Voltei pro Tumblr depois de 40 anos longe 💪🏻
YOU ARE THE REASON

ellievsbear
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

oozey mess
ojovivo
KIROKAZE

Kiana Khansmith
Misplaced Lens Cap
will byers stan first human second
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

@theartofmadeline
Jules of Nature

No title available
cherry valley forever
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
noise dept.
sheepfilms
RMH
Today's Document

tannertan36

seen from Netherlands

seen from Türkiye
seen from Canada

seen from Malaysia

seen from Venezuela
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Türkiye

seen from Australia

seen from Italy

seen from Germany
@sweetbunny28
Voltei pro Tumblr depois de 40 anos longe 💪🏻
✿ Querido diário P.3 ✿
Caso não tenha lido os outros capítulos, sugiro que leia antes de prosseguir a leitura dessa. Clique aqui. A continuação desse capítulo não tem quebra de tempo depois do que acontece no capítulo 2. O começo é narrado ainda naquela noite.
Revisei na correria, desculpa se houver erros ortográficos.
WC: +5k
Avisos: incesto entre pai e filho; Ltops; H!inter; Harry tratado com pronome femininos; power bottom; cnc com o top; uso de palavras de baixo calão; dracfilia; overstimulation; after care; menções de abandono.
Se algum tópico te incomode, não leia!
•━━━ ✽ • ✽ ━━━•
"Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura." - Friedrich Nietzsche.
.
.
.
.
— Te amo princesa. Só minha. Entendeu? - sussurrou Louis possessivo, mas ainda com a voz cheia de carinho. E sorriu amoroso, ao ouvir a resposta de sua filhinha.
— Também te amo, papai. Eu sou só sua.
Louis continuou por alguns minutos acariciando o rosto da filha, admirando cada detalhe. Nem percebia que estava sorrindo a todo momento, olhando para a beleza da menina. Harry cansada após ter sido fodida pelo tio e pelo pai, fechou os olhos. Entregue aos carinhos do pai. Sentindo o membro do mais velho ainda dentro de si. Zayn ao perceber a bolha dos dois ali, silenciosamente recolheu suas roupas, vestindo-as, e foi embora. E os dois ali naquela névoa de carinho, não se deram conta da ausência do outro.
300.000,000 m/s.
Essa é velocidade média aproximada da luz.
Desde séculos atrás, com intuito do pensamento e estudos astronômicos, cientistas tentaram estimar a velocidade da luz. Teve alguns que acreditavam que ela pudesse ser infinita, devido à sua complexidade e dificuldade de medir algo tão grandioso para a tecnologia daqueles tempos.
Em 1638, Galileu Galilei chegou a realizar um experimento para tentar calcular a velocidade da luz. Mas somente em 1819, em um de seus experimentos, o físico francês Armand Fizeau conseguiu definir a velocidade da luz, com uma margem de erro de 10% em relação à medida atual. Marcando um fato histórico na ciência astrofísica do século 18. Este servindo como base para mais inúmeros estudos, utilizados até os dias atuais.
Em 1912, quando Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade, já com auxílio do experimento de Fizeau sobre a velocidade da luz, e as teorias das ondas eletromagnéticas de Maxwell. Galileu também previu um fenômeno conhecido como lentes gravitacionais. Basicamente, o cientista percebeu que algumas galáxias poderiam agir como uma lupa, distorcendo a luz de outros objetos no espaço e os ampliando. Fenômeno que foi confirmado depois de 110 anos com as imagens captadas pelo telescópio espacial James Webb.
Louis é fascinado por astrofísica. Era seu sonho desde criança se tornar um cientista da astronomia. Matemática e física eram suas matérias favoritas na escola. Passava suas noites olhando para o céu estrelado de Doncaster, através da claraboia de seu quarto no último andar da casa onde ele passou sua infância e parte da adolescência.
Sempre lhe encantou como a ciência, em um paradoxo, parecia ser algo tão mágico, mas ainda concreto, ou ao menos o mais próximo do real. E quando a ciência ultrapassa nosso terreno, indo para dimensões de grandezas de como o universo funciona. Esse tipo de pensamento faz Louis se emocionar.
