I want to be remembered.
I want to be missed.
If I don't pass through anybody's mind,
It's impossible to exist.
seen from United Kingdom
seen from China
seen from China

seen from United States
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Canada
seen from China
seen from United States
seen from Canada
seen from Türkiye
seen from China
seen from Malaysia
seen from T1

seen from Italy
seen from United States
seen from China
seen from Canada
seen from Canada
seen from Australia
I want to be remembered.
I want to be missed.
If I don't pass through anybody's mind,
It's impossible to exist.
O meu erro sempre foi ir até o fim das coisas. Chego ao extremo em tudo o que me proponho a fazer e sentir. Sangro e suplico pela morte, mas ela nunca vem. Então vivo como um interruptor: sinto tudo ou sinto absolutamente nada e não sossego até a autodestruição.
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November night is all in my head like all the memories we used to share. My heart is full of your pictures just like my phone during that summer. I used to think that we were doing fine. But I was wrong. All this time.
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Nossa pele entra em contato e lembro-me o quanto te quero. Mais do que te amar, há um sentimento que me preenche e inunda meus sentidos por querer te tocar. É o seu corpo. E todas as vezes que pelo acaso encosta-se ao meu. Mesmo de roupa sinto-me nua e a vontade que me ocorre é de te levar para casa, beijá-la até o caminho do quarto, entre uma parede e outra deixando rastro de roupa, morder seus lábios, beijar seu pescoço e em um instante parar para olhar nos teus olhos e beijar seu sorriso, te fazer sentir o quanto eu desejo você. É você. É você. É você. Que nunca saiu da minha cabeça, nem mesmo quando tentei seguir em frente e havia outra tentando ocupar teu lugar. É você. Sempre será você.
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Uma vez me disseram que nada está tão quebrado a ponto de não ter mais conserto. Por um tempo eu quis muito acreditar que sim, eu tenho como melhorar. Mas, não, eu acho que não. Algumas vezes olho para o céu e grito ''O que Você quer de mim?!'' como se Deus fosse dar ao trabalho de me responder de volta. No meu peito, porém, a dor continua. Passei a procurar motivos para continuar vivendo e até encontrei. Mas, ao menos para mim, o amor não é e nunca foi um sedativo ou um ponto de paz e sim, um veneno. É triste e vergonhoso ter me tornado um peso para as pessoas, um desperdício enorme, um ser humano inválido, um erro brutal. Eu quis respirar pausadamente, me dar o tempo suficiente, ir à terapia, tomar antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos, estabilizadores de humor, mas nada parecia resolver. Todas essas tentativas fracassadas para me tornar um ser humano equilibrado me levou aos inúmeros cigarros, litros de álcool, acessos de raiva, socos na parede durante a madrugada, automutilação no chão da sala e bater repetidas vezes minha cabeça contra a mesa para expulsar pensamentos descontrolados. Diferentes diagnósticos foram determinados, como se fossem um rótulo para um frasco partido mantido por uma Caution Tape: CUIDADO! Produto Nocivo à saúde. Sou um ser humano difícil de amar, pois é um padrão afastar as pessoas o máximo que eu posso, faço isso por amar demais, pois não quero que sofram junto a mim. Não quero que se sintam incapacitados em me ajudar, porque eu sei o quanto isso pode doer. E então, me vejo sozinha. É responsabilidade minha disparar o sinal de evacuação. A qualquer momento, poderei entrar em erupção e eu vou levar tudo comigo, eu sei que vou. Eu vou machucar, eu vou fazer chorar, eu vou espalhar desesperança e vou matar. Preciso ser evitada e esquecida. Preciso deixar de existir para finalmente existir em paz. Preciso afastar tudo e todos; longe de mim as pessoas são radiantes. Eu sei que são e quero que isso perpetue. A vida é feita para quem a deseja e eu não quero ser a responsável em estragar a festa que simplesmente acabou de começar. Se um dia eu decidir viver que seja na base de morfina.
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Sou de vidro. Quebro fácil e machuco quem fica em volta com os estilhaços.
