Os integrantes deste clã são dedicados e extremamente bem organizados. Mas há quem os considere arcanos e indignos de confiança. São agressivos, altamente intelectuais e manipuladores, respeitando apenas aqueles que lutam e preservam a despeito de todas as adversidades. Os Tremere acreditam que devem usar os outros clãs para prosperar. "Faça amizade com eles, deixe-os pensar que são iguais a você, mas jamais esqueça que nossa prioridade é servir o clã", sussurram os anciões aos seus progênitos. "Se você precisar usar seus amigos a serviço do clã, então saberá que seu tempo não foi desperdiçado". Há muito tempo que havia membros de sua linhagem que não eram feiticeiros, nem o clã possuía domínio sobre a disciplina taumaturgia. Há menos de um milênio ocorreu uma transformação entre montanhas romenas, na província conhecida como Transilvânia. Um grupo de magos de uma ordem antiga foi abraçado por um insensato líder de um clã, combinando os novos poderes com o seu conhecimento antigo. Os magos conseguiram assumir rapidamente o controle do clã eles abraçaram muitos outros de sua ordem arcana e bebendo do sangue de todos os anciões. Há quem acredite que o mais poderoso entre eles conseguiu eliminar o fundador da linhagem.Sua dependência do sangue aparentemente é profunda, e há quem diga que eles conhecem formas especiais de usar o sangue para adquirir poderes extraordinários. Muitos acreditam também que o conhecimento dessas práticas tenha sido passado de geração em geração e agora sejam considerados pelos Tremere mais jovens como naturais e comuns, e certamente não como mágica.
Pontifix Quarenta e nove vampiros Tremere tem o título de Pontifix. Cada um é responsável por vasto território geográfico ou monitora e manipula certos segmentos do governo, indústrias ou outra esfera de influência. Suas áreas de responsabilidade são chamadas de Ordens. Há sete Pontifix na América do Norte, Cinco são responsáveis por grandes territórios geográficos e, dos dois restantes, um é responsável por assuntos políticos enquanto o outro lida com negócios e comércio. Os Pontífices são requisitados a viajar a capela de seu conselheiro uma vez a cada sete anos para prestar obediência formal e discutir possíveis planos futuros.