Louis seria um grande astrofísico. Estava em seu coração desde antes mesmo que pudesse saber. Chegou a ser aceitado no curso de astronomia em uma das melhores universidades de Londres. Mas como a vida acaba levando para rumos diferentes, acabou cursando direito por pressão do pai. Louis poderia ter lutado contra. Não era seu dever estudar algo o qual ele não amava, apenas porque o pai pediu e acreditava que era de suma importância que o filho tomasse conta da advocacia da família. Mas ali com seus 21 anos, com a recém descoberta de que a namorada, Alice, estava grávida, ele cedeu ao pedido do pai. Pensando no futuro daquela criança sendo gerada no ventre da mulher.
Apesar da empresa de advocacia ter sido herança familiar, ele se orgulha do mérito de ter feito o pequeno escritório de Doncaster, ter crescido, transferindo-se para Londres, e se tornando um dos advogados mais bem respeitados do país. Louis se sente satisfeito por isso. Mas no fundo, sua memória ainda o leva para a sua primeira paixão, a astrofísica. O fazendo imaginar o que ele estaria fazendo se ele tivesse conseguido alcançar seu sonho. Lhe trazendo um sentimento de frustração.
Apesar de sua vida ter seguido outro rumo o qual ele sonhou desde a infância, Louis não se arrepende de suas escolhas. Pois ele sabia o quão difícil foi a sua jornada de universitário, com a namorada carregando sua criança, construindo uma família, que logo foi desestruturada quando Alice, já então noiva, faleceu no trabalho de parto de Harry.
Harry...
Quando Harry nasceu, Louis renasceu junto. Aprendendo uma nova vida, aprendendo novos sentimentos, os quais ele pensava que ele nunca teria. Louis pensava que nada e nem ninguém poderia tomar o lugar do seu amor pela ciência. Até chegar Harry.
Louis sabe que a velocidade da luz é calculada em aproximadamente 300 milhões de m/s. Mas ao segurar aquele pacotinho ainda sujo de resquícios de sangue, chorando. Contradizendo todo o seu ceticismo quanto à emoções e sentimentos, Louis sentiu como se o amor naquele momento, chegou em seu coração uma velocidade que pudesse ultrapassar a calculada pelo cientista Armand Fizeau.
A astrofísica era sua paixão, seu lar. Mas como um amor que não pudesse ser correspondido, ele não pôde morar naquele lar. Louis quis rir quando ele percebeu que seu lar não era um estudo, uma ciência, mas sim seu filho. Esse que ainda não tinha sido nominado durante a gestação. Alice queria decidir o nome apenas quando ele nascesse. Trabalho que ficou somente para Louis após o falecimento da noiva.
Harry. Príncipe do lar. Esse é o significado do nome de Harry.
Louis não hesitou ao escolher esse nome. Harry se tornou uma âncora para Louis. Com todas as incertezas e frustações da vida de Louis, Harry era a única certeza que ele tinha. Seu porto seguro. Cuidou dela com todo o cuidado e amor possível. Louis sabia que o amor por ela era algo que nenhum cientista poderia medir. Ele sabia que amava a filha mais que a si próprio.
Mas o que Louis não previa era que esse amor paternal fosse ultrapassar todas as barreiras da sua moralidade. Louis não previa que fosse se entregar de corpo e alma para aqueles desejos libidinosos. O desejo carnal possuiu os dois naquela casa. Ambos sentiam seus corpos se esquentarem apenas com a presença um do outro. Ali eles esqueceram dos laços sanguíneos que os conectam. Eram apenas corpos se queimando em urgência em se juntar entre si.
O fato é que mesmo tendo ciência de seus atos, ele não estava disposto à recuar. Louis não é religioso. Mas sabia que se existisse um deus, ele seria condenado por seus pecados. Depois de ter provado do corpo da filha, ele sabia que não conseguiria mais parar. E ele não iria. Mas sua ingenuidade o fez acreditar que era apenas algo carnal. Se mergulhando naquele prazer inestimável, dois corpos loucos para gozar, agiam como dois animais por instinto, ardentes em tesão. E o único amor que antes ocupava ali, o fraternal, aos poucos estava sendo substituído por outro tipo de amor. Louis estava hipnotizado demais para perceber isso.
Harry sentindo o sono bater, forçou-se à abrir os olhos, se deparando com o olhar azul ainda sobre si. Sorriu cansada, e disse:
— Papai, vamos subir? Tô' cansada.
— Uhum. — murmurou Louis, ainda hipnotizado no rosto da filha. Louis poderia olhar para ela por quanto tempo fosse, e sabia que não se cansaria. Passou os dedos pelos lábios da menina, vendo o sorriso da menor se abrir, e nem ao menos percebendo que sorriu junto. Levantando o olhar para os olhos verdes, que o olhava com ternura.
