LUNCH | Aeri Uchinaga (Giselle)
Quando Giselle está no comando, cada beijo é só o começo de uma rendição inevitável.
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𝐧𝐨𝐭𝐚𝐬: como uma boa sáfica, eu obviamente não deixaria de escrever algo relacionado. Estou pensando seriamente em publicar mais coisas com outras idols mulheres, né! 🫦
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Os beijos de Giselle eram, muitas das vezes, inebriantes. Era impossível não ficar completamente atordoada toda vez que ela envolvia a sua cintura com firmeza, puxando-a para mais perto em um movimento fluido e cheio de intenção. O toque dela era sempre marcante, uma das mãos moldando-se perfeitamente à curva das suas costas, enquanto a outra deslizava suavemente pela sua nuca, os dedos longos enroscando-se com delicadeza nos seus cabelos para puxá-los de leve. Bastavam poucos segundos sob o feitiço daquele toque para que o ar faltasse nos seus pulmões, deixando-a sem saber exatamente como reagir, a não ser se entregar.
E Giselle parecia saborear cada segundo dessa rendição. Ela apreciava o efeito que causava, o modo como você ficava completamente sem defesas nos braços dela, manhosa contra os lábios da idol, tão fraca a ponto de precisar do apoio firme da cintura dela para não desabar. Você era totalmente dela, e a forma como se derretia por completo era algo que Giselle achava irresistivelmente fofo.
No entanto, a calmaria daquele momento logo deu espaço a uma urgência mais profunda. Você estava sentada no colo dela, totalmente nua, a respiração de ambas misturando-se no espaço curto que restava entre os rostos delas, enquanto os lábios continuavam unidos em um beijo lento e profundo.
As mãos de Giselle, antes focadas apenas em segurar você, começaram a traçar um caminho mais ousado. Os dedos hábeis deslizaram pelo seu corpo macio, mapeando a temperatura da sua pele com uma possessividade silenciosa que fazia arrepios violentos subirem pela sua espinha. Sentindo o quanto você já tremia contra seu corpo, Giselle rompeu o beijo por um instante, descendo os lábios até a concha da sua orelha. A respiração quente dela batendo ali já era o bastante para tirar o seu raciocínio, mas o que ela sussurrou fez o seu estômago despencar.
— Você tá tão molhada para mim... — a voz dela saiu rouca, um murmúrio íntimo e carregado de desejo que apenas você podia ouvir. Os lábios roçaram de leve na sua pele antes de ela continuar, em um tom ainda mais baixo e provocativo. — Quero que você se encaixe melhor aqui. Senta nos meus dedos, amor. Mostra o quanto você me quer.
O pedido direto, somado ao calor das mãos dela que já encontravam sua buceta, fez com que qualquer resquício de lucidez desaparecesse, deixando apenas a certeza de que você faria exatamente o que ela pedia. O pedido de Giselle ecoou na sua mente como uma faísca em contato com pólvora, fazendo o seu corpo inteiro estremecer. Sem conseguir formular uma única palavra — e nem querendo, já que a própria voz parecia ter sumido diante daquela intensidade —, você obedeceu.
Segurando-se firmemente nos ombros dela para encontrar algum ponto de apoio, você ergueu o quadril por um breve segundo apenas para se ajeitar, descendo lentamente sobre a mão de Giselle. O impacto daquela invasão calculada arrancou de você um suspiro estrangulado, um som abafado que morreu contra o pescoço dela quando você se encaixou por completo, sentindo cada centímetro daquela pressão firme.
Giselle soltou um gemido abafado, um misto de aprovação e puro delírio ao sentir você se moldando perfeitamente à palma da mão dela. Os olhos escuros e intensos da idol fitaram os seus, carregados de uma possessividade latente que fazia o seu coração bater acelerado nas costelas.
— Olha só para você, tão obediente para mim. — Giselle sussurrou contra a sua pele, a voz saindo ainda mais grave e arrastada, colada bem no seu ouvido. — Tão apertadinha. Você gosta de ser minha garota boa, não gosta?
