aos olhos de Jhon
Açucena se surpreende ao ver a polícia em seu flat.
(Policial)-tá tudo tranquilo, senhorita?
(Açucena)-o que fazem aqui?
(Policial)-recebemos uma denúncia para este endereço. Podemos entrar?
(Açucena)-claro.
Os policiais adentram o local e percebem alguns objetos na mesa da sala de estar, dentre eles a faca e algumas roupas de Jhon.
(Policial)-de quem são essas roupas?
(Açucena)-do meu...noivo.
(Policial)-e onde ele está?
(Açucena)-saiu tem...umas horas.
(Policial)-tem certeza? Você parece tensa. Algum problema com ele?
(Açucena)-tivemos uma discussão. Mas tá tudo bem. Quem fez essa denúncia?
(Policial)-o jovem se identificou como Amadeo Pereira. Disse que é seu amigo e que mora aqui com você. É verdade?
(Açucena)-é. Ele perdeu a mãe recentemente e...o acolhi.
Ainda desconfiados, os policiais remexem alguns objetos, mas não encontram nada.
Vitor acorda no hotel e se depara com Carlo na mesma cama.
(Vitor)-mano...como cê veio parar aqui?
(Carlo)-Boa pergunta. Tô mais perdido que você.
(Vitor)-minha cabeça tá explodindo, nem sei o que tomamos ontem. Te procurei naquela boate inteira e não te achei, o Florêncio também sumiu.
(Carlo)-eu tava fumando com uns parças na praia e fiquei por lá mesmo.
(Vitor ri)-na brotheragem, né, safadão.
(Carlo)-deixa baixo. E você? Pra onde foi?
Vick entra no local neste momento, interrompendo-os.
(Vick)-que bom que tá bem, Vitor.
(Vitor)-mais ou menos, né.
(Vick)-independente de como você esteja, precisamos conversar. A sós.
(Carlo)-indireta recebida. Vou lá embaixo ver o que tem de café da manhã, porque tô na broca.
Ieray e Matheus saem da boate e vão para a praia.
(Ieray)-eu nunca senti a hora passar tão rápido.
(Matheus ri)-expulsaram a gente da boate, cê faz ideia disso?
(Ieray)-e ainda tava cedo, né? Curti demais, sério. Sei nem onde tá o Gabriel, espero que a bicha esteja pelo menos viva.
(Matheus)-tá sim, relaxa.
(Ieray)-agora me diz a verdade: veio pra cá só pra me ver?
(Matheus)-e se a resposta for “sim”, o que vai fazer?