— Papai? Porque está me olhando assim? — Harry perguntou com tom de divertimento.
— Eu te amo sabia? — ignorou o questionamento da menina, e afundou seu rosto no pescoço dela. Deixando beijos ali. E a pegando de surpresa ao puxar seu quadril contra o seu, levantando do sofá. Rindo ao ouvir a filha gemer com o atrito em suas regiões baixas. Harry levantou o seu o rosto para o pai, e com um sorriso sapeca, riu e se soltou do colo do maior, correndo em disparada rumo as escadas em direção ao segundo andar. Ouvindo o pai gritar, indo para sua direção.
— Ei! Pra quê correr, amor?
Louis subiu, indo em direção ao seu quarto, o qual já dividia com a filha nos últimos dias. Mas estranhando ao não encontrar a garota ali. Se direcionou à suíte, e também não a encontrou. Imaginando que ela estivesse no seu quarto, caminhou para a porta, mas parou ao ver Harry indo em sua direção, com as mãos atrás do corpo. O corpo ainda nu. Louis a olhou de cima a baixo. Mesmo já conhecendo cada centímetro do corpo de sua menina, o qual se deliciou nos últimos dias, ele sentia que nunca se cansaria de olhá-la.
— O que está escondendo aí? — questionou ao perceber as mãos atrás do corpo da garota, e vendo sua expressão de como se estivesse escondendo algo.
— Peguei algumas coisinhas pra gente brincar, papai. — respondeu, e mostrou o que tinha em suas mãos. Um vibrador e dois lenços.
— Brincar? — Louis perguntou com um sorriso ladino, já sentindo seu pau começar a endurecer com a menção da filha. Já se aproximando da menina, a puxou bruscamente pela cintura, encostando seus corpos. E com a outra mão, levou para a mandíbula de Harry, a puxando para cima, encostando seus lábios. — Você é tão insaciável, carinho. Teve dois paus te comendo hoje e ainda quer mais?
— Sim... — sussurrou contra os lábios do mais velho, sua voz já demonstrando o tesão. — Você disse que o castigo acabou, papai, não é?
— Acabou, princesa. — disse, e estendeu sua língua, passando pelos lábios da filha. Mas recuando quando Harry tentou avançar para um beijo. — Shhh...calminha... Fala pro papai o que você quer. Você foi tão boa pra mim. Me obedeceu direitinho, deixou o papai usar o seu corpo como quisesse. Papai vai te dar o que quiser. Fala pra mim.
— O que eu quiser, papai? — questionou e mordeu seus lábios inferiores, tentando conter seu sorriso de animação.
— Uhrum. — murmurou o mais velho, acenando positivamente, levando a mão que estava na cintura da filha, passeando pela barriga, em direção a buceta. Não conseguindo conter o gemido ao sentir a xotinha já molhada novamente.
— Eu quero gozar bem gostoso, papai. Quero mais. — disse com a voz fraca, segurando o gemido de tesão ao sentir os dedos do pai brincando com seu grelinho. Mas logo, recompôs sua postura, pegando o mais velho de surpresa ao empurrá-lo em direção à cama. O deitando ali.
— Seu pedido é uma ordem, amor. — riu pela atitude da filha. E levou sua mão para o cacete já endurecido. Não prevendo o tapa em sua mão, dado pela garota. Antes que questionasse, Harry subiu em seu colo, dizendo:
— E eu quero também que você fique quietinho pra mim, sim? Você se divertiu tanto essa semana. Não me deixando te tocar, enquanto você fazia o que quiser comigo. Gozando que nem louco no meu corpo enquanto deixava sua filhinha sem. — a voz e a expressão meiga ainda estava ali. Harry levou sua mão para o pau duro em baixo de si, e apertou fortemente a glande. Sorrindo ao ouvir o pai gemer rouco, e o cacete expelindo pré-gozo com pressão. — Agora quem vai mandar no seu corpo sou eu. Fui clara?
Louis, sentindo a dor na sua glande, tentou levar sua mão para o pau, para se soltar do aperto, mas foi impedido quando ela puxou seus braços, levando para cima da cabeça. Se assustando com o tapa desferido em sua bochecha.
— Eu perguntei se fui clara. — disse a menina entredentes. Sorrindo ao ver o pai acenar positivamente. Segurando os pulsos do mais velho com uma mão, levou a outra mão novamente para o cacete duro do pai. Rindo ao ver se em seu umbigo já formava uma poça de pré-gozo. Disse em tom de divertimento — Parece que o papai gosta de dor.
