Não sei
Uma sociedade de papel, Onde escrevem certezas com lápis Com medo da incerteza e julgamento, Onde a informação é certa e absoluta Mesmo não sabendo se de fato és, Hipocrisia generalizada Onde os gêneros se colidem, Não se dão bem e se decidem Por si só quem é quem E qual é qual, e qualquer coisa é estopim para o vitimismo Onde o ego é voltado somente a si Fazendo-o esquecer seu objetivo, O ser humano contraditório onde seu ato notório só nos faz enxergar De que humanos não temos muito, Não como antes, pois a cada década o mundo muda E hoje estão sem visão Por tanta corrupção Dentro e fora de seu ser Em todo cidadão Injustiçado ou não Esquecem que no fim Acima de tudo somos humanos e também erramos.








