Eu nunca gostei de números ímpares, pois sempre sobram ou faltam, mas mesmo assim acabei me tornando uma. Agora não sei se sobrei ou faltei.

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Eu nunca gostei de números ímpares, pois sempre sobram ou faltam, mas mesmo assim acabei me tornando uma. Agora não sei se sobrei ou faltei.
Uma Sobre Motrizes
Jonas tinha em sua casa uma escultura tremendamente esquisita, mas que nunca conseguira jogar fora. Bem pensada, porém esquisita. Com quase 2 metros de altura, um ser disforme conectava-se a um menor, como se ele fosse uma marionete. E este ao próximo, e aquele ao próximo, e o outro ao próximo. Até que o último se deitava no chão, em uma quase morte. A escultura era tremendamente assustadora à noite e ficava horrível naquele canto da sala, mas Jonas amava-a, então deixava lá.
Já perdera namoradas em virtude daquela maldita escultura, amigos evitavam visitá-lo e até a sua mãe o olhava esquisito, mas aquela escultura era o peso de seus pés no mundo, o que evitava que o vento o levasse. Fixava ele ali. Adeptos de religiões africanas diriam que era a sua "firmeza". Ali ele colocou no primeiro dia e ali ela ficaria até o último.
Jonas tomava seu café da manhã sozinho na cozinha branca, e o Senhor das Causas o observava. Incansável, com seus olhos sem pálpebras e sua boca costurada, esperava o momento do algo, o show começar. Viu. Estalou os dedos em direção às minúsculas janelas da cozinha branca como se tentasse chamar a atenção do rapaz que tomava café. Jonas levantou-se e deixou cair um pão. A Fortuna apareceu dançante em seu vestido de ouro e, em pleno ar, mudou o lado do pão. Pão para cima, manteiga para baixo. Uma camisa suja de amarelo.
"Merda", praguejou ele baixinho e, lá na sala, O Contador anotou mais essa para balancear. O rapaz pegou um blazer escuro e dirigiu-se à lavanderia. Os olhos d'O Contador eram completamente brancos, com números gravados ao invés de uma pupila. Aqueles números seguiram Jonas pela sala até a porta.
A Fortuna dançou pelo corredor e fez a moçoila que andava por ali tropeçar, o elevador demorar-se mais um pouco e permitir que Jonas chegasse, esbaforido. Dividiram o elevador a menina, Jonas, O Impulso e A Descrença. A menina olhava para o rapaz constantemente, e ele nem se mexia. A Descrença sussurrava algo em seu ouvido. O Impulso só ria do lado da moça, descontroladamente.
Jonas saiu do prédio e seguiu em frente, A Fortuna fechou o sinal, mas O Inesperado apareceu. A menina entrou em um táxi e mandou seguir, com O Impulso sempre lá. Mas enquanto o rapaz estava em meio à faixa de pedestres, um ônibus freou bruscamente (não a tempo), atropelando-o. Discussão entre as forças. A Fortuna gritava histérica, O Inesperado deu as costas e foi correndo atrás d'O Impulso. Ordem surgiu e gritou que não era hoje. "Chega de troça!"
Pessoas em volta, pessoas abaixo d'O Desespero que flutuava célebre, mas Jonas estava bem, estava ótimo. A Fortuna continuava ali. Praguejou mais uma vez "Diabos!" e O Contador saiu da multidão para marcar mais um ponto. O rapaz levantou-se, sempre afirmando que estava ótimo, e se desvencilhou da multidão para, finalmente, chegar à lavanderia do outro lado da rua.
O Azar passou na calçada mas gritos d'A Fortuna e ameaças de chamar A Ordem o espantaram para outro lugar. A roupa de Jonas ainda não estava seca. "Inferno!", pensou ele. O Contador anotou mais um. Sentou-se em um dos bancos e esperou, sob o canto desafinado do bobo da corte Impaciência. Esperou duas longas horas até que conseguisse reaver a blusa e poder ir ao trabalho. Ordem passou, dizendo que O Equilíbrio não reclamara.
Chegou atrasado ao trabalho, com Impaciência berrando versos sem sentido ao pé da sua orelha. Saiu do elevador e trombou em alguém "Mas que dia maldito!". Papeis voaram, pastas caíram junto com ambos os envolvidos. Ergueu a cabeça e viu a moça do elevador, a mesma, até O Impulso estava ali, embora não pudesse ver, acompanhado d'O Inesperado. Ele ergueu os olhos para ela, e todas as Forças desapareceram. Não ouvia-se um ruído etéreo para aquele rapaz em quilômetros.