Louis poderia se soltar, sabia que tinha mais força que a filha. Mas ao ver a dominância da menina, sentiu um frio na barriga, contradizendo o resto do corpo que se esquentava cada vez mais. Louis faria qualquer coisa pela sua menina. Então ele já rendido pela filha, nem percebeu que a garota já amarrava seus pulsos com os lenços na cabeceira da cama. Que estava com o corpo sobre si, deixando os peitos em frente o rosto do mais velho. Hipnotizado ao ver aqueles peitos cheinhos, com os mamilos rosados durinhos e os piercings brilhando, levantou sua cabeça para alcançar um dos mamilos da menina. Chupando com avidez, investindo sua língua, e puxando levemente com os dentes.
Harry gemeu ao sentir a boca do pai. Já terminando de amarrá-lo na cabeceira, levou sua mão para os cabelos lisos do mais velho, puxando levemente para aproximar mais de sua boca. E Louis gemendo ao sentir a dorzinha em seu couro cabeludo. Harry se afastou, ouvindo um som erótico da boca do pai soltar seu mamilo.
— Tão gostosa, amor. Seus peitos são uma delícia. — disse e viu Harry se afastar de seu colo, para buscar o vibrador. — Fala pro papai o que você vai fazer?
— Nada que você não queira, papai. Prometo que não vou ser maldosa igual você foi comigo. — disse se aproximando novamente, sentando nas coxas do mais velho, levando o vibrador pequeno para seu grelinho, ligando na potência média, gemendo rouca com o estímulo.
Louis a assistia com devoção, apesar do estímulo não estar em si, gemeu junto com a filha ao ver como a bucetinha se contraía, e como estava molhada pelo seu melzinho. Louis acreditava que poderia gozar apenas com aquela cena. Seu cacete expelia mais pré-gozo. Sua barriga já estava tão molhada que parecia que já tinha gozado.
— P-papai...tô' tão molhadinha pra você. — gemeu Harry.
— Amor, senta gostoso no meu cacete, por favor? Tô' louco pra sentir sua buceta apertar meu caralho de novo. — pediu com a voz rouca, ansiando sentir o calor da sua menina.
— Calma, papai. A gente ainda nem começou. — respondeu Harry, e tirou o vibrador de seu grelinho, levando para o cacete duro do pai, que gemeu alto ao sentir a vibração em si. A menina levou o vibrador para a glande rubra, misturando seu melzinho e pré-porra ali, deixando tudo mais molhado.
— H-harry...— gemeu o mais velho. E sentindo a filha sentar em cima de seu cacete, arrastando os lábios da buceta molhada em si, ainda sentindo a vibração concentrada em sua glande. — Harry! Para! Eu vou gozar.
— Goza pra mim, papai. — ordenou a menina.
Louis não pôde controlar mais seu corpo, anunciando seu orgasmo, gozando e esporrando sua porra em sua barriga e peito. Gozando pela segunda vez aquela noite. Aliviado ao sentir a vibração parar. Harry se abaixou, recolhendo todo o resquício de porra com sua língua. Gemendo ao sentir o gosto do pai. Levou sua mão para os lábios do mais velho, colocando dois dedos ali, sentindo a língua quente. Puxando pelo queixo, deixando a boca dele aberta, aproximou seu rosto, e deixou a porra escorrer de sua boca, cuspindo na boca do pai, o fazendo sentir o gosto do próprio prazer. E logo avançando em seus lábios, em um beijo molhado, e bagunçado.
Harry se afastou, e rapidamente pegou o cacete ainda duro do mais velho, e sentou bruscamente, em ansiedade em sentir o pau do papai novamente. Louis gemeu arrastado pela sensibilidade. Mas ao ver a filha já sentando com pressa, os peitos pulando com os movimentos, ele não teve coragem de reclamar. Estava hipnotizado com a filha. Sua pele alva, bochechas rubras, o suor caindo pela testa, as sobrancelhas franzidas, boca entre aberta deliberando mais gemidos, e os cachos castanhos sobre os ombros. Os olhos verdes claros o encarando. Olhos famintos, demonstrando toda a luxúria que existia ali. Apesar de toda a visão erótica que Louis via, ele ainda conseguia enxergar a mais bela arte. Encantando pela beleza da menina. Ele sabia que ela seria sua perdição.
