Slytherin brothers.
A Malfoy and an animagus that turns into a llama.
Edit: Alpaca, don't llama.
By: @aeronocacto

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Slytherin brothers.
A Malfoy and an animagus that turns into a llama.
Edit: Alpaca, don't llama.
By: @aeronocacto
"We're all so different, but somehow we became family."
When a necromancer from Slytherin falls in love with a ghost of a ravenclaw.
Hal doesn’t remember his own name or how he died, so Zoltan give him the name Hal from his own surname Halál.
Halál means Death in Hungarian.
It’s a pretty sad situation for them, but their story has more than they can even imagine.
Hori and Zoltan, two little snakes.
Also, the friendship between a necromancer and a half-kappa.
Belle e Zu Ou aquela maravilhosa amizade entre um sonserino piromaníaco e uma lufana prestativa.
[Como Belle se tornou amigo do nascido trouxa piromaníaco] Primeiro ano em Hogwarts. Belle observando Zu lendo um livro trouxa antes da aula, fascinada. Não aguenta mais e dá um cutucão. Belle: Isso é trouxa? Zu (desconfiado após os dias em sonserina): E se for? Belle: Nascido trouxa? Zu: Sim. Belle: Oh, que maravilha. Que livro é esse? O que é isso? Zu: Eh, ensinando a fazer um coquetel molotov. Belle: É de comer? Zu: Não, é para colocar fogo nas coisas. Belle arregala os olhos surpresa. Zu se vira, sabendo que a conversa iria acabar aí. Belle: Mas, meio que tem um feitiço para isso, é bem avançado, mas posso te mostrar. Zu se virando rapidamente. Zu: Oh, sim. Minha nova melhor amiga, my gal, my pal, my life. Me ensine, me mostre a luz.
Com @bellebaisersworld
Zoltan Halál
Slytherin, muggle-born, necromancer.
He is in love with a ghost and his animagi is a...Alpaca. Poor guy.
His name is Hungarian, Zoltan means life and Halál means death.
[Nada como ter um meio demônio como amigo.]
Apesar de seu constante hábito de usar soluções trouxas para os problemas, Zu realmente amava magia. Principalmente em momentos como agora.
"Vê se não exagera de novo, no outro dia quase tiro uma soneca no corredor depois."
Hori fez um som de concordância, os dentes ainda fincados em seu ombro por trás, o som de sucção evidente perto assim do seu ouvido, mas não havia dor alguma.
Como ele disse, Zu amava magia.
"Não entendi o porquê dessa posição hoje."
Hori geralmente ficava contente em enterrar as presas em seu braço, o corpo ainda dentro da água. Era um pouco incômodo ter alguém fora do seu campo de visão assim.
Mas também era incômodo ter um meio demônio sugando seu sangue.
Era íntimo. Os braços dela rodeando seu torço por trás, a metade do corpo dela na água, na posição perfeita para o arrastar para o lago e o afogar e-
Melhor não pensar nisso.
Cruzou as pernas na pedra com um suspiro, virando mais a cabeça para dar espaço, os olhos fixos nos diagramas desenhados nos papéis na sua mão.
Hori fez um som engraçado e carente e riu, dando uma batidinha na mão dela em seu peito. Para alguém tão perigosa ela conseguia ser fofa quando queria atenção.
Por fim ela o largou, dando uma lambida e fechando o ferimento suavemente. Ouviu o som dela mergulhando e suspirou em alívio, pegando a poção para repor o sangue da bolsa no chão. Ele odiava a sensação de cansaço depois.
"Aqui. Coma."
Ergueu os olhos e encontrou a mão dela estendida com um saco pardo. O cheiro era característico. Seu favorito.
Aceitou animado.
"Isso é uma novidade."
Pegou a varinha e enxugou os dois rapidamente, adicionando um feitiço para os manter aquecidos.
Como o ser de poucas palavras que era, Hori apenas assentiu com a expressão indiferente, mesmo quando sentou do seu lado na pedra e recostou a cabeça em seu ombro.
Nessas horas ela lhe lembrava um gato.
Ou Belle.
"Sua irmã está zangada."
Quase se engasgou com isso.
