Me chamo Lavínia e sou Personal Trainer. Eu atendo tanto em academias quanto nas residências e foi em uma das aulas na Academia que eu conheci a Denise. Nossa afinidade foi imediata e ela passou a treinar comigo todos os dias. Admirei a dedicação e força de vontade dela nos treinos. Um dia eu cheguei na academia para treinar, pois estava de folga das minhas aulas, e ela já estava treinando Muay Thai com o Miguel. Ele a estava ensinando a bater e chutar no saco de pancada. Ela estava bem concentrada, mas, quando me viu, perdeu um pouco do foco. Miguel chamou a atenção dela e eu, com toda a educação, entrei na conversa e dei força para ele, dizendo a ela que ela deveria manter o foco durante a aula, para não perder o ritmo. Fui me aquecer nos aparelhos, enquanto ela continuava o treino com Miguel. Mas ela estava mesmo se distraindo comigo ali. Miguel chamou a atenção dela mais uma vez e decidiu dar um tempo nos treinos. Denise notou que ele saiu visivelmente desgostoso com o desempenho dela e era nítido na expressão dela que ela estava envergonhada por isso. Para animá-la, eu parei o meu treino e fui ajuda, até para ela se animar mais. Me posicionei atrás do saco de pancadas e a incentivei a se esforçar mais. Não vi problemas, pois estava ali como amiga de academia e não como instrutora.
Eu notei algo diferente nela. Ela estava mais animada, mais extrovertida e mais firme nos golpes. Foi bom ver ela assim. Eu a interrompi e disse a ela para fazer alguns exercícios para soltar o corpo e deixá-la mais flexível. Comecei a orientá-la para que fizesse alguns agachamentos e flexionasse bem as pernas, pois são importantes para a prática do Muay Thai. Nunca escondi que sou lésbica, mas não estava preparada para o que viria a seguir. Quando ela fazia exercícios com as barras, segurei a cintura dela para que ela tivesse apoio, sem segundas intenções, é claro. Só que eu pude sentir a tensão no ar, como que sentindo aquele baque bater e me fazer pensar: “Ei! O que está acontecendo aqui?”. Apenas continuei o treino para que a Denise mantivesse o foco. Logo aconteceu o que eu nem esperava, quando ela se virou para mim e nossos olhares se encontraram. Nossas respirações ficaram intensas, profundas. Tentei continuar a ajuda-la, mas ela me pegou de surpresa com um beijo gostoso, que de lento tornou-se intenso. Me afastei e fiquei sem jeito com a situação, mas ela me disse que já queria isso, pois estava muito atraída por mim. Eu mal sabia o que dizer diante daquele ocorrido. Miguel retornou e disse que teria que interromper a aula, pois recebeu uma ligação e teve que ir para casa, sem nos falar o motivo.
Assim que ele saiu, eu também achei melhor eu ir, pois não estava confortável com aquela situação. Mas a Denise pegou minha mão e me puxou para ela. Nossos rostos se colaram e o olhar dela dizia que eu não sairia dali sem que ela tivesse o que queria. Não resisti e me joguei, me entregando à vontade dela de me beijar. Foi mais que um beijo, foi um embate entre nossas bocas. Chamei ela para o meu apartamento, onde eu tenho um espaço para treino todo acarpetado. Já era impossível nos conter. No caminho, enquanto eu dirigia, Denise passava a mãos em minhas pernas, me deixando bem provocada até que chegamos ao meu condomínio. Pegamos o elevador e subimos aos beijos, nos pegando com toda a vontade. Nós entramos no meu apartamento agarradas uma à outra. Não pude me segurar mais. Virei ela de costas para mim e coloquei minha mão dentro da calça dela, tocando a vulva dela e abraçando-a fortemente. O pescoço dela estava todo ao meu dispor e o beijei muito, dando aquelas passadas de língua irresistíveis. Pude sentir a pele dela se arrepiar toda e foi uma sensação maravilhosa.
Tiramos o resto das nossas roupas e nos jogamos naquele carpete, nos beijando com tara e sem pudor. Nossas mãos exploraram nossos corpos. Eu não esperava que ela soubesse tanto como me enlouquecer.
Ela desceu a boca por todo o meu corpo, explorando cada parte, cada zona erógena que ela podia. Senti a temperatura dele se elevar incrivelmente. Meus seios não foram apenas beijados. Eles foram sugados com voracidade por ela, descendo dos meus seios para percorrer o caminho até a minha vulva. Quando a língua dela tocou levemente o meu clitóris, senti algo indescritível. O que começou com movimentos suaves logo se tornou uma saborosa provocação. Eu segurei os cabelos dela para mostrar a ela exatamente como o meu estado de excitação. Logo notei que ela compreendeu bem isso, pois aumentou a intensidade das investidas. Comecei a me contorcer naquele carpete, pois eu não esperava que ela soubesse tanto, mesmo sabendo que outros dizem que uma mulher sabe o que a outra gosta. Fiquei ali, sentindo-a me enlouquecer. Eu estava adorando aquele jogo delicioso. Ela me beijou inteira, atiçando cada sentindo, do tato ao paladar, pois os beijos dela trouxeram o sabor da minha própria pele, além do batom aromático que ela estava usando.
Eu a joguei no carpete e investi o dobro do que ela havia feito em mim. Já que ela havia me provocado, agora receberia de volta todo aquele prazer. Como eu poderia fazer diferente?