"Porra...eu tô' fodido." — Louis pensou.
— Papai...seu cacete tá' tão fundo em mim. — disse levando sua mão para baixo de seu umbigo, sentindo a elevação do pau do mais velho ali em sua barriga.
— Princesa...eu não vou aguentar. Me deixa te tocar, p-por favor. — implorou Louis para a menina. Tentando se desvencilhar dos lenços que o prendia à cabeceira. Vendo a filha diminuir a velocidade de suas quicadas, acreditando que teria seu pedido atendido. Mas se assustou ao sentir os dedos dela apertar um de seus mamilos, puxando fortemente, o fazendo gemer. — P-porra...não faz isso...
— Você vai me tocar apenas quando eu decidir que pode! Se prometer ficar quietinho, eu deixo você me chupar, sim? — disse Harry, e ouvindo o pai responder rapidamente:
— Sim, amor. Por favor...eu prometo.
Harry se levantou do colo do pai, gemendo ao sentir a falta dele o preenchendo, e foi em direção ao tronco do mais velho, posicionando seus joelhos ao lado da cabeça dele, expondo sua buceta para o pai. Louis sentiu sua boca encher d'água ao ver a bucetinha molhada da filha ali, ansioso para sentir o gosto. E gemeu junto com a menina ao sentir a buceta tocar seus lábios. Já estendendo a língua, investindo contra o grelinho duro e sensível. E chupando todo o seu melzinho que não parava de descer, misturando com sua saliva, escorrendo por todo o seu queixo, e molhando seu pescoço.
— P-papai...que boca gostosa. Chupa minha bucetinha tão bem. — gemeu arrastada, e começou a rebolar no rosto do pai, arrastando pela língua dele até começar a sentir a pressão em seu ventre. — Papai! Eu v-vou gozar!
Louis sentiu aquela sensação familiar se construir em seu ventre ao ouvir a filha gemer. Incentivado a fazê-la gozar, começou a investir a língua contra a entrada que pulsava mais com o orgasmo próximo. Harry olhou para baixo, vendo que os olhos azuis lhe encaravam com tanto desejo. Não conseguindo mais se conter, gozou, e esguichou contra a boca do mais velho. Louis ao ver que a filha tinha gozado com tanta força, molhando toda a sua boca e rosto, sentiu seu cacete contrair, e gozou contra sua barriga. Gemendo abafado contra a buceta da menina.
Harry saiu de cima do corpo do pai, e então viu que o pai tinha gozado sem nenhum toque.
— Caralho... — soprou Harry. Mas ela ainda não se sentia saciada. Imediatamente subiu no colo do pai, e sem hesitação colocou o cacete dentro de si, ignorando a reclamação e gemido baixo do outro. — Agora quero leitinho na minha buceta, papai!
— Não...eu não c-consigo mais. — sussurrou fracamente Louis, sentindo a sensibilidade de já ter gozado pela terceira vez naquela noite.
— Não perguntei que consegue! — disse autoritária, e começou a quicar no cacete dolorido do pai. Extasiada pelo prazer e gemendo junto com o mais velho que ainda o olhava com desejo.
Louis sempre foi acostumado a estar no papel de dominância no sexo. Com sua menina ali o usando como objeto para prazer próprio, o fez repensar em como ele é louco por Harry. Capaz de fazer qualquer coisa por ela. Apesar da sensibilidade do orgasmo recente, ele ainda sentia seu corpo arder em tesão. Não se sentia mais como um homem de 40 anos, mas sim um jovem disposto a dar prazer para sua filha por quanto tempo ela quisesse. Sentindo o aperto da buceta contraindo em volta de seu pau, e os gemidos da garota ficando cada vez mais alto, denunciando que Harry iria gozar novamente.
— Goza de novo pro papai, goza amor. — pediu Louis. Harry gozou logo após, sentindo as pernas tremerem em tesão, contraindo ainda mais em volta do cacete do pai. Louis gozou logo em seguida, gemendo rouco. Mas logo sentiu o desespero bater ao ver que Harry voltou a quicar, dessa vez mais rápido.
— P-papai...papai. Tão gostoso. Seu caralho é tão b-bom. — disse Harry com a voz falhada, não percebendo que já chorava, a fazendo soluçar. Mas não parava de sentar no colo do mais velho.
