Ao ler a mensagem, Procne, desvairada de dor, corre pelo bosque para libertar a irmã. Chegadas a casa, Procne planeia a vingança. Entra o filho, que é parecido com o pai e decide o que fazer. O seu coração de mãe fraqueja quando o menino a abraça e mima mas, olhando para a irmã que não pode falar, arrasta o filho para uma parte distante do castelo. Não se condoeu das súplicas do menino, que percebeu o seu destino, e a abraçava e gritava:“Mãe! Mãe!” Matou-o com uma espada, de um só golpe e sem desviar o olhar. Filomela degola o menino, cozinham-no e dão-no a comer ao pai que “atafulha o estômago da sua própria carne.”
Quando Tereu chama pelo filho, Procne diz:“Quem procuras tens aí dentro.” E Filomela atira a cabeça de Ítis à cara do pai.