95259 - Clichê
Quantos pontos eu ganho por ser honesta? Porque eu não vou me dar ao trabalho de mentir, isso me tomaria muito tempo de planejamento. Minha mentira é muito bem formulada e fundamentada. Neste exato instante, às quatro da manhã, sinto que não sobrou força para tamanha invenção e eu preciso ser sincera com alguém. Alguns dias eu subo para o meu quarto e deito na cama. Não escovo os dentes. Pulo o remédio do dia. Não troco de roupa e nem tiro a maquiagem. Eu não consigo me desfazer, entende? E então, cansada, eu durmo e me mantenho adormecida mesmo quando a exaustão já não me faz parte e, assim prossigo. Sinto que meu canal de audição entra em estado de ausência e já não consigo mais ouvir ninguém que esteja em minha volta, meus nervos ópticos sofrem curto circuito e já não consigo enxergar o que está em minha frente. E assim, eu prossigo. Minha mente se dissocia me deixando imersa na tontura dos meus pensamentos duvidosos e agora, eu já nem sei mais o que é real. E então, eu crio monstros dentro da minha cabeça, pois prefiro companhia a sofrer de tamanha solidão. Uma hora, sou obrigada a me levantar novamente. Minha força motriz é o incômodo alheio, é o tiro que me acerta no escuro. Então, sou levada até o chuveiro por algo que não consigo tocar ou até mesmo imaginar. Sou vestida e perfumada por uma energia impossível de nomear. Ela me leva para a rua, enche meu corpo de nicotina alegando que irei precisar. Ela grita aos quatro ventos que eu preciso e irei continuar. E assim, prossigo, mas não sei até quando irei durar.
95259 Depressão vá embora!
Querida mãe, Primeiro, eu gostaria de esclarecer que não estou falando de você, mamãe e sim, daquela outra mãe. Aquela que me carregou dentro do ventre por nove meses. Justamente aquela mulher que me deu adeus ao me dar à luz. Mãe, se dar à luz para você significou me dar um futuro brilhante sem que você fizesse parte dele, você esteve equivocada desde o primeiro segundo que este pensamento lhe veio à cabeça. Hoje na terapia, descobri que minha vida começou a desmoronar no minuto que eu nasci. Irônico, não? Eu nunca quis saber de você e dos seus mil e um motivos para me destinar a outro alguém e hoje, eu entendi o porquê. Por diversas e incansáveis vezes, eu dizia que não tinha nenhum problema em ser adotada, e de fato, eu não tenho, pois desfruto de uma família que me ama muito e quer que eu triunfe. Mas mãe, algo esteve errado comigo durante muito tempo e eu não sabia o que era, mas finalmente descobri que toda vez que eu esmurro a parede até meu punho ficar roxo ou quando me corto porque uma pessoa que eu amo muito me deixa de lado ou não quer ter nenhum contato comigo é porque você me aconteceu, mãe. Você é o X dessa conta que eu nunca consegui resolver. Eu não fui planejada e nem desejada, o único plano que você achou que seria bom o bastante para mim foi abrir mão para que eu pudesse crescer ao lado de pessoas que realmente me quisessem. Deu certo até aí, mãe! Mas a senhora esqueceu que seria eternamente uma ferida em mim daquelas que é difícil estancar o sangue. Você é uma marca grande. Você está em minha pele. Você está no meu DNA. E então, quando penso que não sou o suficiente para alguém, é porque eu acho que não fui suficiente para você. Quando sinto que não existo para alguém, é porque eu penso que não existi para você. Quando não suporto o mínimo que seja de rejeição, é porque penso que você me rejeitou. Mãe, durante nove meses nos amamos quisesse você ou não. Ao me carregar dentro de você, ao me alimentar, ao me manter quente, você me amou. E eu te amei quando você ouviu meu coração batendo e quando chutei sua barriga. Um dia conheci seu interior, a coisa mais profunda e intensa que um ser pode vivenciar e então, tivemos que nos separar. E quanto a mim, mãe... Vivo com o que você me deixou: uma ideia. Ideia esta que por muito tempo esteve me queimando viva, ideia esta que eu nem imaginava dar tanta importância e será um processo doloroso cortar este mal. Eu não sei quantos anos você viveu ou ainda vive com a imagem do meu rosto de recém-nascido, mãe, mas eu vivo há 21 anos com um fantasma me perseguindo. Um fantasma sem nome, sem face, sem endereço, mas com um substantivo feminino pré-definido que agora eu reconheço e irei, com a ajuda das pessoas que me amam, substituir por genitora. E espero um dia estar saudável emocionalmente para ter uma relação estável e aprendido a lidar com a rejeição que muitas vezes, durante a vida, vou viver. Sei que você diria isso, pois é o que todas as mães dizem, mas eu sei... Eu sei que tudo, um dia, vai ficar bem. Assinado, Fruto dos seus erros.
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