Louis ao ver que a menina chorava, mais uma vez sentiu seu ventre se contorcer. Enchendo ainda mais a buceta da filha com sua porra. Sentiu suas vistas escurecerem. Depois da quarta vez que gozou, desistiu de contar. Harry estava determinada a cavalgar em seu cacete, e não parecia disposta à parar. Louis tentou se soltar do lenço que ainda o prendia na cabeceira. Mas sem sucesso devido à fraqueza.
— Papai...eu ainda não terminei. Fica quietinho pra mim, sim? Sempre fui uma boa menina pra você. Agora está na hora de retribuir. - Harry disse, ainda não deixando de sentar no colo do mais velho, com certa dificuldade, ainda gemia por sentir o cacete fundo em si.
Louis respirou aliviado, quando Harry parou de cavalgar. Mas logo se assustando quando a menina levou as mãos para seu pescoço, apertando o local. Sentindo sua pressão sanguínea se desestabilizar e sua respiração se dificultar ainda mais, sentiu a filha voltar a cavalgar com mais destreza e velocidade.
Louis gemia cada vez mais alto, e rouco. Harry já sentia seu orgasmo se aproximar novamente, em apenas ouvir os gemidos do papai. Louis, que já sentia seus membros inferiores já começavam a ficar dormente, pela perca da força. Ainda sentindo as mãos de Harry apertar em volta de seu pescoço, dificultando a passagem de ar, suplicou com a voz falhada:
— Amor, por favor. Me solta...tá doendo. - Louis pediu, seus olhos já brilhavam pelas lágrimas se acumulando ali.
— Papai! Não! Eu p-preciso de você! Não entende? — clamou Harry, com a voz falhada, sentindo mais suas lágrimas derramarem pelo rosto. Já se rendendo ao choro mais uma vez.
Louis sentiu seu peito apertar, um sentimento de confusão, ele não sabia mais distinguir o que estava acontecendo naquele momento. Ele queria parar, seu corpo já denunciava todo o cansaço. Mas ao ver o rosto da filha, molhado em uma mistura de suor e lágrimas que escorriam de seus olhos. Ele não quis parar mais. Se tivesse o poder de paralisar no tempo, todo o seu redor, para que continuasse naquele nuvem de prazer com sua menina por quanto tempo quisesse, ele faria.
Louis disse que estava doendo. E sim estava, mas não era mais a dor da sensibilidade em seu membro depois de tanto gozar. Estava doendo, porque ele sentia a necessidade de tocar sua menina. Já era seu vício mais profano, ele precisava sentir sua pele. E então tirando forças de onde não sabia de onde vinha, forçou seus pulsos, rasgando o lenço que o prendia. Agarrando o quadril de Harry, se sentando, e a abraçando fortemente. Sentindo os braços dela envolver seus ombros, o apertando contra si. Seus rostos se tocando. Raspando os lábios contra o do outro.
— Eu também preciso de você, amor! Papai tá' aqui... — Louis respondeu.
— Eu te amo muito, papai...
Louis ouviu aquela frase, que sempre esquentou seu coração com o carinho, desde que ouviu a filha falar desde pequena. Mas dessa vez ele ouviu, e sabia que o sentido dessa frase já não era mais o mesmo.
— Eu te amo, meu amor. Muito!
Ambos chorando, em um misto de tesão, desejo e mais sentimentos que nenhum deles conseguiam descrever naquele momento. Cegados pela nuvem de prazer, corpos quentes em combustão. Louis começou a comandar os movimentos da filha em cima de si. A incentivando a rebolar mais no cacete grosso. Sons de peles se chocando, e gemidos ecoavam aquele quarto.
Não mais se contendo, gozaram ao mesmo tempo, gemendo pelo outro.
— Papai...
— Amor...
•━━━ ✽ • ✽ ━━━•
Estava os dois dentro da banheira, envoltos pela espuma. Louis abraçando o corpo de mole de Harry em seu colo, com a cabeça deitada em seu ombro. Distribuindo beijos pela derme macia do pescoço da garota. Passando seus dedos pelo corpo da menina, com carinho.
Harry cansada, estava de olhos fechados, tentando não se render ao sono. Se deliciando com as carícias do pai.
Ambos ainda em silêncio. Um silêncio confortável, aproveitando da companhia do outro.
Harry perdida em seus pensamentos, sentiu a sua garganta arder ao pensar em algo. Já não segurando o choro começar, fazendo Louis se assustar.
— Amor? O que foi? — perguntou e virou o corpo da filha para frente de si, a puxando pelo queixo, e olhando nos olhos.
