Eu tenho medo desse tipo de momento, sentimento de dificuldade, dependência e insanidade. São lembranças me vem como ondas ao mar. Menino, eu não sei nadar.
Doug Jones
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@ta-baguncado
Eu tenho medo desse tipo de momento, sentimento de dificuldade, dependência e insanidade. São lembranças me vem como ondas ao mar. Menino, eu não sei nadar.
É um carro parado em frente ao meu portão. Então eu ouço, me gelo, a felicidade e o ansiedade me invade. Eu abro a porta e não é você.
Incrível, é isso. O limite é três. Não porque eu digo que é mas porque a vida faz ser assim. Nada fica pra conhecer o quatro, cinco ou seis. No final só há um caminho: recomeçar. Se acaba na balada da vida e é lá que se conhece novamente o próximo número três.
Seja quatro e infinito.
A gente só não entende.
Esquece. Não vou atrás de ninguém. Não mais. Ontem eu quis desesperadamente a sua companhia lá naquele banco da praça, quis ficar ali com você a noite toda se pudesse. E quando fui embora pensei em te ligar, dizer pra voltar amanhã, vir me fazer sorrir. Mas não. Hoje eu acordei e pensei que seria melhor não, eu não quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém. Quero seguir livre, entende? Mesmo que isso me faça falta, alguém pra me prender um pouquinho. Vou me esquivar de todo sentimento bom que eu venha a sentir, não levar nada a sério mesmo. Ficar perto, abraçar de vez em quando, sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca, amar não serve pra mim. Prefiro assim.
Caio Fernando Abreu. (via ergueu)
É tão ridículo assim alguém se apaixonar? Olha, baseado nos sintomas tradicionais que andei desenvolvendo nas últimas semanas, eu não usaria exatamente a palavra “ridículo”, a não ser que você ache todos os hospitalizados uns patéticos fingidos. Mas quando as coisas não rolam, quando não há qualquer sinal de correspondência, a sensação é mais ou menos um saco, como um resfriado mal curado. Você não consegue ir a lugar algum sem espirrar sua doença na cara dos outros. Não há antibióticos contra a paixão.
Gabito Nunes. (via nevarias)
eu sou o tipo de pessoa que nao queria mandar uma coisa mas no fundo queria ai eu aperto enter e saio correndo do quarto
você ainda é um otario
Mas olha só pra você, ficou horrível sem mim
Hugo Germain aka Graphonaute
Não era o bastante ser seu último beijo. Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite. E odiava a mim mesmo por tê-la deixado ir embora, porque, se eu tivesse sido suficiente, ela não teria querido ir embora. Simplesmente teria se deitado comigo, conversado e chorado. E eu teria ouvido e teria beijado as lágrimas que caíam de seus olhos.
Quem é você, Alasca? (via esclarecer)
Acho que ‘para sempre’ não significa eternamente.
The Originals. (via ergueu)