Quando eu era um #retardado. Quando eu era um estudante, especificamente na #faculdade, eu era um retardado. E talvez por isto, estejam querendo me fazer tomar no cu. Eu nunca gostei d #politica. Este retardamento eu nunca tive. E vivem me tentando enfiar nesta desgraça. Nesta perda de tempo. Do d vocês. Do meu, só pelos textos. Bem, como eu era um retardado, admiraaaava aqueles professores charlatões, tinham bons #professores mas tinha cada um q enrolaaaava, e alguns num deixavam nem a gente finalizar as atividades, pra enrolar mais. E a gente pagando, mesmo q fosse bolsa, era dinheiro. E podem não acreditar mas, eu precisava. Maldita hora q eu ganhei esta bolsa #amaldiçoada. Nunca me deu uma carreira #digna e agora estou sofrendo com os #retardados dos #DCE. É, isto q vocês são. Pooodem me linxar na rua. Vocês num querem estudar! Vocês querem bagunçar, beber vinho, zoar. Meus ex professores, aqueles mencionados, onde haviam alguns charlatões, não deixavam eu ser como vocês. A maioria, queria que ficássemos bons. E O TRABALHO COMIA NO FERIADO, FIM D SEMANA, QUALQUER ÉPOCA. SERÁ Q ALGUÉM ACHA, Q EU, COM ESTE STRESS TODO, VOU FICAR PROMOVENDO FESTA, CALOURADA PRA ALUNO SE PEGAR UNI, DUNI, TÊ. ESPERO Q NÃO ESTEJAM ME QUERENDO PRA SER CHARLATA. E EU VOU FAZER QUESTÃO D SER. DO CONTRÁRIO VOU SER UM #NAZISTA. NINGUÉM TEM FIM D SEMANA MAIS. VOU PESQUISAR ASSUNTO PRA FAZER NEGUIM ESTUDAR, PRA NUM TER TEMPO PRA BOBAJADA D #DCE. FICA NO DCE, Q VOCÊ NUM PASSA CACHORRO, E SEU PAI, TEM Q PAGAR MAIS. EU TINHA Q PASSAR, ERA BOLSISTA. E VOCÊ HEIM CURIÓ? AI NUM TEM REPRESENTANTE NÃO, SE VIRA! ERA MULHER GOSTOSA, ERA BENEFÍCIO NO XEROX, FAZIAM O #CAPETA. E EU, GUERREIRO Q SOU, RESISTI A TUDO. HÁ UM TEMPO ATRÁS, ENCONTRAVA COM 1 DAS "GOSTOSAS" Q ERAM DO DCE JÁ FORMADOS NÓS DOIS, E PASMEM, A MENTALIDADE É A MESMA. ENQUANTO ISTO, EU SIGO NOOUTRAS VIBES. VÃO QUERER O Q, OUTRAS VIBES OU FICAR ESTÁTICOS? Estão vendo mandantes #desgraçados, até pra sabotar eu sou bom. E ai #DCE, já q tão querendo me transformar no seu herói, me escuta. Sai desta, e enfia a cara nos estudos. Ficando no DCE, talvez vai ser político e você sabe como são os nossos! Dou moral não! #eleicoes2018
A ilha amaldiçoada de Gaiola Ilha de gaiola (Isola della Gaiola em Italiano) é uma das ilhas menores de Nápoles, Itália, localizado no Golfo de Nápoles no coração da Gaiola Underwater Park, uma área protegida de cerca de 42 hectares. A ilha consistem de dois ilhéus deslumbrantes e serenos. Localizado na fronteira sul de Posillipo e muito perto da costa – cerca de 30 metros de distância, a ilha é fácil de alcançar. Enquanto um do Ilhéu tem uma casa solitária, o outro é desabitado. Uma pequena ponte conecta os dois ilhéus, que são separados por poucos metros. A ponte é muito estreita e se parece com um arco natural conectando os dois ilhéus. A ilha tem o seu nome nas cavidades que pontilham a costa de Posillipo, originário do latim cavea, "pequena caverna" e, em seguida, através do dialeto "Caviola". Originalmente, a pequena ilha era conhecida como Euplea, protetor da segurança da navegação e foi o local de um pequeno templo dedicado a Vénus. Existem também várias outras ruínas desde o tempo dos romanos. Na verdade, abaixo dos ilhéus na água são várias estruturas romanas que agora são o lar de criaturas marinhas. Alguns acreditam que o poeta Virgílio, considerado como um mágico, lecionou aqui as ruínas Fonte: https://edukavita.blogspot.com.br/2013/12/a-ilha-amaldicoada-de-gaiola.html. #curiosidade #cultura #viagens #historias #amaldiçoadailhadegaiola #amaldiçoada #Nápoles #italy #ilha #ilhadegaiola ✈️✈️✈️✈️🌎🌎🍀 #ponto #pontoturismo
A história de Anneliese Michel, a verdadeira Emily Rose
#Leiam "A história de Anneliese Michel, a verdadeira Emily Rose" "Você sabia que a história relatada no filme “O Exorcismo de Emily Rose”, de 2005, é inspirada num caso real? Todavia, há algumas pequenas diferenças: o nome da real Emily Rose era Anneliese Michel, nascida em 21 de setembro de 1952, em Klingenberg, Alemanha. Oficialmente, a sua morte, em 1º de julho de 1976..." [Continue Lendo] #Curta #Comente #Compartilhe www.facebook.com/diveweb.net #Acesse www.diveweb.net #Instagram @diveweb
Você sabia que a história relatada no filme “O Exorcismo de Emily Rose”, de 2005, é inspirada num caso real? Todavia, há algumas pequenas diferenças: o nome da real Emily Rose era Anneliese Michel, nascida em 21 de setembro de 1952, em Klingenberg, Alemanha. Oficialmente, a sua morte, em 1º de julho de 1976, deu-se por desidratação e desnutrição. Na prática, entretanto, ninguém até hoje sabe…
Samara andava de um lado para o outro tentando organizar seus pensamentos. Tudo estava girando em sua mente, ao seu redor e mesmo que quisesse Samara não conseguia alcançar o chão, não conseguia cair e morrer. Algo a mantinha viva, como se quisessem ver seu sofrimento.