Enquanto o quadril dela fazia um movimento sutil e deliberado para cima, a mão entre as suas pernas começou a ditar um ritmo lento, mas implacável. Cada deslizar dos dedos expertos fazia com que o mundo ao redor deixasse de existir, reduzindo a sua realidade apenas ao som da respiração ofegante de Giselle e ao calor do corpo dela colado ao seu.
— Continua se mexendo para mim, amor. — ela murmurava entre beijos rápidos e possessivos que depositava na sua mandíbula, no seu pescoço, onde quer que alcançasse. — Deixa eu te ouvir gemer meu nome. Mostra o quanto você precisa de mim.
O quarto inteiro parecia girar, reduzido apenas ao som descompassado da respiração de vocês e ao barulho úmido e inegável do seu corpo se movendo contra a mão dela. Você enterrou o rosto na curva do pescoço de Giselle, sentindo o cheiro do perfume caro misturado ao calor da pele dela, enquanto ajustava o próprio ritmo.
— Giselle, puta merda. — Você gemeu, manhosa e completamente entregue, sentindo as pernas tremerem enquanto subia e descia em um compasso rápido sobre os dois dedos dela, deliziando-se com cada centímetro daquela invasão que parecia preencher todos os seus sentidos. — Que gostoso, Giselle, meu Deus, tá tão gostoso.
Giselle segurou a sua cintura com ainda mais força, ancorando você contra o próprio corpo para que você não perdesse o embalo. O sorriso satisfeito e prepotente nos lábios dela era evidente mesmo na penumbra, sabendo o estrago que estava causando.
— Os meus dedos dentro de você são gostosos, não é, meu amor? — Ela provocou, arqueando levemente o quadril para cima de encontro ao seu movimento, facilitando ainda mais o ângulo e fazendo você perder o ar de vez. — De quem é essa bucetinha apertada que tá tremendo todinha para mim?
A sensação de ser preenchida de uma forma tão profunda e precisa fez com que as suas forças fossem escoando aos poucos, substituídas por uma onda avassaladora de calor que subia direto do baixo ventre. Você enterrou ainda mais o rosto na curva do pescoço dela, mordiscando a pele sensível enquanto o seu corpo respondia de forma automática ao ritmo ditado por ela.
— Sua! — você gaguejou, o fôlego completamente truncado pelos estalos e fricções constantes. — Todinha sua, puta que pariu.
Giselle soltou um riso baixo, um som rouco e triunfante que vibrou diretamente contra o seu peito. A aprovação explícita na voz dela parecia agir como combustível para o seu descontrole. A mão livre que antes segurava sua cintura subiu para emaranhar-se nos seus cabelos, puxando levemente a sua cabeça para trás com delicadeza, forçando-a a encará-la. Os olhos dela estavam escuros de desejo, fixos nos seus com uma intensidade que quase te fazia desfalecer.
— Boa menina! — ela elogiou, o polegar agora deslizando para encontrar os seus clitóris enquanto os outros dois dedos continuavam o movimento ritmado e implacável lá dentro. — Quero ver você gozar para mim, amor. Desmancha todinha aqui no meu colo. Mostra o quanto você aguenta!
O ritmo acelerado e a intensidade com que você se movia começaram a cobrar o preço físico. Os músculos da mão e dos dedos de Giselle já começavam a queimar, a fadiga acumulando-se nas articulações a ponto de deixá-la levemente dormente. Mas a exaustão física era completamente ignorada pelo cérebro dela, soterrada por uma onda ainda maior de pura excitação.
Com a respiração pesada, Giselle abaixou o olhar, fixando os olhos na junção dos corpos de vocês.
Assistir àquela cena era um espetáculo por si só. A pele sensível da sua buceta abraçava e engolia os dedos dela com uma avidez desesperada, cada contração involuntária do seu corpo parecendo sugar ainda mais a presença dela para dentro. Ver a forma como você se entregava, úmida e completamente desfeita sobre a mão dela, fez um calor febril correr pelas veias de Giselle, revigorando cada fibra do seu corpo e fazendo-a apertar ainda mais o ritmo.
— Olha só para isso. — Giselle murmurou, a voz falhando em um sussurro rouco e incrédulo diante da própria visão. — Você tá me engolindo inteira, tão molhada, tão perfeita para mim. Não para, continua, deixa eu ver você desmanchar todinha no meu colo.
