Tereu e Procne casaram e tiveram um filho, Ítis. Cinco anos depois, Procne pede ao marido, como prenda, que lhe vá buscar a irmã, Filomela. Ele acede e, de barco, vai a casa do sogro, pedir que o deixe trazer a cunhada para visitar a irmã. Assim que a vê é tomado de paixão e luxúria. No regresso, arrasta-a para um curral num bosque, onde a enclausura e viola. Ela ameaça contar tudo e Tereu, com a espada, corta-lhe a língua.
Quando volta para casa, diz à mulher que a irmã morreu. Passa um ano e Filomela continua prisioneira. Ocorre-lhe, então, utilizar um velho tear e bordar o crime de que foi vítima. Através de uma serva, envia o tecido para a irmã.