Se ela me queria, então me teria por completo. Usei minha boca da forma mais maliciosa para deixa-la com muita vontade. Fiz com que ela sentisse cada carícia multiplicada por 10. Ela gemia e rebolava com a minha boca devorando-a intensamente. Mais experiente, usei alguns artifícios que a deixaram ainda mais provocada, como o bom uso dos meus dedos. Tratei de invadir a vulva dela com um, depois dois e por fim 3 dedos. Ela não resistiu e tratou e agarrar a minha cintura com toda a força e me puxou para beijá-la uma vez mais. E que beijo foi aquele, cheio de paixão e desejo! Nossos corpos se enroscaram e nossas pernas se cruzaram, fazendo com que nossas vulvas se esfregassem deliciosamente. Foi uma sensação única. Nós forçávamos nossas vulvas uma na outra e o que antes eram apenas gemidos tornaram-se gritos de prazer. Quando dei por mim eu, que não esperava daquele dia, estava entregue àquela mulher plenamente, querendo-a completamente. Rolávamos naquele carpete sem parar de fazermos amor, para que cada uma tivesse o privilégio certo naquela transa. Eu ousei ainda mais, ao coloca-la em quatro apoios e me encaixar nela para que rebolássemos juntas. Eu pude sentir corpo dela entrando em profunda combustão. Eu sei que era exatamente o que ela queria, pois também era a minha vontade.
Eu a deitei e voltei a beijá-la, levando meus dedos a tocarem a vulva dela mais uma vez. Ficamos por minutos naquela posição, ela segurando a minha cintura e eu a torturando com meus toques. Fantásticas sensações nos tomaram. Me sentei sobre ela e comecei a mexer meus quadris, fazendo com nossas vulvas se esfregassem mais uma vez, agora com ainda mais prazer e excitação. Ela tocou meus seios com uma das mãos e com a outra puxou meu rosto para nossas bocas se colarem mais uma vez. Tratei de aumentar meu ritmo para que ela também mais prazer. Nem imaginávamos que aquele seria um exercício ainda mais intenso e gostoso do que eu o que teríamos na academia. Atingimos nossos ápices pela primeira vez, ficando exaustas do esforço que fizemos. Buscando recuperar o fôlego e as nossas energias, nos deitamos ali no carpete para nos recompormos. Mas é claro que ainda estávamos com vontade de transarmos mais. Levei ela para um banho relaxante e combinamos que ela dormiria lá comigo, já que seria um belo domingo no dia seguinte. Durante o banho, o clima de beijos e carícias voltou a esquentar nos pegamos outra vez. Me ajoelhei e a consumi com meus beijos na vulva dela, sentindo-a rebolar na minha boca. Ela não resistiu e se derramou, me puxando para o beijo e para sentir seu sabor na minha boca.
Ela me segurou fortemente entre os braços e voltamos a cruzar as nossas pernas, fazendo todo aquele prazer de há pouco voltar, pois nossas vulvas estavam duplamente molhadas, tanto por aquela água gostosa quanto por nossa própria umidade. O encontro entre elas foi ainda mais gostoso, mais caloroso e prazeroso. Mas Denise queria mais de mim. Ela me sentou e abriu as minhas pernas, devorando-me com pura tara e vontade. Ela fez comigo o que queria, até que saímos e fomos ainda molhadas para a cama. Voltamos a transar com ainda mais desejo que antes. Nossas línguas duelaram no beijo e nossos corpos estavam totalmente envolvidos nos movimentos que fizemos. Tudo muito gostoso e tentador. Ela me envolveu nos braços e pernas, prendendo meu corpo completamente. Foram instantes de loucura e devaneios. Éramos duas mulheres insaciáveis se amando de todas as maneiras. O beijo era mais gostoso que antes e as carícias bem mais intensas.
Ela me rolou para baixo e sentou-se em meu rosto para que a minha boca voltasse à vulva dela. Eu sabia exatamente o que ela queria de mim ali. Da minha boca, ela passou para meu colo e começou a rebolar maravilhosamente sobre mim. Senti o clitóris dela roçando forte contra o meu aquilo aumentou demais a nossa sensibilidade.
Por fim chegamos ao nosso limite e atingimos nossos ápices, deixando que nossos corpos relaxassem depois de todo aquele prazer. Dormimos abraçadas, trocando algumas carícias. Pensei comigo mesmo que a ideia de ela dormir em meu apartamento foi mais do que perfeita. Pela manhã, ela me acordou com beijos suaves e carícias gostosas, me deixando mais uma vez pronta para mais prazer. Trocamos um beijo profundo e lento, cheio de vontade. Nossa! A pele dela estava quente, macia, gostosa de sentir. Não resistimos e namoramos muito naquela manhã de domingo, deixando nossas bocas falarem por nós e fazerem todas as carícias possíveis. Denise já não era mais uma principiante. Ela agora já soube como fazer e como me excitar. O beijo já tinha outra intensidade e um sabor ainda mais doce. Ela já sabia exatamente onde me tocar e provocar, me deixando louca por mais daquele sexo gostoso que ela fez comigo.
O que mais gostamos na manhã foram os beijos. Não parávamos de nos beijos em nenhum instante, ainda que nossas mãos nos percorressem e nossos corpos se enroscassem, eram os nossos beijos que nos moviam e incitavam. Foi uma manhã de sexo a duas que nos deixou ainda mais envolvidas e apaixonadas.
Levamos nossas mãos às nossas vulvas e ficamos nos tocando, até que ela me deitou e me surpreendeu, puxando minhas pernas ao redor a da cintura e colando a vulva dela na minha.
Ficamos assim, fazendo amor de forma ousada, nos chamando por nomes e dizendo palavras excitantes. Não resistimos à intensidade daquelas carícias e nos permitimos chegar à um ápice intenso e forte, que nos deixou saciadas. Passamos o domingo juntas, namorando e relaxando no meu apartamento. O que havia começado com uma bela amizade, transformou-se em um namoro que surpreende a nós duas todos os dias, pois nossos momentos são de felicidade, amor, cumplicidade e muito... Muito prazer.
Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.