A combinação implacável daquele visual diante dos olhos de Giselle e a fricção impiedosa dos dedos dela fizeram com que o seu mundo começasse a se estreitar. A dor de cabeça e o cansaço que tentavam se instalar sumiram por completo, soterrados por uma onda de prazer que subiu das suas pernas e explodiu direto no seu peito.
— Giselle, eu tô quase. — você gaguejou, as mãos apertando os ombros dela com tanta força que os nós dos seus dedos ficaram brancos.
Os músculos contraindo-se com uma força violenta ao redor da mão dela. As pernas tremeram descontroladamente, e um grito abafado foi engolido pelos lábios de Giselle quando o orgasmo finalmente desabou sobre você.
Você desmanchou-se por completo nos dedos dela, a respiração cortada enquanto cada contração espasmódica do seu interior ordenava que os dedos de Giselle continuassem ali. Você apertava e sugava a mão dela em ondas sucessivas de puro êxtase, tão fraca.
Giselle, sentindo as paredes quentes e latejantes se fecharem ao redor dos dedos dela com aquela força toda, soltou um gemido rouco e satisfeito, empurrando o quadril para cima uma última vez para saborear cada segundo do seu ápice. Ela apertou a sua cintura com firmeza, acolhendo o seu corpo trêmulo e exausto, com um sorriso vitorioso e completamente apaixonado colado nos lábios.
A mão que estava dentro de você deslizou para fora de forma lenta, trazendo consigo os vestígios brilhantes da sua entrega. Sem desviar os olhos dos seus — que ainda piscavam devagar, completamente atordoados —, Giselle levou os dedos até os lábios. Com uma lentidão carregada de puro apetite e possessividade, ela provou o próprio trabalho, lamboressando a ponta dos dedos com uma expressão de satisfação absoluta que fez um arrepio gélido e delicioso descer pela sua espinha.
— Tão doce, minha puta. — ela sussurrou, a voz ainda mais grave, os lábios levemente sujos brilhando na penumbra. — Você é completamente viciante.
Antes que você pudesse formular qualquer pensamento ou recuperar as forças nas pernas, Giselle segurou firmemente a sua coxa, ditando uma nova mudança de ritmo. Com movimentos rápidos e eficientes, ela desvencilhou-se das próprias roupas, desabotoando e empurrando o jeans e a calcinha para baixo. Segurando seus quadris, Giselle a deitou com cuidado sobre o colchão macio. Antes que você pudesse protestar pela ausência do calor dela, a idol posicionou-se rapidamente entre as suas pernas, abrindo-as com reverência.
Ela encaixou o próprio quadril de lado contra o seu, cruzando as pernas em um encaixe perfeito e urgente. A fricção imediata entre os corpos nus fez escapar um gemido rouco da garganta de Giselle, que se apoiou nos cotovelos, inclinando-se para cima de você com um sorriso perverso e predatório.
— Vou te deixar maluca. — ela murmurou, roçando os lábios nos seus antes de iniciar o primeiro deslizar lento e ritmado da tesoura, fazendo o seu corpo estremecer novamente desde a primeira batida.
O encaixe perfeito daquela posição criava um atrito denso e imediato. Com o peso de Giselle levemente apoiado sobre você, o movimento da tesoura começou de forma cadenciada, mas carregada de uma eletricidade palpável.
A cada cruzamento de quadris, a fricção direta entre a carne sensível e úmida de ambas gerava uma onda de calor insuportável. Os lábios intumescidos roçavam-se com força, criando um som abafado e úmido que preenchia o quarto e acelerava ainda mais os batimentos cardíacos.
— Porra!
Ela gemeu alto, um murmúrio rouco e trêmulo contra a sua pele, enquanto o quadril dela pressionava o seu com mais força, ditando um ritmo mais firme. O encaixe era tão perfeito, o calor emanando de ambas era tão intenso, que a sensação de ter a buceta de Giselle deslizando contra a sua fazia com que o seu centro latejasse dolorosamente, exigindo mais daquele atrito implacável a cada segundo.
O ritmo da tesoura foi se tornando cada vez mais urgente, ditado pela respiração ofegante que se chocava no espaço curto entre os rostos de vocês. O atrito constante e molhado gerava um som rítmico que parecia ecoar pelas paredes do quarto, abafado apenas pelos gemidos que escapavam sem permissão de ambas as gargantas.
