Passamos a vida a ser avaliados e assimilamos a necessidade de aprovação que se deriva deste procedimento. Devemos compreender que somos fruto das oportunidades legadas pelas nossas famílias, mas somos nós quem leva o leme deste barco.
Não precisamos dos louvores de ninguém para nos sentirmos bem. O que fazemos, fazemo-lo por nós, pelo nosso futuro. Os falhos são nossos, os acertos são nossos, a experiência é nossa, somos nós. Provocar a contingência da nossa felicidade ante o assentimento alheio é uma tortura desnecessária.
Vivamos com alegria o caminho que escolhemos. Deixemos a um lado o arrependimento, a depressão ante o inalcançável e o escuro círculo da serpente do nosso quarto. Temos uma vida, não dependamos tanto dos demais para acreditar no que fazemos. Avancemos sem medo.
