"Ofy está sempre zangada com algo."
Após uma pausa acrescentou rápido.
"Não somos irmãos mesmo."
Ficava mais difícil dizer isso.
"É só um acordo. Como o nosso."
Hori o olhou seriamente, piscando de forma preguiçosa ainda com os olhos de kappa. Não devia ser tão fofo isso, mas era.
"Parecem irmãos para mim."
Não soube como responder a isso.
" Desculpe por mais cedo, ela não vai realmente te denunciar. Só ficou preocupada-"
"Como irmã."
"-Ofy é um pouco possessiva com o que acha que é dela."
Hori franziu o nariz e então assentiu.
"Vamos parar."
Parou no meio da mordida incrédulo.
"O quê?"
"Vamos parar. Já é o bastante."
"Mas você precisa-"
"Não realmente. Recebo sangue doado do hospital. E posso comer como humana também."
Zu sabia disso. Evee havia lhe contado, mas preferiu ignorar, porque sabia que não era a mesma coisa.
"Por que fez o acordo em primeiro lugar, então?"
Ela deu de ombros.
"Você cheira bem."
Dessa vez não aguentou e riu. Ela falava isso tão séria.
"Own, Hori-chan. Queria ser minha amiga, mas era muito tímida e por isso quase me afogou?"
Ela tremeu o lábio, os olhos mais brilhantes.
"Talvez."
Zu riu um pouco mais, mas no fim suspirou.
"Somos amigos já."
"Somos?"
"É. Amigos."
Hori assentiu satisfeita, um braço passando em seu ombro de forma quase mecânica. Ela era mesmo ruim nisso.
"Sobre o dinheiro."
Ele tinha esquecido isso de forma momentânea. Ao contrário do que havia dito a Ofy, isso havia deixado de ser sobre dinheiro há muito tempo.
"Acredita também que não preciso me preocupar com isso mais, sendo acolhido por Malfoy?"
Sua voz saiu um pouco amarga e se retesou no abraço.
Hori não respondeu de imediato, os dois olhando para o caminho na floresta. Teriam que ir logo, antes que perdessem o horário.
"Meu avô tem uma loja do beco diagonal, precisa de ajudante nas férias. É um bom dinheiro. E legal, para variar."
A fitou surpreso e ela deu de ombros.
Havia entendimento no rosto dela, como havia no de Heide mais cedo. Heide, por ela saber como era não se sentir segura ao redor da família. Ou nunca, na verdade. Como Zu ela sempre estava esperando ser abandonada e deixada á própria sorte.
Hori ele não sabia a razão.
"Obrigado, Hori."
Ela apenas assentiu novamente.
"Hora de ir, ex-lanche."
Quem diria que ela tinha algum bom humor ali dentro.
"Atrás de você, Hannibal."
[Hal e os ciúmes]
De todas as coisas que poderia acontecer em seu sexto ano em Hogwarts, estar em um armário no meio da madrugada com Zoltan Halál era a última em que Kevin pensou ser possível. Não se engane, ele não estava reclamando. Não era por nada que tantos alunos se matricularam em adivinhação naquele ano sabendo que o sonserino estaria lá. Os anos haviam feito bem à Zoltan. Ele saiu do quinto ano como o típico "garoto fofo meio estranho que fala sozinho" e voltou no sexto como "Se eu sentar nessa espada nem Rei Arthur me tira de lá." Devia ser ilegal ficar assim em poucos meses. Juntando ao fato de ele não dar a mínima para divisão de casas e manter conexões (e negócios ilegais) com quase todo o castelo, Zoltan era interessante demais para não ganhar a orla de admiradores. E o melhor de tudo? Pela forma com que ele estava com a língua tão fundo na sua boca no momento ele gostava de garotos. Sorte dupla. Kevin se achava sortudo mais ainda por ter conseguido passar pela barreira final até chegar ao prêmio: Malfoy e sua varinha rápida para azarar quem olhasse demais para o irmão, Murasakino com seu olhar fixo por cima do ombro dele sempre que alguém tentava se aproximar, Baiser colada no braço dele, ganhando toda a atenção sem nem se esforçar. As duas da corvinal que formavam o bando eram as menos problemáticas na missão aparente de preservar a virgindade do