"Perdão, senhorita. Meu dia tem sido péssimo, até atropelado eu já fui." "Ah, tudo bem, Jonas." "Sabe meu nome?" "Moro no mesmo andar que você faz dois anos. Saímos na mesma hora todos os dias." "Jura? Eu... Eu nunca reparei. Realmente, certas coisas mexem com a nossa cabeça." "E o que seria tão forte a ponto de levá-lo a, simplesmente, não me enxergar por dois anos?" "Senhorita, diga-me a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando dizem-te que um homem tem problemas." [em uníssono]"Só pode ser mulher. Ha, ha, ha!"
"Bem, você sabe meu nome e ainda não sei o seu." "Elisa. Maria Elisa." "Ok. Olha, quero que saiba que eu não costumo conversar com as pessoas sentado em corredores logo após uma trombada. É bem um dia atípico, ha, ha. Mas já que eu me atrasei mais do que devia, porque não vamos tomar um café ou algo assim?" "Ah... Eu acabei de sair de uma entrevista de emprego aqui. Claro, vamos sim." A Descrença surgiu com um bloquinho de notas e a sobrancelha arqueada de sempre. "Tá feito", disse, e foi-se para qualquer outro lugar. O Contador pegou uma borracha e apagou uns pontos da folha onde escrevia. Do lado de fora do elevador, A Fortuna e A Ordem conversavam.
"Vê, Ordem, eles reclamam de absolutamente tudo, mas têm bom coração. O esforço é válido." "Eu não sei. Por vezes sim, por vezes não. A baderna é algo que está implícito neles, posso me aproximar de poucos como me aproximo de ti. Está no sangue, está na alma. Bagunçar ou ser bagunçado." "Ha, ha, ha! Isso não posso negar. Mas vamos, ainda não terminamos com o Jonas, só que tudo será um pouco mais fácil agora, sem algumas daquelas motrizes chatas." "Descrença duvida de tu-do do que eu falo, enche-me a paciência. Impulso sempre irrita A Placidez. Se eu soubesse fazer algo além de ordem... Mas não sei. Então vamos, Inesperado está dançando e O Feliz, O Fervor e O Contador esperam ansiosos." Jonas tinha em sua casa uma escultura tremendamente esquisita, mas que nunca conseguia jogar fora. Jonas tinha em casa uma escultura que Maria Elisa amava. O Ventríloquo
Cap. 1- Coruja Sem Noite
Annabeth não conseguia parar de chorar. Aquele dia teria sido o pior de sua vida, com certeza. Percy desapareceu sem deixar pistas ou um até mesmo um bilhetinho do tipo: “ Fui no mercado e já volto”. Todos no acampamento procuraram muito, mas Annabeth não teria só procurado... Ela quase virou o acampamento de ponta cabeça em busca do Percy.
Entrei no chalé de Athena com todos em volta da cama de Annabeth. Ela me ajudou a chegar ao acampamento com vida. Sim, com vida. Eu estava prestes a chegar de missão quando três fúrias começaram a lutar comigo. Uma delas cortou minha roupa e fez um corte na minha cintura. Annabeth pulou na frente de uma delas para me dar o tempo necessário para que eu recuperasse minhas energias. Na hora, peguei minha foice, dada por meu pai Hades, e acertei uma delas e enquanto elas estavam caídas, corremos para a entrada do acampamento. Mal nos falamos naquele dia, pois ao pisar no acampamento, desmaiei. Desde então eu teria me tornado amiga dela e, ainda por cima, admirava o amor dela pelo filho de Poseidon.
Aquela noite estava mais obscura do que as outras. Sentia algo muito ruim no ar. Todos estavam exaustos de procurar, mas Annabeth corria de um lado para o outro no acampamento até que Quíron a parou e disse:
-Annabeth, já chega! Ele não está aqui. Deve descansar agora! Vamos ao Olimpo informar seu desaparecimento logo pela manhã.
-Não, Quíron!!! Ele está aqui... Ele tem que estar! Ele não iria me deixar! Percy, seu idiota, chega de graça e apareça já!!! – Ela dizia entre gritos e lágrimas.
- Annabeth, minha querida, vá para seu chalé e descanse. – Disse Quíron, mandando um de seus companheiros a carregarem
-Não!!! Me soltem!!! Me soltem!!! – Ela gritava se debatendo enquanto seus irmãos tentavam levá-la para o chalé 6.
Deram um “calmante” para ela e deitaram-na em sua cama. Então eu cheguei. Uma menina vestida com a camiseta laranja do acampamento, um short jeans surrados e luvas de renda preta. Sentei-me ao lado dela e passei a mão em seus cabelos loiros.
-Vai dar tudo certo. Ele vai aparecer. – eu não tinha certeza de minhas palavras. O clima pesado daquela noite não me dava segurança, mas eu tinha que dizer algo para acalma-la. Dar um apoio a ela.
-Não Diane. Eu não acredito que ele fugiu e me deixou. O que eu fiz de errado? Não... eu, eu não acredito que ele fez isso comigo.