Giselle deslizava o quadril com precisão cirúrgica, pressionando a carne sensível contra a sua em um encaixe tão perfeito que parecia que os corpos de vocês haviam sido moldados exatamente para aquilo. A cada vaivém, a fricção direta fazia o seu clitóris latejar em uma voltagem perigosa, mandando ondas de pura eletricidade direto para a base da sua espinha.
Você apertava as coxas ao redor do quadril dela, puxando-a ainda mais para perto, querendo absorver cada centímetro daquele calor febril.
— Giselle, meu deus, assim não! — você gaguejou, as mãos agora nos lençóis enquanto o seu corpo começava a travar de novo, incapaz de acompanhar a intensidade daquele atrito sem perder o pouco de sanidade que lhe restava.
Giselle ergueu o tronco ligeiramente, apoiando o peso nos braços para poder olhar para baixo. Os olhos dela estavam completamente escuros, a íris quase sumindo na penumbra, vidrados na forma como os corpos de vocês se chocavam. Viver aquilo de perto — ver e sentir a própria intimidade colada à sua, as pernas entrelaçadas em um nó inquebrável —, parecia deixar ela ainda mais fora de si.
Um sorriso torto e faminto brotou nos lábios dela antes de ela abaixar a cabeça, capturando a sua boca em um beijo profundo, abafando o próximo grito que tentava escapar de você enquanto ela redobrava a velocidade, decidida a levar as duas juntas até o limite.
A velocidade imposta por Giselle, somada ao atrito implacável e à imensidão daquele momento, fez com que o mundo ao redor simplesmente deixasse de existir. A fricção contínua entre as duas intimidades atingiu um ponto de ebulição insuportável, transformando cada centímetro de pele em pura eletricidade.
— Juntas, meu amor. — Giselle ofegou contra os seus lábios, a voz saindo cortada e desesperada enquanto ela encaixava o quadril com ainda mais força, ditando um último e frenético movimento.
A sua visão escureceu por um segundo. O orgasmo despencou sobre você como uma avalanche, estilhaçando qualquer pensamento coerente. Você arqueou as costas violentamente contra o colchão, as unhas cravando-se com força nos ombros nus de Giselle, enquanto o seu interior se contraía em ondas espasmódicas e intensas ao redor do calor dela.
No mesmo segundo, o corpo de Giselle travou. Um grito abafado e rouco morreu na garganta dela quando o ápice a atingiu também, fazendo-a tremer dos pés à cabeça. Ela desabou o peso do corpo sobre o seu peito, enterrando o rosto no seu pescoço enquanto as duas gozavam juntas, presas no abraço sufocante daquele encaixe perfeito.
A respiração de ambas ecoava pesada e descompassada no quarto silencioso, misturada ao suor que cobria a pele. Por longos minutos, nenhuma das duas teve forças para se mover; apenas permaneceram ali, unidas e ofegantes, saboreando os tremores residuais daquela entrega absoluta.
Com o rosto enterrado na curva do seu pescoço, ela começou a depositar uma série de beijos lentos, preguiçosos e úmidos pela extensão da sua pele, espalhando uma nova onda de arrepios por todo o seu corpo trêmulo. A cada toque dos lábios macios dela, Giselle aproveitava para sugar levemente a carne sensível, deixando marcas roxas e evidentes que atestavam a marca registrada da possessividade dela.
Você soltou um suspiro manhoso, os dedos afagando distraidamente os cabelos dela, acreditando que aquele seria o momento de descanso após tanta intensidade. Mas Giselle ergueu levemente o rosto, os olhos escuros brilhando com uma malícia renovada na penumbra do quarto. Ela traçou o contorno da sua mandíbula com a ponta do nariz antes de descer os lábios até bem perto da sua orelha, fazendo a respiração quente dela queimar a sua pele.
— Não acabou, amor. — Giselle sussurrou, a voz rouca e carregada de uma promessa pervertida que fez o seu estômago dar voltas. — Eu vou te comer de ladinho, todinha para mim.















