Plz make a list of alpha blogs? They are so rare
I know! I wish that I had more for you, but I only know of @pack-the-pack. Great blog for Alpha stuff.
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S o
Hiiii! I’m the anon from earlier who asked if I could sketch my own concept of Life Lo!
Soooo uh, yeah! Thank you for letting me do this, I had fun!
—(Sugar) oh my goodness!!! He looks amazing!
Alpha Picks: Ai Weiwei: Never Sorry (2012)
Examining the life and career of one of the art world’s most misunderstood characters, this documentary explains why and how Ai Weiwei has used his artistic practice to provocatively address social injustice, corruption, and repression of freedom of speech in his home country of China. It is a path that led to numerous encounters with the autocratic Chinese government and ultimately his incarceration, along with a triumphant release.
Examinando a viada e carreira de um dos personagens mais incompreendidos do mundo das artes, este documentário explica como e porque Ai Weiwei us a a sua pratica criativa para abordar o assunto da injustiça social, corrupção e repressão ao direito do livre discurso em países como c China. Este é uma caminho que o levou a uma serie de embates com o autoritário governo Chines, e consequentemente com a sua prisão e triunfal libertação.
Perfil: Rafael Santacosta
Conhecer o espaço criativo de um artista é sempre uma experiência interessante porque nos ajuda a entender um pouco melhor o universo em que vive aquele indivíduo, além de criar contexto e consequente uma melhor compreensão para as suas obras de arte. Hoje foi a vez da Alpha’a visitar o atelier de Rafael Santacosta. Abaixo você confere o texto de por Roberta Tassinari sobre o artista e também algumas imagens do seu trabalho!
‘A construção e a matéria
A fatura das obras de Rafael Santacosta ocorre através da articulação da matéria a partir de suas especificidades. O procedimento utilizado pelo artista se vale da junção de artefatos e materiais diversos, com o intuito de criar tensão pelo modo como se relacionam.
O ponto de partida de sua pesquisa mais recente ocorreu por meioda união de aparatos que recebia através de doações ou que eram coletados na rua, e que o estimularam a expandir seu olhar para novos meios de criar, utilizando também itens novos e comprados. O resultado das ações de Santacosta têm graça e humor, e seus títulos sugerem uma narrativa cômica, desenvolvida através do arranjo e da história desses componentes, que são em sua maioria, próprios da construção civil.
As estruturas se configuram em uma lógica entre a pintura e o objeto. O aspecto pictórico está principalmente no rastro do gesto, no manipular da matéria, e na cor ácida das tintas; o caráter objetual é o que decorre da soma de elementos, rígidos ou informes, que são posicionados no chão ou na parede. Muitos deles são apresentados em sua forma crua, evidenciando suas propriedades como peso, forma e superfície. Sua volumetria ora é bruta e pesada, ora é leve e instável, o que evidencia a potência do trabalho que também se apresenta nesses apontamentos dicotômicos entre força e fragilidade.
Os materiais apropriados, mesmo sendo facilmente identificáveis, perdem sua função inicial e passam a atuar como matéria-prima para essas operações que, de alguma forma, trazem proximidade e estranhamento. De um modo geral, há uma síntese de unidades, o que reforça sua presença corpórea.’
Tamanco, 2016
Over Geeta, 2015
Coral VI, 2015
fonte: http://santacosta.tumblr.com/
Ivan Grilo by Espaço Húmus
Ele tinha medo do mar, respeito pelo mar. Mas vestiu o manto da coragem que todo pescador usa e foi para Ilha dos Lençóis, no Maranhão. Foi atrás de São Sebastião, das lendas e quinquilharias de um lugar esquecido por tudo, menos pelo vento. O artista Ivan Grilo foi pescar memórias.
A dobra
Recebeu o Espaço Húmus em seu ateliê, na cidade de Itatiba. A casa dele é o ateliê, o ateliê dele é casa. Para conhecer o seu trabalho, é necessário mergulho. Na parede, uma revoada de páginas, para que nunca se esqueça a importância das histórias. Principalmente das miúdas.
Estudo naufragio 2
O que Ivan Grilo manuseia são acervos e fotografias. É um sucateiro de histórias, investigador de cada pedacinho. Tudo isso parte de uma inquietação, de uma curiosidade natural. Quando pequeno, Ivan queria ser pedreiro, desmanchava tudo.
Estudo trasito, lado
O nome de sua exposição sobre a Ilha dos Lençóis é “Sentimo-nos Cegos”. Mas é uma cegueira plena, pois a mão de Ivan Grilo nos guia e nos força delicadamente a imaginar.
Inventario vila
Nazareno by Espaço Húmus
Como tudo é grande quando se é criança; o mundo recém-descoberto é dos gigantes. O fogão onde transborda o leite é alto como um prédio, o líquido branco que escorre não parece que vai queimar. Os muros não permitem ver o céu. Na sala de aula, que medo das cadeiras viradas para a parede, o sinal do erro. Quando se é adulto, tudo é pequeno, cabe na palma da mão. A obra de Nazareno também.
O artista plástico tem a fala mansa, de quem nasceu perto do mar. Diz que todo artista é, por ofício, um coletor; Nazareno coletas as coisas do mundo, as que esbarramos e as que são completamente invisíveis, como os sentimentos. “Sempre desenhei, porque também sempre comi”, ele revelou em entrevista. É também um geógrafo. Risca as cartografias das passagens pelas quais todos passam, o tatear da infância, o vulcão da adolescência, ser adulto e perdido. É difícil não se ver em seus desenhos.
Desenha um emaranhado de veias e incentiva coragem, coragem! Debaixo de muletas pequenas, o esforço de ter chegado até a pessoa querida. Atira uma flecha no espaço branco e sussurra, no futuro, volte para mim, a flecha ou o amor. São conselhos escritos com tinta de sutil ironia, placas antes de se entrar na floresta espinhenta das relações cotidianas.
E como a Alice de Lewis Carroll, que sorveu um líquido para crescer, se caminha gigante sobre sua série de miniaturas. Uma vontade de pisar, um medo de mexer. É a infância invertida, se é dono dela. As inadequações, a hierarquia, a princesa dormindo nos colchões e sentindo a ervilha. Dói.
Nazareno fala sobre pedras; o protagonista de suas obras é o perdedor das lutas do dia-a-dia: Quem chega atrasado, quem é largado, o aluno que não entende a matemática. A dificuldade se materializa em uma escada inalcançável, com o primeiro degrau pendendo no ar e o último de encontro a rigidez do teto.
Onde os pontos se conectam, atenção, amores!, diz uma de suas ilustrações. Onde estão as obras de Nazareno, atenção, um relicário do cotidiano que pode ser seu!
Nazareno foi um dos primeiros artistas a colaborar com o projeto Alpha T-Shirt e o resultado dessa parceria você confere abaixo!
As camisetas-obra estão disponíveis nos modelos Feminino e Masculino no Alpha Shop! Não deixe de comprar a sua!