Eu não sabia o que responder. Olhei para Annabeth novamente e vi seus olhos irem fechando cheios de lágrimas. Dei um beijo em sua testa e pedi para que todos a deixassem descansar.
Pela manhã, Quíron não estava no acampamento. Ele fora ao Olimpo relatar o desaparecimento de Percy, obviamente.
O acampamento seguiu sua rotina como se nada tivesse acontecido. Pela manhã, o café. De tarde, os treinos com armas e tempo livre. De noite a fogueira. Como sempre, os filhos de Apolo lideravam a alegria da noite com suas canções sobre os deuses e heróis, mas a filha de Atena não sorria e nem cantava. Ela simplesmente se fechou em um mundo só dela. Sentei ao seu lado e a abracei.
- Sei que este pequeno gesto não ajuda muito agora, mas não gosto de te ver assim.
Foi então que Quíron apareceu galopando o mais rápido possível. Ele foi logo dizendo que 2 semideuses partirão pela manhã a procura de novos semideuses. Annabeth rapidamente levantou o braço aceitando a pequena missão. Tentei ser rápida também mas um filho de íris já tinha levantado.
-Vocês trarão os novos semideuses. Tomem cuidado. Partem pela manhã. E Annabeth, cuidado com o que você fará.
-Tomarei – ela levantou –se e se dirigiu ao chalé 6.
Não estava certa de tal decisão. Annabeth saindo a procura de semideuses, o filho do deus do mar desaparecido, as coisas não estavam indo tão bem.
Eu acordei cedo, mas Annabeth e o filho de Iris já tinham partido.Treino de arco e flecha, o treino que eu mais odeio, era o primeiro treino do dia. Eu só gosto por uma coisa: qualquer um que me canta no treino leva flechada. Segui minha rotina até o meio dia. Já era hora de um mensagem de Íris para Annabeth. Precisava ter notícias dela. Foi até uma pequena fonte de água, ofereci um dracma para deusa Íris e assim formou a imagem de Annabeth.
- Annie, você está bem? Já acho algum semideus? Quando volta? – quis fazer todas as perguntas direto para caso a ligação cortasse eu já teria as respostas.
- Estou bem. Não achamos ninguém ainda, mas estamos perto. Não tenho prazo para voltar. Voltarei quando possível. Adeus, Di.
- - A...- não deu para terminar a palavra a imagem de Annie já tinha desaparecido.
Sentei-me perto de uma grande árvore e adormeci. Durante meu sonho, vi 3 adolescentes, dois meninos e uma garota. Eles pareciam correr assustados de monstros que não vou dizer o nome. Annabeth e Butch chegaram e resgataram os três. Foi quando acordei assustada com um enorme barulho.
A filha de Athena e o filho de Íris haviam chegado com 3 semideuses: Jason, Leo e Piper. Leo Valdez foi logo reclamado filho de Hefesto. Mais tarde Piper McLean, filha de Afrodite, e por último Jason Grace, filho de Zeus, que na verdade, não era bem filho de Zeus... Era filho de Júpiter, a versão romana de Zeus.
Uns dias depois, numa reunião, tivemos a verdade dita, onde Jason era do Acampamento Júpiter, e de lá até aqui, tinha perdido todas as suas memórias. Mas o que realmente interessou a todos nós foi a conclusão do grupo... Percy talvez estivesse no Acampamento Júpiter, sem memória, no lugar de Jason.
(p-a)
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supervisões: nemesi-s
correções: nemesi-s
ideias e desenvolvimento: percyannie
Cap. 19 - Miyano Hatsukawa
“Primeiro dia de cativeiro.
Quase afogada pelo próprio sangue, vejo aquela pessoa indo embora, dando as costas para mim...”
.
.
Eu não sabia se sentia raiva. Eu só me lembro de tentar respirar, caçando desesperadamente a luz da vida.
Eu me lembro de ter ouvido gritos e passos. Passos rápidos e largos que, em um instante, pararam. Eu pude ouvir a voz mais de perto. Era ele... Yusuke.
Ele era o único que eu sempre confiara, o único que sempre esteve comigo. Naquela hora eu me senti culpada por ter me esquecido dele... Me senti culpada de tentar esquecê-lo; mas, naquela hora, eu não chorava por isso... Eu chorava pela dor. Pela dor da traição.
Eu percebi que aquelas palavras sempre foram apenas palavras. Hoje em dia não se usa essa frase, senão para mentir.
“Eu te amo” ele disse. “Eu vou te proteger” ele prometeu... No entanto, tudo o que ele fez foi me odiar e me machucar. Ele não me amou... ele não me protegeu.
Eu não sabia se estava acordada ou não enquanto pensava ou sonhava com isso. Eu apenas me lembro de ter acordado em um cômodo escuro com uma vela acesa e, ao lado, uma bandeja de água e um prato de comida.