Samara pensava em todos os acontecimentos desde que chegará ao Acampamento. De todas as coisas que havia vivido e estava longe de ser algo normal. Vira seu irmão morto ao chão, banhado com seu próprio sangue. Foi a causa de sua irmã estar na enfermaria aos cuidados dos filhos de Apolo, surtando e a odiando profundamente. E descobrira que sua mãe não se contentava apenas em ser uma deusa infernal, tinha que ser uma vilã na história toda.
Seus pensamentos estavam a mil e sentia que o excesso de cafeína começara a fazer efeito juntamente com o vinho que tomara mais cedo. Estava em seu Chalé sozinha, na companhia de si mesma. Nem sua cobra de estimação estava a fim de ficar ao seu lado.
"Ingrata.", pensará Samara ao ver sua cobra saindo como se nada estivesse acontecendo.
O problema era que tudo estava acontecendo naquele momento e Samara não via uma saída para a situação que vivencia. Ela apenas queria se afogar na bebida, e com sorte afogar-se na água da praia. Mas sabia que não conseguira chegar ao seu destino sem ser perturbada por algum espirito de porco.
O que restava para ela era seu Chalé silencioso e calmo, tudo o que ela não queria no momento: Tranquilidade e calmaria.
- Merda! - Gritou atirando sua xícara de café contra a parede.
Ela borbulhava de raiva, e não era uma decisão inteligente deixar que seus sentimentos tomassem conta de seu corpo. Ela perderia totalmente sua razão e poderia ser imprevisível.
Senti uma mudança de ar no Chalé, algo estava errado, porém não sabia identificar de cara o que era. Apenas sabia que algo de mágico do Chalé 20 havia se tornado mais intenso. E ela não gostava daquilo.
- Vejo que está feliz Samara. - Ela escuta uma voz irônica que não soubera identificar. Apenas sabia que já havia a escutado em seus pesadelos.
Virou-se rapidamente e encontrou sentada na cama em frente a sua mãe, a última mulher que ela queria ver naquele momento, a mulher em que destruirá sua vida desde o momento em que a gerou.
- Hécate. - Ela sibilou ficando com raiva.
- Não irei ganhar nem um "oi mamãe"? - Hécate pergunta irônica.
Parecia que hoje a deusa estava para brincadeiras, o que claramente Samara não estava.
- O que está fazendo aqui? - Indaga Samara para a deusa.
- Sempre imaginei nosso encontro de outra forma. - Hécate ignora sua pergunta falando calmamente de uma forma sinistra, levantando-se da cama que um dia fora de um dos seus irmãos. - Mas pelo visto o destino nos preparou uma nova surpresa. - Ela diz.
- O que está fazendo aqui? - Samara indaga novamente fechando sua mão em um punho.
A razão era a última coisa que tinha em sua cabeça, sabia que não devia confrontar uma deusa, mas a raiva tomara todas as proporções que podia em Samara que o "errado" havia se tornado o "certo".
- Francamente garota, eu não sei como fui ter uma filha como você. - Hécate fala sem esboçar nada em sua voz. - Acha mesmo que irá conseguir me deter?
- Porque matou Alex? - Questiona sentindo mais raiva.
- Ainda estão nesse drama? - Pergunta sua mãe. - Matei Alex pelo mesmo motivo que você acabará morrendo... - Hécate fala dando um passo para frente. - Mas, fique tranquila, não irei te matar hoje.
- Porque matou Alex? - Indaga novamente Samara.
