Todavía estoy sanando. No me refiero solo a sanar de relaciones tóxicas o desamores. Me estoy curando de los errores que cometí, de mis problemas familiares, de amistades, de fallarme a mí mismo, de decepciones, de expectativas que no pude alcanzar.
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Todavía estoy sanando. No me refiero solo a sanar de relaciones tóxicas o desamores. Me estoy curando de los errores que cometí, de mis problemas familiares, de amistades, de fallarme a mí mismo, de decepciones, de expectativas que no pude alcanzar.
No quiero parar de esto, de nosotros, de tus manos y las mías, de nuestros abrazos y besos. No quiero parar ahora, no creo hacerlo nunca.
Nubes con lluvia.
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vale más que un detalle.
Con razón ya ni los amigos ni el amor duran.
Aquel fin de semana, cayeron dos hojas secas de lo alto de aquel árbol: tras mi ventana, observaba que el viento las movía en círculos, como tú, que girabas en el aire cuando bailabas sobre el hielo, con la incertidumbre de tus padres, que al mirarte, no veían más que a una loca que soñaba con moldear al mundo con sus manos y su arte. Yo te creía. En verdad pensaba que llegarías a los grandes auditorios con toda tu revolución. Y me sentí pequeño y feliz de verte tan radiante, porque admiraba lo lejos que habías llegado a pesar de las bombas. Y yo nunca he tenido esa fortaleza que compartías conmigo. Ya han pasado más de 135 días y no respondes. ¿Dónde te encuentras? ¿Cómo debería buscarte?
Álex Hernández
Agulha e linha Tenho que te tirar você de minha cabeça.😥💔
(Shawn Mendes) música Stitches 🎶🖤
Parcerias Estratégicas Amorosas
No admirável mundo novo da semântica amorosa, uma simples palavra consegue ser, simultaneamente, um manifesto político, um escudo contra o patriarcado e a maior fobia de quem tem alergia a alianças.
Antigamente, a vida era simples (e terrivelmente binária, dirão alguns). Ou se era namorado, ou se era marido. Mas eis que a classe média heterossexual, sempre pronta a apropriar-se de algo com um "twist" de virtude, descobriu o termo "parceiro". E que descoberta! É o canivete suíço das relações modernas.
Como bem nota a cantora Kari Serrano, num artigo do jornal El País, há quem use "parceiro" apenas para não ter de admitir que, aos 35 anos, ainda tem uma "namorada" — essa palavra que soa a hormonas adolescentes e borbulhas na cara. "Parceiro" soa a seriedade. Soa a quem partilha o crédito da casa e a conta da eletricidade. Soa a alguém que, como sugere a TikToker Groove Legends, está em Hollywood a negociar um contrato de exclusividade emocional, mesmo que a única coisa que realmente partilhem seja a password da Netflix.
A ironia atinge o seu auge quando o The Cut nos avisa: o heterossexual comum só deve sacar do "parceiro" quando há lucro envolvido. É o "parceiro de conveniência". Precisa de convencer o senhorio de que não é um solteiro boémio que vai destruir o soalho? "Eu e a minha parceira adorámos o apartamento". Quer um lugar no avião ao lado da "companheira" sem parecer carente? "O meu parceiro tem medo de voar". É a etiqueta da ambiguidade estratégica.
O mais fascinante é ver como esta migração linguística atropela, com a delicadeza de um elefante, a história da comunidade LGBTQ+. O que antes era um código de segurança — uma forma de falar de amor em ambientes hostis sem revelar o género do amado, como recorda a psicóloga Bárbara Zorrilla Pantoja — tornou-se o novo acessório da moda "cool" e desconstruída.
Hoje, ser "parceiro" é o máximo da rebeldia burguesa. É recusar o patriarcado enquanto se escolhe o detergente da loiça no supermercado. É a solução perfeita para quem quer a estabilidade do casamento, mas tem medo que a palavra "marido" os transforme instantaneamente nos seus próprios pais, de pijama e pantufas à frente da televisão.
No fundo, "parceiro" é a palavra ideal para a nossa era: não define nada, serve para tudo e, acima de tudo, fica lindamente num formulário de historial médico. Se a relação acabar? Bem, dissolve-se a "parceria". É muito menos dramático do que um divórcio e muito mais sofisticado do que um "acabámos o namoro".
El servei de la religió fins ara//The service of religion so far//El servicio de la religión hasta ahora
El servei de la religió fins ara El capteniment que han forjat les religions en cada persona tant si era creient o no, ha mantingut a la majoria dels humans una mica prudents pel que fa a la seva forma de comportar-se. Aquesta mica de «pudor», mantingut per la majoria, i potser pels eminents, ha fet que la convivència hagi estat una mica més fàcil que sense això.Ara.., no podria dir pas el…