Louis acenou positivamente a cabeça, olhando nos olhos verdes avermelhados pelo choro recente, incentivando-a à continuar. Harry abria a boca várias vezes tentando falar o que estava preso em sua garganta, sentindo a respiração entrecortada. E sentindo os dedos do pai em sua bochecha.
— Calma, bebê. Respira pro papai, sim? — disse e iniciou uma respiração profunda, para que a filha o seguisse. Após um momento ao ver que ela se acalmar, puxou seu rosto, começou a trilhar o rosto da menina com seus beijos. — Conta pro papai. Lembra que sou seu amigo?
— E-eu tô' com medo, papai. Agora que você sabe que eu sempre fui louca por você. Tenho medo que um dia você se arrependa e me deixe. E se isso acontecer eu não vou poder fazer nada, eu sei que o a gente tá' fazendo é errado. Mas eu não q-quero te perder papai. — disse com a voz falhada, com dificuldade devido ao choro.
Louis ao ouvir as palavras da filha, sentiu seu coração apertar, e em urgência buscou os lábios da garota, a beijando com pressa. Louis sabia que estava fodido desde o começo. Ele não sabia que ele iria se render aos desejos carnais, se envolvendo com a própria filha. Mas se envolveu. Assim como não sabia que o amor fraternal estava dividindo espaço com mais outro tipo de amor. O amor puro entre duas pessoas.
Louis sabia que sua moralidade estava corrompida. Mas ali, percebeu que assim como tudo na sua vida ele acabou perdendo o controle. Ele não tinha mais controle do próprio coração. Já era tarde demais para voltar e arrancar um sentimento dali. Louis estava fodido. Harry estava fodida. Mas nenhum se arrependiam de seus atos.
"Há sempre um pouco de loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura."
Tentando transmitir todo o seu sentimento ali. Louis avançou nos lábios da menina. Seus lábios se chocando um contra o outro, uma bagunça de línguas. A proximidade de seus corpos quentes não era o suficiente naquele momento. Ambos sentiam a necessidade de fundirem seus corpos em um só, para que nunca mais se soltassem.
— Nunca mais repita isso, entendeu? Eu te amo. — Harry acenou rapidamente e buscou os lábios do pai novamente, mas se afastando depois para falar:
— Promete que vai ficar pra sempre?
— Pra todo o sempre, meu amor.
Naquela noite, depois de mais alguns minutos na banheira, foram se deitar. Abraçados. E sem perder o novo hábito que tinham criado de dormir com Harry esquentando seu membro dentro de sua intimidade. Apenas como um ato de carinho, sem malícias, com a necessidade de sempre estarem com os corpos ligados ao outro. Se renderam ao sono.
"Me desculpa."
Foi a escrita que Harry encontrou no seu diário, que estava no travesseiro do pai. Lugar que deveria estar sendo ocupado por ele, mas não estava. O lado da cama já estava frio. Denunciando que ele tinha ido embora tempo antes de Harry acordar.
Harry não entendeu a razão daquele pedido de desculpas. Achou que pudesse ser alguma brincadeira do pai. Mas não era.
"P-papai...cadê' você?" — Era o único pensamento que habitou na cabeça de Harry nos seguintes dias.
— Princesa, você precisa acordar. — Zayn disse à Harry.
— Porque ele fez isso? — Harry pergunta à Zayn.
Zayn gostaria de poder responder. Mas a verdade é que ele não sabe o que dizer. Olhando para a menina ali sentada na cadeira do escritório da empresa de seu pai, mexendo nervosamente nas cutículas feridas de tanto mordê-las nesses últimos meses. Ele gostaria de ter uma resposta. Mas apenas olhou para o chão e suspirou cansado.
— Já faz a porra de três meses! — ela gritou batendo na mesa. Não aguentando mais segurar o choro. Sentindo todo aquele sentimento que esteve segurando por muito tempo. Tentando ser forte, ela prometeu a si mesma que não iria chorar. Mas como tudo tem hora marcada para acontecer, ela se rendeu a dor que estava presa ali. Sentindo a garganta arranhar com o choro gritado. Se envolvendo nos próprios braços, tentando se confortar. Mas desejando que aqueles braços fossem os do pai.
— Harry...acorda.
— Acordar do quê!? — gritou a menina. Sentindo seu corpo doer pela ausência do pai. Mas estranhando ao não ver mais Zayn na sala do escritório. E então ouviu a voz de quem ela mais sentia falta naquele momento.