- Não vim falar do seu irmão, e você é bem inteligente para adivinhar o motivo real da morte do Alex... Se não consegue juntar 1 mais 1, tente enxergar através de seus pesadelos. - Hécate informa inabalável com a conversa.
Samara a olha sem saber o que sentir. Sentia raiva por tudo que tinha acontecido ser culpa dela, mas ao mesmo tempo, sentia algo mais do que raiva. Algo como desejo por sangue, de matar sua mãe, de saber qual a sensação de vingar seu irmão. E esse era um sentimento novo para ela.
Hécate lançou um novo olhar, como se estivesse entendo o que estava acontecendo com Samara naquele exato momento. O que não surpreendeu a bruxa mais nova, já que ela era uma deusa e além do mais era sua mãe, por mais que não gostasse da ideia.
- Deixar a raiva tomar contar de você foi uma das piores decisões que você já cometeu. - Informa Hécate. - Porém, graças a esse fato, você quer me matar para vingar a morte de seu pobre irmão... E se eu te propuser algo mais tentador do que minha morte? - Hécate pergunta.
Dava para sentir que havia veneno em suas palavras. A Deusa sabia o que havia errado com Niffler e usaria isso a seu favor. E Samara que estava tão embriagada com sua raiva misturada com as substancias ingeridas não tinha como previr sua resposta.
- Não quero nada que venha de você. - Samara consegue dizer.
- Eu poderia te dar poder, eu poderia te dar a chance de sair desse lugar deplorável e viver como uma rainha comigo. Eu poderia te transformar na mulher mais poderosa do mundo, apenas junte-se a mim e ao meu mestre querida e tudo ficará bem novamente. - Hécate propôs deixando a mostra seus olhos brilhando como sinal de poder.
Samara a olhou como se não acreditasse no que havia escutado. Ela ia dizer não na hora, iria mandar sua mãe voltar para o inferno de onde nunca devia ter saído, mas algo a impediu. Algo dentro dela se remexeu ao mencionar o tal poder prometido por sua mãe e isso a deixou sem palavras.
Sabia que tinha algo de errado com ela, apenas não entendia o que. Sabia que sentia uma energia diferente em seu corpo na presença de poder, vitória ou até mesmo na presença de fogo... Mas normalmente conseguia domina-lo até extingui-lo por completo. Entretanto, naquele momento estava sendo algo terrível, quase impossível e doloroso de se controlar.
- Não tente controla-lo querida. - Hécate fala com um tom que não era comum para ela, algo que se misturava com pena e ironia ao mesmo tempo. - Você sabe que seu monstrinho não se aquietará até você aceitar minha proposta.
Samara levanta seus olhos, que antes estava fixando o chão na forma de conter suas emoções, até sua mãe que a olhava impiedosa e ao mesmo tempo parecia que se divertia com tudo aquilo.
- Como você sabe... - Samara não completou sua frase, perceberá que a causa daquele troço que tinha dentro dela era obra de sua mãe. - Você faz isso comigo? - Questiona sem esperar resposta. - Você me amaldiçoou? – Pergunta mesmo sabendo a resposta.
- Não seja dramática. - Hécate fala dando uma risada fria. - Você está apenas com uma parte da maldição, deveria se sentir agradecida pela minha misericórida.
- Você me amaldiçoou sua bruxa, como pode fazer isso? - Pergunta deixando sua raiva tomar conta dela novamente. - Você mata seu filho... O que será depois? Irá machucar a Joh? – Samara fala ficando com mais raiva. – E agora quer eu me junte a você? Minha resposta é não.
- Você já deu sua resposta. - Hécate conclui deixando sua face ficar fria como se ela estivesse vendo a lua cheia refletida a sua frente. - Você irá se arrepender Samara por não ter se juntado a mim quando foi necessário, e agora você sofrerá as consequências de seus atos. - Hécate sentencia sinistramente. - E tudo o que queria era o seu bem, da mesma forma que eu quis o bem do seu irmão. - Antes que Sam pudesse questionar a deusa havia ido embora.
Samara sentiu-se fraca e desabou em sua cama. Sei lá o que estivesse dentro dela havia se acalmado, e ela sabia que não a perturbaria pelo menos por agora. Tudo que Samara queria no momento era dormir, mas sabia que seus pesadelos a atormentariam. O vinho já não fazia mais efeito em seu corpo e a cafeína não adiantava mais. Niffler foi se acalmando lentamente ao mesmo tempo em que a raiva ia desaparecendo e o cansaço tomava conta da bruxa. Samara apenas queria entender o motivo de ser amaldiçoada por sua mãe.
Pelo menos, ela não havia sucumbido ao desejo de poder e estragado mais a sua vida. Pelo menos, agora ela sabia que Alex havia sido morto por negar-se a juntar-se a sua mãe. Não que isso fosse trazer algum tipo de conforto ou paz para Samara, mas pelo menos uma de suas perguntas havia sido respondida enquanto outras tomavam seu lugar.