E aí, brincando de malabarista, tive meus bons momentos com a menina 2 e algumas vezes consegui sair com a JJ do nordeste. Encontros no shopping seguindo como o sonho, mas tão difíceis. E é aquela coisa, tudo que é mais difícil, que é proibido e inconveniente: é melhor.
Entre um dia e outro, essa menina me liga de novo:
“Olha, a vida tem alguns pilares. Sabe, pilares… (*muita contextualização, metáforas e termos religiosos*)
(…)
eu preciso de um tempo pra me reconectar com Deus”
- _e eu te afastei dele foi? oxe_
Enfim, sua eu pedido foi atendido. Segui com minha vida indo direto pra fonte da minha juventude: a boca dela. Se você perguntar a qualquer pessoa quem foi a pessoa que mais beijou no ensino médio certamente vão dizer que foi eu e ela. Bom d+++
Alguns dias se passaram, e eu segui cada vez mais me apaixonando por ela. Não tinha como. Desde o primeiro olhar, o primeiro sorriso. O primeiro término. O primeiro reencontro. O primeiro perrengue. O primeiro ninguém esquece. Era impossível negar, nós sempre fomos apaixonadas uma pela outra. E seguíamos com esse plano.
“Oi. Sonhei com você e ela juntas. Sei que isso não tá acontecendo, mas queira que não fosse assim”
- a menina some pra encontrar deus, volta freira e me diz que não queria alguma coisa???
(Ah sim! Depois que ela foi reencontrar deus e eu fiquei pra trás, ela voltou como Freira e sensitiva. Me disse que não poderíamos mais ter nada pois ela agora era serva do SENHOR e isso não era certo. Sofri? Sofri sim, mas meu amigo, como é que sofre muito quando você tá agarrada naqueles cabelos ondulados???)
Voltando: Sim, se até tu sonhou, avalie eu kkkk
Mas eu e ela não estávamos namorando. Éramos uma, mas ao mesmo tempo nenhuma.
Of course, that’s tobacco
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