Maglor acompanhou com seus tristes e penetrantes olhos azuis escuros como as profundezas do oceano o elfo ser recebido por soldados Noldorin e pelo mordomo de Elrond, Lindir, e acompanhado até o escritório pessoal de estudos do Senhor de Rivendell, onde provavelmente Elrond receberia as tão apressadas notícias do mensageiro. Aquilo não era boa coisa, não podia ser e sem saber o motivo, o coração de Maglor apertava a cada instante em ansiedade de saber o que aconteceu ao elfo surrado que acabara de passar por ele. Seu filho, nora e neta estavam com colonos Noldor e Silvans em direção às montanhas azuis sob uma promessa de recomeços, comércio e exploração de alguns recursos, um deles, seu filho ouvira falar, um possível novo veio de Mythril que os anões acharam recentemente e estava interessado em trabalhar na forja e fazer alguns experimentos. Maglor e sua esposa não gostaram muito da idéia, mas no fim concordaram e sabiam que seu filho, Círnin-Galad, tinha interesse em permanecer o mais longe de qualquer lugar ou qualquer um que soubesse de suas raízes para continuar ocultando sua verdadeira origem e assim salvaguardar sua pequena filha do mal que persegue sua família à eras, eles entendiam e respeitavam isso. Era um recomeço, como ele dizia, e isso podia se tornar uma coisa boa, recomeços podem acalentar corações e libertar almas. Ele conhecia bem esse sentimento e era algo que ainda buscava.(...)