Baby say the words and I'm down: Addie Pham
Não me falem de datas. Não me falem de nada.
Quartas à tarde são reservadas para aulas de francês com uma tutora particular na Quinta Avenida, e não pra ficar em casa e dar a buceta.
A Addie do passado sabia disso, mas a de agora… Só quer que o namorado a foda com mais força, sabendo que ele nunca nega nada pra ela e não vai ser agora, quando o sente entrar e sair de sua buceta, metendo fundo. Enchendo seu quarto com o barulho mais obsceno dos quadris dele batendo em sua bunda enquanto ele a pega por trás.
Ela só queria uma carona antes de ver ele descer daquela moto e o achar a coisa mais atraente do mundo, assim como todas as vezes que eles se viam, com muito mais força agora; a visão dele estacionando na porta sem medo dos vizinhos contarem aos pais dela daquela pequena visita enquanto eles estavam fora, como ele caminhou até ela com o sorriso mais doce antes de agarrar sua cintura com posse e derreter seu corpo menor com um beijo lento.
Ela só queria uma carona, mas não achou que uma sessão de amassos rápida no terceiro andar ia atrapalhar. Iam ser só uns beijinhos, talvez a mão dele apertando sua bunda e seus seios também, mas só uns beijinhos. Mesmo que sua calcinha já estivesse pesada na porta.
Tão pesada quanto o tapa que ele acerta em sua bunda quando sua mente fica completamente nublada de tesão, e a única coisa que ela consegue fazer, é soluçar de prazer e sentir aquele cacete grande a perfurando e arrombando com violência. Incapaz de dizer qualquer frase coerente, até ele enrolar seu cabelo com uma mão e ordenar que ela diga cada palavra, mesmo chorando de tanto levar rola.
— É tão bom, baby. Tão bom, você tá me comendo tão gostoso — Ela chora, apertando a buceta inconscientemente ao redor dele, sentindo tudo vazar por suas pernas e deixar ele molhado também. — Você sempre me come tão gostoso.
Addie quase goza quando o escuta gemer e agarrar seus quadris com mais força, botando e tirando ainda mais rápido dentro de seu buraco encharcado, esticando ela tão bem que não consegue pensar direito, ficando mais faminta a cada estocada violenta, o chupando e apertando com a buceta. Os gritos que ela solta quando ele escorrega uma das mãos pra esfregar seu clitóris sensível, devem estar ecoando pela rua toda agora, mas ela não se importa, desesperada pra ter mais daquele cacete arrombando ela com força enquanto joga o próprio corpo para trás, encontrando cada estocada dele.
Ela fica tão perto de chegar que sente suas pernas tremerem e sua buceta o mastigar, mas é rudemente interrompida com ele a deixando vazia e usando o aperto em seus quadris pra virar seu corpo menor pra ele.
Pra onde seus olhos podem ver seu corpo marcado e quente, e a carinha de puta que ela tem enquanto abre as pernas pra ele e exibe sua buceta inchada de tanto levar a pica dele.
— Você não vai me deixar esperando, vai? — Seu tom é manhoso, mas tem um leve julgamento sobre seu namorado assistindo cada centímetro de pele exposta como se ela fosse uma imagem pra ser adorada. — Eu quero dentro.
E é tão bonito ver o rosto dele também, depois que ele para de torturar seu buraco pulsando e finalmente soca dentro dela de novo, soltando um gemido tão necessitado quanto o dela quando ele chega no fundo das paredes macias. Addie adora ver como aquele pau grosso some dentro de sua bucetinha apertada, transformando os gemidos dela em gritinhos agudos quando ela mesma dobra as pernas e as segura no ar, porque assim ele chega mais fundo. Assim ele faz ela pegar tudo.
— Baby, me deixa gozar. Você tá socando tão fundo, porra. — Bolas pesadas batendo contra sua bunda são o único som pra competir com suas súplicas, enquanto ele maceta seu ponto mais sensível. — Caralho, fode! Fode mais! Soca forte!
E não importa o tamanho do prazer que ela sente, só solta tudo quando ele diz que sim, ela pode gozar gostoso feito a putinha deliciosa que ela é. Tremendo e chorando ruidosamente pelo orgasmo mais alucinante que já teve, sentindo sua buceta vazar e molhar os lençois debaixo dela, depois de ter deixado ele encharcado também.
Leva só um segundo pra ela abrir as pernas mais uma vez, o lábio inferior preso entre os dentes enquanto esfrega o próprio clitóris, esperando ele enfiar o pau duro feito pedra nela mais uma vez. E é tão bom como ele abre sua buceta sensível de novo, socando fundo e forte sem nem deixar ela se acostumar com aquele tamanho todo sendo empurrado na xota inchada, sincronizando as estocadas com quão rápido ela esfrega seu botão sensível, abrindo a boca de prazer em um gemido sem fôlego quando goza ao redor dele de novo. Mais quente, mais molhada, mais deliciosamente satisfeita.
Ele engole seus últimos gemidos com mais um beijo, derretendo todo o corpo dela de novo, mesmo depois de fazer ela se tornar um monte de nada ao redor da rola, fazendo ela suspirar ao sentir suas mãos cobrindo seu rosto, pescoço, seios até sentir seus dedos apertando e esfregando seus mamilos rígidos. Um aviso silencioso de que ainda não acabou, mas só serve pra deixar ela com mais tesão, tão pronta pra se entregar pra ele de novo.
— Me perdoa, não era mesmo a intenção… — Addie murmura com um sorrisinho, em um tom de falsa culpa, enquanto escala o colo de seu namorado pacientemente esperando por ela, segurando sua cintura pequena com as mãos. — Eu só queria te beijar.
Acabar subindo e descendo no caralho dele era só um detalhe, que ela não se preocupa em pensar, não quando fica empalada com ele enterrado todo bem no fundo. Assim como não pensa que a luz do sol lá fora já foi embora e que passou a tarde toda dando feito uma vagabunda e mesmo assim não foi suficiente, sua buceta continua pingando faminta pela rola dele.
— Caralho, você é tão grande. Tão grande — Que ela se sente tremer de novo assim que começa a quicar, arqueando o corpo para trás, dando a visão mais bonita de seus seios pulando e sua buceta engolindo ele todo. — Só você alarga minha bucetinha assim, só você faz do jeito que eu quero.
Por isso ela monta ele com tanta vontade, gemendo tão alto, afundando naquele caralho até sentir ele começar a meter rápido nela ao segurar seu corpo quente no lugar, fazendo ela dizer tudo que ele quer que ela diga, mesmo levando uma surra de rola que leva ela à beira das lágrimas de novo.
— Eu sou só sua pra foder, sua putinha que só aceita sua rola na buceta. — O som imundo de sua bunda sendo esmurrada pelas bolas dele, é a única coisa abafando seus choramingos, enquanto ela sente todo seu corpo em colapso de novo. — Ah, caralho. Goza em mim, eu quero sua porra em mim. Baby…
Porque não tem nada mais delicioso que sentir ele leitar sua buceta e abaixar seu corpo até ela se sentar completamente em cima dele, enviando os jatos bem fundo antes de separar os corpos dos dois só pra ver tudo escorrendo da buceta dela. Mais uma estocada pra empurrar a porra de volta e é tudo que ela precisa pra gozar também.
Satisfeita, completamente derretida e tão grata por ter um namorado solícito.
— Obrigada por ter vindo, baby. — Murmura em um suspiro exausto e feliz, o puxando pra um beijo. — Você é sempre tão bom.