A comida não era para mim. Yusuke estava comigo, ele cuidara de mim, ele fizera do meu despertar, algo possível.
-Miya, por favor, não se levante. – Ele correu para perto de mim e me fez ficar deitada.
Para ser sincera, eu não estava sofrendo mais. As minhas feridas já não doíam, mas eu estava fraca. Eu precisava de sangue, água e comida.
- - - -
Acordei pela segunda vez na mesma noite. Minha mãe estava ao meu lado, sorrindo, como se fosse prazeroso me ver naquele estado.
- Dormiu bem? – Ela perguntou em um tom irônico. – Antes de me responder. Saiba que eu poupei a você e a seu namoradinho. Então cuidado com o que diz, filha.
-Calada. – Suspirei, captando o último vestígio de energia que percorria meu corpo.
- Ok, não adianta mesmo... Só saiba, Miya, que vocês ficarão aqui até que um dos dois morra. – Ela deu de ombros e pôs sua mão em minha cabeça. Na hora, eu não consegui reagir. – Você vai aprender a me valorizar, Miya.
Ela abriu a porta e por lá saiu, deixando para mim e para Yusuke, uma pequena fagulha de esperança, que acabara por escapar da luz que a minha mãe deixara entrar pela porta da prisão.
- - - -
Eu me lembro de ter desmaiado por uma terceira vez e acordado pela terceira vez. Yusuke estava do meu lado... Como sempre.
Eu sentia sua mão segurar a minha com uma aura de preocupação e tristeza. Ele... era sempre tão bom pra mim.
-Yusuke... – Suspirei seu nome o suficiente para que ele me ouvisse.
-Miya... – Ele respondeu olhando diretamente nos meus olhos. Por aí, eu descobri que ele estava abalado física e psicologicamente. –Tudo bem? – Ele perguntou com a voz trêmula.
-Tudo sim. – Eu sorri e, por um gesto meu, Yusuke pôs minha cabeça em seu colo. Eu sentia saudades disso tudo. – Você está feliz com a garota? – Eu perguntei tentando ignorar meu estado, o estado dele.
-Eu não falo mais com ela. – Ele foi direto. – Ela começou a me questionar e duvidar de mim, eu não queria aquilo... mas, Miya... Por que perguntou?
-Eu queria saber. – Eu pisquei para ele uma, duas vezes... Ficamos em silêncio e, por um momento, imaginei tê-lo visto chorar. – Yusuke.
-Hm... – Ele me respondeu .
-Tudo bem com você? – Eu perguntei triste, com a voz fraca e garganta seca.
-Isso eu que tenho que te perguntar. – Ele sorriu triste.
Por mais alguns minutos o silêncio reinou e eu fiquei, todos os míseros segundos, segurando a mão dele, observando sua expressão de tristeza, melancolia e desespero. Aquele silêncio não foi confortável... Não foi ruim também. Eu não saberia o que dizer e ele não saberia como responder. Nós não temos palavras. Nós não as trocamos.
Meia hora se passou e Yusuke arriscou.
-Me desculpe. – Ele disse, quase omitindo sua voz.
-Pelo quê?
-Eu te esqueci... – Ele disse, cada palavra, de uma maneira horrivelmente triste. – Eu fiquei tão... Tão focado em outras coisas. Eu fiquei tão fascinado por aquela garota que... Eu... Eu acabei esquecendo de você. – Ele disse e, em seguida, senti sua mão apertando a minha, num movimento automático. – Me desculpe.
-Eu também te esqueci, Yusuke. – Eu disse. – Mas isso não importa mais. Eu... Não vou mais te esquecer. – Eu sorri para ele, que sorriu de volta, um sorriso feliz, diferente de muitos outros até então.
Ele se inclinou e, com seu rosto cada vez mais perto, pude sentir sua respiração pesada. Ele beijou minha testa e eu fechei os olhos.
- Isso nunca mais vai acontecer. – Ele disse. – Eu não vou te esquecer, nunca mais. – Ele complementou.
-Eu também não... – Eu sorri e abri os olhos. – Mostre-me pelo que estou procurando, Yusuke. – Eu sussurrei.
Ele se aproximou mais e me beijou mais uma vez, porém, desta vez, não foi a minha testa.
Ele afastou o rosto do meu e pude ver seus olhos arderem de desejo. Eu o amava. Ele me amava.
-Miya... – Ele começou.
-Hm. – Fiz para que prosseguisse.
-Eu te amo. – Ele disse finalmente, e assim, selamos nosso beijo mais apaixonado e carente. O beijo que iria nos distrair por menos de meio minuto... Nesse tempo, eu me senti feliz.
Meu primeiro dia de cativeiro se acabou. O segundo estava ainda por vir... Mas eu não me importava mais com isso. Eu não me importava mais com nada.