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Você sabe como se chamam os animais que comem de tudo?
— Ricos.
Você gosta de se divertir, você dança nos limites do que é errado e do que é certo.
Sombr (we never dated)
o peso do conhecimento
às vezes, sinto que carregar tanto conhecimento é como equilibrar uma pilha infinita de livros na cabeça. cada página lida, cada teoria compreendida, cada fórmula decorada adiciona um peso invisível, mas também me faz crescer. é estranho, né? quanto mais a gente aprende, mais percebe o quanto ainda há pra descobrir. o conhecimento é como uma escada interminável, e mesmo que às vezes o cansaço me faça querer parar, é nesse peso que eu encontro minha força.
aquela sede no sentido de alcançar a chave que abre a porta à melhor compreensão do que aquilo que os meus olhos através da fechadura, oferecem até este momento
talvez seja um dos mais fascinantes e vanguardistas traços da espécie humana. só de pensar assim que observo o mundo ao meu redor que na primavera dos passos para algumas destas trajectórias se amadurecerem na forma que respiram neste instante — se alvoreceu um ser humano senhorio de uma sicidade com uma insusceptível crença, apesar da falange de miragens que se afloraram no decurso do destino para o oásis da mesma, é algo que me inspira a resgatar o meu vestuário de aniversário mais usado que era e ainda persiste em ser a fedora na companhia da gabardine.
Eu amo contar essa curiosidade.
Sempre que converso com alguém e essa pessoa fala sobre rio ou mar. Eu digo com muito orgulho: Eu nasci em uma cidade onde tem o encontro de dois rios e mesmo assim eu nunca aprendi a nadar. Eu tentei e já até usei da crença popular de que, se você engolir um peixe vivo, você aprenderá a nadar com mais facilidade. Mas isso nunca aconteceu.
Uma versão de um clássico literário: "Frankenstein", 1973