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“Chorei. Chorei porque aparentemente não havia uma solução. Chorei porque eu era a única pessoa que poderia fazer alguma coisa, mas, não pude. Chorei porque eu estava com tanta saudade que não sabia onde eu estava. Chorei porque nenhum porre desse mundo poderia me impedir de chorar. Chorei por todas as coisas que tive de abrir mão, por todas as pessoas que abriram mão de mim. Chorei porque era tudo que eu poderia fazer, chorar como uma criança desesperada. Chorei pelo cansaço, pelas dores nas costas, pela falta de alimento no estômago, chorei porque acreditava em tudo, e hoje já não havia mais nada para acreditar. Chorei porque eu estava em todos os lugares, mas, nenhum deles era o meu lar.”
— Orquestrando.
“Foi você quando eu passei a ouvir as músicas da banda que te agradava. Foi você quando eu olhei para trás ao dizer o último adeus. Foi você quando fui dormir tarde da noite. Foi você quando nada parecia fazer sentido. E ainda é você.”
— 500 dias com ela.
“Eu odeio assistir, mas ligo a tv. Odeio música alta demais e coloquei o som no ultimo volume. Tento fazer qualquer coisa pra não viver pensando em você. E o barulho ta insuportável e mesmo assim consigo ouvir as batidas do meu coração. Perturbador não? Essa coisa de fugir dos próprios pensamentos. E eu confesso, eu odeio noite silenciosa. Odeio músicas melancólicas e tristes demais. Odeio tudo por me lembrar de você e você estar sempre tão longe. Odeio essa coisa de ter que dizer que é pra sempre. Odeio dizer que amo. Odeio saber que sou a quem sempre ama mais. Odeio insegurança. Odeio todo esse sentimentalismo. Odeio admitir, mas sou feita de todos esses “ódios“ e todos eles tem um pouco a ver com você.”
— Máh Soares. (via transpareci)
Art G.Shvecova (Design graphics - GOLD_GALAXY_080818)
eu trago o cigarro na esperança de aspirar teu fogo junto hoje algumas nuvens escondem a beleza do azul mas nem o cinza dessa cidade pálida nem as curvas sinuosas das esquinas vazias me fazem te amar menos.
AMOR
Amor, então, também, acaba? Não, que eu saiba. O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima que a vida se encarrega de transformar em raiva. Ou em rima.
Paulo Leminski.
Porque, no final, você não vai se lembrar do tempo que passou trabalhando no escritório ou aparando a grama. Escale aquela maldita montanha.
Jack Kerouac, Vagabundos Iluminados. (via oxigenio-dapalavra)