sonserino. Coisa em que elas falharam, porque claramente Zoltan sabia o que estava fazendo. Muito bem. Largou a boca dele e mirou o rosto ruborizado e aparência bagunçada iluminado por um lumos. De alguma forma o desgraçado ficava ainda mais bonito naquele estado. "Eu morri e fui para o céu." Zoltan deu um sorriso que devia ser ilegal. "Eu saberia se esse fosse o caso." "Hum?" Como resposta o outro o jogou contra a porta do armário com força, a boca voltando a sua com vontade. Quem seria ele para reclamar, não é verdade? Zoltan se retesou no seu abraço de forma repentina e antes que pudesse o questionar a madeira sumiu das suas costas, a porta se abrindo e levando os dois ao chão do corredor. Ele nem mesmo iria reclamar de perder pontos e ganhar detenção, não com o outro sentado em cima dele daquele jeito. Sentiu algo gelado em sua nuca e foi arrastado para longe do outro no corredor, ainda no chão. Zoltan olhava para trás dele com uma expressão indecifrável, quase petulante. "Oh, merda." Ergueu os olhos esperando encontrar algum professor, mas confuso encontrou o nada. "Hum?" "Tenho que ir." Zoltan já tinha se erguido e ganhado o corredor antes de responder. O viu marchando rapidamente, sua voz baixa murmurando algo. Demorou alguns segundos para se erguer também. Imaginou se alguém na corvinal acreditaria quando dissesse que havia enfiado a mão dentro das calças de Zoltan Halál. Por um lado ele seria um deus entre os colegas. Por outra sofreria tentativas de assassinato. "Tanto faz. Posso morrer feliz agora." ……. "Você não tem direito de se meter na minha vida assim!" Hal o seguia em silêncio, mesmo quando entraram no salão comunal A expressão furiosa de minutos atrás havia sumido completamente, deixando apenas o desconforto. "Ele estava se aproveitando." "Ninguém estava se aproveitando de ninguém!" Virou para o fantasma idiota, toda a raiva e mágoa dos últimos dias em seu rosto. "Não pode fazer isso comigo. Você que disse que não queria mais me ver." O rosto do outro se contorceu, quase sumindo. "Eu não disse que não queria, mas que seria melhor não. Você tem amigos vivos agora, não precisa mais de mim. Você tem que viver!" "Eu fiz um maldito ritual pensando que havia sido banido, apenas para você falar que tinha sumido de propósito. Você me deixou para trás." "Zu-" "Você disse que nunca ia me deixar para trás, mas deixou. Como todo mundo. E agora isso? O que você quer!?" "Zu?" Olhou para trás e viu Ofy. A expressão dela estava irritada. Provavelmente estava falando mais alto do que imaginava. O rosto dela mudou rapidamente quando se virou, indo para pânico. "O que aconteceu?" "Hum?" "Você está chorando? Você nunca-" A frase terminou de forma desconfortável e tocou o próprio rosto com cautela. "Zu. Zoltan." A voz ansiosa e angustiada o fez olhar Hal, agora flutuando na sua frente, a mão estendida tentando tocar seu rosto. "Zoltan." "Não. Você não pode fazer isso comigo. Venha me ver quando decidir se vai me querer por perto de verdade ou só quando precisa de mim." O outro se afastou como se tivesse o machucado, mas não se sentiu mal por isso. Hal havia sido o primeiro a se aproximar dele sem pedir nada em troca. Agora tudo parecia errado. "Zoltan." A voz suave o fez fechar os olhos. Quando abriu ele havia sumido. Ofy estava ao seu lado, olhando para o nada com uma expressão fria. "Era o fantasma?" Assentiu limpando os olhos. A mão dela foi quase suave em seu braço, o guiando para sentar no sofá, puxando sua cabeça para o ombro dela. Ela não perguntou nada, ou comentou sobre estar chorando. Nada da provocação usual. Ela apenas ficou com ele assim pelo resto da noite. ……. "Preciso aprender como banir espíritos." "Ofy." "Só por curiosidade."