— Amor? Acorda...
Harry acordou.
Acordou e viu a expressão preocupada do pai, que estava sentado na cama. Soltando a respiração aliviada ao perceber que era apenas um sonho. Sentindo o rosto molhado pelo suor e lágrimas. Voltando a chorar novamente ao ter a lembrança do pesadelo. E Louis logo a envolvendo em seus braços puxando-a para seu peito, fazendo um carinho em seus cabelos cacheados.
— Shhh...carinho...papai tá' aqui. Foi só um sonho. Tá' tudo bem.
— V-você não foi embora. — disse com a voz falhada.
— Eu não fui, amor. Papai prometeu. Lembra? — Louis respondeu, e puxou o rosto da filha para frente ao seu, deixando um beijo carinhoso em seus lábios. E falando mais uma vez:
— Sempre estarei aqui.
•━━━ ✽ • ✽ ━━━•
Referências utilizadas sobre as citações relacionadas aos estudos astronômicos: Mundo Educação Uol, Webb Nasa, Revista Galileu, CanalTech.
te amo thalita
Te amo muito meu amor
so embarrassing 😞ྀི
a @sweetbunny28 me conheceu pessoalmente e não perdeu tempo em me cobrar CARA A CARA a parte 3 de silly girls
ÓBVIO! a neném aqui precisa ser alimentada 😔🤝🏻
Eu só queria me tocar, mas a minha colega de quarto não dorme 🥺🥺
Louis is drawing a dick on your blog.
meninas toda vez q leem um smut com sexo bem violento, com tapa na cara, enforcada e muito dirty talk e as maiores baixarias já escritas
é tãooo bom ficar esfregando o grelinho por cima da calcinha
vcs autoras do tumblr deveriam reblogar as ones de vcs de vez em quando😭😭😭
e mta humilhação ter q ficar horas procurando as ones, adoro vcs divas escritoras de putaria🎀
H!pussy - inter/cisgirl
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
Cleaning the shelves by @vanillawith
Daddy’s Baby Girl by @babyhornygjrl
Daddy’s Baby Girl by @babyhornygjrl (english)
Todas da masterlist da @babyhornygjrl
Show and tell by @louiehelll
Piece of cake and Blackberry filling twoshots by @vanillawith
Teddy bear by louis_mine
I’ll Catch you honey by @stylexcherryy
Ms. Styles by @m1nd0fm1ne
Dollete by @stylexcherryy
Touching me like i’m yours by @stylexcherryy
Wetter dreams by @stylexcherryy
Soccer player by @stylexcherryy
Hot queen by @louis-comedor
My little strawberry by @tpwkis4
Mr. Tomlinson by @tpwkis4
Golf Time by @hsbucetinha
Sharing is caring by (conta desativada)
Lovely mother by @babygirlhrry
My back arched like a cat by @babygirlhrry
Oh god, miss you in my lips by @babygirlhrry
In between my thights by @babygirlhrry
Dip you in honey by @babygirlhrry
Housewilfe by @omglexie
Black little dress by @omglexie
Querido diário by @louismetetudo
Run little girl by @louismetetudo
I can’t even by @ilouiegothic
Exciting by @louis-come-bct
Easter tea by @louis-come-bct
Little freak by @babygirlhrry
Roll me into your heart by becharlatan (english)
Not Like the Other Boys by IceQueenRia (english)
Hoddies by TommoWay28_98 (español)
Silver tongues by bubblegumlarry (english)
Juice by @louiehelll
Dirty dreams by itsmorato
Harry’s pacifier by louis_mine
After party by louis_mine
Sleepover by louis_mine
Up all night by @louiehelll
A little peace of heaven by @louddygothic
Tomlinson 28 by @babygirlhrry
Egg hunt…and hazzy too by @louddygothic
My Friend’s Sister by @hsminhabucetuda
Hot Nights by @babiehoneyz
In your car, I’m a star and I’m burning though you by @m1nd0fm1ne
Pussy piercing by @hsmymilf
Classmates by @hsminhabucetuda
Dono da boca by @hsminhabucetuda
❀•°•═════ஓ๑♡๑ஓ═════•°•❀
Masterlist principal.
Como usar o ao3.
* Lista em andamento, quando eu encontrar mais adicionarei aqui. Minha dm está aberta para pedidos para colocar alguma que ainda não vi.
** As alterações e adições nessa lista não apareceram nos rts, mas vão aparecer caso abram ela novamente no meu perfil.